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Introdução à Grafia Química Braille

Introdução à Grafia Química Braille




Público: Professores e graduandos de Ciências, Biologia e Química; Transcritores braille.

Ementa: Histórico do Sistema Braille no Brasil e a origem da Grafia Química Braille. Simbologia e escrita em braille dos elementos químicos, moléculas, reações, íons, ligações químicas e cadeias de carbono. Reações químicas no software Braille Fácil.

Observação: O Programa Braille Fácil tem limitações que não permitem o uso de programas de acessibilidade com a eficiência necessária para a realização das tarefas propostas no curso.

Carga Horária Total: 16 horas/aula

Pré-Requisitos: não há

Nº de Vagas: 15

Período do Curso: 17 e 18 de novembro de 2015.

Horários: Das 8:00 às 17:00 h

Período de Pré-Inscrição: De 17/08 a 18/09/2015.

Documentos Obrigatórios:

Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra. Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
Documento de identidade
Certificado de conclusão de curso nas áreas de Ciências, Biologia e Química ou Declaração da Instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso destas áreas; ou Certificado de curso de Transcrição Braille
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para Certificação: Frequência integral

Taxa de Material: R$ 30,00

Professor: Aires da Conceição Silva

Breve Currículo:
Licenciado em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 2007), Mestre (2010) e Doutor (2013) em Ciências, em Química, pela mesma instituição, professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico/Química do Departamento Técnico Especializado (DTE), lotado na Divisão de Pesquisa e Produção de Material Especializado (DPME), atuando também como professor no Departamento de Educação (DED), ambos do Instituto Benjamin Constant. Atual chefe da DPME.
Link do currículo Lattes:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4744475E7

Programa:
1. Breve histórico do Sistema Braille;
2. Grafia Química Braille
Representação dos elementos químicos e substâncias;
Número atômico e número de massa;
Reações químicas;
Cátions e Ânions;
Distribuição eletrônica em subcamadas e camadas;
Ligações Químicas;
Química Orgânica (Cadeias abertas e fechadas);
3. Representação de reações químicas no Braille Fácil.

Metodologia do Curso: Aulas teóricas e práticas.

Materiais: Grafia química, reglete, punção e papel 120g,

Bibliografia:
1. Grafia Química Braille para uso no Brasil, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2011.
2. Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
3. Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Oficina: Grafia Química Braille

Oficina: Grafia Química Braille




Público: Professores e graduandos de Ciências, Biologia e Química; Transcritores braille.

Ementa: Histórico do Sistema Braille no Brasil e a origem da Grafia Química Braille. Simbologia e escrita em braille dos elementos químicos, moléculas, reações, íons, ligações químicas e cadeias de carbono. Reações químicas no software Braille Fácil.

Observação: O Programa Braille Fácil tem limitações que não permitem o uso de programas de acessibilidade com a eficiência necessária para a realização das tarefas propostas no curso.

Carga horária total: 16 horas/aula

Pré-requisitos: não há

Nº de vagas: 15

Período da oficina: 08 a 09/09/2016.

Horários: quinta e sexta-feira, de 8:00 às 17:00 h.

Período de pré-inscrição: de 06/06 a 08/07/2016.

Documentos obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra.download da ficha de pré-inscrição.
Documento de identidade
Certificado de conclusão de curso superior na área de licenciatura em ciências, biologia ou química ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em cursos destas áreas ou ainda certificado de curso de transcritor Braille ou declaração da instituição onde conste a informação de que atua com esta função.
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Atenção: o alojamento será oferecido a partir das 11:30 h da manhã do dia 08/09 com saída no dia 10/09, até 12 h. Observar que a aula começa às 8 h do dia 08/09.

Para certificação: frequência integral

Taxa de material: R$ 30,00

Professor: Aires da Conceição Silva

Breve currículo:
Licenciado em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 2007), Mestre (2010) e Doutor (2013) em Ciências, em Química, pela mesma instituição, professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico/Química do Departamento Técnico Especializado (DTE), lotado na Divisão de Pesquisa e Produção de Material Especializado (DPME), atuando também como professor no Departamento de Educação (DED), ambos do Instituto Benjamin Constant. Atual chefe da DPME.
Link do currículo Lattes:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4744475E7

Programa:
1. Breve histórico do Sistema Braille;
2. Grafia Química Braille
Representação dos elementos químicos e substâncias;
Número atômico e número de massa;
Reações químicas;
Cátions e Ânions;
Distribuição eletrônica em subcamadas e camadas;
Ligações químicas;
Química orgânica (cadeias abertas e fechadas);
3. Representação de reações químicas no Braille Fácil.

Metodologia do curso: aulas teóricas e práticas.

Avaliação: não há

Bibliografia:
1. Grafia Química Braille para uso no Brasil, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2011.
2. Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
3. Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Conceituação Básica

Sistema Braille

Processo de leitura e escrita em relevo, com base em 64 (sessenta e quatro) símbolos resultantes da combinação de 6 (seis) pontos, dispostos em duas colunas de 3 (três) pontos. É também denominado Código Braille.

Anagliptografia

Do grego, anáglyptos, "cinzelado em relevo" + graf(o) + ia - S. f. Sistema de escrita em relevo, inventado pelo francês Louis Braille, cego (1809-1852), para os cegos lerem; braile. Cf. ectipografia.
Aurélio Buarque de Holanda Ferreira
(Novo Dicionário da Língua Portuguesa - 2ª edição, revista e aumentada.)


Alfabeto Braille

Apresentação gráfica dos 64 símbolos do Sistema Braille, distribuídos em 7 (sete) linhas ou séries, organizadas de acordo com critérios definidos.

Ordem Braille

Seqüência ordenada, conforme a disposição das sete séries do Alfabeto Braille.

Modalidades de Aplicação do Braille

Formas específicas de emprego do Braille, segundo uma determinada área do conhecimento humano: Literatura, Ciências, Música, Informática, etc.

Grafia Braille

Diz-se da representação específica, de acordo com uma área de conhecimento: Grafia Básica (de uma determinada língua); Grafia Matemática; Grafia Química; Grafia Musical ou Musicografia Braille, etc.

Braille Integral ou Grau 1

Escrita braille em que se representa cada caractere correspondente no sistema comum de escrita.

Braille Abreviado ou Estenografado (Grau 2)

Escrita braille em que um caractere pode representar duas ou mais letras ou mesmo uma palavra inteira (abreviatura braille).

Cela ou Célula Braille

Espaço retangular onde se produz um símbolo braille.

Símbolo Fundamental ou Universal

Sinal formado pelo conjunto dos seis pontos numa cela (cela cheia). Também é chamado de símbolo gerador.

Cela Vazia ou Espaço

É aquela onde não foi produzido qualquer ponto braille.

Numeração dos Pontos

A numeração dos pontos de uma cela braille se faz de cima para baixo, da esquerda para a direita:

1 4
2 5
3 6

Em certas situações, como na produção de tabelas de sinais, por exemplo, existe a necessidade de se descrever um símbolo braille pela numeração de seus pontos. Modernamente, indica-se a descrição de um símbolo por um único numeral, independentemente do número de pontos que ele possua. A leitura, entretanto, deve ser feita algarismo por algarismo para tornar clara a descrição. Ex.: é (123456) e se lê: pontos um, dois, três, quatro, cinco, seis. Uma cela vazia é representada pelo numeral 0 (zero).

Série Superior da Cela Braille

Parte da cela que compreende os pontos 1, 2, 4 e 5.

Série Inferior da Cela Braille

Parte da cela que compreende os pontos 2, 3, 5 e 6.

Coluna da Esquerda

Parte da cela braille que compreende os pontos 1, 2 e 3.

Coluna da Direita

Parte da cela braille que compreende os pontos 4, 5 e 6.

Símbolo Referencial de Posição

Sinal formado pelos seis pontos de uma cela, o qual antecede certos símbolos braille, especialmente os das séries inferior e da coluna da direita, quando aparecem isolados, para indicar-lhes a exata posição na cela braille.

Símbolo Simples

Sinal produzido em uma única cela.

Símbolo Composto

Produzido em duas ou mais celas.

Prefixo de um Símbolo Composto

Sinal da coluna da direita (pontos 456), geralmente, que precede um outro sinal, formando com ele um símbolo composto.

Símbolos Exclusivos do Braille

Sinais específicos da representação braille que não têm correspondentes no sistema comum de escrita e funcionam, geralmente, como prefixos de símbolos principais. Exemplos: prefixos de letras maiúsculas, sinal de número (prefixo numérico), sinais de índices superior (expoente) e de índice inferior, parênteses auxiliares, e outros.

Braille em Negro

Representação de símbolos braille com pontos em tinta. Pode ser produzido à mão ou em computadores, utilizando-se "fontes braille".

Escrita em tinta; Escrita comum; Escrita em negro; Sistema comum

Forma de escrita utilizada normalmente pelos que possuem suficiente acuidade visual para lê-la.

Visão Geral

APRESENTAÇÃO



O Sistema Braille foi adotado no Brasil, a partir de 1854, com a criação do Imperial Instituto dos Meninos Cegos, hoje Instituto Benjamin Constant. Esse sistema inventado por Louis Braille, em 1825, foi utilizado em nosso país, na sua forma original, até a década de 40 do século XX.

A reforma ortográfica da Língua Portuguesa, ocorrida à época, impôs algumas modificações no Braille, de origem francesa, aqui utilizado.

Pela ausência de uma definição governamental, as alterações no Sistema Braille, posteriormente ocorridas, ficaram a mercê dos esforços de professores, técnicos especializados e de instituições ligadas à educação de cegos e à produção de livros em Braille que procuraram manter o sistema acessível e atualizado até a última década do século XX.

Com a publicação da Grafia Braille para a Língua Portuguesa, o Ministério da Educação, além de reafirmar o compromisso com a formação intelectual, profissional e cultural do cidadão cego brasileiro, contribuirá significativamente para a unificação da grafia braille nos países de língua portuguesa, conforme recomendação da União Mundial de Cegos (UMC) e UNESCO.

Este documento é produto de um trabalho criterioso desenvolvido conjuntamente pelas Comissões de Braille do Brasil e de Portugal desde 1996, hoje com amparo legal no Protocolo de Colaboração Brasil/Portugal nas Áreas de Uso e Modalidades de Aplicação do Sistema Braille, firmado em Lisboa no dia 25 de maio de 2000.

Trata-se de um documento normatizador e de consulta, destinado especialmente a professores, transcritores, revisores e usuários do Sistema Braille.

As edições da Grafia Braille para a Língua Portuguesa no Brasil e em Portugal, em tinta e em braille, beneficiarão, certamente, todas as pessoas cegas dos países de língua oficial portuguesa (PALOPS), parcela de um contingente populacional de cerca de 215 milhões de pessoas.

Esperamos que esta publicação venha a atingir seus objetivos, permitindo que os educandos cegos tenham acesso aos componentes curriculares e que os profissionais da área sintam-se preparados para atender, com qualidade, os usuários do Sistema Braille.

MARILENE RIBEIRO DOS SANTOS

Secretaria de Educação Especial / MEC


PREFÁCIO À 1ª EDIÇÃO BRASILEIRA DA GRAFIA BRAILLE PARA A LÍNGUA PORTUGUESA – BRAILLE INTEGRAL

A Grafia Braille para a Língua Portuguesa – Braille Integral é um documento normalizador e de consulta destinado especialmente a professores, transcritores, revisores e outros profissionais, bem como a usuários do Sistema Braille.

Este documento é fruto de um criterioso trabalho desenvolvido conjuntamente pela Comissão Brasileira do Braille e pela Comissão de Braille de Portugal ao longo de três anos.

Além de símbolos já consagrados na escrita braille, a Grafia traz algumas alterações, novos símbolos e um conjunto de normas para a aplicação de toda essa simbologia. Exemplos variados ilustram a Grafia e fornecem aos profissionais e usuários as informações complementares sobre o emprego adequado dos símbolos.

As alterações e a adoção de novos símbolos basearam-se principalmente nos seguintes critérios:

1. Ajustar a grafia básica à nova realidade da representação braille.

2. Favorecer o intercâmbio entre pessoas cegas e instituições de diferentes países.

3. Adequar a escrita braille às modificações realizadas nas representações gráficas decorrentes do avanço científico e tecnológico e do emprego cada vez mais freqüente da Informática.

4. Atender às recomendações da União Mundial de Cegos (UMC) e da UNESCO quanto à unificação das grafias por grupos lingüísticos.

5. Evitar a duplicidade de representação de símbolos braille.

6. Ajustar a grafia básica, considerando o Código Matemático Unificado (CMU), adotado no Brasil desde 1997.

7. Garantir a qualidade da transcrição de textos para o Sistema Braille, especialmente dos livros didáticos.

Ao uniformizar a grafia básica, a Comissão Brasileira do Braille e a Comissão de Braille de Portugal consideraram as diversidades culturais e as legislações vigentes em seus respectivos países.

O principal objetivo dos técnicos que elaboraram este documento foi permitir que o Sistema Braille continue sendo o instrumento fundamental na educação, reabilitação e profissionalização das pessoas cegas.

Comissão Brasileira do Braille



INTRODUÇÃO



A Grafia Braille para a Língua Portuguesa consiste no conjunto do material signográfico e das instruções/recomendações orientadoras da sua utilização na escrita. O conhecimento completo do respectivo código e a sua correta utilização devem constituir um objetivo permanente para todos, porque a boa qualidade gráfica dos textos exerce nos leitores uma saudável influência educativa, facilitando a assimilação de padrões propiciadores da melhoria do nível de desempenho, quer na leitura, quer na escrita.

A matéria desta Grafia, em sua versão para WEB, está exposta em quatro seções:

A primeira seção, intitulada “Sistema Braille”, integra 7 parágrafos. Neles se define e apresenta este Sistema, assim como se procede à sua caracterização.

A segunda seção, intitulada “O Código Braille na Grafia da Língua Portuguesa”, se estende do parágrafo 8 ao 44 e compreende as seguintes partes:

A. “Valor dos Sinais”: inclui apenas o parágrafo 8, em que se apresentam os quadros do material signográfico.

B. “Observações e Normas de Aplicação”: estende-se do parágrafo 9 ao 42 e incorpora as regras que enquadram o emprego dos sinais constantes dos quadros apresentados no parágrafo 8.

C. Alguns diacríticos necessários à escrita de palavras em outras línguas e na própria Língua Portuguesa: parágrafo 43.

D. Recomendações sobre a criação de sinais não previstos nesta Grafia: parágrafo 44.

A terceira seção, intitulada “Disposição do Texto Braille”, expõe, do parágrafo 45 ao 56, as normas sobre esta matéria. Vários exemplos ajudam a interpretar as normas e ilustram a sua aplicação.

A quarta seção inclui quatro apêndices que completam esta publicação:

Apêndice 1: inclui um conjunto de símbolos e de regras referentes à escrita em contexto informático.

Apêndice 2: nele figuram conjuntos de símbolos braille empregados em alemão, dinamarquês, espanhol, francês, inglês, italiano, latim e sueco, não coincidentes com os portugueses ou inexistentes na Língua Portuguesa.

Apêndice 3: nele se encontram os alfabetos grego, hebraico e russo ou cirílico moderno.

Apêndice 4: apresenta alguns sinais convencionais usados em esperanto e em outras línguas.

A versão WEB desta publicação apresenta, à esquerda do texto de cada seção, um sumário contendo os assuntos ali abordados, que poderão ser acessados clicando-se sobre os mesmos.

Seja Bem Vindo a Nosso Portal Braille...

O Sistema Braille, utilizado universalmente na leitura e na escrita por pessoas cegas, foi inventado na França por Louis Braille, um jovem cego, reconhecendo-se o ano de 1825 como o marco dessa importante conquista para a educação e a integração dos deficientes visuais na sociedade.

Aqui você vai encontrar estas e muitas outra informações sobre o Braille.

Comece por conhecer o alfabeto que os deficientes visuais utilizam para ler.

Você poderá esclarecer suas dúvidas sobre termos e expressões associadas ao Sistema Braille.

Também terá acesso a toda Grafia Braille da Língua Portuguesa, importante instrumento para conhecer mais a fundo o Sistema Braille, o Código Braille e muito mais!

Irá descobrir que temos uma imprensa especializada de alta qualidade.

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O Código Braille: Observações e Normas de Aplicação -4

4 - PONTUAÇÃO E SINAIS ACESSÓRIOS


31 - Ressalvadas as exceções referidas em algumas normas desta alínea, os sinais de pontuação e acessórios não devem separar-se da palavra a que dizem respeito.

EXEMPLOS:
Exemplos

32 - O sinal Pontuação e Sinais Acessórios (3), além de ponto final, tem o valor de ponto abreviativo, tanto no interior como no fim dos vocábulos.

EXEMPLOS:
Exemplos

32.1 - Escrevem-se sem espaços intermediários as abreviaturas de expressões correntes.

EXEMPLOS:
Exemplos

32.2 - Escrevem-se com espaços intermediários as abreviaturas de nomes de pessoas.

EXEMPLOS:
Exemplos

33 - O sinal Pontuação e Sinais Acessórios (3) representa também o apóstrofo. Em caso de translineação, ele não deve ser seguido de hífen.

EXEMPLOS:
Exemplos

34 - As reticências, representadas pelo sinal composto Pontuação e Sinais Acessórios (3 3 3), podem aparecer isoladas quando significam omissão de texto; podem também ser antecedidas ou seguidas de outros sinais.

EXEMPLOS:
Exemplos

35 - Os parênteses e os colchetes (parênteses retos), em contextos literários podem assumir duas formas distintas de representação: a forma simples e a forma composta.

35.1 - Formas simples:
Pontuação e Sinais Acessórios

Nos contextos literários, para manter a uniformidade com o Código Matemático Unificado (CMU), se empregam as formas simples em duas circunstâncias:

a) Se o sinal de abertura for seguido imediatamente por um numeral e o sinal de fechamento for precedido por um numeral.

b) Se o sinal de fechamento suceder um numeral, geralmente indicando uma enumeração ou enumerações de itens.

EXEMPLOS:
Exemplos

35.2 - Formas compostas:
Pontuação e Sinais Acessórios

Estas formas compostas se empregam para evitar ambigüidades.

EXEMPLOS:
Exemplos

36 - As aspas Aspas (236), abre e fecha, que em tinta aparecem sob a forma de vírgulas em posição natural ou invertidas, representam-se com o símbolo braille já referido; as aspas sob a forma de pequenos ângulos, simples ou duplos, têm como correspondente braille o sinal composto Pontuação e Sinais Acessórios (6 236); outras variantes de aspas são representadas pelo sinal composto Pontuação e Sinais Acessórios (56 236).

EXEMPLOS:
Exemplos

36.1 - Quando num texto em colunas, se pretende usar aspas por baixo de palavra ou palavras, significando “igual, idem, a mesma coisa”, etc., usa-se em braille o sinal de aspas duplo Aspas duplas (236 236), a fim de facilitar a sua identificação.

EXEMPLOS:
Exemplos

36.2 - Mesmo quando não seja possível ou prático reproduzir em braille um texto disposto em colunas, o sinal de aspas duplo pode, ainda assim, ser empregado, desde que o elemento por ele representado ocorra em início de linha e duas ou mais vezes consecutivas.

EXEMPLOS:
Exemplos

37 - O travessão pode ser antecedido ou seguido de outros sinais; mas deve ficar sempre isolado em relação a palavras anteriores e seguintes.

EXEMPLOS:
Exemplos

38 - O sinal Pontuação e Sinais Acessórios (246 135) representa um círculo e serve para destacar certa forma de enumeração.

EXEMPLOS:
Exemplos

39 - O & (e comercial) representa-se por meio do sinal E comercial (12346), que deve ficar sempre entre espaços.

EXEMPLOS:
Exemplos

40 - Os sinais Pontuação e Sinais Acessórios (6 2) e Pontuação e Sinais Acessórios (456) representam, respectivamente, a barra e a barra vertical. Em geral, não há espaços antes ou depois das barras, sendo que a barra vertical deve ser seguida de, pelo menos, meia cela em branco.

EXEMPLOS:
Exemplos

40.1 - Se as barras ocorrerem em final de linha, torna-se necessário repeti-las no início da linha imediata.

EXEMPLOS:
Exemplos

41 - As setas horizontais para a direita Seta para a direita (25 135), para a esquerda Seta para a esquerda (246 25) e de sentido duplo Sentido duplo (246 25 135) empregam-se isoladamente e, se ocorrerem no fim de uma linha, não se repetem no início da linha seguinte.

EXEMPLOS:
Exemplos

42 - O sinal restituidor do significado original de um símbolo braille representa-se por Pontuação e Sinais Acessórios (56). Emprega-se em contexto estenográfico, imediatamente antes de palavras para indicar que todos os seus caracteres têm o valor original.

42.1 - Quando necessário, emprega-se igualmente para fazer cessar um significado atribuído a novos sinais, criados em conformidade com o disposto no parágrafo 44, restituindo assim a qualquer sinal o seu significado próprio.

43 - Na escrita de textos em línguas estrangeiras emprega-se a Grafia Braille dos respectivos idiomas. (V. Apêndices.) Porém, em palavras estrangeiras isoladas e pouco freqüentes, ou ainda na grafia de palavras portuguesas que contenham vogais acentuadas para as quais não haja sinal braille correspondente neste Código, antepõem-se às letras os diacríticos seguintes:
Pontuação e Sinais Acessórios

44 - Sempre que em alguma obra a transcrever ocorram sinais cuja grafia não haja sido prevista e normalizada neste Código, deve o transcritor atribuir-lhes o correspondente sinal braille, evitando toda a possibilidade de confusão com os sinais e as normas aqui determinados. Os sinais que tiverem de ser criados deverão ser objeto de nota de rodapé em que se indique o seu significado, quando se empreguem pela primeira vez; sendo muitos estes sinais, devem figurar em lista própria e em página(s) exclusiva(s) no início do volume onde se encontram.

Curso de Revisão de Textos em Braille

Curso de Revisão de Textos em Braille




Público: Pessoas com interesse na área de revisão de textos em braille.

Ementa: Noções gerais sobre o processo de produção braille. Breve atualização dos conteúdos dos documentos normativos, trabalhando os conceitos e normas técnicas de aplicação dos símbolos mais usados e as peculiaridades do trabalho de revisão de textos em braille.

Carga horária total: 80 horas/aula.

Pré-requisito: Ensino Médio completo; domínio da Língua Portuguesa escrita e falada; domínio do Sistema Braille e desenvoltura na leitura tátil.

Nº de vagas: 20

Período do curso: de 06 a 17/06/2016.

Horários: de segunda a quinta-feira das 8 às 17 h e sexta-feira das 8 às 11:30 h.

Período de inscrições: de 07/03 a 08/04/2016.

Documentos obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra.download da ficha de pré-inscrição.
Documento de identidade
Certificado de conclusão de curso de Ensino Médio ou de graduação ou, ainda, declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso de graduação;
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Alojamento: 02 vagas para cursistas homens e 07 vagas para cursistas mulheres com direito a acompanhante do mesmo sexo.

Para certificação: frequência mínima de 80% e média (nota final) igual ou superior a 6,0 (seis).

Taxa de material: R$ 30,00

Professoras da disciplina: Maria Luzia do Livramento e Paula Marcia Barbosa.

Breve currículo:
Maria Luzia do Livramento – Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas
Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio Azevedo do Amaral no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Foi revisora Braille, nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Amparo aos Cegos no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.

Paula Marcia Barbosa – Graduada em Matemática e pós-graduada em docência superior; especialista na área da deficiência visual. Atuou como docente no IBC de 1982 até 2009, lecionando no primeiro segmento do ensino fundamental (EF) e também, geometria no segundo segmento do EF. Atuou como coordenadora de adaptação de livros didáticos em Braille, no Departamento Técnico-Especializado (DTE) e é professora de cursos de capacitação de professores na área de adaptação de materiais e de produção de livros didáticos em braille e do Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência da Visão.

Programa:

Unidade I
1. Breve histórico do processo de produção braille no IBC
2. Etapas da produção de livros em braille
3. Diferentes modalidades de aplicação do Sistema Braille
4. Documentos normatizadores do uso do braille no Brasil
5. Visita à Imprensa Braille – DIB

Unidade II
1. Atualização da Grafia Braille para a Língua Portuguesa
1.1 Conceitos básicos
1.2 Norma de aplicação dos símbolos mais usados

Unidade III
1. Aplicação do Sistema Braille à matemática
1.1 Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade IV
2. Normas técnicas para transcrição em braille
2.1 Considerações gerais
2.2 Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade V
1. Revisão de textos em braille
1.1 O papel do revisor
1.2 Atividades práticas

Metodologia: aulas teóricas e práticas.

Avaliações: duas atividades práticas de revisão.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Revisão de Textos em Braille

Revisão de Textos em Braille




Público: Pessoas com interesse na área de revisão de textos em Braille.

Ementa: Noções gerais sobre o processo de produção Braille. Breve atualização dos conteúdos dos documentos normativos, trabalhando os conceitos e normas técnicas de aplicação dos símbolos mais usados e as peculiaridades do trabalho de revisão de textos em Braille.

Carga horária total: 80 horas/aula.

Pré-Requisito: Ensino Médio completo; domínio da Língua Portuguesa escrita e falada; domínio do Sistema Braille e desenvoltura na leitura tátil.

Nº de vagas: 20, sendo 04 reservadas para pessoas cegas ou com baixa visão.

Período do Curso: De 08 a 19/06/2015.

Dias e Horário: Segunda a Sexta, de 08 às 17 h

Período de inscrições: De 09/03 a 10/04/2015.

Documentos obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra. Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
documento de identidade;
certificado de conclusão de curso de Ensino Médio ou de graduação ou, ainda, declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso de graduação; foto 3 x 4 recente ( a ser entregue no1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Alojamento: 02 vagas para cursistas homens e 07 vagas para cursistas mulheres com direito a acompanhante do mesmo sexo.

Para certificação: Frequência mínima de 75% e média (nota final) igual ou superior a 7,0 (sete).

Taxa de material: Não há

Professoras da disciplina: Maria Luzia do Livramento e Paula Marcia Barbosa.

Breve currículo:
Maria Luzia do Livramento – Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas
Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio de Azevedo no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Foi revisora Braille, nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Amparo ao Cego no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.

Paula Marcia Barbosa – Graduada em Matemática e pós-graduada em docência superior; especialista na área da deficiência visual. Atuou como docente no IBC de 1982 até 2009, lecionando no primeiro segmento do ensino fundamental (EF) e também, geometria no segundo segmento do EF. Atuou como coordenadora de adaptação de livros didáticos em Braille, no Departamento Técnico-Especializado (DTE) e é professora de cursos de capacitação de professores na área de adaptação de materiais e de produção de livros didáticos em Braille e do Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência da Visão.

Programa:

Unidade I
1. Breve histórico do processo de produção Braille no IBC
2. Etapas da produção de livros em Braille
3. Diferentes modalidades de aplicação do Sistema Braille
4. Documentos normatizadores do uso do Braille no Brasil
5. Visita à Imprensa Braille – DIB

Unidade II
1. Atualização da Grafia Braille para a Língua Portuguesa
1.1 Conceitos básicos
1.2 Norma de aplicação dos símbolos mais usados

Unidade III
1. Aplicação do Sistema Braille à Matemática
1.1 Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade IV
2. Normas técnicas para transcrição em Braille
2.1 Considerações gerais
2.2 Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade V
1. Revisão de textos em Braille
1.1 O papel do revisor
1.2 Atividades práticas

Metodologia: aulas teóricas e práticas.

Avaliações: Uma atividade prática de revisão.

Bibliografia e Material Teórico:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

O Código Braille: Observações e Normas de Aplicação -3

3 - SINAL DE ITÁLICO E OUTRAS VARIANTES TIPOGRÁFICAS


30 - O sinal Sinal de Itálico (35) é o correspondente braille do itálico, sublinhado, negrito e da impressão em outros tipos (cursivo, normando, etc.). Antepõe-se e pospõe-se imediatamente a texto, fragmento de texto, palavra ou elemento de palavra a destacar.

EXEMPLOS:
Exemplos

30.1 - Se o texto a destacar é constituído por mais de um parágrafo, o sinal Sinal de Itálico (35) antepõe-se a cada um deles e pospõe-se apenas ao último.

EXEMPLO:
Exemplos

30.2
Exemplos

4 - PONTUAÇÃO E SINAIS ACESSÓRIOS

31 - Ressalvadas as exceções referidas em algumas normas desta alínea, os sinais de pontuação e acessórios não devem separar-se da palavra a que dizem respeito.

EXEMPLOS:
Exemplos

32 - O sinal Pontuação e Sinais Acessórios (3), além de ponto final, tem o valor de ponto abreviativo, tanto no interior como no fim dos vocábulos.

EXEMPLOS:
Exemplos

32.1 - Escrevem-se sem espaços intermediários as abreviaturas de expressões correntes.

EXEMPLOS:
Exemplos

32.2 - Escrevem-se com espaços intermediários as abreviaturas de nomes de pessoas.

EXEMPLOS:
Exemplos

33 - O sinal Pontuação e Sinais Acessórios (3) representa também o apóstrofo. Em caso de translineação, ele não deve ser seguido de hífen.

EXEMPLOS:
Exemplos

34 - As reticências, representadas pelo sinal composto Pontuação e Sinais Acessórios (3 3 3), podem aparecer isoladas quando significam omissão de texto; podem também ser antecedidas ou seguidas de outros sinais.

EXEMPLOS:
Exemplos

35 - Os parênteses e os colchetes (parênteses retos), em contextos literários podem assumir duas formas distintas de representação: a forma simples e a forma composta.

35.1 - Formas simples:
Pontuação e Sinais Acessórios

Nos contextos literários, para manter a uniformidade com o Código Matemático Unificado (CMU), se empregam as formas simples em duas circunstâncias:

a) Se o sinal de abertura for seguido imediatamente por um numeral e o sinal de fechamento for precedido por um numeral.

b) Se o sinal de fechamento suceder um numeral, geralmente indicando uma enumeração ou enumerações de itens.

EXEMPLOS:
Exemplos

35.2 - Formas compostas:
Pontuação e Sinais Acessórios

Estas formas compostas se empregam para evitar ambigüidades.

EXEMPLOS:
Exemplos

36 - As aspas Aspas (236), abre e fecha, que em tinta aparecem sob a forma de vírgulas em posição natural ou invertidas, representam-se com o símbolo braille já referido; as aspas sob a forma de pequenos ângulos, simples ou duplos, têm como correspondente braille o sinal composto Pontuação e Sinais Acessórios (6 236); outras variantes de aspas são representadas pelo sinal composto Pontuação e Sinais Acessórios (56 236).

EXEMPLOS:
Exemplos

36.1 - Quando num texto em colunas, se pretende usar aspas por baixo de palavra ou palavras, significando “igual, idem, a mesma coisa”, etc., usa-se em braille o sinal de aspas duplo Aspas duplas (236 236), a fim de facilitar a sua identificação.

EXEMPLOS:
Exemplos

36.2 - Mesmo quando não seja possível ou prático reproduzir em braille um texto disposto em colunas, o sinal de aspas duplo pode, ainda assim, ser empregado, desde que o elemento por ele representado ocorra em início de linha e duas ou mais vezes consecutivas.

EXEMPLOS:
Exemplos

37 - O travessão pode ser antecedido ou seguido de outros sinais; mas deve ficar sempre isolado em relação a palavras anteriores e seguintes.

EXEMPLOS:
Exemplos

38 - O sinal Pontuação e Sinais Acessórios (246 135) representa um círculo e serve para destacar certa forma de enumeração.

EXEMPLOS:
Exemplos

39 - O & (e comercial) representa-se por meio do sinal E comercial (12346), que deve ficar sempre entre espaços.

EXEMPLOS:
Exemplos

40 - Os sinais Pontuação e Sinais Acessórios (6 2) e Pontuação e Sinais Acessórios (456) representam, respectivamente, a barra e a barra vertical. Em geral, não há espaços antes ou depois das barras, sendo que a barra vertical deve ser seguida de, pelo menos, meia cela em branco.

EXEMPLOS:
Exemplos

40.1 - Se as barras ocorrerem em final de linha, torna-se necessário repeti-las no início da linha imediata.

EXEMPLOS:
Exemplos

41 - As setas horizontais para a direita Seta para a direita (25 135), para a esquerda Seta para a esquerda (246 25) e de sentido duplo Sentido duplo (246 25 135) empregam-se isoladamente e, se ocorrerem no fim de uma linha, não se repetem no início da linha seguinte.

EXEMPLOS:
Exemplos

42 - O sinal restituidor do significado original de um símbolo braille representa-se por Pontuação e Sinais Acessórios (56). Emprega-se em contexto estenográfico, imediatamente antes de palavras para indicar que todos os seus caracteres têm o valor original.

42.1 - Quando necessário, emprega-se igualmente para fazer cessar um significado atribuído a novos sinais, criados em conformidade com o disposto no parágrafo 44, restituindo assim a qualquer sinal o seu significado próprio.

43 - Na escrita de textos em línguas estrangeiras emprega-se a Grafia Braille dos respectivos idiomas. (V. Apêndices.) Porém, em palavras estrangeiras isoladas e pouco freqüentes, ou ainda na grafia de palavras portuguesas que contenham vogais acentuadas para as quais não haja sinal braille correspondente neste Código, antepõem-se às letras os diacríticos seguintes:
Pontuação e Sinais Acessórios

44 - Sempre que em alguma obra a transcrever ocorram sinais cuja grafia não haja sido prevista e normalizada neste Código, deve o transcritor atribuir-lhes o correspondente sinal braille, evitando toda a possibilidade de confusão com os sinais e as normas aqui determinados. Os sinais que tiverem de ser criados deverão ser objeto de nota de rodapé em que se indique o seu significado, quando se empreguem pela primeira vez; sendo muitos estes sinais, devem figurar em lista própria e em página(s) exclusiva(s) no início do volume onde se encontram.

Cursos 2013: Revisão de Textos em Braille

Revisão de Textos em Braille



Público: Pessoas com interesse na área de revisão de textos em Braille.

Ementa: Noções gerais sobre o processo de produção Braille. Breve atualização dos conteúdos dos documentos normativos, trabalhando os conceitos e normas técnicas de aplicação dos símbolos mais usados e as peculiaridades do trabalho de revisão de textos em Braille.

Carga Horária Total: 80 horas/aula, sendo: 60 horas presenciais e 20 h a distância.

Pré-Requisitos: Ensino Médio completo; domínio da Língua Portuguesa escrita e falada; domínio do Sistema Braille e desenvoltura na leitura tátil.

Nº de Vagas: 20.

Período do Curso: Já Concluído

Horários: Segunda a Quinta, de 08:00 às 12:00 h.

Período de Pré-Inscrição: Finalizado

Documentos Obrigatórios:

• Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de identidade
• Certificado de conclusão de curso de Ensino Médio ou de graduação ou, ainda, declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso de graduação
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Alojamento: 02 vagas para cursistas homens e 03 vagas para cursistas mulheres. Cursistas deficientes visuais terão direito a acompanhante no mesmo sexo.

Para certificação: Frequência mínima de 80% e média igual ou superior a 6,0 (seis).

Taxa de Material: Não há.

Professas da Disciplina: Maria Luzia do Livramento e Paula Marcia Barbosa.

Breve Currículo:

Maria Luzia do Livramento – Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio de Azevedo no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Foi revisora Braille, nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Amparo ao Cego no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.

Paula Marcia Barbosa – Graduada em Matemática e pós-graduada em docência superior; especialista na área da deficiência visual . Atuou como docente no IBC de 1982 até 2009, lecionando no primeiro segmento do ensino fundamental (EF) e também, geometria no segundo segmento do EF. Atuou como coordenadora de adaptação de livros didáticos em Braille, no Departamento Técnico-Especializado (DTE) e é professora de cursos de capacitação de professores na área de adaptação de materiais e de produção de livros didáticos em Braille e do Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência da Visão.

Programa:

Unidade I

1. Breve histórico do processo de produção Braille no IBC
2. Etapas da produção de livros em Braille
3. Diferentes modalidades de aplicação do Sistema Braille
4. Documentos normatizadores do uso do Braille no Brasil
5. Visita à Imprensa Braille – DIB

Unidade II

1. Atualização da Grafia Braille para a Língua Portuguesa
1.1 Conceitos básicos
1.2 Norma de aplicação dos símbolos mais usados

Unidade III

1. Aplicação do Sistema Braille à Matemática
1.1 Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade IV

1. Normas técnicas para transcrição em Braille
1.1 Considerações gerais
1.2 Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade V

1. Revisão de textos em Braille
1.1 O papel do revisor
1.2 Atividades práticas

Metodologia do Curso: Aulas teóricas e práticas.

Avaliações: Duas atividades práticas de revisão sendo, uma presencial (de caráter eliminatório) e outra a distância.

Bibliografia:

Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2013 - Curso de Transcrição e Impressão de Textos em Braille

Curso de Transcrição e Impressão de Textos em Braille



Público: Pessoas com interesse na área de editoração de textos em Braille.

Ementa: Ensino das normas técnicas pertinentes à transcrição de textos em Braille, tendo como ferramenta de editoração o software Braille Fácil. O curso visa a preparação básica de profissional para atuar com transcrição e impressão computadorizada de textos em Braille.

Carga horária total: 80 horas/aula, sendo: 60 horas presenciais e 20 h a distância.

Pré-Requisito: Ensino Médio completo; domínio da Língua Portuguesa escrita e falada; domínio do Sistema Braille; conhecimentos básicos de Informática - domínio de word; Utilizar como forma de comunicação escrita o sistema de leitura e escrita comum (fonte 12).
Obs.: O Programa Braille Fácil tem limitações que não permitem o uso de programas de acessibilidade com a eficiência necessária para a realização das tarefas propostas no curso.

Nº de vagas: 14

Período do Curso: Já Concluído

Horários: Segundas, Quartas e Sextas de 08 h às 12 h

Período de inscrição: Finalizado

Atenção: Não houve alojamento para este curso

Documentos obrigatórios: ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra; documento de identidade; certificado de conclusão de curso de Ensino Médio ou de graduação ou, ainda, declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso de graduação; certificado de curso de Braille; foto 3 x 4 recente (1º dia de aula).

Para certificação: frequência mínima de 80% e Média igual ou superior a 6,0 (seis)

Taxa de material: R$ 80,00

Professoras da disciplina: Elise de Melo Borba Ferreira e Paula Marcia Barbosa.

Breve currículo:
Elise de Melo Borba Ferreira – Mestranda em Educação pela Universidade Estácio de Sá (2013). Especialista em Educação Especial – Área da Deficiência Visual – pela UNIRIO, 1998. Graduada em Letras – Português Literaturas pela UFRJ, 1983. Fez o Curso de Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão ( IBC ), em 1983. Atua como docente do IBC em cursos de qualificação na área da deficiência visual, desde 1993. É Supervisora de Cursos do DTE desde 2010. Foi Chefe da Divisão de Capacitação de Recursos Humanos (2008- 2010), Coordenadora de Adaptação de Livros e Textos Didáticos para Transcrição em Braille (2005 a 2010), Chefe da Divisão de Imprensa Braille (1999 - 2005). Chefe da Divisão de Produção de Material Especializado (1993-1999), Coordenadora da Educação Infantil (1990-1992) e docente da 1ª fase do Ensino Fundamental (1984 - 1991).

Paula Marcia Barbosa – Graduada em Matemática, pós-graduada em docência superior, especialista na área da deficiência visual desde 1982. Atuou como professora até 2009 nas turmas de 6º ao 9º anos no IBC, lecionando geometria. Atualmente é Coordenadora de Adaptação no Departamento Técnico-Especializado (DTE), no IBC. Desde 1992, é professora da disciplina Recursos Didáticos para o Ensino da Matemática no Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência da Visão.

Programa:

Unidade I
1. Breve histórico do processo de produção Braille no IBC
2. Etapas da produção de livros em Braille
3. Diferentes modalidades de aplicação do Sistema Braille
4. Documentos normatizadores do uso do Braille no Brasil
5. Visita à Imprensa Braille – DIB

Unidade II
1. Grafia Braille Para a Língua Portuguesa
1.1 Conceitos básicos
1.2 Norma de aplicação dos símbolos mais usados

Unidade III
1. Aplicação do Sistema Braille à Matemática
1.1 Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade IV
2. Normas técnicas para transcrição em Braille
2.1 Considerações gerais
2.2 Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade V
1. Produção informatizada de textos através do programa Braille Fácil
1.1 Principais recursos do programa
1.2 Instalação e configuração de impressora braille computadorizada.

Unidade VI
1. Atividades práticas de transcrição e impressão
2. Representações gráficas simples utilizando o Braille Fácil: esquemas, gráficos e tabelas

Metodologia: aulas teóricas e práticas.

Avaliações:
1ª) atividade de transcrição e impressão
2ª) atividade de transcrição

Bibliografia e Material Teórico:

Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.



Adaptação no Sistema Braille

Adaptação no Sistema Braille


(Atenção: a realização desse curso foi cancelada em 05/09/2014)



Público: Professores e acadêmicos da área da Educação.

Ementa: Normas técnicas e critérios para adaptação de textos e livros no Sistema Braille. Principais grafias utilizadas no Brasil.

Carga horária total: 40 horas/aula

Pré-requisitos: Domínio do Sistema Braille. Utilizar o sistema de leitura e escrita em tinta comum.

Nº de vagas: 25

Período do curso: de 02/10 a 06/11/2014.

Horários: Terças e quintas, das 18:15 às 21:45 hs.

ATENÇÃO: NÃO será oferecido alojamento para este curso.
Período de pré-inscrições: De 01 a 31/08/2014.
Documentos Obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de Identidade
• Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.
Para certificação: Frequência mínima de 80%.

Taxa de material: R$ 80,00

Professoras: Maristela Dalmolin e Paula Marcia Barbosa.

Breve currículo:

Maristela Dalmolin: Graduada em Letras (Língua Portuguesa e Literatura Brasileira) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-graduada em Administração Escolar pela Universidade Cândido Mendes. Desde 1994 atua como professora do Instituto Benjamin Constant (IBC). Foi coordenadora do 1º segmento do Ensino Fundamental por quatro anos e no 2º segmento coordenou por dois anos. Atualmente é adaptadora de livros didáticos e paradidáticos no Departamento Técnico-Especializado (DTE). Participa da comissão de audiodescrição no IBC. Em 2012 foi colaboradora no Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência Visual na disciplina Adaptação, Transcrição e Impressão em Braille.

Paula Marcia Barbosa: Graduada em Matemática pela Universidade Federal Fluminense (UFF), pós-graduada em Docência Superior pelo Instituto Superior de Ensino Pedagógico (ISEP), especialista na Área da Deficiência Visual desde 1982 (IBC). Atuou como professora até 2010 nas turmas de 6º ao 9º anos, lecionando geometria. Desde 1992 é professora da disciplina Recursos Didáticos para o Ensino de Matemática no Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência Visual. Autora do trabalho monográfico “Geometria e Deficiência Visual” (1998). Autora do artigo “Geometria” publicado na revista técnico-científica Benjamin Constant (revista nº 25, 2003). Uma das autoras do livro “Atividades Matemáticas para Alunos Deficientes Visuais” (UFRJ, 2010). Atualmente é Coordenadora de Adaptação no Departamento Técnico-Especializado (DTE), no IBC. É professora de Adaptação, Transcrição e Revisão de Textos em Braille no IBC.

PROGRAMA:
• UNIDADE I
1. Breve histórico da produção braille no IBC
2. Etapas da produção de livros em braille
2.1. Adaptação
2.2. Transcrição
2.3. Revisão do texto em braille
2.4. Impressão e encadernação
3. Pré-requisitos dos profissionais
4. Critérios essenciais para adaptação dos modernos livros didáticos.

• UNIDADE II
1. Normas técnicas para transcrição de textos em Braille
1.1. Capas/Copyright/Ficha Catalográfica
1.2. Índice/Separação de Capítulos
1.3. Identificação/Paginação
1.4. Títulos
1.5. Diagramação
1.6. Parágrafo/Questões de Provas e Itens de exercícios
1.7. Notas de Rodapé
1.8. Desenhos/Figuras/Lacunas
1.9. Nota de transcrição
1.10. Versos
1.11. Palavras Estrangeiras
1.12. Símbolos para Representações não previstas na Grafia Braille
1.13. Glossário/Índice de Nomes, Índice Remissivo, Índice de Assuntos
1.14. Bibliografia
1.15. Atividades práticas de adaptação de conteúdos de livros didáticos do 1º segmento do Ensino Fundamental.

• UNIDADE III
1. Adaptações
1.1. Esquemas
1.2. Gráficos
1.3. Tabelas
1.4. Caça-Palavras
1.5. Palavras Cruzadas
1.6. Tirinhas e histórias em quadrinhos
1.7. Mapas
1.8. Atividades práticas de adaptação de conteúdos de livros didáticos do 1º segmento do Ensino Fundamental.

METODOLOGIA: aulas teóricas e práticas

AVALIAÇÃO: adaptação de conteúdo de livro didático

MATERIAIS: apostila

BIBLIOGRAFIA:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU, Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2014 - Adaptação no Sistema Braille

Adaptação no Sistema Braille

(Atenção: a realização desse curso foi cancelada em 24/02/2014).




Público: Professores e acadêmicos da área da Educação.

Ementa: Normas técnicas e critérios para adaptação de textos e livros no Sistema Braille. Principais grafias utilizadas no Brasil.

Carga horária total: 40 horas/aula

Pré-requisitos: Domínio do Sistema Braille. Utilizar o sistema de leitura e escrita em tinta comum.

Nº de vagas: 25

Período do curso: de 11/03 a 10/04/2014

Horários: terças e quintas, das 18:15 às 21:45 hs.

ATENÇÃO: NÃO será oferecido alojamento para este curso.

Período de pré-inscrições: De 13/01 a 07/02/2014.
ATENÇÃO: PERÍODO DE INSCRIÇÃO PRORROGADO ATÉ O DIA 21/02/2014.

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra : Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.;
• Documento de Identidade
• Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 80%.

Taxa de material: R$ 80,00

Professoras: Maristela Dalmolin e Paula Marcia Barbosa.

Breve currículo:
Maristela Dalmolin: Graduada em Letras (Língua Portuguesa e Literatura Brasileira) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-graduada em Administração Escolar pela Universidade Cândido Mendes. Desde 1994 atua como professora do Instituto Benjamin Constant (IBC). Foi coordenadora do 1º segmento do Ensino Fundamental por quatro anos e no 2º segmento coordenou por dois anos. Atualmente é adaptadora de livros didáticos e paradidáticos no Departamento Técnico-Especializado (DTE). Participa da comissão de audiodescrição no IBC. Em 2012 foi colaboradora no Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência Visual na disciplina Adaptação, Transcrição e Impressão em Braille.

Paula Marcia Barbosa: Graduada em Matemática pela Universidade Federal Fluminense (UFF), pós-graduada em Docência Superior pelo Instituto Superior de Ensino Pedagógico (ISEP), especialista na Área da Deficiência Visual desde 1982 (IBC). Atuou como professora até 2010 nas turmas de 6º ao 9º anos, lecionando geometria. Desde 1992 é professora da disciplina Recursos Didáticos para o Ensino de Matemática no Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência Visual. Autora do trabalho monográfico “Geometria e Deficiência Visual” (1998). Autora do artigo “Geometria” publicado na revista técnico-científica Benjamin Constant (revista nº 25, 2003). Uma das autoras do livro “Atividades Matemáticas para Alunos Deficientes Visuais” (UFRJ, 2010). Atualmente é Coordenadora de Adaptação no Departamento Técnico-Especializado (DTE), no IBC. É professora de Adaptação, Transcrição e Revisão de Textos em Braille no IBC.

PROGRAMA:
• UNIDADE I
1. Breve histórico da produção braille no IBC
2. Etapas da produção de livros em braille
2.1. Adaptação
2.2. Transcrição
2.3. Revisão do texto em braille
2.4. Impressão e encadernação
3. Pré-requisitos dos profissionais
4. Critérios essenciais para adaptação dos modernos livros didáticos.

• UNIDADE II
1. Normas técnicas para transcrição de textos em Braille
1.1. Capas/Copyright/Ficha Catalográfica
1.2. Índice/Separação de Capítulos
1.3. Identificação/Paginação
1.4. Títulos
1.5. Diagramação
1.6. Parágrafo/Questões de Provas e Itens de exercícios
1.7. Notas de Rodapé
1.8. Desenhos/Figuras/Lacunas
1.9. Nota de transcrição
1.10. Versos
1.11. Palavras Estrangeiras
1.12. Símbolos para Representações não previstas na Grafia Braille
1.13. Glossário/Índice de Nomes, Índice Remissivo, Índice de Assuntos
1.14. Bibliografia
1.15. Atividades práticas de adaptação de conteúdos de livros didáticos do 1º segmento do Ensino Fundamental.

• UNIDADE III
1. Adaptações
1.1. Esquemas
1.2. Gráficos
1.3. Tabelas
1.4. Caça-Palavras
1.5. Palavras Cruzadas
1.6. Tirinhas e histórias em quadrinhos
1.7. Mapas
1.8. Atividades práticas de adaptação de conteúdos de livros didáticos do 1º segmento do Ensino Fundamental.

METODOLOGIA: aulas teóricas e práticas

MATERIAIS: apostila

BIBLIOGRAFIA:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU, Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Curso de Transcrição e Impressão de Textos em Braille

Curso de Transcrição e Impressão de Textos em Braille




Público: Pessoas com interesse na área de editoração de textos em Braille.

Ementa: Ensino das normas técnicas pertinentes à transcrição de textos em Braille, tendo como ferramenta de editoração o software Braille Fácil. O curso visa à preparação básica de profissional para atuar com transcrição e impressão computadorizada de textos em Braille.

Carga horária total: 80 horas/aula.

Pré-Requisito: Ensino Médio completo; domínio da Língua Portuguesa escrita e falada; domínio do Sistema Braille; conhecimentos básicos de Informática - domínio de word; Utilizar como forma de comunicação escrita o sistema de leitura e escrita comum (fonte 12).
Obs.: O Programa Braille Fácil tem limitações que não permitem o uso de programas de acessibilidade com a eficiência necessária para a realização das tarefas propostas no curso.

Nº de vagas: 20

Período do Curso: De 17 a 28/08/2015.

Horários: Segunda a Sexta, das 8 às 17 horas.

Período de inscrições: De 18/05 a 19/06/2015.

Documentos obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra. Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
Documento de identidade;
Certificado de conclusão de curso de Ensino Médio ou de Graduação ou, ainda, declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso de graduação;
Certificado de curso de Braille;
Foto 3 x 4 recente (1º dia de aula).

Para certificação: frequência mínima de 75% e média (nota final) igual ou superior a 7,0 (sete).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Taxa de material: R$ 30,00

Professores: Paula Marcia Barbosa e Thiago Ribeiro Duarte.

Breve currículo:

Paula Marcia Barbosa – Graduada em Matemática, pós-graduada em docência superior, especialista na área da deficiência visual desde 1982. Atuou como professora até 2009 nas turmas de 6º ao 9º anos no IBC, lecionando geometria. Atualmente é Coordenadora de Adaptação no Departamento Técnico-Especializado (DTE), no IBC. Desde 1992, é professora da disciplina Recursos Didáticos para o Ensino da Matemática no Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência da Visão.

Thiago Ribeiro Duarte: Graduado em Educação Artística (2004) e especialista em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2012) pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), possuindo diversos cursos na área de deficiência visual, como: Braille (2003); Adaptação de Textos e Livros para Transcrição no Sistema Braille (2005); Capacitação de Profissionais para Produção de Textos em Braille (2006); Curso de Transcrição e Impressão de Textos em Braille (2006). Atuou como transcritor Braille no IBC entre 2003 e 2006, atuou também como designer na adaptação de livros didáticos no PNLD de 2009 a 2012. Atuou como consultor Braille na OSCIP Acessibilidade Brasil, como Consultor especialista para adaptação de materiais técnico-didáticos em formato acessível, a serem distribuídos nos Sistemas de Ensino (Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Tecnologia – OEI). Autor do artigo “Construção de Métodos para Criação de Gráficos Acessíveis a Pessoas com Deficiência Visual: Utilizando o Monet”, publicado no livro “Práticas Pedagógicas no Cotidiano Escolar: desafios e diversidade” (2014). Atualmente é professor de Braille do Instituto Benjamin Constant.

Programa:

Unidade I
1. Breve histórico do processo de produção Braille no IBC
2. Etapas da produção de livros em Braille
3. Diferentes modalidades de aplicação do Sistema Braille
4. Documentos normatizadores do uso do Braille no Brasil
5. Visita à Imprensa Braille – DIB

Unidade II
1. Grafia Braille Para a Língua Portuguesa
1.1 Conceitos básicos
1.2 Norma de aplicação dos símbolos mais usados

Unidade III
1. Aplicação do Sistema Braille à Matemática
1.1 Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade IV
2. Normas técnicas para transcrição em Braille
2.1 Considerações gerais
2.2 Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade V
1. Produção informatizada de textos através do programa Braille Fácil
1.1 Principais recursos do programa
1.2 Instalação e configuração de impressora braille computadorizada.

Unidade VI
1. Atividades práticas de transcrição e impressão
2. Representações gráficas simples utilizando o Braille Fácil: esquemas, gráficos e tabelas

Metodologia: aulas teóricas e práticas.



Avaliações:
1ª) atividade de transcrição e impressão
2ª) atividade de transcrição

Bibliografia e Material Teórico:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Curso de Transcrição de Textos em Braille

Curso de Transcrição de Textos em Braille




Público: pessoas com interesse na área de editoração de textos em braille.

Ementa: processo de produção de textos em Braille. Documentos normatizadores do uso do braille no Brasil. Aplicação das Normas Técnicas para a Transcrição de Textos em Braille e do Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa. O software Braille Fácil e seus principais recursos. Instalação e configuração de impressora braille computadorizada.

Carga horária total: 80 horas/aula.

Pré-requisitos: Ensino Médio completo; domínio da Língua Portuguesa escrita e falada; domínio do Sistema Braille; conhecimentos básicos de Informática - domínio de word; utilizar como forma de comunicação escrita o sistema de leitura e escrita comum (fonte 12).

Obs.: O Programa Braille Fácil tem limitações que não permitem o uso de programas de acessibilidade com a eficiência necessária para a realização das tarefas propostas no curso.

Nº de vagas: 20

Período do curso: de 25/04 a 06/05/2016.

Horários: de segunda a quinta-feira das 8 às 17 h e sexta-feira das 8 às 11:30 h.

Período de inscrições: de 25/01 a 26/02/2016.

Documentos obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra.download da ficha de pré-inscrição.
Documento de identidade;
Certificado de conclusão de curso de Ensino Médio ou de Graduação ou, ainda, declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso de graduação;
Certificado de curso de braille;
Foto 3 x 4 recente (1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: frequência mínima de 80% e média (nota final) igual ou superior a 6,0 (seis).

Taxa de material: R$ 100,00

Professores: Thiago Ribeiro Duarte e Elise de Melo Borba Ferreira.

Breve currículo:
Elise de Melo Borba Ferreira – Mestre em Educação (UNESA), pós-graduada em Educação Especial (UNIRIO), Graduada em Letras (UFRJ). No Instituto Benjamin Constant, onde ingressou em 1984, atuou como professora no 1º segmento do Ensino Básico e na Educação Infantil, setor em que também exerceu a função de coordenação. Desenvolveu atividade de adaptação e transcrição de livros didáticos e paradidáticos na Imprensa Braille, divisão que chefiou no período de 1999 a 2005. Foi Chefe da Divisão de Pesquisa e Produção de Material Especializado (DPME) e da Divisão de Capacitação de Recursos Humanos (DCRH). Atua como docente nos cursos de qualificação do IBC e atualmente é Assessora da Direção-Geral do IBC.

Thiago Ribeiro Duarte - Graduado em Educação Artística (2004) e especialista em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2012) pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), possuindo diversos cursos na área de deficiência visual, como: Braille (2003); Adaptação de Textos e Livros para Transcrição no Sistema Braille (2005); Capacitação de Profissionais para Produção de Textos em Braille (2006); Curso de Transcrição e Impressão de Textos em Braille (2006). Atuou como transcritor Braille no IBC entre 2003 e 2006, atuou também como designer na adaptação de livros didáticos no PNLD de 2009 a 2012. Atuou como consultor Braille na OSCIP Acessibilidade Brasil, como Consultor especialista para adaptação de materiais técnico-didáticos em formato acessível, a serem distribuídos nos Sistemas de Ensino (Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Tecnologia – OEI). Autor do artigo “Construção de Métodos para Criação de Gráficos Acessíveis a Pessoas com Deficiência Visual: Utilizando o Monet”, publicado no livro “Práticas Pedagógicas no Cotidiano Escolar: desafios e diversidade” (2014). Atualmente é professor de Braille do Instituto Benjamin Constant.


Programa:

Unidade I
1. Breve histórico do processo de produção braille no IBC
2. Etapas da produção de livros em braille
3. Diferentes modalidades de aplicação do Sistema Braille
4. Documentos normatizadores do uso do braille no Brasil
5. Visita à Imprensa Braille – DIB

Unidade II
1. Normas técnicas para transcrição em braille
2. Considerações gerais

Unidade III
1. Grafia Braille Para a Língua Portuguesa
2. Norma de aplicação dos símbolos mais usados

Unidade IV
1. Aplicação do Sistema Braille à matemática
2. Apresentação dos principais itens e suas aplicações

Unidade V
1. Produção informatizada de textos através do programa Braille Fácil
2. Principais recursos do programa
3. Instalação e configuração de impressora braille computadorizada.

Unidade VI
1. Atividades práticas de transcrição
2. Representações gráficas simples utilizando o Braille Fácil: esquemas, gráficos e tabelas

Metodologia: aulas teóricas e práticas.

Avaliação: duas atividades práticas de transcrição

Bibliografia

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Grafia Braille para a Língua Portuguesa. Brasília: SEESP, 2006. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/textosbraile.pdf>.
______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille. Brasília: SEESP, 2006.
Disponível em: .
______. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Brasília: SEESP, 2006.

Adaptação no Sistema Braille

Adaptação no Sistema Braille




Público: Professores e acadêmicos da área da Educação.

Ementa: Normas técnicas e critérios para adaptação de textos e livros no Sistema Braille. Principais grafias utilizadas no Brasil.

Carga horária total: 60 horas/aula

Pré-requisitos: Domínio do Sistema Braille. Utilizar o sistema de leitura e escrita em tinta comum.

Nº de vagas: 20

Período do curso: De 03/08 a 12/08/2015.

Horários: 2ª a 6ª feira, das 8 às 17 horas, exceto 03/08, quando a aula será ministrada das 13 às 17hs (não haverá aula pela manhã).

Período de pré-inscrições: De 04/05 a 05/06/2015.

Documentos Obrigatórios:

Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra. Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
Documento de Identidade
Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

Para certificação: Frequência mínima de 75% e média (nota final) igual ou superior a 7,0(sete).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Taxa de material: R$ 30,00

Professores: Paula Marcia Barbosa e Thiago Ribeiro Duarte.

Breve currículo:

Paula Marcia Barbosa: Graduada em Matemática pela Universidade Federal Fluminense (UFF), pós-graduada em Docência Superior pelo Instituto Superior de Ensino Pedagógico (ISEP), especialista na Área da Deficiência Visual desde 1982 (IBC). Atuou como professora até 2010 nas turmas de 6º ao 9º anos, lecionando geometria. Desde 1992 é professora da disciplina Recursos Didáticos para o Ensino de Matemática no Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência Visual. Autora do trabalho monográfico “Geometria e Deficiência Visual” (1998). Autora do artigo “Geometria” publicado na revista técnico-científica Benjamin Constant (revista nº 25, 2003). Uma das autoras do livro “Atividades Matemáticas para Alunos Deficientes Visuais” (UFRJ, 2010). Atualmente é Coordenadora de Adaptação no Departamento Técnico-Especializado (DTE), no IBC. É professora de Adaptação, Transcrição e Revisão de Textos em Braille no IBC.
Thiago Ribeiro Duarte: Graduado em Educação Artística (2004) e especialista em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2012) pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), possuindo diversos cursos na área de deficiência visual, como: Braille (2003); Adaptação de Textos e Livros para Transcrição no Sistema Braille (2005); Capacitação de Profissionais para Produção de Textos em Braille (2006); Curso de Transcrição e Impressão de Textos em Braille (2006). Atuou como transcritor Braille no IBC entre 2003 e 2006, atuou também como designer na adaptação de livros didáticos no PNLD de 2009 a 2012. Atuou como consultor Braille na OSCIP Acessibilidade Brasil, como Consultor especialista para adaptação de materiais técnico-didáticos em formato acessível, a serem distribuídos nos Sistemas de Ensino (Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Tecnologia – OEI). Autor do artigo “Construção de Métodos para Criação de Gráficos Acessíveis a Pessoas com Deficiência Visual: Utilizando o Monet”, publicado no livro “Práticas Pedagógicas no Cotidiano Escolar: desafios e diversidade” (2014). Atualmente é professor de Braille do Instituto Benjamin Constant.

PROGRAMA*: *programa sofreu ajustes em 19/06/2015.
UNIDADE I
1. Breve histórico da produção braille no IBC
2. Etapas da produção de livros em braille
2.1. Adaptação
2.2. Transcrição: Braille Fácil e Monet
2.3. Revisão do texto em braille
2.4. Impressão e encadernação
3. Pré-requisitos dos profissionais
4. Critérios essenciais para adaptação dos modernos livros didáticos.
 
UNIDADE II
1. Normas técnicas para transcrição de textos em Braille
1.1. Capas/Copyright/Ficha Catalográfica
1.2. Índice/Separação de Capítulos
1.3. Identificação/Paginação
1.4. Títulos
1.5. Diagramação
1.6. Parágrafo/Questões de Provas e Itens de exercícios
1.7. Notas de Rodapé/ Lacunas
1.8. Caça-Palavras/ Palavras cruzadas
1.9. Tirinhas e histórias em quadrinhos
1.10. Mapas
1.11. Nota de transcrição
1.12. Versos
1.13. Palavras Estrangeiras
1.14. Símbolos para Representações não previstas na Grafia Braille
1.15. Glossário/Índice de Nomes, Índice Remissivo, Índice de Assuntos
1.16. Bibliografia
1.17. Atividades práticas de adaptação de conteúdos de livros didáticos do 1º segmento do Ensino Fundamental.
 
UNIDADE III
     
1. Adaptações envolvendo a Matemática:
1.1. Esquemas
1.2. Gráficos
1.3. Tabelas
1.4. Desenhos
1.5. Figuras planas
1.6. Algoritmos
1.7. Atividades envolvendo a simbologia do Código Matemático Unificado (CMU)
1.8. Atividades práticas de adaptação de conteúdos de livros didáticos do Ensino Fundamental. 


METODOLOGIA: aulas teóricas e práticas

AVALIAÇÃO: adaptação de conteúdo de livro didático

MATERIAIS: apostila

BIBLIOGRAFIA:

Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU, Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2013: Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille - Turma II

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille - Turma II




Público: Professores e acadêmicos da área de Educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Ensino Médio completo.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 09 a 13/09/2013

Horários: De segunda a sexta-feira, de 08:00 às 17:00

Período de Pré-Inscrição: De 23/07 a 23/08/2013.

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra;
• Documento de identidade;
• Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

Para certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professor da Disciplina: Maria Luzia do Livramento.

Breve Currículo: Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio de Azevedo no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Foi revisora Braille, nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Amparo ao Cego no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.


Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille

2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille

3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação

4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto

5. Simbologia matemática:
a) Numerais indo-arábicos, romanos e ordinais
b) Representação das operações fundamentais
c) Representação de datas


Metodologia do Curso: Aulas teóricas e práticas.


Materiais fornecidos pelo IBC: reglete, punção, papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita.


Bibliografia:

Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

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NÚMERO DE VISITAS A ESTA PÁGINA:

Iniciação ao Sistema Braille – Turma 2

Iniciação ao Sistema Braille – Turma 2



Público: Funcionários, Pais e Responsáveis de alunos, Voluntários e demais pessoas interessadas.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Ensino Fundamental completo.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 11/08 a 22/10/2014

Horários: Segundas e Quartas-Feiras, de 14:30 às 16:30 Hs.

ATENÇÃO: Para este curso NÃO será oferecido alojamento.

Período de Pré-Inscrição: De 09/06 a 04/07/2014

Documentos Obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
Documento de Identidade;
Certificado de conclusão do Ensino Fundamental;
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 75% e nota igual ou superior a 6,0

Taxa de Material: Não há.

Professor: Vítor Alberto Marques.

Breve Currículo: Licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense. Fez o Curso de Formação de Professores pelo Instituto Helena Antipoff. É professor do Instituto Benjamin Constant desde 1985. Dentre outras atividades, leciona em cursos de Braille.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille
3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto
5. Simbologia matemática:
a) Numerais: indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais, fracionários
b) Representação de datas
c) Representação das operações fundamentais

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais: papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita. O cursista deve trazer sua reglete e punção para as aulas.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2014 - Iniciação ao Sistema Braille

Iniciação ao Sistema Braille




Público: Funcionários, Pais e Responsáveis de alunos, Voluntários e demais pessoas interessadas.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Ensino Fundamental completo.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 17/03 a 28/05/2014

Horários: Segundas e Quartas-Feiras, de 14:30 às 16:30 Hs.

ATENÇÃO: Para este curso NÃO será oferecido alojamento.

Período de Pré-Inscrição: De 06/01 a 07/02/2014.

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra : Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.;
• Documento de Identidade;
• Certificado de conclusão do Ensino Fundamental;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 75% e nota igual ou superior a 6,0

Taxa de Material: Não há.

Professor: Vítor Alberto Marques.

Breve Currículo: Licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense. Fez o Curso de Formação de Professores pelo Instituto Helena Antipoff. É professor do Instituto Benjamin Constant desde 1985. Dentre outras atividades, leciona em cursos de Braille.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille
3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto
5. Simbologia matemática:
a) Numerais: indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais, fracionários
b) Representação de datas
c) Representação das operações fundamentais

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais: papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita. O cursista deve trazer sua reglete e punção para as aulas.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Iniciação ao Sistema Braille – Turma 1

Iniciação ao Sistema Braille – Turma 1




Público: Funcionários, Pais e Responsáveis de alunos, Voluntários e demais pessoas interessadas.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Ensino Fundamental completo.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 09/03 a 20/05/2015.

Horários: Segundas e Quartas-Feiras, de 14:00 às 16:00 Hs.

ATENÇÃO: Para este curso NÃO será oferecido alojamento.

Período de Pré-Inscrição: De 01 a 30/01/2015.

Documentos Obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra. Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
Documento de Identidade;
Certificado de conclusão do Ensino Fundamental;
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

Para certificação: Frequência mínima de 75% e nota igual ou superior a 6,0

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Taxa de Material: Não há.

Professor: Vítor Alberto Marques.

Breve Currículo: Licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense. Fez o Curso de Formação de Professores pelo Instituto Helena Antipoff. É professor do Instituto Benjamin Constant desde 1985. Dentre outras atividades, leciona em cursos de Braille.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille
3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto
5. Simbologia matemática:
a) Numerais: indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais, fracionários
b) Representação de datas
c) Representação das operações fundamentais

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais: papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita. O cursista deve trazer sua reglete e punção para as aulas.

Bibliografia:

Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Iniciação ao Sistema Braille – Turma 2

Iniciação ao Sistema Braille – Turma 2




Público: Funcionários, Pais e Responsáveis de alunos, Voluntários e demais pessoas interessadas.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Ensino Fundamental completo.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 03/08 a 14/10/2015.

Horários: Segundas e Quartas-Feiras, de 14:00 às 16:00 Hs.

ATENÇÃO: Para este curso NÃO será oferecido alojamento.

Período de Pré-Inscrição: De 01 a 30/06/2015.

Documentos Obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra. Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
Documento de Identidade;
Certificado de conclusão do Ensino Fundamental;
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

Para certificação: Frequência mínima de 75% e nota igual ou superior a 6,0

Taxa de Material: Não há.

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Professor: Vítor Alberto Marques.

Breve Currículo: Licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense. Fez o Curso de Formação de Professores pelo Instituto Helena Antipoff. É professor do Instituto Benjamin Constant desde 1985. Dentre outras atividades, leciona em cursos de Braille.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille
3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto
5. Simbologia matemática:
a) Numerais: indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais, fracionários
b) Representação de datas
c) Representação das operações fundamentais

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais: papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita. O cursista deve trazer sua reglete e punção para as aulas.

Bibliografia:

Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2013 - Iniciação ao Sistema Braille – Turma II

Iniciação ao Sistema Braille – Turma II



Público: Funcionários, Pais e Responsáveis de alunos, Voluntários e demais pessoas interessadas.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Ensino Fundamental completo.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 12/08 a 23/10/2013

Horários: Segundas e Quartas-Feiras, de 14:30 às 16:30

Período de Pré-Inscrição: De 10/06 a 12/07/2013

Atenção: Não haverá alojamento para este curso

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de Identidade;
• Certificado de conclusão do Ensino Fundamental;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: frequência mínima de 75% às aulas e nota igual ou superior a 6,0 (seis).

Taxa de Material: Não há.

Professor: Vítor Alberto Marques.

Breve Currículo: Vítor Alberto Marques - Licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense. Fez o Curso de Formação de Professores pelo Instituto Helena Antipoff. É professor do Instituto Benjamin Constant desde 1985. Dentre outras atividades, leciona em cursos de Braille.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille

2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille

3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação

4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto

5. Simbologia matemática:
a) Numerais: indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais, fracionários
b) Representação de datas
c) Representação das operações fundamentais

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais: papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita. O cursista deve trazer sua reglete e punção para as aulas.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2013 - Iniciação ao Sistema Braille – Turma I

Iniciação ao Sistema Braille - Turma I



Público: Funcionários, Pais e Responsáveis de alunos, Voluntários e demais pessoas interessadas.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Ensino Fundamental completo.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: Já Concluído

Horários: Segundas e Quartas-Feiras, de 14:30 às 16:30

Período de Inscrição: Finalizado

Atenção: Não haverá alojamento para este curso

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de Identidade;
• Certificado de conclusão do Ensino Fundamental;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: frequência mínima de 75% às aulas e nota igual ou superior a 6,0 (seis).

Taxa de Material: Não há.

Professor: Vítor Alberto Marques.

Breve Currículo: Vítor Alberto Marques - Licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense. Fez o Curso de Formação de Professores pelo Instituto Helena Antipoff. É professor do Instituto Benjamin Constant desde 1985. Dentre outras atividades, leciona em cursos de Braille.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille

2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille

3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação

4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto

5. Simbologia matemática:
a) Numerais: indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais, fracionários
b) Representação de datas
c) Representação das operações fundamentais

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais: papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita. O cursista deve trazer sua reglete e punção para as aulas.

Bibliografia:

Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Iniciação ao Sistema Braille – Turma 2

Iniciação ao Sistema Braille – Turma 2




Público: Funcionários, pais e responsáveis de alunos, voluntários e demais pessoas interessadas.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em braille. Identificação e representação dos caracteres braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille.

Carga horária total: 40 horas/aula.

Pré-requisitos: Ensino Fundamental completo.

Nº de vagas: 25

Período: de 20/09 a 29/11/2016

Horários: terças e quintas-feiras, de 13:30 às 15:30 h.

ATENÇÃO: Para este curso NÃO será oferecido alojamento.

Período de pré-inscrição: de 13/06 a 15/07/2016.

Documentos obrigatórios:
Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra.download da ficha de pré-inscrição.
Documento de identidade;
Certificado de conclusão do Ensino Fundamental;
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes

Para certificação: frequência mínima de 75% e nota igual ou superior a 6,0 (seis)

Taxa de material: não há.

Professora: Geni Pinto de Abreu

Breve currículo: Pós-graduada no curso “O Processo de Letramento na Alfabetização de Crianças com Cegueira na Educação Infantil e/ou Primeiro Ano do Ensino Fundamental” promovido pelo Instituto Benjamin Constant/Instituto Superior de Educação do Estado do Rio de Janeiro (2012/2014). Graduada em Letras – Português/Literatura pelo Centro Universitário Cidade (2003/2006). Professora Magistério (1º ao 5º anos), no Colégio Estadual Julia Kubistchek (1994/1996). Atuou como professora substituta - Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille no programa de Reabilitação do Instituto Benjamin Constant (2007/2009). Desde 2014 é professora de braille no Instituto Benjamim Constant.

Programa:
1. Sistema Braille – breve histórico
2. Instrumentos utilizados para a escrita
3. O Sistema Braille:
a) alfabeto
b) letras acentuadas
c) sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, sinal de número
d) pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o braille e vice-versa):
a) palavras, frases e pequenos textos
b) parágrafo
5. Simbologia matemática:
a) numerais: indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais e fracionários
b) representação de datas
c) representação das operações fundamentais
6. Leitura de pequenos textos sem interponto.

Metodologia do curso: aulas teóricas e práticas.

Avaliação: continua (4 trabalhos escritos e 4 de leitura realizados ao longo curso)

Bibliografia:

Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille


(Atenção: a realização desse curso foi cancelada em 05/09/2014)



Público: Professores e acadêmicos da área de Educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Não há.

Nº de Vagas: 25

Período do curso: de 02/10 a 06/11/2014.

Horários: Terças e quintas, das 18:15 às 21:45 hs.

ATENÇÃO: NÃO será oferecido alojamento para este curso.

Período de pré-inscrições: De 01 a 31/08/2014.

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de identidade;
• Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professora: Maria Luzia do Livramento

Breve Currículo: Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio Azevedo do Amaral no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Foi revisora Braille, nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Amparo ao Cego no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille
3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto
5. Simbologia matemática:
a) Numerais indo-arábicos, romanos e ordinais
b) Representação das operações fundamentais
c) Representação de datas

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais fornecidos pelo IBC: reglete, punção, papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2014 - Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille




Público: Professores e acadêmicos da área de Educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Não Há.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 17 a 21/02/2014.

Horários: De segunda a sexta-feira, de 08:00 às 17:00 hs.

ATENÇÃO: Por motivo de obras nas acomodações, NÃO será oferecido alojamento para este curso.

Período de Pré-Inscrição: De 18/11 a 20/12/2013.

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de identidade;
• Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professora: Maria Luzia do Livramento

Breve Currículo:
Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio de Azevedo no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Foi revisora Braille, nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Amparo ao Cego no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille
3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto
5. Simbologia matemática:
a) Numerais indo-arábicos, romanos e ordinais
b) Representação das operações fundamentais
c) Representação de datas

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais fornecidos pelo IBC: reglete, punção, papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2013 - Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille - Turma I

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille - Turma I



Público: Professores e acadêmicos da área de Educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Data do curso: Curso cancelado em 29/04/2013

Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs

Período de inscrição: Finalizado

Documentos Obrigatórios:
•Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
•Documento de identidade;
•Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
•Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professor da Disciplina: Carla Maria de Souza.

Breve Currículo: Carla Maria de Souza - Pós-graduada em Literatura Brasileira pela UERJ (1995). Graduada em Letras Português – Literaturas pela UERJ (1992). Concluiu o Curso de Formação de Professores do Instituto de Educação do RJ em 1986. Fez o Curso de Especialização de Professores na área da Deficiência da Visão, do IBC, em 1987. Foi professora da Rede Municipal do Rio de Janeiro no período de 1988 a 1993. Ingressou como docente no IBC em1993, onde atua até os dias atuais como professora em turmas do Ensino Fundamental. Coordenou o 1º segmento do Ensino Fundamental do IBC, foi Chefe da Divisão de Ensino de 2007 a 2009 e Supervisora Pedagógica de 2009 a 2001. Atua, também, como professora em cursos de Braille.

Programa:

1.Breve histórico do Sistema Braille

2.Instrumentos utilizados para a escrita:
a)Reglete e punção
b)Máquina de datilografia Braille

3.O Sistema Braille:
a)Alfabeto
b)Letras acentuadas
c)Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d)Pontuação

4.Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a)Palavras, frases e pequenos textos
b)Parágrafo e centralização de títulos
c)Leitura de textos em interponto

5.Simbologia matemática:
a)Numerais indo-arábicos, romanos e ordinais
b)Representação das operações fundamentais
c)Representação de datas

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais fornecidos pelo IBC: reglete, punção, papel 120g; apostilas em braille e no sistema comum de escrita.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – Turma 2

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – Turma 2




Público: Professores e acadêmicos da área de Educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em braille. Identificação e representação dos caracteres braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille.

Carga horária total: 40 horas/aula.

Pré-requisitos: não há.

Nº de vagas: 25

Período do curso: de 27/06 a 01/07/2016.

Horários: de segunda a quinta-feira das 8 às 17 h e sexta-feira das 8 às 11:30 h.

Período de pré-inscrição: de 28/03 a 29/04/2016.

Documentos obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra.download da ficha de pré-inscrição.
Documento de identidade;
Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: frequência mínima de 75% e nota (média) igual ou superior a 6,0 (seis)

Taxa de material: R$ 40,00

Atenção: Para este curso o participante deverá trazer reglete e punção. Não será permitida frequência as aulas sem este material. O cursista que comparecer no segundo dia de aula sem o referido material será desligado do curso.

Professora: Maria Luzia do Livramento

Breve currículo: Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio Azevedo do Amaral no ano de 1984. Foi revisora braille, nos períodos de 1993/2001 e 2004/2009 no IBC. Foi revisora braille na Associação Macaense de Apoio aos Cegos no período de 2002/2003. Atualmente é professora de braille do Instituto Benjamin Constant (IBC), aprovada no concurso público de 2009.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita
3. O Sistema Braille:
a) alfabeto
b) letras acentuadas
c) sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o braille e vice-versa):
a) palavras, frases e pequenos textos
b) parágrafo e centralização de títulos
5. Simbologia matemática:
a) numerais indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais e fracionários
b) representação das operações fundamentais
c) representação de datas
6. Leitura de textos com interponto

Metodologia do curso: aulas teóricas e práticas.

Avaliação: contínua (2 trabalhos escritos e 2 de leitura realizados ao longo curso)

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – Turma 1

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – Turma 1




Público: Professores e acadêmicos da área de Educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em braille. Identificação e representação dos caracteres braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille.

Carga horária total: 40 horas/aula.

Pré-requisitos: não há.

Nº de vagas: 25

Período do curso: de 15 a 19/02/2016.

Horários: de segunda a quinta-feira das 8 às 17 h e sexta-feira das 8 às 11:30 h.

Período de pré-inscrição: de 16/11 a 18/12/2015.

Documentos obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra.download da ficha de pré-inscrição.
Documento de identidade;
Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: frequência mínima de 75% e nota (média) igual ou superior a 6,0 (seis)

Taxa de material: R$ 40,00

Atenção: Para este curso o participante deverá trazer reglete e punção. Não será permitida frequência as aulas sem este material. O cursista que comparecer no segundo dia de aula sem o referido material será desligado do curso.

Professora: Maria Luzia do Livramento

Breve currículo: Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio Azevedo do Amaral no ano de 1984. Foi revisora braille, nos períodos de 1993/2001 e 2004/2009 no IBC. Foi revisora braille na Associação Macaense de Apoio aos Cegos no período de 2002/2003. Atualmente é professora de braille do Instituto Benjamin Constant (IBC), aprovada no concurso público de 2009.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita
3. O Sistema Braille:
a) alfabeto
b) letras acentuadas
c) sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o braille e vice-versa):
a) palavras, frases e pequenos textos
b) parágrafo e centralização de títulos
5. Simbologia matemática:
a) numerais indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais e fracionários
b) representação das operações fundamentais
c) representação de datas
6. Leitura de textos com interponto

Metodologia do curso: aulas teóricas e práticas.

Avaliação: contínua (2 trabalhos escritos e 2 de leitura realizados ao longo curso)

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – Turma 2

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – Turma 2




Público: Professores e acadêmicos da área de Educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Não há.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 06 a 10/07/2015.

Horários: De segunda a sexta-feira, de 08:00 às 17:00 hs.

Período de Pré-Inscrição: De 06/04 a 08/05/2015.

Documentos Obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra. Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
Documento de identidade;
Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: sem taxa

Atenção: Para este curso o participante deverá trazer reglete e punção. Não será permitida frequência às aulas sem este material. O cursista que comparecer no segundo dia de aula sem o referido material será desligado do curso.

Materiais fornecidos pelo IBC: papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita.

Professora: Maria Luzia do Livramento

Breve Currículo:
Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio Azevedo do Amaral no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Foi revisora Braille, nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Apoio ao Cego no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille
3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto
5. Simbologia matemática:
a) Numerais indo-arábicos, romanos e ordinais
b) Representação das operações fundamentais
c) Representação de datas

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – Turma 1

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – Turma 1




Público: Professores e acadêmicos da área de Educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Não há.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 23 a 27/02/2015.

Horários: De segunda a sexta-feira, de 08:00 às 17:00 hs.

Período de Pré-Inscrição: De 03 a 28/11/2014.

Documentos Obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra. Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
Documento de identidade;
Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: sem taxa

Atenção: Para este curso o participante deverá trazer reglete e punção. Não será permitida frequência às aulas sem este material. O cursista que comparecer no segundo dia de aula sem o referido material será desligado do curso.

Materiais fornecidos pelo IBC: papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita.

Professora: Maria Luzia do Livramento

Breve Currículo:
Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio Azevedo do Amaral no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Foi revisora Braille, nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Apoio ao Cego no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille
3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto
5. Simbologia matemática:
a) Numerais indo-arábicos, romanos e ordinais
b) Representação das operações fundamentais
c) Representação de datas

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2012 - Técnicas de Leitura, Escrita e Metodologia de Ensino do Sistema Braille

Técnicas de Leitura, Escrita e Metodologia de Ensino do Sistema Braille



ATENÇÃO: Curso Cancelado



Público: Professores e acadêmicos da área de educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos para o Sistema Braille integral. Metodologia e práticas de ensino do Sistema Braille.

Carga Horária Total: 64 horas/aula.

Pré-Requisitos: Não há.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 07/08 a 27/11/2012

Horários: Terça e quinta-feira, de 13:30 às 15:30hs

Período de Pré-Inscrição: De 11/06 a 13/07/2012

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de Identidade;
• Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 80% e média igual ou superior a 6,0

Taxa de Material: R$ 80,00

Professor da Disciplina: Maria Helena Franco Sena.

Breve Currículo: Maria Helena Franco Sena – Graduada em Letras Português – Inglês, pela Universidade Santa Úrsula (1980).Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Santa Rosa de Lima (1975). Fez o Curso de Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão, do IBC, em 1983. Ingressou como docente no IBC em 1982, onde atua como professora nas séries iniciais do ensino fundamental e ministra cursos de Braille e de técnicas de cálculos no Soroban. Foi membro da Comissão Brasileira do Braille – MEC, (1999 a 2002).

Programa:

1.Breve histórico do Sistema Braille

2.Instrumentos utilizados para a escrita:
a)Reglete e punção
b)Máquina de datilografia Braille

3.O Sistema Braille:
a)Alfabeto
b)Letras acentuadas
c)Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d)Pontuação

4.Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a)Palavras, frases e pequenos textos
b)Parágrafo e centralização de títulos
c)Leitura de textos em interponto

5.Simbologia matemática:
a)Numerais: indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais, fracionários
b)Representação das operações fundamentais
c)Representação de datas

6.Metodologia de ensino do Sistema Braille para pessoas cegas:
a)A pessoa com deficiência visual
b)Pré-requisitos para a leitura e escrita
c)Sugestões de atividades práticas que estimulem o desenvolvimento do tato

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas

Materiais fornecidos pelo IBC: reglete, punção, papel 120g; apostilas em braille e no sistema comum de escrita.

Avaliação: escrita e leitura

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – 80 horas/aula

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – 80 horas/aula




Público: Profissionais interessados em atuar na área da deficiência visual. Terá prioridade na matrícula o interessado que comprovar que já atua na área.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa deficiente visual. O instrumental necessário para a escrita em braille. Identificação e representação dos caracteres braille na leitura e escrita de textos. A simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille.

Carga horária total: 80 horas/aula.

Pré-requisitos: Ensino Médio completo.

Nº de vagas: 20

Período do curso: de 07 a 18/03/2016.

Horários: de segunda a quinta-feira das 8 às 17 h e sexta-feira das 8 às 11:30 h.

Período de pré-inscrição: de 01/12/2015 a 19/01/2016.

Documentos obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra.download da ficha de pré-inscrição.
Documento de identidade;
Certificado de conclusão do Ensino Médio;
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: frequência mínima de 75% e média igual ou superior a 6,0 (seis)

Taxa de material: R$ 40,00

Atenção: Para este curso o participante deverá trazer reglete e punção. Não será permitida frequência às aulas sem este material. O cursista que comparecer no segundo dia de aula sem o referido material será desligado do curso.

Professora: Geni Pinto de Abreu

Breve Currículo: Pós-graduada no curso “O Processo de Letramento na Alfabetização de Crianças com Cegueira na Educação Infantil e/ou Primeiro Ano do Ensino Fundamental” promovido pelo Instituto Benjamin Constant/Instituto Superior de Educação do Estado do Rio de Janeiro (2012/2014). Graduada em Letras – Português/Literatura pelo Centro Universitário Cidade (2003/2006). Professora Magistério (1º ao 5º anos), no Colégio Estadual Julia Kubistchek (1994/1996). Atuou como professora substituta - Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille no programa de Reabilitação do Instituto Benjamin Constant (2007/2009). Desde 2014 é professora de braille no Instituto Benjamim Constant.

Programa:
1. Pequeno histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita
3. Alfabeto Braille
4. Sinais Exclusivos do Sistema Braille
5. Transcrição de pequenos textos (do sistema comum para o braille e vice-versa)
Disposição do Título (centralização e recuo)
6. Simbologia matemática
Numerais indo-arábicos
Sistema de numeração romana
Numerais ordinais
Decimais e frações
Sistema monetário brasileiro
Representação de datas
Números de telefone
Representação das operações fundamentais
Símbolos unificadores
Conjuntos
7. Simbologia informática
8. Leitura de textos em interponto

Metodologia: aulas teóricas e práticas.

Avaliação: trabalhos de leitura e escrita realizados ao longo do curso e duas avaliação (uma de escrita e outra de leitura)

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos 2014 - Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille

(Atenção: a realização desse curso foi cancelada em 24/02/2014).





Público: Professores e acadêmicos da área de Educação.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 40 horas/aula.

Pré-Requisitos: Não há.

Nº de Vagas: 25

Período do Curso:De 11/03 a 15/04/2014 (dia 13/03 não haverá aula. A professora é representante do IBC na Comissão Brasileira de Braille e terá reunião em Brasília nesta data).

Horários: Terças e Quintas-Feiras, das 18:15 às 21:45hs

ATENÇÃO: NÃO será oferecido alojamento para este curso.

Período de Pré-Inscrição: De 13/01 a 07/02/2014.
ATENÇÃO: PERÍODO DE INSCRIÇÃO PRORROGADO ATÉ O DIA 21/02/2014.

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra : Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.;
• Documento de identidade;
• Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professora: Maria Luzia do Livramento

Breve Currículo: Graduada em Psicologia pelas Faculdades Integradas Celso Lisboa (1989). Concluiu o Curso de Formação de Professores no Colégio Estadual Ignácio Azevedo do Amaral no ano de 1984. Fez o Curso Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC em 1990. Foi revisora Braille, nos períodos de 1993 a 2001 e 2004 a 2009, no IBC. Foi revisora Braille na Associação Macaense de Amparo ao Cego no período de 2002 a 2003. Atualmente é professora de Braille do Instituto Benjamin Constant, aprovada no concurso público de 2009.

Programa:

1. Breve histórico do Sistema Braille
2. Instrumentos utilizados para a escrita:
a) Reglete e punção
b) Máquina de datilografia Braille
3. O Sistema Braille:
a) Alfabeto
b) Letras acentuadas
c) Sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, grifo, sinal de número
d) Pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o Braille e vice-versa):
a) Palavras, frases e pequenos textos
b) Parágrafo e centralização de títulos
c) Leitura de textos em interponto
5. Simbologia matemática:
a) Numerais indo-arábicos, romanos e ordinais
b) Representação das operações fundamentais
c) Representação de datas

Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Materiais fornecidos pelo IBC: reglete, punção, papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

O Código Braille: Observações e Normas de Aplicação -2

2 - NÚMEROS E SINAIS COM ELES USADOS


12 - Os caracteres da 1ª série, precedidos do sinal Números e Sinais Com Eles Usados (3456), representam os algarismos de um a zero. Quando um número é formado por dois ou mais algarismos, só o primeiro é precedido deste sinal.

EXEMPLOS:
Exemplos

13 - O sinal Números e Sinais Com Eles Usados (2) representa a vírgula e o ponto que em tinta se empregam para, num numeral decimal, separar a parte inteira da parte decimal.

EXEMPLOS:
Exemplos

14 - O ponto 3 representa o ponto separador de classes. É corrente, contudo, só efetuar tal separação em números constituídos por mais de quatro algarismos, na parte inteira ou na parte decimal.

EXEMPLOS:
Exemplos

15 - Os números ordinais representam-se pelos caracteres da 5ª série, precedidos do sinal Números e Sinais Com Eles Usados (3456) e seguidos de uma das terminações o, a, os, as.

EXEMPLOS:
Exemplos

16 - Quando números ou letras e números se articulam numa só sucessão, os números são sempre precedidos do sinal Números e Sinais Com Eles Usados (3456) e as letras devem ficar claramente distintas em relação aos algarismos. A articulação de números com as dez primeiras letras do alfabeto exige que estas sejam precedidas do sinal de letra latina minúscula Números e Sinais Com Eles Usados (5).

a) Números articulados com números:
Exemplos

b) Números articulados com letras maiúsculas:
Exemplos

c) Números articulados com letras minúsculas:
Exemplos

d) Letras articuladas com números:
Exemplos

17 - Na escrita de frações, os sinais Números e Sinais Com Eles Usados (256) e Números e Sinais Com Eles Usados (5 256) representam o respectivo traço horizontal.

EXEMPLOS:
Exemplos

17.1 - No caso de números fracionários em escrita abreviada, o numerador pode representar-se pelos sinais da 5ª série e o denominador pelos sinais da 1ª série, sem repetição do sinal de número.

EXEMPLOS:
Exemplos

17.2 - Nos números mistos, a parte fracionária segue imediatamente a parte inteira.

EXEMPLOS:
Exemplos

18 - O cifrão Números e Sinais Com Eles Usados (56) é usado para expressar a unidade monetária de numerosos países, incluindo-se Brasil e, até 28 de fevereiro de 2002, Portugal. Em Portugal, quando não há algarismo correspondente à unidade, o sinal Números e Sinais Com Eles Usados precede imediatamente o cifrão.

EXEMPLOS:
Exemplos

18.1 - O euro é representado pelo sinal composto Números e Sinais Com Eles Usados (4 15) e precede ou segue imediatamente o número.

EXEMPLOS:
Exemplos

19 - Os sinais compostos Números e Sinais Com Eles Usados e Números e Sinais Com Eles Usados representam, respectivamente, por cento e por mil. Estes sinais ficam sempre ligados aos números a que se referem.

EXEMPLOS:
Exemplos

20 - O sinal composto Números e Sinais Com Eles Usados representa parágrafo e parágrafos jurídicos. Emprega-se imediatamente antes de um número e é seguido de espaço antes de uma palavra.

EXEMPLOS:
Exemplos

21 - A representação de datas sob a forma inteiramente numérica deve obedecer às seguintes regras:

a) Os elementos constitutivos da data devem ser colocados pela ordem dia-mês-ano, utilizando-se dois algarismos para o dia, dois para o mês e dois ou quatro para o ano.

b) A representação deve ser feita com algarismos arábicos.

c) Na representação do ano não se emprega o ponto separador de classes.

d) Os elementos constitutivos da data devem ser separados por barra ou hífen.

e) O sinal de algarismo deve ser repetido antes de cada elemento.

EXEMPLOS:
Exemplos

22 - Os sinais de operação e de relação podem transcrever-se, na generalidade dos casos, sem espaços.

EXEMPLOS:
Exemplos

22.1 - A translineação das expressões far-se-á, preferentemente, após um sinal de operação ou de relação, o qual se repetirá no início da linha imediata. Quando este processo não for possível, emprega-se o sinal Números e Sinais Com Eles Usados (5) que não se repetirá na linha seguinte.

EXEMPLOS:
Exemplos

22.2 - Se uma expressão contiver palavra ou palavras, para maior clareza ou uniformidade de representação, os sinais operatórios e de relação podem usar-se entre espaços.

EXEMPLOS:
Exemplos

23 - Os símbolos das unidades de medida escrevem-se sem ponto abreviativo e ficam separados por um espaço dos números que, em geral, os precedem.

EXEMPLOS:
Exemplos

24 - Na representação de amplitudes de arcos e ângulos, expressas em graus sexagesimais, o sinal Números e Sinais Com Eles Usados (356) emprega-se como símbolo da unidade grau; o sinal Números e Sinais Com Eles Usados (1256), como símbolo da unidade minuto; o sinal Números e Sinais Com Eles Usados (1256 1256), como símbolo da unidade segundo.

EXEMPLOS:
Exemplos

25 - O sinal Números e Sinais Com Eles Usados (356) emprega-se também como símbolo da unidade grau, na representação de temperaturas, e pode ser combinado com outros símbolos.

EXEMPLOS:
Exemplos

26 - As medidas de tempo e de arcos e ângulos se escrevem com espaços intermediários.

EXEMPLOS:
Exemplos

27 - O sinal Números e Sinais Com Eles Usados (16) confere aos elementos que o seguem o significado de expoente ou índice superior.

EXEMPLOS:
Exemplos

28 - O sinal Números e Sinais Com Eles Usados (34) confere aos elementos que o seguem o significado de índice inferior.

EXEMPLOS:
Exemplos

29 - Para escrever a numeração romana empregam-se letras maiúsculas.

EXEMPLOS:
Exemplos

29.1 - Quando o número é constituído por duas ou mais letras, emprega-se o sinal Números e Sinais Com Eles Usados (46 46) antes da primeira.

EXEMPLOS:
Exemplos

29.2 - O traço horizontal que multiplica por mil a parte coberta do número romano, e o duplo traço que a multiplica por um milhão, representam-se, respectivamente, pelos sinais Números e Sinais Com Eles Usados (25) e Números e Sinais Com Eles Usados (25 25), colocados imediatamente depois da última letra afetada pelo(s) traço(s).

EXEMPLOS:
Exemplos

3 - SINAL DE ITÁLICO E OUTRAS VARIANTES TIPOGRÁFICAS


30 - O sinal Sinal de Itálico (35) é o correspondente braille do itálico, sublinhado, negrito e da impressão em outros tipos (cursivo, normando, etc.). Antepõe-se e pospõe-se imediatamente a texto, fragmento de texto, palavra ou elemento de palavra a destacar.

EXEMPLOS:
Exemplos

30.1 - Se o texto a destacar é constituído por mais de um parágrafo, o sinal Sinal de Itálico (35) antepõe-se a cada um deles e pospõe-se apenas ao último.

EXEMPLO:
Exemplos

30.2
Exemplos

4 - PONTUAÇÃO E SINAIS ACESSÓRIOS

31 - Ressalvadas as exceções referidas em algumas normas desta alínea, os sinais de pontuação e acessórios não devem separar-se da palavra a que dizem respeito.

EXEMPLOS:
Exemplos

32 - O sinal Pontuação e Sinais Acessórios (3), além de ponto final, tem o valor de ponto abreviativo, tanto no interior como no fim dos vocábulos.

EXEMPLOS:
Exemplos

32.1 - Escrevem-se sem espaços intermediários as abreviaturas de expressões correntes.

EXEMPLOS:
Exemplos

32.2 - Escrevem-se com espaços intermediários as abreviaturas de nomes de pessoas.

EXEMPLOS:
Exemplos

33 - O sinal Pontuação e Sinais Acessórios (3) representa também o apóstrofo. Em caso de translineação, ele não deve ser seguido de hífen.

EXEMPLOS:
Exemplos

34 - As reticências, representadas pelo sinal composto Pontuação e Sinais Acessórios (3 3 3), podem aparecer isoladas quando significam omissão de texto; podem também ser antecedidas ou seguidas de outros sinais.

EXEMPLOS:
Exemplos

35 - Os parênteses e os colchetes (parênteses retos), em contextos literários podem assumir duas formas distintas de representação: a forma simples e a forma composta.

35.1 - Formas simples:
Pontuação e Sinais Acessórios

Nos contextos literários, para manter a uniformidade com o Código Matemático Unificado (CMU), se empregam as formas simples em duas circunstâncias:

a) Se o sinal de abertura for seguido imediatamente por um numeral e o sinal de fechamento for precedido por um numeral.

b) Se o sinal de fechamento suceder um numeral, geralmente indicando uma enumeração ou enumerações de itens.

EXEMPLOS:
Exemplos

35.2 - Formas compostas:
Pontuação e Sinais Acessórios

Estas formas compostas se empregam para evitar ambigüidades.

EXEMPLOS:
Exemplos

36 - As aspas Aspas (236), abre e fecha, que em tinta aparecem sob a forma de vírgulas em posição natural ou invertidas, representam-se com o símbolo braille já referido; as aspas sob a forma de pequenos ângulos, simples ou duplos, têm como correspondente braille o sinal composto Pontuação e Sinais Acessórios (6 236); outras variantes de aspas são representadas pelo sinal composto Pontuação e Sinais Acessórios (56 236).

EXEMPLOS:
Exemplos

36.1 - Quando num texto em colunas, se pretende usar aspas por baixo de palavra ou palavras, significando “igual, idem, a mesma coisa”, etc., usa-se em braille o sinal de aspas duplo Aspas duplas (236 236), a fim de facilitar a sua identificação.

EXEMPLOS:
Exemplos

36.2 - Mesmo quando não seja possível ou prático reproduzir em braille um texto disposto em colunas, o sinal de aspas duplo pode, ainda assim, ser empregado, desde que o elemento por ele representado ocorra em início de linha e duas ou mais vezes consecutivas.

EXEMPLOS:
Exemplos

37 - O travessão pode ser antecedido ou seguido de outros sinais; mas deve ficar sempre isolado em relação a palavras anteriores e seguintes.

EXEMPLOS:
Exemplos

38 - O sinal Pontuação e Sinais Acessórios (246 135) representa um círculo e serve para destacar certa forma de enumeração.

EXEMPLOS:
Exemplos

39 - O & (e comercial) representa-se por meio do sinal E comercial (12346), que deve ficar sempre entre espaços.

EXEMPLOS:
Exemplos

40 - Os sinais Pontuação e Sinais Acessórios (6 2) e Pontuação e Sinais Acessórios (456) representam, respectivamente, a barra e a barra vertical. Em geral, não há espaços antes ou depois das barras, sendo que a barra vertical deve ser seguida de, pelo menos, meia cela em branco.

EXEMPLOS:
Exemplos

40.1 - Se as barras ocorrerem em final de linha, torna-se necessário repeti-las no início da linha imediata.

EXEMPLOS:
Exemplos

41 - As setas horizontais para a direita Seta para a direita (25 135), para a esquerda Seta para a esquerda (246 25) e de sentido duplo Sentido duplo (246 25 135) empregam-se isoladamente e, se ocorrerem no fim de uma linha, não se repetem no início da linha seguinte.

EXEMPLOS:
Exemplos

42 - O sinal restituidor do significado original de um símbolo braille representa-se por Pontuação e Sinais Acessórios (56). Emprega-se em contexto estenográfico, imediatamente antes de palavras para indicar que todos os seus caracteres têm o valor original.

42.1 - Quando necessário, emprega-se igualmente para fazer cessar um significado atribuído a novos sinais, criados em conformidade com o disposto no parágrafo 44, restituindo assim a qualquer sinal o seu significado próprio.

43 - Na escrita de textos em línguas estrangeiras emprega-se a Grafia Braille dos respectivos idiomas. (V. Apêndices.) Porém, em palavras estrangeiras isoladas e pouco freqüentes, ou ainda na grafia de palavras portuguesas que contenham vogais acentuadas para as quais não haja sinal braille correspondente neste Código, antepõem-se às letras os diacríticos seguintes:
Pontuação e Sinais Acessórios

44 - Sempre que em alguma obra a transcrever ocorram sinais cuja grafia não haja sido prevista e normalizada neste Código, deve o transcritor atribuir-lhes o correspondente sinal braille, evitando toda a possibilidade de confusão com os sinais e as normas aqui determinados. Os sinais que tiverem de ser criados deverão ser objeto de nota de rodapé em que se indique o seu significado, quando se empreguem pela primeira vez; sendo muitos estes sinais, devem figurar em lista própria e em página(s) exclusiva(s) no início do volume onde se encontram.

Iniciação ao Sistema Braille – Turma 1

Iniciação ao Sistema Braille – Turma 1




Público: Funcionários, pais e responsáveis de alunos, voluntários e demais pessoas interessadas.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa com deficiência visual. O instrumental necessário para a escrita em braille. Identificação e representação dos caracteres braille na leitura e escrita de textos. Introdução à simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille.

Carga horária total: 40 horas/aula.

Pré-requisitos: Ensino Fundamental completo.

Nº de vagas: 25

Período: de 29/02 a 30/03/2016.

Horários: segundas e quartas-feiras, de 8 às 12 h.

ATENÇÃO: Para este curso NÃO será oferecido alojamento.

Período de pré-inscrição: de 01/12/2015 a 08/01/2016.

Documentos obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra.Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
Documento de identidade;
Certificado de conclusão do Ensino Fundamental;
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes

Para certificação: frequência mínima de 75% e nota igual ou superior a 6,0 (seis)

Taxa de material: não há.

Professor: Thiago Ribeiro Duarte

Breve currículo: Graduado em Educação Artística (2004) e especialista em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2012) pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), possuindo diversos cursos na área de deficiência visual, como: Braille (2003); Adaptação de Textos e Livros para Transcrição no Sistema Braille (2005); Capacitação de Profissionais para Produção de Textos em Braille (2006); Curso de Transcrição e Impressão de Textos em Braille (2006). Atuou como transcritor Braille no IBC entre 2003 e 2006, atuou também como designer na adaptação de livros didáticos no PNLD de 2009 a 2012. Atuou como consultor Braille na OSCIP Acessibilidade Brasil, como Consultor especialista para adaptação de materiais técnico-didáticos em formato acessível, a serem distribuídos nos Sistemas de Ensino (Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Tecnologia – OEI). Autor do artigo “Construção de Métodos para Criação de Gráficos Acessíveis a Pessoas com Deficiência Visual: Utilizando o Monet”, publicado no livro “Práticas Pedagógicas no Cotidiano Escolar: desafios e diversidade” (2014). Atualmente é professor de Braille do Instituto Benjamin Constant.

Programa:
1. Sistema Braille – breve histórico
2. Instrumentos utilizados para a escrita
3. O Sistema Braille:
a) alfabeto
b) letras acentuadas
c) sinais auxiliares da escrita: maiúscula, caixa alta, sinal de número
d) pontuação
4. Transcrição (do sistema comum para o braille e vice-versa):
a) palavras, frases e pequenos textos
b) parágrafo
5. Simbolomatemática:
a) numerais: indo-arábicos, romanos, ordinais, decimais e fracionários
b) representação de datas
c) representação das operações fundamentais
6. Leitura de pequenos textos sem interponto.

Metodologia do curso: aulas teóricas e práticas.

Avaliação: continua (4 trabalhos escritos e 4 de leitura realizados ao longo curso)

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – 80 horas/aula

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – 80 horas/aula




Público: Profissionais interessados em atuar na área da deficiência visual. Terá prioridade na matrícula o interessado que comprovar que já atua na área.

Ementa: A origem do Sistema Braille e sua importância no processo de emancipação da pessoa deficiente visual. O instrumental necessário para a escrita em Braille. Identificação e representação dos caracteres Braille na leitura e escrita de textos. A simbologia matemática. Leitura e transcrição de textos no Sistema Braille integral.

Carga Horária Total: 80 horas/aula.

Pré-Requisitos: Ensino médio completo.

Nº de Vagas: 20

Período do Curso: De 27/07 a 11/09/2015.

Dias e Horários: Segunda, quarta e sexta-feira, de 08:00 às 11:40 hs.

Período de Pré-Inscrição: De 27/04 a 29/05/2015

Atenção: Para este curso, NÃO será oferecido alojamento.

Documentos Obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra. Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
Documento de identidade;
Certificado de conclusão do Ensino Médio;
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 75% e Média igual ou superior a 6,0 (1 avaliação de leitura e 1 de escrita)

Taxa de Material: R$ 30,00

Atenção: Para este curso o participante deverá trazer reglete e punção. Não será permitida frequência às aulas sem este material. O cursista que comparecer no segundo dia de aula sem o referido material será desligado do curso.

Materiais fornecidos pelo IBC: papel 120g, apostilas em braille e no sistema comum de escrita.

Professora: Geni Pinto de Abreu

Breve Currículo:
Professora Magistério (1º ao 5º anos), no Colégio Estadual Julia Kubistchek (1994/1996). Graduada em Letras - Português e Literatura pelo Centro Universitário Cidade (2003/2006). Concluiu o curso de Pós-graduação “O Processo de Letramento na Alfabetização de Crianças com Cegueira na Educação Infantil e/ou Primeiro Ano do Ensino Fundamental” no Instituto Benjamin Constant/Instituto Superior de Educação do Estado do Rio de Janeiro (2012/2014). Atuou como Professora substituta - Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille no programa de Reabilitação do Instituto Benjamin Constant (2007/2009). Desde 2014 é Professora de Braille no Instituto Benjamim Constant.



Programa:
5.1. Pequeno histórico do Sistema Braille
5.2. Instrumentos utilizados para a escrita
Reglete
Máquina de datilografia Perkins Braille
5.3. Alfabeto Braille
1ª linha
2ª linha
3ª linha
Letras acentuadas
5.4. Sinais Exclusivos do Sistema Braille
5.5. Transcrição de pequenos textos (do sistema comum para o Braille e vice-versa)
Disposição do Título (centralização e recuo)
5.6. Simbologia matemática
Numerais indo-arábicos
Sistema de numeração romana
Numerais ordinais
Decimais e frações
Sistema monetário brasileiro
Representação de datas
Números de telefone
Representação das operações fundamentais
Símbolos unificadores
Conjuntos
5.7. Simbologia informática
5.8. Leitura de textos em interponto


Metodologia do Curso: aulas teóricas e práticas.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

O Código Braille: Observações e Normas de Aplicação - Contraste

9 - Os sinais do Código Braille empregam-se geralmente em conformidade com os preceitos da ortografia oficial e com os textos que representam. No entanto, devem ter-se em conta as observações e normas de aplicação que se seguem.

1 - SINAL DE LETRA MAIÚSCULA


10 - As letras maiúsculas representam-se pelas minúsculas precedidas imediatamente do sinal SINAL DE LETRA MAIÚSCULA (46), com o qual formam um símbolo composto.

EXEMPLOS:
SINAL DE LETRA MAIÚSCULA

10.1 - Para indicar que todas as letras de uma palavra são maiúsculas, utiliza-se o sinal SINAL DE LETRA MAIÚSCULA (46 46) antes da primeira.

EXEMPLO:
SINAL DE LETRA MAIÚSCULA

10.2 - Quando o número de palavras com todas as letras maiúsculas é superior a três, pode empregar-se antes da primeira o sinal composto SINAL DE LETRA MAIÚSCULA (25 46 46) e antes da última o sinal composto SINAL DE LETRA MAIÚSCULA (46 46).

EXEMPLO:
SINAL DE LETRA MAIÚSCULA


11 - As siglas, constituídas por iniciais maiúsculas, representam-se antepondo-lhes o sinal composto siglas (46 46).

EXEMPLOS:
siglas

11.1 - Quando, no original em tinta, as iniciais das siglas são seguidas de ponto abreviativo, antepõe-se a cada uma delas o sinal simples siglas (46).

EXEMPLO:
siglas

2 - NÚMEROS E SINAIS COM ELES USADOS


12 - Os caracteres da 1ª série, precedidos do sinal Números e Sinais Com Eles Usados (3456), representam os algarismos de um a zero. Quando um número é formado por dois ou mais algarismos, só o primeiro é precedido deste sinal.

EXEMPLOS:
Exemplos

13 - O sinal Números e Sinais Com Eles Usados (2) representa a vírgula e o ponto que em tinta se empregam para, num numeral decimal, separar a parte inteira da parte decimal.

EXEMPLOS:
Exemplos

14 - O ponto 3 representa o ponto separador de classes. É corrente, contudo, só efetuar tal separação em números constituídos por mais de quatro algarismos, na parte inteira ou na parte decimal.

EXEMPLOS:
Exemplos

15 - Os números ordinais representam-se pelos caracteres da 5ª série, precedidos do sinal Números e Sinais Com Eles Usados (3456) e seguidos de uma das terminações o, a, os, as.

EXEMPLOS:
Exemplos

16 - Quando números ou letras e números se articulam numa só sucessão, os números são sempre precedidos do sinal Números e Sinais Com Eles Usados (3456) e as letras devem ficar claramente distintas em relação aos algarismos. A articulação de números com as dez primeiras letras do alfabeto exige que estas sejam precedidas do sinal de letra latina minúscula Números e Sinais Com Eles Usados (5).

a) Números articulados com números:
Exemplos

b) Números articulados com letras maiúsculas:
Exemplos

c) Números articulados com letras minúsculas:
Exemplos

d) Letras articuladas com números:
Exemplos

17 - Na escrita de frações, os sinais Números e Sinais Com Eles Usados (256) e Números e Sinais Com Eles Usados (5 256) representam o respectivo traço horizontal.

EXEMPLOS:
Exemplos

17.1 - No caso de números fracionários em escrita abreviada, o numerador pode representar-se pelos sinais da 5ª série e o denominador pelos sinais da 1ª série, sem repetição do sinal de número.

EXEMPLOS:
Exemplos

17.2 - Nos números mistos, a parte fracionária segue imediatamente a parte inteira.

EXEMPLOS:
Exemplos

18 - O cifrão Números e Sinais Com Eles Usados (56) é usado para expressar a unidade monetária de numerosos países, incluindo-se Brasil e, até 28 de fevereiro de 2002, Portugal. Em Portugal, quando não há algarismo correspondente à unidade, o sinal Números e Sinais Com Eles Usados precede imediatamente o cifrão.

EXEMPLOS:
Exemplos

18.1 - O euro é representado pelo sinal composto Números e Sinais Com Eles Usados (4 15) e precede ou segue imediatamente o número.

EXEMPLOS:
Exemplos

19 - Os sinais compostos Números e Sinais Com Eles Usados e Números e Sinais Com Eles Usados representam, respectivamente, por cento e por mil. Estes sinais ficam sempre ligados aos números a que se referem.

EXEMPLOS:
Exemplos

20 - O sinal composto Números e Sinais Com Eles Usados representa parágrafo e parágrafos jurídicos. Emprega-se imediatamente antes de um número e é seguido de espaço antes de uma palavra.

EXEMPLOS:
Exemplos

21 - A representação de datas sob a forma inteiramente numérica deve obedecer às seguintes regras:

a) Os elementos constitutivos da data devem ser colocados pela ordem dia-mês-ano, utilizando-se dois algarismos para o dia, dois para o mês e dois ou quatro para o ano.

b) A representação deve ser feita com algarismos arábicos.

c) Na representação do ano não se emprega o ponto separador de classes.

d) Os elementos constitutivos da data devem ser separados por barra ou hífen.

e) O sinal de algarismo deve ser repetido antes de cada elemento.

EXEMPLOS:
Exemplos

22 - Os sinais de operação e de relação podem transcrever-se, na generalidade dos casos, sem espaços.

EXEMPLOS:
Exemplos

22.1 - A translineação das expressões far-se-á, preferentemente, após um sinal de operação ou de relação, o qual se repetirá no início da linha imediata. Quando este processo não for possível, emprega-se o sinal Números e Sinais Com Eles Usados (5) que não se repetirá na linha seguinte.

EXEMPLOS:
Exemplos

22.2 - Se uma expressão contiver palavra ou palavras, para maior clareza ou uniformidade de representação, os sinais operatórios e de relação podem usar-se entre espaços.

EXEMPLOS:
Exemplos

23 - Os símbolos das unidades de medida escrevem-se sem ponto abreviativo e ficam separados por um espaço dos números que, em geral, os precedem.

EXEMPLOS:
Exemplos

24 - Na representação de amplitudes de arcos e ângulos, expressas em graus sexagesimais, o sinal Números e Sinais Com Eles Usados (356) emprega-se como símbolo da unidade grau; o sinal Números e Sinais Com Eles Usados (1256), como símbolo da unidade minuto; o sinal Números e Sinais Com Eles Usados (1256 1256), como símbolo da unidade segundo.

EXEMPLOS:
Exemplos

25 - O sinal Números e Sinais Com Eles Usados (356) emprega-se também como símbolo da unidade grau, na representação de temperaturas, e pode ser combinado com outros símbolos.

EXEMPLOS:
Exemplos

26 - As medidas de tempo e de arcos e ângulos se escrevem com espaços intermediários.

EXEMPLOS:
Exemplos

27 - O sinal Números e Sinais Com Eles Usados (16) confere aos elementos que o seguem o significado de expoente ou índice superior.

EXEMPLOS:
Exemplos

28 - O sinal Números e Sinais Com Eles Usados (34) confere aos elementos que o seguem o significado de índice inferior.

EXEMPLOS:
Exemplos

29 - Para escrever a numeração romana empregam-se letras maiúsculas.

EXEMPLOS:
Exemplos

29.1 - Quando o número é constituído por duas ou mais letras, emprega-se o sinal Números e Sinais Com Eles Usados (46 46) antes da primeira.

EXEMPLOS:
Exemplos

29.2 - O traço horizontal que multiplica por mil a parte coberta do número romano, e o duplo traço que a multiplica por um milhão, representam-se, respectivamente, pelos sinais Números e Sinais Com Eles Usados (25) e Números e Sinais Com Eles Usados (25 25), colocados imediatamente depois da última letra afetada pelo(s) traço(s).

EXEMPLOS:
Exemplos

3 - SINAL DE ITÁLICO E OUTRAS VARIANTES TIPOGRÁFICAS


30 - O sinal Sinal de Itálico (35) é o correspondente braille do itálico, sublinhado, negrito e da impressão em outros tipos (cursivo, normando, etc.). Antepõe-se e pospõe-se imediatamente a texto, fragmento de texto, palavra ou elemento de palavra a destacar.

EXEMPLOS:
Exemplos

30.1 - Se o texto a destacar é constituído por mais de um parágrafo, o sinal Sinal de Itálico (35) antepõe-se a cada um deles e pospõe-se apenas ao último.

EXEMPLO:
Exemplos

30.2
Exemplos

4 - PONTUAÇÃO E SINAIS ACESSÓRIOS

31 - Ressalvadas as exceções referidas em algumas normas desta alínea, os sinais de pontuação e acessórios não devem separar-se da palavra a que dizem respeito.

EXEMPLOS:
Exemplos

32 - O sinal Pontuação e Sinais Acessórios (3), além de ponto final, tem o valor de ponto abreviativo, tanto no interior como no fim dos vocábulos.

EXEMPLOS:
Exemplos

32.1 - Escrevem-se sem espaços intermediários as abreviaturas de expressões correntes.

EXEMPLOS:
Exemplos

32.2 - Escrevem-se com espaços intermediários as abreviaturas de nomes de pessoas.

EXEMPLOS:
Exemplos

33 - O sinal Pontuação e Sinais Acessórios (3) representa também o apóstrofo. Em caso de translineação, ele não deve ser seguido de hífen.

EXEMPLOS:
Exemplos

34 - As reticências, representadas pelo sinal composto Pontuação e Sinais Acessórios (3 3 3), podem aparecer isoladas quando significam omissão de texto; podem também ser antecedidas ou seguidas de outros sinais.

EXEMPLOS:
Exemplos

35 - Os parênteses e os colchetes (parênteses retos), em contextos literários podem assumir duas formas distintas de representação: a forma simples e a forma composta.

35.1 - Formas simples:
Pontuação e Sinais Acessórios

Nos contextos literários, para manter a uniformidade com o Código Matemático Unificado (CMU), se empregam as formas simples em duas circunstâncias:

a) Se o sinal de abertura for seguido imediatamente por um numeral e o sinal de fechamento for precedido por um numeral.

b) Se o sinal de fechamento suceder um numeral, geralmente indicando uma enumeração ou enumerações de itens.

EXEMPLOS:
Exemplos

35.2 - Formas compostas:
Pontuação e Sinais Acessórios

Estas formas compostas se empregam para evitar ambigüidades.

EXEMPLOS:
Exemplos

36 - As aspas Aspas (236), abre e fecha, que em tinta aparecem sob a forma de vírgulas em posição natural ou invertidas, representam-se com o símbolo braille já referido; as aspas sob a forma de pequenos ângulos, simples ou duplos, têm como correspondente braille o sinal composto Pontuação e Sinais Acessórios (6 236); outras variantes de aspas são representadas pelo sinal composto Pontuação e Sinais Acessórios (56 236).

EXEMPLOS:
Exemplos

36.1 - Quando num texto em colunas, se pretende usar aspas por baixo de palavra ou palavras, significando “igual, idem, a mesma coisa”, etc., usa-se em braille o sinal de aspas duplo Aspas duplas (236 236), a fim de facilitar a sua identificação.

EXEMPLOS:
Exemplos

36.2 - Mesmo quando não seja possível ou prático reproduzir em braille um texto disposto em colunas, o sinal de aspas duplo pode, ainda assim, ser empregado, desde que o elemento por ele representado ocorra em início de linha e duas ou mais vezes consecutivas.

EXEMPLOS:
Exemplos

37 - O travessão pode ser antecedido ou seguido de outros sinais; mas deve ficar sempre isolado em relação a palavras anteriores e seguintes.

EXEMPLOS:
Exemplos

38 - O sinal Pontuação e Sinais Acessórios (246 135) representa um círculo e serve para destacar certa forma de enumeração.

EXEMPLOS:
Exemplos

39 - O & (e comercial) representa-se por meio do sinal E comercial (12346), que deve ficar sempre entre espaços.

EXEMPLOS:
Exemplos

40 - Os sinais Pontuação e Sinais Acessórios (6 2) e Pontuação e Sinais Acessórios (456) representam, respectivamente, a barra e a barra vertical. Em geral, não há espaços antes ou depois das barras, sendo que a barra vertical deve ser seguida de, pelo menos, meia cela em branco.

EXEMPLOS:
Exemplos

40.1 - Se as barras ocorrerem em final de linha, torna-se necessário repeti-las no início da linha imediata.

EXEMPLOS:
Exemplos

41 - As setas horizontais para a direita Seta para a direita (25 135), para a esquerda Seta para a esquerda (246 25) e de sentido duplo Sentido duplo (246 25 135) empregam-se isoladamente e, se ocorrerem no fim de uma linha, não se repetem no início da linha seguinte.

EXEMPLOS:
Exemplos

42 - O sinal restituidor do significado original de um símbolo braille representa-se por Pontuação e Sinais Acessórios (56). Emprega-se em contexto estenográfico, imediatamente antes de palavras para indicar que todos os seus caracteres têm o valor original.

42.1 - Quando necessário, emprega-se igualmente para fazer cessar um significado atribuído a novos sinais, criados em conformidade com o disposto no parágrafo 44, restituindo assim a qualquer sinal o seu significado próprio.

43 - Na escrita de textos em línguas estrangeiras emprega-se a Grafia Braille dos respectivos idiomas. (V. Apêndices.) Porém, em palavras estrangeiras isoladas e pouco freqüentes, ou ainda na grafia de palavras portuguesas que contenham vogais acentuadas para as quais não haja sinal braille correspondente neste Código, antepõem-se às letras os diacríticos seguintes:
Pontuação e Sinais Acessórios

44 - Sempre que em alguma obra a transcrever ocorram sinais cuja grafia não haja sido prevista e normalizada neste Código, deve o transcritor atribuir-lhes o correspondente sinal braille, evitando toda a possibilidade de confusão com os sinais e as normas aqui determinados. Os sinais que tiverem de ser criados deverão ser objeto de nota de rodapé em que se indique o seu significado, quando se empreguem pela primeira vez; sendo muitos estes sinais, devem figurar em lista própria e em página(s) exclusiva(s) no início do volume onde se encontram.

Adaptação de Textos para o Sistema Braille

Adaptação de Textos para o Sistema Braille

Público: Professores e acadêmicos da área da Educação.

Ementa: Normas técnicas e critérios para adaptação de textos e livros para o Sistema Braille. Principais grafias utilizadas no Brasil.

Carga horária total: 60 horas/aula

Pré-requisitos: domínio do Sistema Braille. Utilizar o sistema de leitura e escrita em tinta comum.

Nº de vagas: 20

Período do curso: de 04 a 13/04/2016.

Horários: de segunda a sexta-feira das 8 às 17 h, exceto 04/04, quando a aula será ministrada das 13 às 17hs (não haverá aula pela manhã).

Período de pré-inscrições: de 04/01 a 04/02/2016.

Documentos obrigatórios:
• Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra. Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição
• Documento de identidade
• Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
• Certificado de conclusão de curso de braille, com carga horária mínima de 40 horas / aula.
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes

Para certificação: frequência mínima de 75% e nota final igual ou superior a 6,0 (seis).

Taxa de material: R$ 90,00

Professores: Maristela Dalmolin e Thiago Ribeiro Duarte.

Breve currículo:
Maristela Dalmolin - Mestre em Memória Social (2015) pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO); especialista em Administração Escolar (2007) pela Universidade Cândido Mendes (UCAM); bacharel em Letras - Habilitação em Português - Literaturas (2004) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Professora do Ensino Fundamental no Instituto Benjamin Constant (IBC) desde 1992. Desde 2004, atua como adaptadora de livros didáticos e paradidáticos para o Sistema Braille, e atualmente coordena o setor de Adaptação de Livros Didáticos e Paradidático e é membro da Comissão de Audiodescrição do Instituto Benjamin Constant desde 2013

Thiago Ribeiro Duarte - Especialista em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2012) pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Graduado em Educação Artística (2004), possui diversos cursos, realizados pelo Instituto Benjamin Constant (IBC), na área de deficiência visual: Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille (2003); Adaptação de Textos e Livros para Transcrição no Sistema Braille (2005); Capacitação de Profissionais para Produção de Textos em Braille (2006); Curso de Transcrição e Impressão de Textos em Braille (2006). Atuou como transcritor Braille no IBC entre 2003/2006, atuou como designer na adaptação de livros didáticos no PNLD de 2009/2012. Atuou como consultor Braille na OSCIP Acessibilidade Brasil, como consultor especialista para adaptação de materiais técnico-didáticos em formato acessível, a serem distribuídos nos Sistemas de Ensino (Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Tecnologia – OEI). Autor do artigo “Construção de Métodos para Criação de Gráficos Acessíveis a Pessoas com Deficiência Visual: Utilizando o Monet”, publicado no livro “Práticas Pedagógicas no Cotidiano Escolar: desafios e diversidade” (2014). Atualmente é professor de braille do IBC.

Programa:
Unidade I
1. Breve histórico da produção braille no IBC

2. Pré-requisitos dos profissionais

3. Etapas da produção de livros em braille

Unidade II
1. Noções básicas das Normas Técnicas para Transcrição de Textos em Braille

2. Noções básicas de transcrição braille através do programa Braille Fácil

Unidade III
1. Adaptações de:
Esquemas
Gráficos
Tabelas
Desenhos
Figuras planas
Algoritmos
Caça-Palavras
Palavras Cruzadas
Tirinhas e histórias em quadrinhos
Mapas

2. Noções básicas de desenho tátil através do programa MONET.

Metodologia: Aulas teóricas e atividades práticas.

Avaliação: atividade prática de adaptação de conteúdos de livros didáticos do Ensino Fundamental.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU, Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

cursos 2012 - Adaptação, Transcrição e Impressão no Sistema Braille

Adaptação, Transcrição e Impressão no Sistema Braille




Público: Professores e acadêmicos da área da Educação

Ementa: Normas técnicas e critérios para adaptação de textos e livros em Braille. Principais grafias utilizadas no Brasil. Apresentação do software Braille Fácil utilizado na transcrição de textos e livros em Braille. Configuração e manuseio de impressora braille.

Carga Horária Total: 64 horas/aula

Pré-Requisitos: domínio do Sistema Braille. Utilizar o sistema de leitura e escrita em tinta comum

Nº de Vagas: 20

Período do Curso: de 09 a 20/04/2012 (de 09 a 13/04 e de 16 a 20/04/2012)

Horários: de segunda a quinta-feira, de 08 h às 16 h; sextas-feiras, das 08 h às 12 h

Período de Pré-Inscrição: de 06/02 a 09/03/2012 - Atenção: Fim do período de pré-inscrição prorrogado até dia 16/03/2012

Documentos Obrigatórios:
- Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
- Documento de identidade;
- Certificado de conclusão de curso na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área
- foto 3 x 4 recente (1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para Certificação: Frequência mínima de 75% e Média igual ou superior a 6,0 (seis)

Taxa de Material: R$ 80,00

Professoras: Elise de Melo Borba Ferreira e Paula Márcia Barbosa

Breve Currículo:
Elise de Melo Borba Ferreira - Especialista em Educação Especial – Área da Deficiência Visual – pela UNIRIO, 1998. Graduada em Letras – Português Literaturas pela UFRJ, 1983. Curso de Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão do IBC, em 1983. Atua como docente do IBC em cursos de qualificação na área da deficiência visual, desde 1993, em diversas disciplinas. É Supervisora de Cursos do DTE (desde 2010). Foi Chefe da Divisão de Capacitação de Recursos Humanos (2008- 2010), Coordenadora de Adaptação de Livros e Textos Didáticos para Transcrição em Braille (2005 a 2010), Chefe da Divisão de Imprensa Braille (1999 - 2005). Chefe da Divisão de Produção de Material Especializado (1993-1999), Coordenadora da Educação Infantil (1990-1992) e docente da 1ª fase do Ensino Fundamental (1984 - 1991). Autora do trabalho monográfico “Recursos Didáticos - uma possibilidade de construir conhecimento” (1998). Co-Autora dos artigos publicados na revista técnico-científica Benjamin Constant: “Recursos didáticos” (revista nº 05, 1996) e “O Instituto Benjamin Constant e o Sistema Braille”, ano 15, edição especial, outubro de 2009.
Paula Marcia Barbosa – Graduada em Matemática, pós-graduada em docência superior, especialista na área da deficiência visual desde 1982. Atuou como professora até 2009 nas turmas de 6º ao 9º anos no IBC, lecionando geometria. Atualmente é Coordenadora de Adaptação no Departamento Técnico-Especializado (DTE), no IBC. Desde 1992, é professora da disciplina Recursos Didáticos para o Ensino da Matemática no Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência da Visão.

Programa:

• Unidade I
1. Breve histórico da produção braille no IBC
2. Etapas da produção de livros em braille
3. Pré-requisitos dos profissionais
4. Critérios essenciais para adaptação dos modernos livros didáticos.

• Unidade II
1. Programa Braille Fácil
1.1 Funções
1.2 Recursos
2. Instalação e configuração de impressora braille computadorizada
3. Impressão de pequenos textos.

• Unidade III
1. Normas Técnicas para Transcrição de Textos em Braille.
2. Atividades práticas de adaptação de conteúdos de livros didáticos do primeiro Segmento do Ensino Fundamental.
3. Atividades práticas de transcrição e impressão.
4. Representações gráficas utilizando o programa Braille Fácil: esquemas; gráficos e tabelas.

Metodologia: aulas teóricas e práticas.

Avaliações:
1ª avaliação: adaptação de conteúdo de livro didático
2ª avaliação: adaptação de conteúdo de livro didático envolvendo representações
gráficas, transcrição (Braille Fácil) e impressão.

Materiais: apostila, computadores, impressora braille computadorizada.

Bibliografia:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.

Cursos oferecidos pelo Instituto em 2016

Cursos oferecidos pelo Instituto em 2016

(para maiores informações sobre o curso de interesse, clique sobre o nome do curso)



Práticas Educativas para uma Vida Independente
Data do curso: 04 a 08/01/2016
Dias e horários do curso: segunda a quinta-feira, das 8 às 17 h e sexta-feira, das 8 às 11:30 h
Período de pré-inscrição: 19/10 a 19/11/2015

Orientação e Mobilidade – Turma 1
Data do curso: 11 a 15/01/2016
Dias e horários do curso: segunda a quinta-feira, das 8 às 17 h e sexta-feira, das 8 às 11:30 h
Período de pré-inscrição: 19/10 a 19/11/2015

Alfabetização no Sistema Braille – Turma 1
Data do curso: 25 a 29/01/2016
Dias e horários do curso: segunda a quinta-feira, das 8 às 17 h e sexta-feira, das 8 às 11:30 h
Período de pré-inscrição: 26/10 a 27/11/2015

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – Turma 1
Data do curso: 15 a 19/02/2016
Dias e horários do curso: segunda a quinta-feira, das 8 às 17 h e sexta-feira, das 8 às 11:30 h
Período de pré-inscrição: 16/11 a 18/12/2015

Aspectos Educacionais na Surdocegueira – Turma 1
Data do curso: 22 a 26/02/2016
Dias e horários do curso: segunda a quinta-feira, das 8 às 17 h e sexta-feira, das 8 às 11:30 h
Período de pré-inscrição: 16/11 a 18/12/2015

Programas de Informática na Área da Deficiência Visual – Nível Básico – Turma 1
Data do curso: 29/02 a 04/03/2016
Dias e horários do curso: segunda a quinta-feira, das 8 às 17 h e sexta-feira, das 8 às 11:30 h
Período de pré-inscrição: 16/11 a 18/12/2015

Iniciação ao Sistema Braille – Turma 1
Data do curso: 29/02 a 30/03/2016
Dias e horários do curso: segundas e quartas-feiras, de 8 às 12 h
Período de pré-inscrição: 01/12/2015 a 08/01/2016

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – 80 horas/aula
CURSO CANCELADO


Oficina de Áudio-Descrição
Data do curso: 21/03/2016
Dias e horários do curso: segunda-feira, de 8:30 às 16:30 h
Período de pré-inscrição: 04 a 29/01/2016

Oficina: A Arte de Contar Histórias para Crianças com Deficiência Visual
Data do curso: 22/03/2016
Dias e horários do curso: terça-feira, de 8:30 às 16:30 h
Período de pré-inscrição: 04 a 29/01/2016

Oficina de Gravação Digital de Textos em Áudio – Turma 1
Data do curso: 23/03/2016
Dias e horários do curso: quarta-feira, de 8:30 às 16:30 h
Período de pré-inscrição: 04 a 29/01/2016

Produção de Material Didático Especializado – Turma 1
CURSO CANCELADO


Adaptação de Textos para o Sistema Braille
Data do curso: 04 a 13/04/2016
Dias e horários do curso: segunda a sexta-feira, das 8 às 17 h, exceto 04/04, quando a aula será ministrada das 13 às 17 horas
Período de pré-inscrição: 04/01 a 04/02/2016

Oficina Monet: elaboração de gráficos táteis – Turma 1
Data do curso: 18 e 19/04/2016
Dias e horários do curso: segunda e terça-feira, das 8 às 17 h
Período de pré-inscrição: 18/01 a 19/02/2016

Curso de Transcrição de Textos em Braille
Data do curso: 25/04 a 06/05/2016
Dias e horários do curso: segunda a quinta-feira, das 8 às 17 h e sexta-feira, das 8 às 11:30 h
Período de pré-inscrição: 25/01 a 26/02/2016

Introdução a Áudio-Descrição – Turma 1
Data do curso: 09 a 13/05/2016
Dias e horários do curso: segunda a quinta-feira, das 8 às 17 h e sexta-feira, das 8 às 11:30 h
Período de pré-inscrição: 15/02 a 11/03/2016

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