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Brasil: País rico é país sem pobreza.

Instituto Benjamin Constantt

"Um Olhar para o Infinito" - Ilustração

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Pessoal

Usuário

Diz-se de todo aquele que se utiliza do Braille como sistema básico de leitura e escrita.

Brailista

Usuário ou profissional que domina com profundidade diferentes aspectos do Sistema Braille.

Transcritor Braille

Profissional que realiza a reprodução de textos do sistema comum para o Sistema Braille

Copista

Denominação genérica do voluntário que realiza serviços de transcrição em cópia única.

Revisor Braille

Profissional que realiza a revisão de textos transcritos para o Braille.

Consultor Braille

Profissional especialista que domina com profundidade uma ou mais modalidades de aplicação do Braille.

Diversos

Linha Braille ou Display Braille

Equipamento informatizado que dispõe de uma linha de pontos em relevo que se destacam ou desaparecem, mediante determinado comando. Apresenta-se com 20, 40 ou 80 caracteres, em braille de 8 pontos.

Braille Falado

Equipamento informatizado de pequeno porte, com sete teclas, na disposição convencional de uma máquina braille. Dispõe de sintetizador de voz e funciona como editor de textos, agenda, calculadora, cronômetro e outras funções.

Braille Light

Equipamento informatizado, semelhante ao Braille Falado. Dispõe de uma linha braille de 20 ou 40 celas.

Cecograma

Categoria de artigos, principalmente impressos braille, que goza de isenção postal em muitos países, de acordo com o art. 15 do Regulamento de Execução da UPU - Congresso de Tóquio, 1969.

Seja Bem Vindo a Nosso Portal Braille...

O Sistema Braille, utilizado universalmente na leitura e na escrita por pessoas cegas, foi inventado na França por Louis Braille, um jovem cego, reconhecendo-se o ano de 1825 como o marco dessa importante conquista para a educação e a integração dos deficientes visuais na sociedade.

Aqui você vai encontrar estas e muitas outra informações sobre o Braille.

Comece por conhecer o alfabeto que os deficientes visuais utilizam para ler.

Você poderá esclarecer suas dúvidas sobre termos e expressões associadas ao Sistema Braille.

Também terá acesso a toda Grafia Braille da Língua Portuguesa, importante instrumento para conhecer mais a fundo o Sistema Braille, o Código Braille e muito mais!

Irá descobrir que temos uma imprensa especializada de alta qualidade.

Você sabia que desenvolvemos uma série de materiais didáticos que apoiam a educação dessas pessoas?

...E que temos um excelente serviço de adaptação, transcrição e revisão de livros para o Braille?

Pois então explore a fundo o nosso PORTAL BRAILLE e saiba muito, muito mais!

Introdução

VOCABULÁRIO DE TERMOS E EXPRESSÕES EMPREGADOS NO DOMÍNIO DO SISTEMA BRAILLE


AUTOR: JONIR BECHARA CERQUEIRA

PUBLICAÇÃO:
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL
UNIÃO BRASILEIRA DE CEGOS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EDUCADORES DE DEFICIENTES VISUAIS
JUNHO DE 2002

INTRODUÇÃO



O Sistema Braille, criado por Louis Braille em 1825, na França, constituiu-se, desde então, no meio fundamental de leitura e escrita para as pessoas cegas em todo o mundo.

A escrita braille, com suas especificidades, favoreceu naturalmente o desenvolvimento de uma terminologia própria, nem sempre de pleno domínio pelos que atuam no campo da educação de pessoas cegas, no da produção de textos braille e mesmo entre os usuários do Sistema.

No âmbito da sociedade, em geral, predomina o emprego de expressões equivocadas, como:

"linguagem braille"
"traduzir para o braille", e outras.

O presente trabalho foi elaborado com base em nossa experiência de usuário e de profissional atuante nas áreas de educação de pessoas cegas e na de produção de textos braille.

Jonir Bechara Cerqueira

Maio de 2001

Braille Fácil

Este programa foi desenvolvido para transcrever, automaticamente, documentos em texto para o Braille. Assim, a leitura das pessoas com deficiência visual fica facilitada, pois este permite, também, a impressão do documento em impressora Braille.

O programa Braille Fácil permite que a criação de uma impressão Braille seja uma tarefa muito rápida e fácil, que possa ser realizada com um mínimo de conhecimento da codificação Braille. Através do Braille Fácil, tarefas simples como impressão de textos corridos são absolutamente triviais.

O texto pode ser digitado diretamente no Braille Fácil ou importado a partir de um editor de textos convencional. O editor de textos utiliza os mesmos comandos do NotePad do Windows, com algumas facilidades adicionais. Uma vez que o texto esteja digitado, ele pode ser visualizado em Braille e impresso em Braille ou em tinta (inclusive a transcrição Braille para tinta).

A digitação de textos especiais (como codificações matemáticas ou musicais) pode ser feita com o auxílio de um simulador de teclado Braille, que permite a entrada direta de códigos Braille no texto digitado. O editor possui ainda diversas facilidades que agilizam muito a inserção de elementos de embelezamento ou o retoque de detalhes do texto Braille.

Grande parte da operação do programa é controlada pelo Menu Principal do programa, através do qual todos as funções são ativadas, incluindo aí os controles da edição do texto.

Sinais em Relevo Compõem um Alfabeto

Alfabeto Braille
SEU NOME EM BRAILLE
FALTA FAZER !!!

Imprensa Braille



Imprensa Braille     Imprensa Braille      Imprensa Braille

Imprensa Braille     Imprensa Braille



FOTOS: Leandro Pimentel / Arquivo IBC

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille - Módulo II

 
TÉCNICAS DE LEITURA E ESCRITA NO SISTEMA BRAILLE- MÓDULO II
PÚBLICO Funcionários, Pais e Responsáveis de alunos, Voluntários e demais pessoas interessadas.
EMENTAAtualização e aprofundamento dos conteúdos relativos à aplicação do Sistema Braille na Língua Portuguesa, em consonância com as normas técnicas vigentes para transcrição de textos. Revisão e prática de transcrição de itens do Código Matemático Unificado. Leitura e decodificação de textos em Braille.
CARGA HORÁRIA TOTAL 40 horas/aula
PRÉ-REQUISITOConhecimentos básicos de Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille
Nº DE VAGAS25
PERÍODO DO CURSODe 08/08 a 19/10/2011
HORÁRIOSÀs Segundas e Quartas-Feiras, de 14:30 às 16:30
PERÍODO DE INSCRIÇÕESDe 20/06 a 23/07/2011
DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS- Documento de Identidade
- Certificado de Conclusão do Curso de Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – Módulo I
TAXANão há
PROFESSOR DA DISCIPLINAVítor Alberto Marques
BREVE CURRÍCULOLicenciado em História pela Universidade Federal Fluminense (1976), com Curso de Formação de Professores pelo Instituto Helena Antipoff (1975), é professor do Instituto Benjamin Constant desde 1985. Foi docente da disciplina de Braille, no Curso de Qualificação de Professores do IBC, nos anos de 1996 a 1997. Hoje, dentre outras atividades no IBC, leciona em cursos de Braille para a comunidade.



Conteúdo Programático:
1. O papel do sistema Braille na vida da pessoa cega – ontem e hoje.
2. O Braille aplicado à Língua Portuguesa – recurso de escrita: máquina de datilografia Braille.
3. Características peculiares do Sistema Braille.
4. Regras básicas no emprego de sinais gráficos auxiliares.
5. Recursos de formatação da escrita Braille em obediência às Normas Técnicas vigentes.
6. Trabalhando o Código Matemático Unificado (CMU).
7. Disposição espacial dos textos em Braille.
8. Avaliação crítica do curso.


Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO


ORIGEM DO SISTEMA BRAILLE

INSTRUMENTOS UTILIZADOS PARA ESCRITA DO SISTEMA BRAILLE

LETRAS DO ALFABETO:

VOGAIS E CONSOANTES

K,W,Y

VOGAIS ACENTUADAS E CEDILHA

SINAL DE NÚMERO

USO DO SINAL DE MAIÚSCULA

LETRAS MAIÚSCULAS E MINÚSCULAS

MAIÚSCULAS INICIAIS

CAIXA ALTA

SINAIS DE PONTUAÇÃO:

REPRESENTAÇÃO

FORMAS DE EMPREGO

APÓSTROFO

GRIFO OU SUBLINHADO:

REPRESENTAÇÃO

FORMAS DE EMPREGO

GRIFO EM PALAFRAS SEPARADAS POR HÍFEN

GRIFO EM PARTE DE PALAVRA

HÍFEN

PARÁGRAFO:

MARGEM DA FOLHA

TÍTULOS

SEPARAÇÃO ENTRE TÍTULO E TEXTO

CENTRALIZAÇÃO DE TÍTULOS

LEITURA DE TEXTOS EM BRAILLE

TRANSCRIÇÃO DE TEXTOS DO SISTEMA COMUM PARA O SISTEMA BRAILLE E VICE-VERSA

SIMBOLIZAÇÂO MATEMÁTICA

NUMERAIS ARÁBICOS:

REPRESENTAÇÃO

SEPARAÇÃO DE CLASSES

NUMERAIS ORDINAIS

NUMERAIS COM VÍRGULA DECIMAL

NUMERAIS ROMANOS

REPRESENTAÇÃO DE DATAS

REAL

SINAIS DE OPERAÇÃO:

ADIÇÃO ( + )

SUBTRAÇÃO ( - )

MULTIPLICAÇÃO ( x )

DIVISÃO ( : )

IGUALDADE ( = )

O Código Braille: Valor dos Sinais

8 - Os sinais que se empregam na escrita corrente de textos em Língua Portuguesa têm a significação seguinte:

1 - ALFABETO


Alfabeto
Obs.: O c com cedilha é representado pelo sinal Cedilha(12346).

Obs.: As letras k, w e y encontram-se freqüentemente em textos portugueses, embora não pertençam ao alfabeto português.

2 - LETRAS COM DIACRÍTICOS


LETRAS COM DIACRÍTICOS

3 - PONTUAÇÃO E SINAIS ACESSÓRIOS


PONTUAÇÃO E SINAIS ACESSÓRIOS

4 - SINAIS USADOS COM NÚMEROS


SINAIS USADOS COM NÚMEROS

5 - SINAIS EXCLUSIVOS DA ESCRITA BRAILLE


SINAIS EXCLUSIVOS DA ESCRITA BRAILLE

O Código Braille: Valor dos Sinais - Contraste

8 - Os sinais que se empregam na escrita corrente de textos em Língua Portuguesa têm a significação seguinte:

1 - ALFABETO


Alfabeto
Obs.: O c com cedilha é representado pelo sinal Cedilha(12346).

Obs.: As letras k, w e y encontram-se freqüentemente em textos portugueses, embora não pertençam ao alfabeto português.

2 - LETRAS COM DIACRÍTICOS


LETRAS COM DIACRÍTICOS

3 - PONTUAÇÃO E SINAIS ACESSÓRIOS


PONTUAÇÃO E SINAIS ACESSÓRIOS

4 - SINAIS USADOS COM NÚMEROS


SINAIS USADOS COM NÚMEROS

5 - SINAIS EXCLUSIVOS DA ESCRITA BRAILLE


SINAIS EXCLUSIVOS DA ESCRITA BRAILLE

Produção Braille...

Pioneira no Brasil, a Imprensa Braille do IBC, fundada em 1863, produz impressos, livros didáticos e técnicos, suprindo diversas escolas e entidades de todo o país. Nossa prioridade, hoje, é adaptar, transcrever e imprimir livros didáticos e infantis, assim como documentos de interesse público, como editais e provas das quais os deficientes visuais participam, por exemplo.

Desde 1998, o atendimento de outras necessidades da comunidade, como a impressão de cardápios, calendários, instruções de utilização de produtos e serviços, alfabetário, cédulas eleitorais, entre outros, está sob responsabilidade da Fundação de Apoio ao Instituto Benjamin Constant.

A Imprensa Braille possui maquinário informatizado para editoração e impressão no Sistema Braille, além de recursos próprios para a encadernação de sua produção.

Entre as ações O Instituto Benjamin Constant edita e distribui as duas únicas revistas informativas periódicas impressas em Braille no Brasil. A Revista Brasileira para Cegos (RBC), com cerca de 2000 assinantes em todo o país, e a Pontinhos, destinada ao público infanto-juvenil. Além da distribuição nacional, a RBC é distribuída para mais 23 países.

Bicentenário de nascimento de Louis Braille - 04.01.2009

Caro amigo,

No dia 04 de janeiro de 2009 será comemorado o bicentenário de nascimento de Louis Braille, aquele que foi, sem dúvida, o maior benfeitor das pessoas cegas de todo o mundo.

A União Mundial de Cegos (UMC), que atua como assessora junto às agências da ONU para assuntos relacionados à cegueira, representando 180 milhões de pessoas de 600 organizações, distribuídas em 158 países, associada a uma comissão nacional constituída na França, assumiu a liderança nas comemorações e está incentivando organizações e pessoas cegas de todo o mundo a promoverem celebrações alusivas a Louis Braille e a seu sistema de escrita e leitura.

Com esse objetivo, a UBC (União Brasileira de Cegos) instituiu, por meio da Resolução n. 02/2007, a Comissão Brasileira para o Bicentenário de Louis Braille (CBBLB), integrada por um grupo de pessoas profundamente envolvidas com as diversas áreas de aplicação do Sistema Braille.

A Comissão, que tem como Presidente de Honra a professora Dorina de Gouvêa Nowill, já iniciou os seus trabalhos e estabeleceu que as comemorações terão início no dia 04 de janeiro de 2009, estendendo-se até o dia 04 de janeiro de 2010.

Além de coordenar as celebrações em âmbito nacional, a CBBLB apoiará as celebrações locais e, para isso, espera contar com a colaboração de todos aqueles que reconhecem no Sistema Braille o principal instrumento para a educação, a reabilitação e a profissionalização das pessoas cegas.

Entre as principais celebrações previstas pela CBBLB, podemos destacar:

- Instituição, em 2009, da Semana Nacional do Braille.

- Criação do Dia nacional do Braille.

- Emissão de um selo e de uma moeda comemorativos do Bicentenário.

- Edição de livros e revistas comemorativos.

- Incentivo à intitulação de ruas e/ou outros logradouros públicos com o nome de Louis Braille.

A CBBLB fará uma ampla divulgação de suas atividades e, desde já, você está convidado a juntar-se a nós e colaborar para que as celebrações representem, de fato, a nossa gratidão, o nosso carinho e o nosso respeito a Louis Braille!

Um abraço,

UBC e CBBLB

SEGUNDO SEMESTRE

 
JULHO
05/07 a 08/07 A Ciência da Motricidade Humana como Facilitadora da Aquisição da Leitura e da Escrita em Braille
12/07 a 16/07Práticas Educativas para Uma Vida independente
19/07 a 23/07 Produção de Material Didático
26/07 a 30/07 Alfabetização no Sistema Braille


Divisão de Imprensa Braille

DADOS PESSOAIS

TITULAR: Ana Claudia da Silva Carneiro
DATA DE ADMISSÃO NO IBC: 02 de Janeiro de 1985
TELEFONE: 3478-4472, 3478-4473 ou 3478-4476
E-MAIL: dib@ibc.gov.br

CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO IBC

Cargos Ocupados:

Atividades desenvolvidas para o IBC:

Cursos 2013: Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille - Turma II

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille - Turma II




Público: Professores e acadêmicos da área de Educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Ensino Médio completo.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 09 a 13/09/2013

Horários: De segunda a sexta-feira, de 08:00 às 17:00

Período de Pré-Inscrição: De 23/07 a 23/08/2013.

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra;
• Documento de identidade;
• Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

Para certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professor da Disciplina: Maria Luzia do Livramento.

Breve Currículo: Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio de Azevedo no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Foi revisora Braille, nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Amparo ao Cego no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.


Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille

2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille

3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação

4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto

5. Simbologia matemática:
a) Numerais indo-arábicos, romanos e ordinais
b) Representação das operações fundamentais
c) Representação de datas


Metodologia do Curso: Aulas teóricas e práticas.


Materiais fornecidos pelo IBC: reglete, punção, papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita.


Bibliografia:

Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Museu do IBC



MOBILIÁRIO

Mobiliário     Mobiliário     
Mobiliário

O museu: destacando mobiliário da época da fundação do IBC




MAPA DA AMÉRICA DO SUL

Mapa da América do Sul em relevo

Idealizado pelo Prof. Mauro Montagna, foi contruído em relevo,
originalmente animado, para comemoração do
centenário da Independência do Brasil





ESCULTURAS

Busto de Luis Braille     Busto do Doutor Xavier

À esquerda: Busto de Louis Braille. À direita: Busto do Dr. Xavier Sigaud




EQUIPAMENTOS

Thermoform     Aparelho de Acuidade visual     Impressora Braille

À esquerda: Thermoform, utilizado na produção de figuras, formas e mapas em alto-relevo.
Ao centro: Aparelho de acuidade visual para longa distância.
À direita: Impressora Braille


Máquina de estereotipia Braille

Máquina de estereotipia Braille




MATERIAIS DIDÁTICOS

Globo terrestre em alto relevo     Bíblia sagrada e brasões

À esquerda: globo terrestre em alto-relevo. À direita: bíblia sagrada e brasões

Livro em braille     Mapas geográficos

À esquerda: Livro em Braille. À direita: mapas geográficos feitos no Thermoform

Instrumento de cálculo chamado sorobans     Outro instrumento de cálculo chamado cubarítimos

À esquerda: Sorobans, instrumentos de cálculo derivados do ábaco.
À direita: cubarítimos, também instrumentos de cálculo


Máquinas de escrever adaptadas para o sistema Braille     Máquinas de escrever adaptadas para o sistema Braille

Máquinas de escrever adaptadas para o sistema Braille

Modelos diversos de regletes, instrumento de escrita manual do sistema Braille     Modelos diversos de regletes, instrumento de escrita manual do sistema Braille     Modelos diversos de regletes, instrumento de escrita manual do sistema Braille

Modelos diversos de regletes, instrumento de escrita manual do sistema Braille

Reglete em detalhe     Calendário Braille

À esquerda: reglete em detalhe. À direita: calendário Braille em detalhe





FOTOS: Patrícia Teixeira de Souza

Conceituação Básica

Sistema Braille

Processo de leitura e escrita em relevo, com base em 64 (sessenta e quatro) símbolos resultantes da combinação de 6 (seis) pontos, dispostos em duas colunas de 3 (três) pontos. É também denominado Código Braille.

Anagliptografia

Do grego, anáglyptos, "cinzelado em relevo" + graf(o) + ia - S. f. Sistema de escrita em relevo, inventado pelo francês Louis Braille, cego (1809-1852), para os cegos lerem; braile. Cf. ectipografia.
Aurélio Buarque de Holanda Ferreira
(Novo Dicionário da Língua Portuguesa - 2ª edição, revista e aumentada.)


Alfabeto Braille

Apresentação gráfica dos 64 símbolos do Sistema Braille, distribuídos em 7 (sete) linhas ou séries, organizadas de acordo com critérios definidos.

Ordem Braille

Seqüência ordenada, conforme a disposição das sete séries do Alfabeto Braille.

Modalidades de Aplicação do Braille

Formas específicas de emprego do Braille, segundo uma determinada área do conhecimento humano: Literatura, Ciências, Música, Informática, etc.

Grafia Braille

Diz-se da representação específica, de acordo com uma área de conhecimento: Grafia Básica (de uma determinada língua); Grafia Matemática; Grafia Química; Grafia Musical ou Musicografia Braille, etc.

Braille Integral ou Grau 1

Escrita braille em que se representa cada caractere correspondente no sistema comum de escrita.

Braille Abreviado ou Estenografado (Grau 2)

Escrita braille em que um caractere pode representar duas ou mais letras ou mesmo uma palavra inteira (abreviatura braille).

Cela ou Célula Braille

Espaço retangular onde se produz um símbolo braille.

Símbolo Fundamental ou Universal

Sinal formado pelo conjunto dos seis pontos numa cela (cela cheia). Também é chamado de símbolo gerador.

Cela Vazia ou Espaço

É aquela onde não foi produzido qualquer ponto braille.

Numeração dos Pontos

A numeração dos pontos de uma cela braille se faz de cima para baixo, da esquerda para a direita:

1 4
2 5
3 6

Em certas situações, como na produção de tabelas de sinais, por exemplo, existe a necessidade de se descrever um símbolo braille pela numeração de seus pontos. Modernamente, indica-se a descrição de um símbolo por um único numeral, independentemente do número de pontos que ele possua. A leitura, entretanto, deve ser feita algarismo por algarismo para tornar clara a descrição. Ex.: é (123456) e se lê: pontos um, dois, três, quatro, cinco, seis. Uma cela vazia é representada pelo numeral 0 (zero).

Série Superior da Cela Braille

Parte da cela que compreende os pontos 1, 2, 4 e 5.

Série Inferior da Cela Braille

Parte da cela que compreende os pontos 2, 3, 5 e 6.

Coluna da Esquerda

Parte da cela braille que compreende os pontos 1, 2 e 3.

Coluna da Direita

Parte da cela braille que compreende os pontos 4, 5 e 6.

Símbolo Referencial de Posição

Sinal formado pelos seis pontos de uma cela, o qual antecede certos símbolos braille, especialmente os das séries inferior e da coluna da direita, quando aparecem isolados, para indicar-lhes a exata posição na cela braille.

Símbolo Simples

Sinal produzido em uma única cela.

Símbolo Composto

Produzido em duas ou mais celas.

Prefixo de um Símbolo Composto

Sinal da coluna da direita (pontos 456), geralmente, que precede um outro sinal, formando com ele um símbolo composto.

Símbolos Exclusivos do Braille

Sinais específicos da representação braille que não têm correspondentes no sistema comum de escrita e funcionam, geralmente, como prefixos de símbolos principais. Exemplos: prefixos de letras maiúsculas, sinal de número (prefixo numérico), sinais de índices superior (expoente) e de índice inferior, parênteses auxiliares, e outros.

Braille em Negro

Representação de símbolos braille com pontos em tinta. Pode ser produzido à mão ou em computadores, utilizando-se "fontes braille".

Escrita em tinta; Escrita comum; Escrita em negro; Sistema comum

Forma de escrita utilizada normalmente pelos que possuem suficiente acuidade visual para lê-la.

Créditos

Desenvolvimento do Site:


Marcos Canettieri - Gerente de Projeto / Design de Interface / Consultor de Usabilidade e Acessibilidade
Mariano Aloi - Gerente de Desenvolvimento
Antônio Marcelo - Segurança em WebServers
Marcus Gabriel de Antonio - Analista/Desenvolvedor

EQUIPE BRAILLE:


(Coordenação)
Jonir Bechara

(Secretária)
Sandra Mello

(Desenvolvimento do programa Braille Fácil)
Antônio Borges

(Adaptação dos Livros)
Margarida Monteiro
Marieta Pinto
Paula Barbosa

(Transcrição dos Livros)
Ana Cláudia da Silva
Marisa dos Santos

(Revisão dos Livros)
Aparecida Leite
Paulo Felicíssimo

VOZ:


Eduardo Tadim

TÉCNICAS DE LEITURA E ESCRITA NO SISTEMA BRAILLE- MÓDULO 1

 
TÉCNICAS DE LEITURA E ESCRITA NO SISTEMA BRAILLE- MÓDULO 1
PÚBLICO Funcionários, Pais e Responsáveis de alunos, Voluntários e demais pessoas interessadas
EMENTAHistórico do Sistema Braille. Conceituação, Estrutura e Noções Básicas do Braille.
CARGA HORÁRIA TOTAL 40 horas/aula
PRÉ-REQUISITONão há
Nº DE VAGAS25
PERÍODO DO CURSODe 14/03 a 18/05/2011
HORÁRIOSÀs Segundas e Quartas-Feiras, de 14:30 às 16:30
PERÍODO DE INSCRIÇÕESDe 01 a 28/02/2011
DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS- Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra
- Documento de Identidade
- Certificado de Conclusão do Primeiro Segmento do Ensino Fundamental
- Foto 3x4 recente (1º dia de aula)
PARA CERTIFICAÇÃO Frequência mínima de 75% e Nota Final igual ou superior a 7,0 (sete)
TAXA DE MATERIALNão há
PROFESSOR DA DISCIPLINAVítor Alberto Marques
BREVE CURRÍCULOLicenciado em História pela Universidade Federal Fluminense, com Curso de Formação de Professores pelo Instituto Helena Antipoff, é professor do Instituto Benjamin Constant desde 1985. Dentre outras atividades, leciona em cursos de Braille para a comunidade.



Programa:

1. O papel do sistema Braille na vida da pessoa cega
2. O reconhecimento e exploração do alfabeto
3. A distribuição espacial dos caracteres em cada coluna
4. Penetrando na lógica do sistema Braille como um todo
5. Regras básicas no emprego de sinais gráficos diversos
6. Disposição do Braille na reglete -- leitura e escrita -- consolidação da aprendizagem
7. Disposição espacial dos textos em Braille
8. Escrita de números
9. Operações Fundamentais





PROGRAMAÇÃO DE CURSOS 2011:
Leia atentamente as orientações gerais
Programação de cursos do Instituto Benjamin Constant



Contatos da DCRH:
Telefone: (0XX21) 3478-4455
Fax: (0XX21) 3478-4454
E-mail: dcrh@ibc.gov.br

O PRIMEIRO CURSO COM ACESSIBILIDADE

Iniciação ao Sistema Braille – Turma 2

Iniciação ao Sistema Braille – Turma 2



Público: Funcionários, Pais e Responsáveis de alunos, Voluntários e demais pessoas interessadas.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Ensino Fundamental completo.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 11/08 a 22/10/2014

Horários: Segundas e Quartas-Feiras, de 14:30 às 16:30 Hs.

ATENÇÃO: Para este curso NÃO será oferecido alojamento.

Período de Pré-Inscrição: De 09/06 a 04/07/2014

Documentos Obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
Documento de Identidade;
Certificado de conclusão do Ensino Fundamental;
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 75% e nota igual ou superior a 6,0

Taxa de Material: Não há.

Professor: Vítor Alberto Marques.

Breve Currículo: Licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense. Fez o Curso de Formação de Professores pelo Instituto Helena Antipoff. É professor do Instituto Benjamin Constant desde 1985. Dentre outras atividades, leciona em cursos de Braille.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille
3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto
5. Simbologia matemática:
a) Numerais: indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais, fracionários
b) Representação de datas
c) Representação das operações fundamentais

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais: papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita. O cursista deve trazer sua reglete e punção para as aulas.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2014 - Iniciação ao Sistema Braille

Iniciação ao Sistema Braille




Público: Funcionários, Pais e Responsáveis de alunos, Voluntários e demais pessoas interessadas.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Ensino Fundamental completo.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 17/03 a 28/05/2014

Horários: Segundas e Quartas-Feiras, de 14:30 às 16:30 Hs.

ATENÇÃO: Para este curso NÃO será oferecido alojamento.

Período de Pré-Inscrição: De 06/01 a 07/02/2014.

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra : Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.;
• Documento de Identidade;
• Certificado de conclusão do Ensino Fundamental;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 75% e nota igual ou superior a 6,0

Taxa de Material: Não há.

Professor: Vítor Alberto Marques.

Breve Currículo: Licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense. Fez o Curso de Formação de Professores pelo Instituto Helena Antipoff. É professor do Instituto Benjamin Constant desde 1985. Dentre outras atividades, leciona em cursos de Braille.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille
3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto
5. Simbologia matemática:
a) Numerais: indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais, fracionários
b) Representação de datas
c) Representação das operações fundamentais

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais: papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita. O cursista deve trazer sua reglete e punção para as aulas.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille


(Atenção: a realização desse curso foi cancelada em 05/09/2014)



Público: Professores e acadêmicos da área de Educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Não há.

Nº de Vagas: 25

Período do curso: de 02/10 a 06/11/2014.

Horários: Terças e quintas, das 18:15 às 21:45 hs.

ATENÇÃO: NÃO será oferecido alojamento para este curso.

Período de pré-inscrições: De 01 a 31/08/2014.

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de identidade;
• Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professora: Maria Luzia do Livramento

Breve Currículo: Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio Azevedo do Amaral no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Foi revisora Braille, nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Amparo ao Cego no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille
3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto
5. Simbologia matemática:
a) Numerais indo-arábicos, romanos e ordinais
b) Representação das operações fundamentais
c) Representação de datas

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais fornecidos pelo IBC: reglete, punção, papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2013 - Iniciação ao Sistema Braille – Turma II

Iniciação ao Sistema Braille – Turma II



Público: Funcionários, Pais e Responsáveis de alunos, Voluntários e demais pessoas interessadas.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Ensino Fundamental completo.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 12/08 a 23/10/2013

Horários: Segundas e Quartas-Feiras, de 14:30 às 16:30

Período de Pré-Inscrição: De 10/06 a 12/07/2013

Atenção: Não haverá alojamento para este curso

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de Identidade;
• Certificado de conclusão do Ensino Fundamental;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: frequência mínima de 75% às aulas e nota igual ou superior a 6,0 (seis).

Taxa de Material: Não há.

Professor: Vítor Alberto Marques.

Breve Currículo: Vítor Alberto Marques - Licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense. Fez o Curso de Formação de Professores pelo Instituto Helena Antipoff. É professor do Instituto Benjamin Constant desde 1985. Dentre outras atividades, leciona em cursos de Braille.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille

2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille

3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação

4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto

5. Simbologia matemática:
a) Numerais: indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais, fracionários
b) Representação de datas
c) Representação das operações fundamentais

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais: papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita. O cursista deve trazer sua reglete e punção para as aulas.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2014 - Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille




Público: Professores e acadêmicos da área de Educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Não Há.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 17 a 21/02/2014.

Horários: De segunda a sexta-feira, de 08:00 às 17:00 hs.

ATENÇÃO: Por motivo de obras nas acomodações, NÃO será oferecido alojamento para este curso.

Período de Pré-Inscrição: De 18/11 a 20/12/2013.

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de identidade;
• Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professora: Maria Luzia do Livramento

Breve Currículo:
Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio de Azevedo no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Foi revisora Braille, nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Amparo ao Cego no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille
3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto
5. Simbologia matemática:
a) Numerais indo-arábicos, romanos e ordinais
b) Representação das operações fundamentais
c) Representação de datas

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais fornecidos pelo IBC: reglete, punção, papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2013 - Iniciação ao Sistema Braille – Turma I

Iniciação ao Sistema Braille - Turma I



Público: Funcionários, Pais e Responsáveis de alunos, Voluntários e demais pessoas interessadas.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Ensino Fundamental completo.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: Já Concluído

Horários: Segundas e Quartas-Feiras, de 14:30 às 16:30

Período de Inscrição: Finalizado

Atenção: Não haverá alojamento para este curso

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de Identidade;
• Certificado de conclusão do Ensino Fundamental;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: frequência mínima de 75% às aulas e nota igual ou superior a 6,0 (seis).

Taxa de Material: Não há.

Professor: Vítor Alberto Marques.

Breve Currículo: Vítor Alberto Marques - Licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense. Fez o Curso de Formação de Professores pelo Instituto Helena Antipoff. É professor do Instituto Benjamin Constant desde 1985. Dentre outras atividades, leciona em cursos de Braille.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille

2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille

3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação

4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto

5. Simbologia matemática:
a) Numerais: indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais, fracionários
b) Representação de datas
c) Representação das operações fundamentais

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais: papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita. O cursista deve trazer sua reglete e punção para as aulas.

Bibliografia:

Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2012 - Técnicas de Leitura, Escrita e Metodologia de Ensino do Sistema Braille

Técnicas de Leitura, Escrita e Metodologia de Ensino do Sistema Braille



ATENÇÃO: Curso Cancelado



Público: Professores e acadêmicos da área de educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos para o Sistema Braille integral. Metodologia e práticas de ensino do Sistema Braille.

Carga Horária Total: 64 horas/aula.

Pré-Requisitos: Não há.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 07/08 a 27/11/2012

Horários: Terça e quinta-feira, de 13:30 às 15:30hs

Período de Pré-Inscrição: De 11/06 a 13/07/2012

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de Identidade;
• Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 80% e média igual ou superior a 6,0

Taxa de Material: R$ 80,00

Professor da Disciplina: Maria Helena Franco Sena.

Breve Currículo: Maria Helena Franco Sena – Graduada em Letras Português – Inglês, pela Universidade Santa Úrsula (1980).Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Santa Rosa de Lima (1975). Fez o Curso de Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão, do IBC, em 1983. Ingressou como docente no IBC em 1982, onde atua como professora nas séries iniciais do ensino fundamental e ministra cursos de Braille e de técnicas de cálculos no Soroban. Foi membro da Comissão Brasileira do Braille – MEC, (1999 a 2002).

Programa:

1.Breve histórico do Sistema Braille

2.Instrumentos utilizados para a escrita:
a)Reglete e punção
b)Máquina de datilografia Braille

3.O Sistema Braille:
a)Alfabeto
b)Letras acentuadas
c)Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d)Pontuação

4.Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a)Palavras, frases e pequenos textos
b)Parágrafo e centralização de títulos
c)Leitura de textos em interponto

5.Simbologia matemática:
a)Numerais: indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais, fracionários
b)Representação das operações fundamentais
c)Representação de datas

6.Metodologia de ensino do Sistema Braille para pessoas cegas:
a)A pessoa com deficiência visual
b)Pré-requisitos para a leitura e escrita
c)Sugestões de atividades práticas que estimulem o desenvolvimento do tato

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas

Materiais fornecidos pelo IBC: reglete, punção, papel 120g; apostilas em braille e no sistema comum de escrita.

Avaliação: escrita e leitura

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2014 - Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille

(Atenção: a realização desse curso foi cancelada em 24/02/2014).





Público: Professores e acadêmicos da área de Educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Não há.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso:De 11/03 a 15/04/2014 (dia 13/03 não haverá aula. A professora é representante do IBC na Comissão Brasileira de Braille e terá reunião em Brasília nesta data).

Horários: Terças e Quintas-Feiras, das 18:15 às 21:45hs

ATENÇÃO: NÃO será oferecido alojamento para este curso.

Período de Pré-Inscrição: De 13/01 a 07/02/2014.
ATENÇÃO: PERÍODO DE INSCRIÇÃO PRORROGADO ATÉ O DIA 21/02/2014.

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra : Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.;
• Documento de identidade;
• Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professora: Maria Luzia do Livramento

Breve Currículo: Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio Azevedo do Amaral no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Foi revisora Braille, nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Amparo ao Cego no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille
3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto
5. Simbologia matemática:
a) Numerais indo-arábicos, romanos e ordinais
b) Representação das operações fundamentais
c) Representação de datas

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais fornecidos pelo IBC: reglete, punção, papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2013 - Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille - Turma I

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille - Turma I



Público: Professores e acadêmicos da área de Educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Data do curso: Curso cancelado em 29/04/2013

Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs

Período de inscrição: Finalizado

Documentos Obrigatórios:
•Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
•Documento de identidade;
•Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
•Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professor da Disciplina: Carla Maria de Souza.

Breve Currículo: Carla Maria de Souza - Pós-graduada em Literatura Brasileira pela UERJ (1995). Graduada em Letras Português – Literaturas pela UERJ (1992). Concluiu o Curso de Formação de Professores do Instituto de Educação do RJ em 1986. Fez o Curso de Especialização de Professores na área da Deficiência da Visão, do IBC, em 1987. Foi professora da Rede Municipal do Rio de Janeiro no período de 1988 a 1993. Ingressou como docente no IBC em1993, onde atua até os dias atuais como professora em turmas do Ensino Fundamental. Coordenou o 1º segmento do Ensino Fundamental do IBC, foi Chefe da Divisão de Ensino de 2007 a 2009 e Supervisora Pedagógica de 2009 a 2001. Atua, também, como professora em cursos de Braille.

Programa:

1.Breve histórico do Sistema Braille

2.Instrumentos utilizados para a escrita:
a)Reglete e punção
b)Máquina de datilografia Braille

3.O Sistema Braille:
a)Alfabeto
b)Letras acentuadas
c)Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d)Pontuação

4.Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a)Palavras, frases e pequenos textos
b)Parágrafo e centralização de títulos
c)Leitura de textos em interponto

5.Simbologia matemática:
a)Numerais indo-arábicos, romanos e ordinais
b)Representação das operações fundamentais
c)Representação de datas

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais fornecidos pelo IBC: reglete, punção, papel 120g; apostilas em braille e no sistema comum de escrita.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Aprendendo com Prazer

ACERVO DA BIBLIOTECA LOUIS BRAILLE



Atividades culturais e de lazer

O Departamento de Educação planeja e realiza atividades nas áreas cultural e de lazer, comemora datas cívicas previstas no calendário escolar, envolvendo alunos, professores e demais setores da instituição.

Dentre estas atividades, merecem destaque:

- A Festa Junina
- A Festa de aniversário do IBC


O Nosso Museu

Museu do Instituto Benjamin Constant procura resgatar e conservar a história e a tradição do Instituto, através de documentos, quadros, esculturas, mobiliário, objetos, fotos, filmes, recursos especializados e maquinário utilizados desde a fundação da primeira instituição de educação de pessoas portadoras de deficiência visual na América Latina.


Biblioteca Louis Braille

Conta com um acervo de títulos didáticos, informativos, culturais e de lazer impressos no Sistema Braille, à tinta e gravados em fitas cassete.

A biblioteca também dispõe de um software especializado (ainda em caráter experimental), denominado LETRA, que faz a conversão de arquivos de texto em arquivos de audio (nos formatos MP3 e WAVE)

Para atender às pessoas de visão subnormal, a biblioteca conta com aparelhagem de TV em circuito fechado, a CCTV, que aumenta os tipos impressos em até 60 vezes.

Produção Braille

Braille de Seis Pontos

Escrita em relevo com base em seis pontos, dispostos em duas colunas de três pontos. Permite a produção de sessenta e quatro símbolos diferentes.

"Braille de Oito Pontos"

Escrita em relevo com base em oito pontos, dispostos em duas colunas de quatro pontos. Permite a produção de duzentos e cinqüenta e seis símbolos diferentes.

Braille Jumbo

Braille de seis pontos, produzido em celas de tamanho superior ao normalmente utilizado, com maior afastamento entre os pontos.

Escrita Interpontada (interponto)

Representação em Braille que ocupa as duas faces de uma folha de papel, com superposição de linhas.

Escrita Interlinha

Antiga forma de escrita em Braille que ocupa as duas faces de uma folha de papel, sem superposição de linhas.

Braille Descartável

Impresso braille em papel de gramatura inferior à normalmente usada, permitindo pouca durabilidade. Emprega-se em trabalhos de simples revisão de textos.

Papel Braille

Papel de gramatura superior àquela normalmente usada para a escrita em tinta. Utiliza-se, geralmente, a gramatura 120 (cento e vinte) gramas.

Gramatura

Medida que se expressa em gramas, resultante do peso de uma folha de papel com um metro quadrado de superfície.

Reglete

Dispositivo metálico ou plástico, constituído de uma placa frisada ou com cavidades circulares rasas e de uma régua ou placa com retângulos vazados, para a produção manual de símbolos braille.

Punção

Estilete constituído de uma ponta metálica e de um cabo em plástico, madeira ou metal, usado especificamente para a produção de pontos em relevo em regletes. Apresenta-se em variados formatos.

Apagador de Pontos Braille

Instrumento para apagar pontos braille em papel ou em clichês.

Máquina Braille

Equipamento mecânico ou elétrico, no qual seis teclas produzem pontos em relevo. Apresentam, ainda, teclas para avanço de espaço, retrocesso e mudança de linha.

Máquina de Estereotipia

Equipamento que produz escrita braille em matrizes de liga de alumínio ou plástico, para posterior impressão em papel. É geralmente ligada a um microcomputador.

Clichê

Lâmina de liga de alumínio ou plástico, utilizada em máquinas de estereotipia.

Impressora Braille Computadorizada

Equipamento que produz em papel, textos em braille. São ligadas a um microcomputador através de porta serial ou paralela. Podem ser de pequeno, médio e grande portes. Imprimem em folhas avulsas, em formulários contínuos ou em ambas as formas.

Adaptação de Textos para Transcrição

Processo referente às adequações e ajustes prévios que devem ser feitos antes da transcrição, considerando as características do conteúdo e as especificidades da leitura tátil.

Transcrição para o Braille

Reprodução em caracteres do Alfabeto Braille, do conteúdo de um texto originalmente impresso no sistema comum de escrita.

Revisão Braille

Verificação, através de leitura tátil, de possíveis incorreções cometidas no processo de transcrição.

Impressão Braille

Produção de pontos salientes em prensas, a partir de matrizes de liga de alumínio ou plástico. Produção de pontos em relevo em folhas de papel, através de impressoras braille computadorizadas.

Diagramação de um Texto Braille

Configuração da escrita numa página, por exemplo, considerando o número de linhas, o número de caracteres por linha e a disposição destas no espaço disponível.

Margens (esquerda, direita, superior, inferior)

Espaços compreendidos entre os limites máximos (esquerdo, direito, superior, inferior) da escrita e os bordos da folha de papel. Sua regulagem numa impressora computadorizada é de fundamental importância para a configuração correta da escrita numa página.

Nota de Transcrição (Nota do Transcritor)

Registro feito no início ou em meio a um texto, para dar esclarecimentos ou orientações indispensáveis aos leitores. Emprega-se, comumente, quando se atribui significado a determinado símbolo braille não convencionado, ou para justificar uma omissão necessária, para descrição de fatos visuais, e ainda outras situações.

Tabela de Sinais

Relação de símbolos braille e de seus respectivos significados, colocada, comumente, no início de uma obra transcrita, para esclarecimento ao leitor.

Translineação

Passagem de uma linha de texto para a linha seguinte.

Transpaginação

Diz-se da mudança de página. Na transcrição braille, este fato pode ser assinalado por um sinal, indicando a mudança de página no original em tinta.

Pontos Apagados

Aqueles cujo relevo não apresenta suficiente nitidez para serem percebidos pelo tato com presteza.

Pontos a mais, a menos

Pontos excessivos ou insuficientes em letras do Alfabeto Braille. Ocorrem, comumente, nas escritas em regletes ou em máquinas braille.

Empastelamento de um Texto Braille

Junção ou superposição de linhas, impossibilitando inteiramente, por vezes, a leitura de um texto.

Diferentes Formas de se Mostrar

Esta home page é mais um dos meios que o IBC utiliza para divulgar seu trabalho, suas pesquisas e de seus parceiros.

Aqui você pode ler a revista Benjamin Constant, uma publicação técnico-científica de grande importância na área.

Você também pode ter acesso às últimas edições da Revista Brasileira para Cegos, aqui produzida e distribuída para cerca de 23 países, e da Revista Pontinhos.

O acesso ao acervo bibliográfico da Divisão de Pesquisa, Documentação e Informação, que reúne farto material acadêmico como teses, pesquisas e livros especializados, também pode ser feito por aqui.

No site está também disponibilizado o programa Braille Fácil que permite fazer a transcrição de qualquer documento para o Braille.

Aproveite!

Alfabetização Braille

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO


UNIDADE I
ASPECTOS IMPORTANTES QUE INFLUEM NA APRENDIZAGEM DA CRIANÇA DEFICIENTE VISUAL
A CRIANÇA CEGA ANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO
EXPECTATIVAS OU JUSTIFICATIVAS DOS PAIS E PROFESSORES NO QUE DIZ RESPEITO ÀS CAPACIDADES DA CRIANÇA DEFICIENTE VISUAL
ATITUDES E SENTIMENTOS DOS PAIS EM RELAÇÃO A SEU FILHO SEM O SENTIDO DA VISÃO

UNIDADE II
PRÉ-REQUISITOS PARA ALFABETIZAÇÃO EM BRAILLE
AQUISIÇÃO DE CONCEITOS BÁSICOS
EFICIÊNCIA E ACUIDADE SENSORIAIS
MATURIDADE NAS ÁREAS COGNITIVAS, PSICOMOTORA E SÓCIO-AFETIVA (FASE PREPARATÓRIA)

UNIDADE III
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DAS HABILIDADES REQUERIDAS PARA A ALFABETIZAÇÃO EM BRAILLE
AVALIAÇÃO DAS HABILIDADES DO EDUCANDO ATRAVÉS DE ATIVIDADES COM OBJETOS, FORMAS GEOMÉTRICAS, LINHAS EM RELEVO E CARACTERES EM RELEVO

UNIDADE IV
ALGUNS PRINCÍPIOS BÁSICOS QUE ORIENTAM A PRÁTICA PEDAGÓGICA DE UM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO
PLANEJAMENTO DO TRABALHO PEDAGÓGICO
FORMULAÇÃO DE OBJETIVOS
SELEÇÃO DE MATERIAL COMUM E ESPECIALIZADO, NECESSÁRIO A TRABALHO
ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO
PROMOÇÃO DO CONHECIMENTO LINGÜÍSTICO
AVALIAÇÃO DAS DIFICULDADES E DOS ÊXITOS DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

UNIDADE V
MÉTODOS USADOS NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO:
ANALÍTICO
SINTÉTICO
NATURAL

UNIDADE VI
CRIAR ATIVIDADES OBJETIVAS PARA ATENDER OS CONTEÚDOS PROPOSTOS

UNIDADE VII
UTILIZAÇÃO DE CARTILHAS E DE TEXTOS PRODUZIDOS EM SALA DE AULA, NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO

UNIDADE VIII
AVALIAÇÃO DO ENSINO-APRENDIZAGEM DURANTE O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO
MODALIDADES DE AVALIAÇÃO: DIAGNÓTICO, FORMATIVA, SOMATIVA E FICHAS DE AVALIAÇÃO

Cursos 2013: Revisão de Textos em Braille

Revisão de Textos em Braille



Público: Pessoas com interesse na área de revisão de textos em Braille.

Ementa: Noções gerais sobre o processo de produção Braille. Breve atualização dos conteúdos dos documentos normativos, trabalhando os conceitos e normas técnicas de aplicação dos símbolos mais usados e as peculiaridades do trabalho de revisão de textos em Braille.

Carga Horária Total: 80 horas/aula, sendo: 60 horas presenciais e 20 h a distância.

Pré-Requisitos: Ensino Médio completo; domínio da Língua Portuguesa escrita e falada; domínio do Sistema Braille e desenvoltura na leitura tátil.

Nº de Vagas: 20.

Período do Curso: Já Concluído

Horários: Segunda a Quinta, de 08:00 às 12:00 h.

Período de Pré-Inscrição: Finalizado

Documentos Obrigatórios:

• Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de identidade
• Certificado de conclusão de curso de Ensino Médio ou de graduação ou, ainda, declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso de graduação
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Alojamento: 02 vagas para cursistas homens e 03 vagas para cursistas mulheres. Cursistas deficientes visuais terão direito a acompanhante no mesmo sexo.

Para certificação: Frequência mínima de 80% e média igual ou superior a 6,0 (seis).

Taxa de Material: Não há.

Professas da Disciplina: Maria Luzia do Livramento e Paula Marcia Barbosa.

Breve Currículo:

Maria Luzia do Livramento – Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio de Azevedo no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Foi revisora Braille, nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Amparo ao Cego no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.

Paula Marcia Barbosa – Graduada em Matemática e pós-graduada em docência superior; especialista na área da deficiência visual . Atuou como docente no IBC de 1982 até 2009, lecionando no primeiro segmento do ensino fundamental (EF) e também, geometria no segundo segmento do EF. Atuou como coordenadora de adaptação de livros didáticos em Braille, no Departamento Técnico-Especializado (DTE) e é professora de cursos de capacitação de professores na área de adaptação de materiais e de produção de livros didáticos em Braille e do Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência da Visão.

Programa:

Unidade I

1. Breve histórico do processo de produção Braille no IBC
2. Etapas da produção de livros em Braille
3. Diferentes modalidades de aplicação do Sistema Braille
4. Documentos normatizadores do uso do Braille no Brasil
5. Visita à Imprensa Braille – DIB

Unidade II

1. Atualização da Grafia Braille para a Língua Portuguesa
1.1 Conceitos básicos
1.2 Norma de aplicação dos símbolos mais usados

Unidade III

1. Aplicação do Sistema Braille à Matemática
1.1 Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade IV

1. Normas técnicas para transcrição em Braille
1.1 Considerações gerais
1.2 Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade V

1. Revisão de textos em Braille
1.1 O papel do revisor
1.2 Atividades práticas

Metodologia do Curso: Aulas teóricas e práticas.

Avaliações: Duas atividades práticas de revisão sendo, uma presencial (de caráter eliminatório) e outra a distância.

Bibliografia:

Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2013 - Curso de Transcrição e Impressão de Textos em Braille

Curso de Transcrição e Impressão de Textos em Braille



Público: Pessoas com interesse na área de editoração de textos em Braille.

Ementa: Ensino das normas técnicas pertinentes à transcrição de textos em Braille, tendo como ferramenta de editoração o software Braille Fácil. O curso visa a preparação básica de profissional para atuar com transcrição e impressão computadorizada de textos em Braille.

Carga horária total: 80 horas/aula, sendo: 60 horas presenciais e 20 h a distância.

Pré-Requisito: Ensino Médio completo; domínio da Língua Portuguesa escrita e falada; domínio do Sistema Braille; conhecimentos básicos de Informática - domínio de word; Utilizar como forma de comunicação escrita o sistema de leitura e escrita comum (fonte 12).
Obs.: O Programa Braille Fácil tem limitações que não permitem o uso de programas de acessibilidade com a eficiência necessária para a realização das tarefas propostas no curso.

Nº de vagas: 14

Período do Curso: Já Concluído

Horários: Segundas, Quartas e Sextas de 08 h às 12 h

Período de inscrição: Finalizado

Atenção: Não houve alojamento para este curso

Documentos obrigatórios: ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra; documento de identidade; certificado de conclusão de curso de Ensino Médio ou de graduação ou, ainda, declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso de graduação; certificado de curso de Braille; foto 3 x 4 recente (1º dia de aula).

Para certificação: frequência mínima de 80% e Média igual ou superior a 6,0 (seis)

Taxa de material: R$ 80,00

Professoras da disciplina: Elise de Melo Borba Ferreira e Paula Marcia Barbosa.

Breve currículo:
Elise de Melo Borba Ferreira – Mestranda em Educação pela Universidade Estácio de Sá (2013). Especialista em Educação Especial – Área da Deficiência Visual – pela UNIRIO, 1998. Graduada em Letras – Português Literaturas pela UFRJ, 1983. Fez o Curso de Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão ( IBC ), em 1983. Atua como docente do IBC em cursos de qualificação na área da deficiência visual, desde 1993. É Supervisora de Cursos do DTE desde 2010. Foi Chefe da Divisão de Capacitação de Recursos Humanos (2008- 2010), Coordenadora de Adaptação de Livros e Textos Didáticos para Transcrição em Braille (2005 a 2010), Chefe da Divisão de Imprensa Braille (1999 - 2005). Chefe da Divisão de Produção de Material Especializado (1993-1999), Coordenadora da Educação Infantil (1990-1992) e docente da 1ª fase do Ensino Fundamental (1984 - 1991).

Paula Marcia Barbosa – Graduada em Matemática, pós-graduada em docência superior, especialista na área da deficiência visual desde 1982. Atuou como professora até 2009 nas turmas de 6º ao 9º anos no IBC, lecionando geometria. Atualmente é Coordenadora de Adaptação no Departamento Técnico-Especializado (DTE), no IBC. Desde 1992, é professora da disciplina Recursos Didáticos para o Ensino da Matemática no Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência da Visão.

Programa:

Unidade I
1. Breve histórico do processo de produção Braille no IBC
2. Etapas da produção de livros em Braille
3. Diferentes modalidades de aplicação do Sistema Braille
4. Documentos normatizadores do uso do Braille no Brasil
5. Visita à Imprensa Braille – DIB

Unidade II
1. Grafia Braille Para a Língua Portuguesa
1.1 Conceitos básicos
1.2 Norma de aplicação dos símbolos mais usados

Unidade III
1. Aplicação do Sistema Braille à Matemática
1.1 Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade IV
2. Normas técnicas para transcrição em Braille
2.1 Considerações gerais
2.2 Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade V
1. Produção informatizada de textos através do programa Braille Fácil
1.1 Principais recursos do programa
1.2 Instalação e configuração de impressora braille computadorizada.

Unidade VI
1. Atividades práticas de transcrição e impressão
2. Representações gráficas simples utilizando o Braille Fácil: esquemas, gráficos e tabelas

Metodologia: aulas teóricas e práticas.

Avaliações:
1ª) atividade de transcrição e impressão
2ª) atividade de transcrição

Bibliografia e Material Teórico:

Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.



Curso de Habilidades Básicas

Divisão de Orientação e Acompanhamento

DADOS PESSOAIS

TITULAR: José Francisco de Souza
DATA DE ADMISSÃO NO IBC: 12 de Julho de 1997
TELEFONE: 3478-4415 ou 3478-4411
E-MAIL: doa@ibc.gov.br

CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO

- Letras – Português Literatura – Licenciatura Plena
- Visão Subnormal, um Infoque Pedagógico
- Transcrição de Texto em Braille
- Revisão de Texto em Braille
- Programação de Computador Eletrônico
- Informática Básica e Avançada
- Virtual Vision
- Dosvox/Webvox
- Plataforma de Educação a Distância – TELEDUC - EPROINFO

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO IBC

Cargos Ocupados:

- Chefia da DRT
- Chefia da DOA

Atividades desenvolvidas para o IBC:

- Programa TECNEP
- Consultoria ao IBGE
- Elemento de Ligação junto ao Ministério do Trabalho e Emprego / Núcleo 3 CIDADANIA E TRABALHO
- Coordenação da Escola de Informática e Cidadania (CDI)

Dos-Vox

Desenvolvendo Aptidões


FUTEBOL ADAPTADO:
FUTEBOL ADAPTADO: É bastante comum os alunos jogarem futebol no pátio, usando as colunas como gol e as paredes como orientação. Existe uma bola em cujo interior já é instalado um guizo durante a fabricação. Na falta desta, as crianças enrolam uma bola comum em um saco plástico ou, usam garrafas plásticas, que fazem bastante barulho!
Divisão de Pesquisa e Produção de Material Especializado
REPRODUÇÃO DE MATERIAIS: Na Divisão de Pesquisa e Produção de Material Especializado, matrizes confeccionadas em relevo são reproduzidas em películas de PVC por um equipamento chamado THERMOFORM.
Trabalho voluntário dos ledores
LEITURA VOLUNTÁRIA: O trabalho voluntário dos ledores é de extrema importância para o deficiente visual. O pouco número de obras transcritas para o Braille ou gravadas sob a forma de audio-livros, faz com que os cegos tenham necessidade da leitura de alguém.
Centro de atendimento oftalmológico
ATENDIMENTO MÉDICO-OFTALMOLÓGICO: O IBC possui um centro de atendimento oftalmológico, cujo objetivo fundamental é a prevenção da cegueira e o tratamento de suas causas principais.
O ensino do sistema Braille para adultos é uma das atividades desenvolvidas pela Divisão de Atendimento, Reabilitação e Preparação para o Trabalho.
APRENDIZADO DO BRAILLE: O ensino do sistema Braille para adultos é uma das atividades desenvolvidas pela Divisão de Atendimento, Reabilitação e Preparação para o Trabalho.
NATAÇÃO PARA ADULTOS
NATAÇÃO PARA ADULTOS: O IBC propicia aos deficientes visuais a atividade de natação, adaptada às especificidades destes, com vistas ao aprimoramento de suas condições físicas.
VISITA À PADARIA
VISITA À PADARIA: De vez em quando são programados passeios que tragam uma experiência concreta sobre algo que está sendo estudado. Neste caso, os alunos aprendem sobre a profissão de padeiro.
Sala da Imprensa Braille do IBC
IMPRENSA BRAILLE: Nesta sala da Imprensa Braille do IBC encadernam-se os livros e revistas produzidos para deficientes visuais num trabalho plenamente acessível a pessoas cegas.

FOTOS: Leandro Pimentel

Reabilitação

cursos 2012 - Adaptação, Transcrição e Impressão no Sistema Braille

Adaptação, Transcrição e Impressão no Sistema Braille




Público: Professores e acadêmicos da área da Educação

Ementa: Normas técnicas e critérios para adaptação de textos e livros em Braille. Principais grafias utilizadas no Brasil. Apresentação do software Braille Fácil utilizado na transcrição de textos e livros em Braille. Configuração e manuseio de impressora braille.

Carga Horária Total: 64 horas/aula

Pré-Requisitos: domínio do Sistema Braille. Utilizar o sistema de leitura e escrita em tinta comum

Nº de Vagas: 20

Período do Curso: de 09 a 20/04/2012 (de 09 a 13/04 e de 16 a 20/04/2012)

Horários: de segunda a quinta-feira, de 08 h às 16 h; sextas-feiras, das 08 h às 12 h

Período de Pré-Inscrição: de 06/02 a 09/03/2012 - Atenção: Fim do período de pré-inscrição prorrogado até dia 16/03/2012

Documentos Obrigatórios:
- Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
- Documento de identidade;
- Certificado de conclusão de curso na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área
- foto 3 x 4 recente (1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para Certificação: Frequência mínima de 75% e Média igual ou superior a 6,0 (seis)

Taxa de Material: R$ 80,00

Professoras: Elise de Melo Borba Ferreira e Paula Márcia Barbosa

Breve Currículo:
Elise de Melo Borba Ferreira - Especialista em Educação Especial – Área da Deficiência Visual – pela UNIRIO, 1998. Graduada em Letras – Português Literaturas pela UFRJ, 1983. Curso de Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC, em 1983. Atua como docente do IBC em cursos de qualificação na área da deficiência visual, desde 1993, em diversas disciplinas. É Supervisora de Cursos do DTE (desde 2010). Foi Chefe da Divisão de Capacitação de Recursos Humanos (2008- 2010), Coordenadora de Adaptação de Livros e Textos Didáticos para Transcrição em Braille (2005 a 2010), Chefe da Divisão de Imprensa Braille (1999 - 2005). Chefe da Divisão de Produção de Material Especializado (1993-1999), Coordenadora da Educação Infantil (1990-1992) e docente da 1ª fase do Ensino Fundamental (1984 - 1991). Autora do trabalho monográfico “Recursos Didáticos - uma possibilidade de construir conhecimento” (1998). Co-Autora dos artigos publicados na revista técnico-científica Benjamin Constant: “Recursos didáticos” (revista nº 05, 1996) e “O Instituto Benjamin Constant e o Sistema Braille”, ano 15, edição especial, outubro de 2009.
Paula Marcia Barbosa – Graduada em Matemática, pós-graduada em docência superior, especialista na área da deficiência visual desde 1982. Atuou como professora até 2009 nas turmas de 6º ao 9º anos no IBC, lecionando geometria. Atualmente é Coordenadora de Adaptação no Departamento Técnico-Especializado (DTE), no IBC. Desde 1992, é professora da disciplina Recursos Didáticos para o Ensino da Matemática no Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência da Visão.

Programa:

• Unidade I
1. Breve histórico da produção braille no IBC
2. Etapas da produção de livros em braille
3. Pré-requisitos dos profissionais
4. Critérios essenciais para adaptação dos modernos livros didáticos.

• Unidade II
1. Programa Braille Fácil
1.1 Funções
1.2 Recursos
2. Instalação e configuração de impressora braille computadorizada
3. Impressão de pequenos textos.

• Unidade III
1. Normas Técnicas para Transcrição de Textos em Braille.
2. Atividades práticas de adaptação de conteúdos de livros didáticos do primeiro Segmento do Ensino Fundamental.
3. Atividades práticas de transcrição e impressão.
4. Representações gráficas utilizando o programa Braille Fácil: esquemas; gráficos e tabelas.

Metodologia: aulas teóricas e práticas.

Avaliações:
1ª avaliação: adaptação de conteúdo de livro didático
2ª avaliação: adaptação de conteúdo de livro didático envolvendo representações
gráficas, transcrição (Braille Fácil) e impressão.

Materiais: apostila, computadores, impressora braille computadorizada.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Musicografia Braille

Sistema Braille c/ 40hs aulas


Professor Victorino Serra de Moraes

O sistema Braille e seu criador

A combinação dos seis pontos dentro da cela

Aprendizado do alfabeto, letras maiúsculas e pontuação

Outros símbolos usados nos textos

Manejo da Máquina de tecla Perkins

Letras acentuadas

Leitura e escrita de palavras soltas

Uso da reglete e punção

Ditado e leitura de textos

Transcrição de pequenos textos e leitura dos mesmos

Visita à Imprensa Braille, com destaque para o setor de transcrição, revisão e impressão.

Notação Musical e Teoria Aplicada c/ 46hS aulas


Professor Severino Ramos Campelo

Notação Musical (notas, pausas, ponto simples, pontos duplos e indicação da altura dos sons – sinal de oitavos)

Compasso

Quialteras

Acordes e sinais de intervalos

Alterações – indicação da tonalidade

Ligadura, articulação e acentuação

Notas e Acordes repetidos, “tremolo”

Indicação de Movimento e expressão

Ornamento

Repetição e Barras

Bibliografia: Notação Musical Braille – CINOPSE e tradução por Pedro Petrone EE

Elementos de Musicografia Braille para Piano C/ 48hs aulas.


Professor Adhemar Saide

1°módulo:

Introdução à Musicografia Braille para piano;

Notas, pausas, pontos de aumento e barras de compasso;

Métodos para indicar a altura das notas (chaves de oitavas),relação com as claves da música à tinta;

Compasso, como agrupar pequenos valores;

Tercinas e grupos irregulares.

2ºMódulo:

Acordes e intervalos;

Partes simultâneas contendo valores desiguais (em-acordes);

Notas duplas;

Acidentes e armaduras;

Ligaduras.

3ºMódulo:

Articulação e acento;

Dedilhado;

Notas e acordes repetidos,(tremolos);

Indicação de movimento e expressão;

Ornamentos.

4ºMódulo:

Repetição;

Abreviaturas;

Disposição do texto musical, estudo dos diversos método ou estilos.

LIVROS USADO: SAIDE,Adhemar. Método de Iniciação ao Teclado para Deficiente Visual.Rio de janeiro: Instituto Benjamin Constant, departamento Técnico-Educativo, Serviço de Imprensa e Publicações para cegos, 1991.x, 42p.

Polifonia e Coral c/22 hS aulas


Professor Sidney de Souza

“Em acorde total” – 4 horas/aula

“Em acorde parcial” – 4 horas/aula

Nota dupla – 6 horas/aula

Coral: música e texto – 8 horas/aula

OBS.: Na carga horária proposta ficam incluídos explanações e exercícios de cada item.

Musicografia Aplicada ao Violão c/ 12hs aulas.


Professor Manoel de Souza Neves Júnior

Nomenclatura e características do violão

Extensão do violão e as oitavas utilizadas

Cordas e respectivas notas

Trastos e casas

Pestana, meia-pestana e tira pestana

Intervalos no violão

Dedilhado para as duas mãos

Sons harmônicos e suas localizações no violão

Notas duplas ou uníssonos

Sinais utilizados antes e depois das notas

Aspectos Gerais da Musicografia Braille (Transcrição, Impressão e Técnica) c/ 12hs aulas.


Professora: Claudia Maria Monteiro Sant’Anna

1ª Semana: Braille fácil

Apresentação

Sobre o programa – Help do Braille fácil

Edição de textos

Visualização – Exemplo

Impressão – Exemplo

Opções de formatação – Exemplo

2ª Semana: Transcrição

Processos:

formatação

digitação

digitalização

impressão

revisão

O Sistema Braille

1 - O sistema de escrita em relevo conhecido pelo nome de “Braille” é constituído por 63 sinais formados por pontos a partir do conjunto matricialConjunto matricial(123456).

Este conjunto de 6 pontos chama-se, por isso, sinal fundamental.

O espaço por ele ocupado, ou por qualquer outro sinal, denomina-se cela braille ou célula braille e, quando vazio, é também considerado por alguns especialistas como um sinal, passando assim o Sistema a ser composto com 64 sinais.Vai para o índice da seção

2 - Para facilmente se identificarem e se estabelecer exatamente a sua posição relativa, os pontos são numerados de cima para baixo e da esquerda para a direita. Os três pontos que formam a coluna ou fila vertical esquerda,Conjunto matricial, têm os números 1, 2, 3; aos que compõem a coluna ou fila vertical direita,Conjunto matricial, cabem os números 4, 5, 6.

Os números dos pontos dos sinais braille escrevem-se consecutivamente, com o sinal de número apenas antes do primeiro ponto de cada cela.Vai para o índice da seção

EXEMPLOS:
Conjunto matricial

2.1 - Dois ou mais sinais braille consecutivos são identificados por numerais, precedidos, cada um, pelo respectivo sinal de número, sem espaços.

EXEMPLOS:
Conjunto matricial

2.2 - Uma cela vazia é identificada pelo numeral 0.

EXEMPLO: O sinal de igualdade Conjunto matricial(2356), entre palavras, deve ser representado entre celas vazias, assim: 0 2356 0.

3 - Os sinais do Sistema Braille recebem designações diferentes, consoante o espaço que ocupam.Vai para o índice da seção

3.1 - Os que ocupam uma só cela denominam-se sinais simples.

EXEMPLOS:
Conjunto matricial

3.2 - Aqueles em cuja constituição figuram os pontos 1 e/ou 4, mas em que NÃO entram os pontos 3 nem 6, chamam-se sinais superiores.

EXEMPLOS:
Conjunto matricial

3.3 - Aqueles que são formados sem os pontos 1 e 4 chamam-se sinais inferiores.

EXEMPLOS:
Conjunto matricial

3.4 - Os que são constituídos por qualquer conjunto dos pontos 1, 2, 3, dizem-se sinais da coluna esquerda.

EXEMPLOS:
Conjunto matricial

3.5 - Os que são constituídos por qualquer conjunto dos pontos 4, 5, 6, dizem-se sinais da coluna direita.

EXEMPLOS:
Conjunto matricial

3.6 - Chamam-se sinais compostos os que se obtêm combinando dois ou mais sinais simples.

EXEMPLOS:
Conjunto matricial

4 - Quando na transcrição de códigos, tabelas, etc., um sinal inferior ou da coluna direita aparece isolado (entre celas vazias) e há possibilidade de o confundir com outro sinal, coloca-se junto dele o sinal fundamental Conjunto matricial(123456) que, neste caso, vale apenas como referencial de posição.Vai para o índice da seção

EXEMPLOS:
Conjunto matricial

5 - Os 63 sinais simples do Sistema Braille, adiante apresentados numa seqüência denominada ordem braille, distribuem-se sistematicamente por 7 séries:Vai para o índice da seção

Conjunto matricial

5.1 - A 1ª série é constituída por 10 sinais, todos superiores, pelo que é denominada série superior. Serve de base às 2ª, 3ª e 4ª séries, bem como de modelo à 5ª.

5.2 - A 2ª série obtém-se juntando a cada um dos sinais da 1ª o ponto 3.

5.3 - A 3ª série resulta da adição dos pontos 3 e 6 aos sinais da série superior.

5.4 - A 4ª série é formada pela junção do ponto 6 a cada um dos sinais da 1ª.

5.5 - A 5ª série é toda formada por sinais inferiores, pelo que também é chamada série inferior, e reproduz formalmente a 1ª.

5.6 - A 6ª série não deriva da 1ª e desenvolve-se pelos pontos 3, 4, 5, 6, e consta apenas de 6 sinais.

5.7 - A 7ª série, que também não se baseia na 1ª, é formada unicamente pelos 7 sinais da coluna direita. A sua ordem de sucessão determina-se com o auxílio da mnemônica “ablakba”.

6 - A escrita braille se faz ponto a ponto na reglete ou letra a letra na máquina braille ou no computador.Vai para o índice da seção

7 - O Sistema Braille é o processo de escrita em relevo mais adotado em todo o mundo e se aplica não só à representação dos símbolos literais, mas também à dos matemáticos, químicos, fonéticos, informáticos, musicais, etc.

Na sua aplicação à Língua Portuguesa, quase todos os sinais conservam a sua significação original. Apenas algumas vogais acentuadas e outros símbolos se representam por sinais que lhe são exclusivos.

Cursos 2012 - Sistema Braille – Transcrição e Impressão

Sistema Braille – Transcrição e Impressão





Público: Professores; acadêmicos da área da Educação e pessoas com interesse na área de editoração de textos em braille.

Ementa: Ensino do Sistema Braille e sua aplicação na Língua Portuguesa, visando à capacitação de profissionais para atuarem com editoração de textos em Braille, conforme às normas técnicas vigentes para a transcrição, através do software Braille Fácil e a reprodução do material editorado em impressoras braille computadorizadas.

Carga horária total: 64 horas/aula.

Pré-requisito: Ensino Médio completo; conhecimentos básicos de Informática - domínio de word.

Nº de vagas: 20

Período do Curso: 12 a 23/03/2012

Horários: Segunda a quinta-feira, de 08 h às 16 h - Sexta-feira, de 8 h às 12 h

Período de inscrições: 09/01/2012 a 10/02/2012

Documentos obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de identidade;
• Certificado de conclusão de curso de Ensino Médio ou de graduação ou, ainda, declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso de graduação;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: frequência mínima de 75% e Média igual ou superior a 6,0 (seis)

Taxa de material: R$ 80,00

Professoras da disciplina: Elise de Melo Borba Ferreira, Maria Luzia do Livramento e Paula Marcia Barbosa.

Breve currículo:
Elise de Melo Borba Ferreira - Especialista em Educação Especial – Área da Deficiência Visual – pela UNIRIO, 1998. Graduada em Letras – Português Literaturas pela UFRJ, 1983. Fez o Curso de Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão ( IBC ), em 1983. Atua como docente do IBC em cursos de qualificação na área da deficiência visual, desde 1993. É Supervisora de Cursos do DTE. Foi Chefe da Divisão de Capacitação de Recursos Humanos (2008- 2010), Coordenadora de Adaptação de Livros e Textos Didáticos para Transcrição em Braille (2005 a 2010), Chefe da Divisão de Imprensa Braille (1999 - 2005). Chefe da Divisão de Produção de Material Especializado (1993-1999), Coordenadora da Educação Infantil (1990-1992) e docente da 1ª fase do Ensino Fundamental (1984 - 1991).

Paula Marcia Barbosa – Graduada em Matemática, pós-graduada em docência superior, especialista na área da deficiência visual desde 1982. Atuou como professora até 2009 nas turmas de 6º ao 9º anos no IBC, lecionando geometria. Atualmente é Coordenadora de Adaptação no Departamento Técnico-Especializado (DTE), no IBC. Desde 1992, é professora da disciplina Recursos Didáticos para o Ensino da Matemática no Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência da Visão.

Maria Luzia do Livramento – Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio de Azevedo no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC, em 1990. Foi Revisora Braille nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Amparo ao Cego no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.

Programa:

Unidade I
1. Breve histórico do Sistema Braille

2. Instrumentos utilizados para a escrita

3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo e sinal de número
d) Pontuação

4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Leitura de textos em interponto
c) Transcrição em máquina de datilografia braille

5. Simbologia matemática
a) Numerais indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais e fracionários
b) Representação de datas
c) Representação das operações fundamentais

Unidade II
1. Breve histórico da produção braille no IBC

2. Etapas da produção de livros em braille

3. Pré-requisitos dos profissionais

Unidade III
1. Programa Braille Fácil:
a) Funções
b) Recursos

2. Instalação e configuração de impressora braille computadorizada.
3. Impressão de pequenos textos

Unidade IV
1. Normas técnicas para transcrição em Braille

2. Atividades práticas de transcrição e impressão

3. Representações gráficas utilizando o Braille Fácil:
a) Esquemas
b) Gráficos
c) Tabelas

4. Atividades práticas de transcrição e impressão

Metodologia: aulas teóricas e práticas.

Avaliações:
1ª avaliação: Sistema Braille.
2ª avaliação: Transcrição (Braille Fácil) e Impressão.

Materiais: máquina de datilografia Braille, papel 120g; computadores; impressora braille computadorizada; apostilas em braille e no sistema comum de escrita.


Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

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NÚMERO DE VISITAS A ESTA PÁGINA:

Curso de Datilografia



CURSO DE DATILOGRAFIA      CURSO DE DATILOGRAFIA      CURSO DE DATILOGRAFIA



FOTOS: Leandro Pimentel / Arquivo IBC

Capacitação de Pessoal

PREPARANDO PARA O FUTURO...



São oferecidos cursos de curta duração na área da deficiência visual: Técnicas de leitura e esrita no Sistema Braille, Orientação e Mobilidade, Atividades da vida diária, Produção de Material didático, Alfabetização no Sistema Braille. Esses cursos têm como público alvo professores e a comunidade em geral, incluindo as famílias dos alunos da instituição.

O curso de Qualificação de professores, com carga horária de 600 horas/aula, é oferecido às secretarias estaduais e municipais de educação e às instituições de todo o país voltadas ao atendimento educacional da pessoa portadora de deficiência visual, e tem como objetivo preparar docentes para uma prática pedagógica eficaz, frente ao aluno cego ou de visão Baixa visão.

Além dos cursos realizados em suas dependências, o IBC envia seus técnicos para ministrarem cursos em universidades, secretarias de educação e instituições de diversos estados do Brasil, como também oferece estágios a acadêmicos e profissionais envolvidos com a problemática da deficiência da visão.

Diretrizes e Normas para o Sistema Braille


PORTARIA N.º 319, de 26 de fevereiro de 1999

O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições e considerando o interesse do Governo Federal em adotar para todo o País, uma política de diretrizes e normas para o uso, o ensino, a produção e a difusão do Sistema Braille, em todas as modalidades de aplicação, compreendendo especialmente a Língua Portuguesa, a Matemática e outras Ciências, a Música e a informática; considerando a permanente evolução técnico-científica que passa a exigir sistemática avaliação, alteração e modificação dos códigos e simbologia Braille, adotados nos Países de língua portuguesa e espanhola; e, finalmente, considerando a necessidade do estabelecimento de permanente intercâmbio com comissões de Braille de outros países, de acordo com a política de unificação do Sistema Braille, a nível internacional,

RESOLVE:

Art. 1º. Fica instituída no Ministério da Educação, vinculada à Secretaria de Educação Especial/SEESP e presidida pelo titular desta, a Comissão Brasileira do Braille, de caráter permanente.

Art. 2º. A Comissão Brasileira do Braille, será constituída de 08 (oito) membros sendo:

I - 1 representante do Instituto Benjamin Constant - IBC;

II - 1 Representante da União Brasileira de Cegos - UBC;

III - 1 Representante da Fundação Dorina Nowill para Cegos FNDC;

IV - 5 representantes de instituições de e para cegos, escolhidos em fórum convocado pela União Brasileira de Cegos LJBC.

§ 1º Os membros referidos nos itens I ,II e III terão mandato de 3 anos e os no item IV terão mandato de 2 anos.

§ 2º Os representantes do Instituto Benjamin Constant - IBC, da União Brasileira de Cegos - UBC e da Fundação Dorina Nowill para Cegos -FNDC, referidos nos incisos I; II e III deste artigo, constituirão a Consultoria Técnico Científica da Comissão.

§ 3º Os cinco representantes escolhidos no fórum referido no inciso IV deste artigo, deverão preferencialmente atender as áreas de aplicação do Sistema Braille especificados no parágrafo subsequente.

§ 4 Os membros da Comissão Brasileira do Braille deverão ser pessoas de notório saber e larga experiência no uso do Sistema Braille, nas seguintes áreas:

a) Braille integral e abreviado (grau I e grau II) da língua portuguesa e conhecimentos específicos de simbologia Braille usada em outras línguas, em especial espanhol, francês e inglês;

b) Simbologia Braille aplicada à matemática e ciências em geral;

c) Musicografia Braille;

d) Simbologia Braille aplicada à informática, produção Braille (transcrição, adaptação de textos, gráficos e desenhos em relevo e impressão).

§ 5º Os trabalhos da Comissão serão considerados relevantes e as funções exercidas por seus membros não serão remuneradas, sendo vedada a percepção de vantagens pecuniárias de qualquer natureza, exceto despesas eventuais de passagens e diárias.

Art. 3º. Compete à Confissão Brasileira do Brafile:

I - Elaborar e propor a política nacional para o uso, ensino e difusão do Sistema Braille em todas as suas modalidades de aplicação, compreendendo especialmente a língua portuguesa, a matemática e outras ciências exatas, a música e a informática;

II - Propor normas e regulamentações concernentes ao uso, ensino e produção do Sistema Braille no Brasil, visando a unificação das aplicações do Sistema Braille, especialmente nas línguas portuguesa e espanhola.

III - Acompanhar e avaliar a aplicação de normas, regulamentações, acordos internacionais, convenções e quaisquer atos normativos referentes ao Sistema Braille.

IV - Prestar assistência técnica às Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, bem como a entidades públicas e privadas, sobre questões relativas ao uso do Sistema Braille.

V - Avaliar permanentemente a Simbologia Braille adotada no País, atentando para a necessidade de adaptá-la ou alterá-la face à evolução técnica e científica, procurando compatibilizar esta simbologia, sempre que for possível, com as adotadas nos países de língua portuguesa e espanhola.

VI - Manter intercâmbio permanente com comissões de Braille de outros países de acordo com as recomendações de unificação do Sistema Braille em nível internacional.

VII - Recomendar, com base em pesquisas, estudos, tratados e convenções, procedimentos que envolvam conteúdos, metodologia e estratégias a serem adotados em cursos de aprendizagem no Sistema Braille com caráter de especialização, treinamento e reciclagem de professores e de técnicos, como também nos cursos destinados a usuários do Sistema Braille e à comunidade geral.

VIII - Propor critérios e fixar estratégias para implantação de novas Simbologias Braille que alterem ou substituam os códigos em uso no Brasil, prevendo a realização de avaliações sistemáticas com vistas a modificações de procedimentos sempre que necessário.

IX - Elaborar catálogos, manuais, tabelas e outras publicações que facilitem o processo ensino-aprendizagem e o uso do Sistema Braille, em todo o território nacional.

Parágrafo único. Os itens IV, V, VI e IX, poderão constituir matéria de apreciação e deliberação da Consultoria Técnico Científica.

Art. 4º. A SEESP assegurará o apoio técnico, administrativo e financeiro indispensável ao funcionamento da Comissão.

Art. 5º. A instalação da Comissão Brasileira do Braille dar-se-á no prazo de até 60 (sessenta) dias da data de publicação desta Portaria.

Art. 6º. A Comissão elaborará o Regulamento Interno no prazo de 60 (sessenta) dias a partir de sua instalação.

Art. 7º. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Atendimento Médico

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