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Estimulação Precoce



Estimulação Precoce      Estimulação Precoce     Estimulação Precoce

Estimulação Precoce     Estimulação Precoce      Estimulação Precoce

Estimulação Precoce      Estimulação Precoce      Estimulação Precoce

Estimulação Precoce



FOTOS: Leandro Pimentel / Arquivo IBC

Coordenação de Estimulação Precoce

DADOS PESSOAIS

TITULAR: Maria Rita Campello Rodrigues
DATA DE ADMISSÃO NO IBC: 30 de Novembro de 1984
TELEFONE: 3478-4469
E-MAIL: den@ibc.gov.br

CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO IBC

Cargos Ocupados:

Atividades desenvolvidas para o IBC:

Estimulação Precoce

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO


UNIDADE I
NOÇÕES GERAIS REFERENTES AO FUNCIONAMENTO VISUAL
PRINCIPAIS PATOLOGIAS VISUAIS QUE ACOMETEM A VISÃO PRECOCEMENTE
COMO OS DISTÚRBIOS VISUAIS INTERFEREM NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL: VISUAL/MOTOR E SUAS INFLUÊNCIAS
ESTIMULAÇÃO VISUAL PRECOCE – NOÇÕES GERAIS

UNIDADE II
A CRIANÇA DEFICIENTE VISUAL E OS SENTIDOS REMANESCENTES
DESVIOS COMUNS NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA DEFICIENTE VISUAL
A FAMÍLIA NO PROCESSO DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL
ATENDIEMNTO TÉCNICO PEDAGÓGICO ESPECIALIZADO

Cursos 2014 - Estimulação Precoce

Estimulação Precoce




Público: Professores e acadêmicos da área de Educação

Ementa: A importância da estimulação precoce como abordagem precursora ao processo da educação infantil. A influência da visão no desenvolvimento infantil, destacando a estimulação precoce como intervenção fundamental no processo de desenvolvimento das crianças com deficiência visual, sua conceituação, objetivos, fundamentação, recursos e procedimentos educacionais adequados. A influência da deficiência visual no desenvolvimento global da criança destacando a relevância da estimulação precoce com foco educacional na atuação de professoras para a prevenção de desvios, ressaltando os aspectos biopsicossociais e o envolvimento da família.

Carga Horária Total: 40 horas/aula

Pré-Requisitos: Não há

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 04 a 08/08/2014.

Horários: De Segunda a Quinta-feira, das 08:00 às 17:00 hs; Sexta-feira, das 8:00 às 11:30 hs.

Período de Pré-Inscrição: De 05/05 a 06/06/2014.

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra : Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de Identidade
• Certificado de Conclusão de Curso na Área da Educação ou Declaração da Instituição de que é aluno regularmente matriculado em Curso desta Área
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para Certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professora: Patrícia Soares de Pinho Gonçalves

Breve Currículo:
Especialista em Clínica Psicomotora (IBMR), graduada em Educação Física (UEPG), professora concursada e coordenadora do setor de Estimulação Precoce do Instituto Benjamin Constant, atuou como tutora / professora do curso de pós-graduação à distância em Educação Especial da UNIRIO.

Programa:

1. Noções gerais referentes ao funcionamento visual;
2. Principais patologias visuais que acometem a visão precocemente;
3. Como os distúrbios visuais interferem no desenvolvimento infantil: visual / motor e suas influências;
4. Estimulação visual precoce – abordagem pedagógica;
5. A criança deficiente visual e os sentidos remanescentes;
6. Desvios comuns no desenvolvimento da criança deficiente visual;
7. Observação no atendimento educacional especializado;
8. A família no processo do desenvolvimento infantil.

Cursos 2013 - Estimulação Precoce

Estimulação Precoce



Público: Professores e acadêmicos da área de Educação

Ementa: A importância da visão no desenvolvimento infantil destacando a estimulação Precoce como intervenção fundamental no processo de desenvolvimento das crianças com deficiência visual, sua conceituação, objetivos, fundamentação, recursos e procedimentos adequados. A influência da deficiência visual no desenvolvimento neuro-psicomotor, cognitivo e sócio-afetivo destacando a relevância da Estimulação Precoce na prevenção de desvios ressaltando seus aspectos bio-psicossociais e o envolvimento da família.

Carga Horária Total: 40 horas/aula

Pré-Requisitos: Não há

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 02 a 06/12/2013

Horários: De Segunda a quinta-Feira, das 08:00 às 17:00 hs; 6ª feira, das 8:00 às 11:30 hs.

Novo Período de Pré-Inscrição: De 02 a 30/09/2013

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de Identidade
• Certificado de Conclusão de Curso na Área da Educação ou Declaração da Instituição de que é aluno regularmente matriculado em Curso desta Área
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.


Para Certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professora: Patrícia Soares de Pinho Gonçalves

Breve Currículo:
Especialista em Clínica Psicomotora (IBMR), graduada em Educação Física (UEPG), professora concursada e coordenadora do setor de Estimulação Precoce do Instituto Benjamin Constant, atuou como tutora / professora do curso de pós-graduação à distância em Educação Especial da UNIRIO.

Programa:

1. Noções gerais referentes ao funcionamento visual;
2. Principais patologias visuais que acometem a visão precocemente;
3. Como os distúrbios visuais interferem no desenvolvimento infantil: visual / motor e suas influências;
4. Estimulação visual precoce – noções gerais;
5. A criança deficiente visual e os sentidos remanescentes;
6. Desvios comuns no desenvolvimento da criança deficiente visual;
7. Observação de caso clínico;
8. A família no processo do desenvolvimento infantil;
9. Atendimento técnico pedagógico especializado.

Estimulação Precoce

Menu Secundário

O Setor de Estimulação Precoce do IBC atende a crianças cegas e de baixa visão de zero a três anos e 11 meses de idade, através de programas específicos e individualizados. O objetivo é promover o desenvolvimento global da criança deficiente visual, enfatizando seus sentidos remanescentes: as percepções auditivas, táteis-cinestésicas, olfativas e gustativas, priorizando as ações e interações motoras.

O trabalho é realizado por uma equipe de profissionais especializados na área da deficiência visual e da motricidade, com apoio dos serviços de oftalmologia, clínica médica, psicologia, fonoaudiologia e assistência social do IBC quando necessário.

O ingresso no Setor inicia com uma avaliação da função visual e do desenvolvimento global da criança. A criança de baixa visão realiza atividades próprias para estimular seu resíduo visual para que possam usá-lo de forma máxima. A partir dos dois anos de idade, as atividades também objetivam a socialização e a independência.

No atendimento à criança, os pais são orientados quanto à melhor forma de trabalhar com seu filho.

Para saber mais, entre en contato com nossa Coordenação de Estimulação Precoce.


Responsável: Maria Rita Campelo Rodrigues
Telefone: (0xx21)3478-4469

Ensino Fundamental



Ensino Fundamental     Ensino Fundamental

Ensino Fundamental      Ensino Fundamental



FOTOS: Leandro Pimentel / Arquivo IBC

Estimulação Precoce

 
ESTIMULAÇÃO PRECOCE
PÚBLICO Professores e acadêmicos da área de Educação
EMENTA A importância da visão no desenvolvimento infantil destacando a estimulação Precoce como intervenção fundamental no processo de desenvolvimento das crianças com deficiência visual, sua conceituação, objetivos, fundamentação, recursos e procedimentos adequados. A influência da deficiência visual no desenvolvimento neuro-psicomotor, cognitivo e sócio-afetivo destacando a relevância da Estimulação Precoce na prevenção de desvios ressaltando seus aspectos bio-psicossociais e o envolvimento da família.
CARGA HORÁRIA TOTAL 40 horas/aula
PRÉ-REQUISITONão há
Nº DE VAGAS25
PERÍODO DO CURSO05 a 09/12/2011
HORÁRIOSDe Segunda a Sexta-Feira, de 08:00 às 17:00hs
PERÍODO DE INSCRIÇÕESDe 17/10 a 18/11/2011
DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS- Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra
- Documento de Identidade
- Certificado de Conclusão de Curso na Área da Educação ou Declaração da Instituição de que é aluno regularmente matriculado em Curso desta Área
- Foto 3x4 (1ºdia de aula)
PARA CERTIFICAÇÃO Frequência mínima de 85%
TAXA DE MAERIALR$ 80,00
PROFESSOR DA DISCIPLINAPatrícia Soares de Pinho Gonçalves
Maria Rita Campello Rodrigues
BREVE CURRÍCULO Patrícia Soares de Pinho Gonçalves - Especialista em Clínica Psicomotora (IBMR), graduada em Educação Física (UEPG), professora concursada e coordenadora do setor de Estimulação Precoce do Instituto Benjamin Constant, atuou como tutora / professora do curso de pós-graduação à distância em Educação Especial da UNIRIO.

Maria Rita Campello Rodrigues – Doutoranda em psicologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF); Mestre em “Ciência da Motricidade Humana”; fisioterapeuta especializada em psicomotricidade; é professora especializada em deficiência visual, atuando há 26 anos no Instituto Benjamin Constant; implantadora e coordenadora do Setor de Estimulação Precoce para crianças deficientes visuais por 25 anos e membro da equipe de Baixa Visão desde a sua criação em 1994.



Programa:


1. Noções gerais referentes ao funcionamento visual;
2. Principais patologias visuais que acometem a visão precocemente;
3. Como os distúrbios visuais interferem no desenvolvimento infantil: visual / motor e suas influências;
4. Estimulação visual precoce – noções gerais;
5. A criança deficiente visual e os sentidos remanescentes;
6. Desvios comuns no desenvolvimento da criança deficiente visual;
7. Observação de caso clínico;
8. A família no processo do desenvolvimento infantil;
9. Atendimento técnico pedagógico especializado.







Contatos da DCRH:
Telefone: (0XX21) 3478-4455
Fax: (0XX21) 3478-4454
E-mail: dcrh@ibc.gov.br

Ensino Musical



Ensino Musical      Ensino Musical     Ensino Musical

Ensino Musical      Ensino Musical     Ensino Musical

Ensino Musical



FOTOS: Leandro Pimentel / Arquivo IBC

Programa Alternativo



Programa Alternativo     Programa Alternativo      Programa Alternativo

Programa Alternativo      Programa Alternativo      Programa Alternativo



FOTOS: Arquivo IBC

Educação Física



NATAÇÃO

NATAÇÃO     NATAÇÃO



JUDÔ

JUDÔ     JUDÔ



MUSCULAÇÃO

MUSCULAÇÃO     MUSCULAÇÃO



GINÁSTICA

GINÁSTICA     GINÁSTICA



GOALBALL

GOALBALL     GOALBALL



ATLETISMO

ATLETISMO



FUTEBOL

FUTEBOL



FOTOS: Leandro Pimentel / Arquivo IBC

Jardim de Infância



Jardim de Infância     Jardim de Infância      Jardim de Infância

Jardim de Infância      Jardim de Infância     Jardim de Infância

Jardim de Infância     Jardim de Infância      Jardim de Infância

Jardim de Infância      Jardim de Infância     Jardim de Infância

Jardim de Infância     Jardim de Infância

Jardim de Infância     Jardim de Infância      Jardim de Infância



FOTOS: Leandro Pimentel / Arquivo IBC

Estimulação Precoce

Estimulação Precoce




Público – As matrículas serão feitas na seguinte ordem:
Professores que atuem na rede pública de ensino;
Fonoaudiólogos e Terapeutas Ocupacionais, que atuem na rede pública de ensino;
Professores, que atuem em outras instituições de educação;
Fonoaudiólogos e Terapeutas Ocupacionais, que atuem em outras instituições de educação.
Importante: o profissional deve atuar diretamente com crianças com deficiência visual.

Ementa: A importância da estimulação precoce como abordagem precursora ao processo da educação infantil. A influência da visão no desenvolvimento infantil, destacando a estimulação precoce como intervenção fundamental no processo de desenvolvimento das crianças com deficiência visual, sua conceituação, objetivos, fundamentação, recursos e procedimentos educacionais adequados. A influência da deficiência visual no desenvolvimento global da criança destacando a relevância da estimulação precoce com foco educacional na atuação de professoras para a prevenção de desvios, ressaltando os aspectos biopsicossociais e o envolvimento da família.

Carga Horária Total: 40 horas/aula

Pré-Requisitos: Não há

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 22 a 26/06/2015 – Data de realização alterada em 13/10/2014.

Horários: De Segunda a Quinta-feira, das 08:00 às 17:00 hs; Sexta-feira, das 8:00 às 11:30 hs.

Período de Pré-Inscrição: De 16/03 a 17/04/2015.

Documentos Obrigatórios:
Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra. Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
Documento de Identidade
Certificado de Conclusão de Curso de Graduação na Área da Educação, em Fonoaudiologia ou em Terapia Ocupacional;
Se for o caso, comprovação de vínculo com instituição pública de ensino.
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para Certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 30,00

Professora: Maria Rita Campello Rodrigues e Patrícia Soares de Pinho Gonçalves

Breve Currículo:
Maria Rita Campello Rodrigues – Doutora em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF, 2013); Mestre em “Ciência da Motricidade Humana” pela Universidade Castelo Branco (UCB, 2005); Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Santa Úrsula (USU, 1978) e em Fisioterapia pelo Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação (IBMR, 1999); com especialização em Estimulação Precoce pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 1984), em Psicomotricidade pela Universidade Cândido Mendes (UCAM, 2002) e na Área da Deficiência Visual pelo Instituto Benjamin Constant (IBC, 1982); professora do Instituto Benjamin Constant (IBC) há 32 anos, tendo implantado o serviço de Estimulação Precoce para crianças com deficiência visual, onde atuou e coordenou por 25 anos.  Foi membro da equipe de Baixa Visão desde a sua criação em 1990 até 2010 e, desde 1987 é professora atuante nos cursos de especialização promovidos pelo IBC para capacitação de professores nas disciplinas de Estimulação Precoce e Baixa visão. Atualmente é também professora do Curso de Especialização a Distância (CEAD) em Educação Especial na Área da Deficiência Visual da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO.

Patrícia Soares de Pinho Gonçalves - Especialista em Clínica Psicomotora (IBMR), graduada em Educação Física (UEPG), professora concursada e coordenadora do setor de Estimulação Precoce do Instituto Benjamin Constant, atuou como tutora / professora do curso de pós-graduação à distância em Educação Especial da UNIRIO.

Programa:

1. Noções gerais referentes ao funcionamento visual;
2. Principais patologias visuais que acometem a visão precocemente;
3. Como os distúrbios visuais interferem no desenvolvimento infantil: visual / motor e suas influências;
4. Estimulação visual precoce – abordagem pedagógica;
5. A criança deficiente visual e os sentidos remanescentes;
6. Desvios comuns no desenvolvimento da criança deficiente visual;
7. Observação no atendimento educacional especializado;
8. A família no processo do desenvolvimento infantil.

Alfabetização



FAZENDO ARTES

Jogo da Memória Auditivo

Jogo da Memória Auditivo

Jogo da Memória Auditivo     Jogo da Memória Auditivo

À esquerda, aprendendo uma Dança Indígena. À direita, decidindo a história a ser representada.

Jogo da Memória Auditivo     Jogo da Memória Auditivo

Fazendo um Colar Indígena



APRENDENDO O BE-A-BÁ

Alfabetização     Alfabetização      Alfabetização

Alfabetização      Alfabetização



DO CONCRETO PARA O ABSTRATO

Alfabetização     Alfabetização

Alfabetização     Alfabetização



FOTOS: Leandro Pimentel / Arquivo IBC

Divisão de Documentação e Informação

DADOS PESSOAIS

TITULAR: Regina Célia Gouvêa Lázaro
DATA DE ADMISSÃO NO IBC: 13 de Agosto de 1982
TELEFONE: 3478-4459 ou 3478-4458
E-MAIL: ddi@ibc.gov.br

CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO

- Professora de 1º e 2º Graus especializada em Deficiência Visual
- Pós Graduação em Estimulação Precoce

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO IBC

Cargos Ocupados:

- Professora das Classes de Alfabetização
- Elemento de Ligação com o Setor de Visão Subnormal
- Chefe da Divisão de Documentação e Informação

Atividades desenvolvidas para o IBC:

- Cursos na Área de Visão Subnormal

Visão Geral

Menu Secundário

As atividades pedagógicas são desenvolvidas pelo Departamento de Educação, que é a escola propriamente dita, responsável pelas seguintes ações:

Estimulação Precoce - Atende crianças cegas e de visão subnormal dos 0 aos 3 anos,

Educação Infantil - Atende crianças de 4 a 6 anos,

Classes de Alfabetização (CA) - Alunos a partir dos 7 anos de idade são iniciados na leitura e escrita,

Ensino Fundamental - Corresponde à grade curricular da 1ª a 8ª séries,

Educação Física - Atende a todos os alunos e reabilitandos matriculados no IBC,

Ensino Musical - Inserido desde o início da vida do aluno no IBC, atua como elemento de sua formação,

Programa Educacional Alternativo (PREA) - Atende a alunos com outras deficiências além da deficiência visual.

Educação Física Adaptada para Deficientes Visuais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE I


ANÁTOMO-FISIOLOGIA DA VISÃO


PRINCIPAIS PATOLOGIAS


CLASSIFICAÇÃO DESPORTIVA

UNIDADE II


NÚCLEO DE EDUCAÇÃO SÓCIO-PSICO-MOTORA


EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR


AVALIAÇÃO DAS TURMAS


CUIDADOS COM AS PATOLOGIAS


RECURSOS ESPECIALIZADOS

UNIDADE III


AVALIAÇÃO DA VISÃO SUBNORMAL


ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE E A CONTRIBUIÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA


PISTAS AMBIENTAIS E MAPA MENTAL


TÉCNICAS BÁSICAS DE AUTO PROTEÇÃO


TÉCNICAS BÁSICAS DO GUIA VIDENTE

UNIDADE IV


EDUCAÇÃO PSICOMOTORA PRECOCE


DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR DO DEFICIENTE VISUAL (0 A 3 ANOS)


ESTIMULAÇÃO PRECOCE

UNIDADE V


O DESPORTO


ORGANIZAÇÃO DESPORTIVA NACIONAL E INTERNACIONAL


REGRAS E TEORIAS: ATLETISMO, NATAÇÃO, JUDÔ, GOALBALL, XADREZ E FUTSAL


LAZER E O DESPORTO PARA O DEFICIENTE VISUAL

UNIDADE VI


A PRÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA


A PRÁTICA DO ATLETISMO


A PRÁTICA DA NATAÇÃO


A PRÁTICA DO JUDÔ


A PRÁTICA DO GOALBALL


A PRÁTICA DO FUTSAL


A PRÁTICA DA RECREAÇÃO

PRIMEIRO SEMESTRE

 
MARÇO
15/03 a 24/05 Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille - Módulo I
22/03 a 26/03 Estimulação Precoce
 
ABRIL
26/04 a 30/04 Orientação e Mobilidade
 
MAIO
10/05 a 14/05 Soroban ( Menor Valor Relativo) para Professores
17/05 a 21/05 Educação Infantil
24/05 a 28/05 Informática para Professores
31/05 a 02/06 Psicomotricidade
 
JUNHO
07/06 a 11/06 O Modelo Ecológico Funcional na Educação de Alunos com Deficiência Múltipla
28/06 a 02/07 Arte em Educação

Coordenação de Acervo Bibliográfico



A Coordenação do Acervo Bibliográfico Especializado tem o objetivo de disseminar informações relacionadas a educação especial/deficiência visual, por meio de um acervo de livros técnicos, teses, monografias, dissertações, periódicos nacionais e estrangeiros e audiolivros técnicos.

Abrange temas como legislação, parâmetros curriculares, atividades físicas de pessoas com deficiência, estimulação precoce, psicomotricidade, sorobã, informática, inclusão do aluno cego e de baixa visão na escola e na sociedade, orientações para os pais, atividades da vida diária, orientação e mobilidade, mercado de trabalho, dentre outros. Consulte nosso catálogo de títulos.

O atendimento é diário aos pesquisadores que queiram contribuir para o enriquecimento da produção científica sobre os temas relacionados à deficiência visual.

Em função do acervo ser composto de obras únicas ou esgotadas, as pesquisas são feitas no próprio local, não havendo sistema de empréstimo.


Clique e consulte o acervo

Telefone: (21) 3478-4460
E-mail: acervo@ibc.gov.br.

Mapa do Site











  • RELATÓRIO DE GESTÃO 2003

    • Finalidades essenciais e Competências

    • Execução dos Programas de Governo e Trabalho

    • Indicadores de Avaliação da Gestão

      • GABINETE

      • Departamento de Planejamento e Administração (DPA)

      • Departamento de Educação (DED)

      • Departamento Técnico Especializado (DTE)

      • Departamento Médico e de Reabilitação (DMR)

    • Medidas Corretivas Implementadas

    • Origem e Aplicação dos Recursos

    • Informações Complementares







Seja Bem Vindo à Nossa Videoteca...

Nela você poderá ver, e conhecer, um pouco mais sobre o trabalho desenvolvido no Instituto Benjamin Constant em seus diversos aspectos: As Atividades Pedagógicas, o Atendimento Oftalmológico, a Capacitação Profissional, a Produção de Material Especializado. As imagens, mais do que as palavras, são o testemunho da abrangência de nossas ações, o que você poderá conferir assistindo a nossos Vídeos Institucionais, ou assistindo a uma Cirurgia de Catarata realizada em nosso Setor Médico.

SOBRE OS VÍDEOS



Nossos VÍDEOS INSTITUCIONAIS foram gerados no formato mpg e o Vídeo CIRURGIA DE CATARATA foi gerado no formato avi, podendo ser executados em qualquer software reprodutor de mídia (WINDOWS MEDIA PLYER, REAL PLYER, QUICK TIME PLAYER, entre outros). Os Vídeos Institucionais são fragmentos extraídos do vídeo INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT - UMA VISÃO DE CIDADANIA, produzido pela PLATEAU - Produção e Serviços Culturais para o IBC.

Como arquivos de vídeo costumam ser extensos, quanto mais veloz for sua conexão, mais rápido será o tempo de download. Como orientação, segue, abaixo, informações sobre tamanho e duração de cada um dos vídeos que compõem esta seção:


VÍDEOTAMANHODURAÇÃO
CONHECENDO O IBC13,6 Mb55 Segs.
ATIVIDADES PEDAGÓGICAS4,19 Mb17 segs.
ESTIMULAÇÃO PRECOCE4,43 Mb18 Segs.
JARDIM DE INFÂNCIA4,40 Mb18 Segs.
CLASSES DE ALFABETIZAÇÃO5,20 Mb21 Segs.
ENSINO FUNDAMENTAL8,74 Mb35 Segs.
EDUCAÇÃO FÍSICA5,08 Mb20 Segs.
ENSINO MUSICAL11,90 Mb48 Segs.
PROGRAMA ALTERNATIVO5,78 Mb23 Segs.
OUTRAS ATIVIDADEs3,91 Mb16 Segs.
CULTURA E LAZER5,34 Mb21 Segs.
BIBLIOTECA7,54 Mb30 Segs.
ATENDIMENTO AO EDUCANDO3,14 Mb12 Segs.
ATENDIMENTO AO SURDO-CEGO3,23 Mb13 Segs.
PREVENÇÃO DA CEGUEIRA7,13 Mb29 Segs.
PRODUÇÃO BRAILLE14,10 Mb58 Segs.
CAPACITAÇÃO DE PESSOAL6,64 Mb27 Segs.
PESQUISA E DIVULGAÇÃO4,58 Mb18 Segs.
CIRURGIA DE CATARATA7,83 Mb381 Segs.

O Portador de Deficiência Visual Frente ao Processo de Alfabetização - Programação

Participe do evento...

O PORTADOR DE DEFICIÊNCIA VISUAL FRENTE AO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO- DESAFIOS E CONQUISTAS


PROGRAMAÇÃO

DIA 17/07 (SÁBADO)


08:00 às 09:00 horas - Credenciamento
09:00 às 09:30 horas - Sessão de Abertura
09:30 às 10:15 horas - Palestra I “Alfabetização como via de construção do indivíduo”
Palestrante: Maria da Glória de Souza Almeida

10:15 às 10:30 horas - Intervalo
10:30 às 11:30 horas - Mesa Redonda I
O processo de desenvolvimento da criança deficiente visual
Estimulação
Maria Rita Campelo Rodrigues

Educação Infantil
Aparecida Maia Cavalcante

Educação Física
Lucia Maria Filgueiras

11:30 às 12:00 horas - Debates
12:00 às 13:30 horas - Almoço
13:30 às 14:45 horas - Mesa redonda II
O papel da família no processo educativo da criança deficiente visual
Aspectos psicológicos
Cláudia Regina Garcia Pinheiro

Aspectos de orientação educacional
Denise da Cunha Abreu Lial

Aspecto pedagógico
Darc Melgaço Bulcão

Aspecto familiar:
Depoimentos de pais/mães ou responsáveis

14:45 às 15:15 horas - Debates
15:15 às 15:30 horas - Intervalo
15:30 às 17:00 horas - Oficinas

Artes Cênicas: A Palavra e a Linguagem do Corpo"

Marlíria Flávia Coelho da Cunha

"Corpo e Movimento: a descoberta do EU
Maria Monteiro Drumond Poyares e Terezinha de Jesus Saide

"Baixa Visão
Regina Célia de |Oliveira Lázaro

Atividades da vida diária"
Amélia Paulo de Jesus

Apresentação do Coral da Michelin


DIA 18/07 (DOMINGO)


08:30 às 09:10 horas - Palestra II
Falando de baixa visão
Palestrante: Maria Eugênia Frota da Rocha

09:10 às 09:40 horas - Debates
09:40 às 09:55 horas - Intervalo
10:00 às 11:30 horas - Mesa Redonda III
As múltiplas facetas do processo de alfabetização

Psicomotricidade
Maria Monteiro Drumond Poyares

Sala de Recursos
Luzia Villela Pedras

Esquema Corporal
Hulda Raquel Rochael

Atividades da vida diária
Luzia Villela Pedras

11:30 às 12:30 horas - Palestra III
Criação, adaptação e produção de material didático adaptado para crianças cegas e de baixa visão
Palestrante: Ana Lúcia Oliveira da Silva

12:30 às 14:00 horas - Almoço
14:00 às 15:00 horas - Apresentação da peça teatral O Mágico do Oz, com alunos do Instituto Benjamin Constant.
15:00 às 15:15 horas - Intervalo
15:15 às 16:45 horas - Mesa redonda IV
Processo de inclusão da criança deficiente visual: quem, onde e como se alfabetiza? "
Palestrantes: Profissionais do Instituo Benjamin Constant e do Instituto Helena Antipoff.

16:45 às 17:15 horas - Debates

PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

Tire suas dúvidas



Como agendar uma consulta para uma pessoa com baixa visão no IBC?

Primeiramente, é preciso marcar uma consulta clínico-oftalmológica no Serviço Médico, pelos telefones (21) 2295-5489 e (21) 2542-5768, na primeira segunda-feira de cada mês, com exceção do mês de dezembro.

Em seguida, de acordo com a indicação médica, nos casos de baixa visão, procurar pessoalmente ou telefonar para a Coordenação de Baixa Visão, pelo nº. (21) 3478-4421.


Como obter mais informações sobre baixa visão?

Informações mais específicas sobre o assunto poderão ser obtidas através da bibliografia fornecida ou de cursos promovidos pela Divisão de Capacitação e Recursos Humanos, no site www.dcrh.ibc.gov.br.

Que tipos de recursos podem auxiliar a pessoa com baixa visão?

Os recursos indicados podem ser ópticos, não-ópticos e eletrônicos.

Os recursos óticos são prescritos pelo médico especialista e consistem de lupas e sistemas ópticos.

Os recursos não-ópticos são indicados pelo professor especialista e constituem-se de contraste, iluminação e ampliação.

Os recursos eletrônicos podem ser indicados tanto pelo médico como pelo professor e consistem nos videomagnificadores.

Tendo em vista que a baixa visão manifesta-se em cada pessoa de forma diferente, esses recursos não devem ser usados aleatoriamente, sendo necessários prescrição, orientação e acompanhamento do profissional habilitado.


Existem livros ou outros impressos próprios para baixa visão?

Existem poucas obras adaptadas para baixa visão, publicadas através de algumas instituições especializadas, porém não de forma sistematizada.

Com base no fato de que as necessidades visuais são particulares, mas levando-se em conta a importância de se estabelecer um padrão mínimo que contemple um número maior de pessoas com baixa visão, algumas orientações são apresentadas no item Sugestões para adaptação de livros didáticos para alunos com baixa visão.


Como devem proceder pais ou responsáveis por crianças que apresentem baixa visão?

No caso de crianças pequenas, até 3 anos, é importante que após a consulta médico-oftalmológica, elas sejam avaliadas no Setor de Estimulação Precoce.

Tratando-se de crianças em idade escolar, os pais devem seguir o procedimento descrito na primeira questão.

Em ambos os casos, quando encaminhadas para o setor de Baixa Visão, os pais, responsáveis ou professores que as acompanharem, receberão orientação adequada.

Curso Integrado: Soroban e Baixa Visão

Curso Integrado: Soroban e Baixa Visão


(Atenção: a realização desse curso foi cancelada em 05/09/2014)



Público: Profissionais com nível superior completo ou estudantes de graduação, com prioridade para os que atuam na área da deficiência visual.

Nº de Vagas: 24 vagas, sendo 20 destinadas a professores e outros profissionais que comprovarem atuação na área educacional, e 04 destinadas a profissionais de outras áreas.

Pré-Requisitos: Não há.

Período do Curso: De 01 a 31/10/2014.

Carga horária total: 120 horas/aula.

Horários: De segunda a sexta-feira, de 08:00 às 17:00 hs.

Período de Pré-Inscrição: De 01 a 29/08/2014.

Documentos Obrigatórios:
Ficha de pré-inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
Documento de identidade;
Certificado de conclusão de curso superior ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso de graduação;
Comprovante de que atua na área da deficiência visual (se for o caso);
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula).

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para certificação: Frequência mínima de 75% e nota (média) igual ou superior a 6,0. A frequência e a nota são aferidas por disciplina.

Taxa de Material: R$ 70,00 (serão distribuídos soroban e apostilas).

Metodologia: aulas teóricas e práticas.

Soroban – Metodologia: Maior Valor Relativo

Ementa: Propiciar, através das técnicas do soroban, o ensino das quatro operações com números naturais e números decimais, decomposição de números naturais, cálculo do máximo divisor comum e cálculo do mínimo múltiplo comum, utilizando o método Moraes.

Carga Horária: 80 horas/aula.

Professores:
• Regina Célia Caropreso - Pós Graduada em Docência Superior pela Faculdade Béthencourt da Silva (1999), fez o Curso de Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão, no Instituto Benjamin Constant (1988) e o Curso de Educação à Distância: Teoria e Prática, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1995). É graduada em Licenciatura Plena em Matemática pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Guarulhos / SP (1977).
• Fábio Garcia Bernardo – Mestre em Ensino de Matemática pelo Cefet-RJ, Bacharel e Licenciado em Matemática pela UFRJ, atualmente é Professor do Instituto Benjamin Constant, Tutor dos cursos de Graduação em Matemática da UNIRIO, da Pós-Graduação em Novas Tecnologias no Ensino de Matemática (NTEM) da UFF e Formador do Pacto Nacional pela Alfabetização Matemática na Idade Certa (PNAIC) pela UFRJ. Atua ainda no Grupo de Pesquisas do Projeto Fundão de Matemática Inclusiva, onde pesquisa, desenvolve trabalhos e produz material didático, bem como livros e atividades para o Ensino de Matemática para Deficientes Visuais.
• Heverton de Souza Bezerra da Silva - currículo a informar.
• Wagner Rohr Garcez - Graduou-se em Licenciatura em Matemática (2005) e concluiu o curso de Especialização em Ensino de Matemática (2009), ambos pelo Instituto de Matemática da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Concluiu o Mestrado Profissional em Matemática, curso de Pós-graduação stricto sensu, pela Sociedade Brasileira de Matemática no pólo do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (IMPA). Atualmente é Professor de Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto Benjamin Constant (IBC).

Programa:
1. Escrita e leitura de números
2. Operações com números naturais
2.1. Adição
2.1.1. Sem reserva
2.1.2. Com reserva
2.1.3. Direta
2.2. Subtração
2.2.1. Sem reserva
2.2.2. Com reserva
2.2.3. Direta
2.3. Prova real da adição e da subtração
2.4. Multiplicação
2.4.1. Multiplicando com apenas um algarismo
2.4.2. Multiplicando com dois ou mais algarismos
2.4.3. Multiplicação por 10 e suas potências
2.5. Divisão
2.5.1. Divisor com apenas um algarismo
2.5.2. Divisor com dois algarismos
2.5.3. Divisor por 10 e suas potências
2.6. Prova real da multiplicação e da divisão
3. Decomposição de números inteiros em fatores primos
4. Mínimo múltiplo comum
5. Máximo divisor comum
6. Números decimais
6.1. Adição
6.2. Subtração
6.3. Multiplicação
6.4. Divisão


Bibliografia:
MORAES, JOAQUIM LIMA DE. Soroban para Todos. Fundação para o Livro do Cego no Brasil, São Paulo, 1951.

COSTA, OLEMAR SILVA DA e CERQUEIRA, JONIR BECHARA. Técnicas de Cálculo e Didática do Soroban. Instituto Benjamin Constant, Rio de Janeiro, 1978.

SILVA, GILDO SOARES DA. O Soroban para Todos. Olinda, 1999

CERQUEIRA, JONIR BECHARA e CAROPRESO, REGINA CÉLIA. Técnicas de Cálculo e Didática do Soroban. 2ª Edição revista e atualizada. Instituto Benjamin Constant, Rio de Janeiro, 2007.


Baixa Visão

Carga Horária: 40 horas/aula.

Professores:
• Helena Ferreira - Licenciatura Plena em Português e Literatura pela Faculdade de Humanidades Pedro II. Cursou, Especialização em “Língua Portuguesa (História Interna e Externa) - na Universidade do Estado do Rio de Janeiro  (UERJ) .Curso de Pedagogia - Complementação Pedagógica -  Habilitação: Administração Escolar de 1º e 2º Graus - Licenciatura Plena- Faculdade Santa Isabel (1993). Mestranda em:Ciências da Educação pela Universidade Americana.  Fez o Curso de Especialização de Professores na Área da Deficiência da Visão, no Instituto Benjamin Constant (1983) e o Curso de Educação à Distância: Teoria e Prática, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1995).
• Evandro de Araújo Lopes – currículo a informar.
• José Francisco de Souza - Professor licenciado em Letras (Português – Literatura) pela Universidade Gama Filho. Fez cursos de Programação de Microinformática no Instituto Brasileiro de Integração Social, em São Paulo. Atua como professor de Informática Adaptada, no Instituto Benjamin Constant, desde 1999.
• Maria Rita Campello Rodrigues – Doutora em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF, 2013); Mestre em “Ciência da Motricidade Humana” pela Universidade Castelo Branco (UCB, 2005); Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Santa Úrsula (USU, 1978) e em Fisioterapia pelo Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação (IBMR, 1999); com especialização em Estimulação Precoce pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 1984), em Psicomotricidade pela Universidade Cândido Mendes (UCAM, 2002) e na Área da Deficiência Visual pelo Instituto Benjamin Constant (IBC, 1982); professora do Instituto Benjamin Constant (IBC) há 32 anos, tendo implantado o serviço de Estimulação Precoce para crianças com deficiência visual, onde atuou e coordenou por 25 anos. Foi membro da equipe de Baixa Visão desde a sua criação em 1990 até 2010 e, desde 1987 é professora atuante nos cursos de especialização promovidos pelo IBC para capacitação de professores nas disciplinas de Estimulação Precoce e Baixa visão. Atualmente é também professora do Curso de Especialização a Distância (CEAD) em Educação Especial na Área da Deficiência Visual da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO.

Programa:
1. Definição: Cegueira e baixa visão.
2. Histórico de atendimento para baixa visão.
3. Principais patologias que causam a baixa visão.
4. Baixa visão e Estimulação Visual.
5. Utilização funcional do resíduo visual.
6. Indícios de baixa visão.
7. Informática, adaptação digital de material didático e ampliadores de tela.
8. Oficina de recursos: Ópticos, não ópticos e eletrônicos.
9. Laboratório prático – como meu aluno enxerga.
10. Visita aos setores da escola para observação da prática do atendimento educacional especializado.

Bibliografia:
BRUNO, Marilda Moraes Garcia. O desenvolvimento integral do portador de deficiência visual. Da intervenção precoce à integração escolar. Laramara – Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual. São Paulo, 1993.

BRUNO, Marilda Moraes Garcia. Deficiência Visual: Reflexão sobre a prática pedagógica. Laramara – Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual. São Paulo, 1997.

CASTRO, Danilo D. Monteiro de. Visão subnormal. Rio de Janeiro: Editora Cultura Médica, 1994.

COSTA, Jane de Almeida. Adaptando para a Baixa Visão. Pnabv – Projeto Nacional para Alunos com Baixa Visão, MEC – Secretaria de Educação Especial, Brasília/DF, 2000.

COSTA, Jane de Almeida. Aluno com Baixa Visão. Enfoques Pedagógicos. Pnabv – Projeto Nacional para Alunos com Baixa Visão, MEC – Secretaria de Educação Especial, Brasília/DF, 2000.

GASPARETTO, Maria Elisabete R. F.; KARA-JOSE, Newton. Entendendo a Baixa Visão. Orientação aos Pais. Pnabv – Projeto Nacional para Alunos com Baixa Visão, MEC – Secretaria de Educação Especial, Brasília/DF, 2000.

HADDAD, M. Aparecida O.: KARA-JOSÉ, Newton; SAMPAIO, W. Baixa Visão na Infância. Manual básico para Oftalmologistas. Laramara. S. Paulo.

HADDAD, M. Aparecida O.: KARA-JOSÉ, Newton; SAMPAIO, W. Auxílios para Baixa Visão. Vol. I. Coleção Baixa Visão. Laramara. S. Paulo.

MARTIN, Manuel Bueno; Bueno, Salvador Toro. Deficiência Visual. Aspectos psicoevolutivos e educativos. Livraria Santos Editora Ltda., 2003.

OLIVEIRA, Regina C. de Salles; KARA-JOSE, Newton; SAMPAIO, Marcos Wilson. Entendendo a baixa visão. Orientação aos professores. Pnabv – Projeto Nacional para Alunos com Baixa Visão, MEC – Secretaria de Educação Especial, Brasília/DF, 2000.

II SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA - PROGRAMAÇÃO




I II SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA"









22 de abril




8h às 9h - CREDENCIAMENTO

9h às 9h40 - CERIMÔNIA DE ABERTURA

9h40 às 10h30 - CONFERÊNCIA MAGNA

- Prof ª PHD MARIA CECÍLIA DE FREITAS CARDOSO BUCKLEY (Denver/EUA)

10h30 às 11h - COFFEE BREAK - GALERIA DE POSTER

11h às 11h45 - PALESTRA

Tema: Ação do Governo em Prol da Inclusão da Pessoa com DMU
- Prof ª CLAUDIA DUTRA (SEESP)

11h45 às 12h - PERGUNTAS

12h às 14h - ALMOÇO

14h às 16:15 - MESA REDONDA: Intervenção Precoce

Tema: Prevenção Oftalmológica
- Dr ROGÉRIO NEURAUTER (IBC)

Tema: Estimulação Precoce
- Profª Ms MARIA RITA CAMPELLO (IBC)

Tema: Funcionalidade, Sistema de Apoio e Mudanças de Paradigmas na Saúde
- Profª Drª EDICLÉA MASCARENHAS (UERJ)

16h15 às 16h30 - COFFEE BREAK - GALERIA DE POSTER

16h30 às 17h - PERGUNTAS

17h às 18h - ATIVIDADE CULTURAL


23 de abril




8h às 8h50 - PALESTRA

Tema: Currículo Funcional
- Profª PHD MARIA AMÉLIA ALMEIDA - UFSCAR

8h50 às 9h40 - PALESTRA

Tema: Avaliação da Criança com DMU numa Perspectiva Histórica, Cultural e Ecológica
- Profª Drª MARILDA BRUNO (UFGD)

9h40 às 10h - COFFEE BREAK - GALERIA DE POSTER

10h às 11h40 - PALESTRAS

Tema: Baixa Visão
- Dr HELDER COSTA FILHO (IBC)

Tema: Baixa Visão - Numa Perspectiva Pedagógica
- Profª MARIA EUGENIA FROTA (IBC)

11h40 às 12h10 - PERGUNTAS

12h10 às 14h - ALMOÇO

14h às 16h - MESA REDONDA

Tema: O Resgate do Brincar como Técnica de Observação das Potencialidades do Aluno com DMU
- Prof ANTONIO JOÃO MENESCAL CONDE (IBC)
- Prof Ms ELVIO BOATO - Secretaria de Educação do DF

15h30 às 16h - PERGUNTAS

16h às 16h30 - COFFEE BREAK - GALERIA DE POSTER

16h30 às 17h30 - COMUNICAÇÃO ORAL

17h30 às 18h - ATIVIDADE CULTURAL


24 de abril




8h às 9h - PALESTRA

Tema: Distúrbio de Comportamento e Aprendizagem
- Dr FÁBIO BARBIRATO (Santa Casa de Misericórdia)

9h às 9h20 - PERGUNTAS

9h20 às 9h40 - COFFEE BREAK - GALERIA DE POSTER

9h40 às 10h40 - PALESTRA

Tema: Tecnologias Assistivas
- Prof ª PHD LEILA REGINA NUNES (UERJ)

10h40 às 11h - PERGUNTAS

11h às 12h - MESA REDONDA

Tema: A DMU no Instituto Benjamin Constant-IBC / Surdocegueira
- Prof ª ELISABETH FERREIRA DE JESUS (IBC)

- PALESTRA

Tema: A Surdocegueira
- Prof ª MARGARIDA MONTEIRO (IBC)

12h às 14h - ALMOÇO

14h às 15h30 - MESA REDONDA

Tema: Terapia Familiar
- Profª Drª ROSANA GLAT (UERJ) e as mães de alunos do IBC, CLAUDIA MARIA ARAÚJO e ADRIANA DE OLIVEIRA

15h30 às 15h45 - COFFEE BREAK

15h45 às 16h35 - PALESTRA

Tema: A Formação do Professor
- Prof Ms HÉLIO ORRICO (UNESP / Marilia)

16h40 às 17h40 - COMUNICAÇÃO ORAL

17h40 às 18h10 - ATIVIDADE CULTURAL

18h10 às 18h30 - ENCERRAMENTO

Cursos oferecidos pelo Instituto em 2015

Cursos oferecidos pelo Instituto em 2015




Práticas Educativas Para Uma Vida Independente
Data do curso: 05 a 09/01/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 06 a 31/10/2014

Orientação e Mobilidade
Data do curso: 12 a 16/01/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 06 a 31/10/2014

Alfabetização no Sistema Braille – Turma 1
Data do curso: 26 a 30/01/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 06 a 31/10/2014

Aspectos Educacionais na Surdocegueira
Data do curso: 02 a 06/02/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 03 a 28/11/2014

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – Turma 1
Data do curso: 23 a 27/02/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 03 a 28/11/2014

Programas de Informática na Área da Deficiência Visual – Nível Básico
Data do curso: 23 a 27/02/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 03 a 28/11/2014

A Escrita Cursiva e o Pré-Braille no Atendimento de Reabilitação – curso inserido em 12/11/2014
Data do curso: 02 a 06/03/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: De 08/12/2014 a 09/01/2015

Orientação e Mobilidade – 120 horas/aula
Data do curso: 03/03 a 17/06/2015
Dias e horários do curso: Terças e Quartas, das 8 às 12 hs
Período de pré-inscrição: 01/12/2014 a 15/01/2015
Atenção: Para este curso, NÃO será oferecido alojamento.

Produção de Material Didático Especializado – Turma 1
Data do curso: 09 a 20/03/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 12 hs
Período de pré-inscrição: 08/12/2014 a 09/01/2015

Iniciação Ao Sistema Braille – Turma 1
Data do curso: 09/03 a 20/05/2015.
Dias e horários do curso: Segundas e quartas-feiras, das 14:00 às 16:00 hs.
Período de pré-inscrição: 01 a 30/01/2015.
Atenção: Para este curso NÃO será oferecido alojamento.

A Ciência da Motricidade Humana como Facilitadora da Leitura e Escrita do Deficiente Visual
Data do curso: 11 a 15/05/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 09/02 a 13/03/2015

Revisão de Textos em Braille
Data do curso: 08 a 19/06/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de Pré-inscrição: 09/03 a 10/04/2015

Estimulação PrecoceData de realização alterada em 13/10/2014
Data do curso: 22 a 26/06/2015
Dias e horários do curso: Segunda a quinta, das 8 às 17hs; Sexta-feira, das 8 às 11:30hs.
Período de pré-inscrição: 16/03 a 17/04/2015

Baixa Visão
Data do curso: 29/06 a 03/07/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 01 a 30/04/2015

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille – Turma 2
Data do curso: 06 a 10/07/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 06/04 a 08/05/2015

Arte em Educação
Data do curso: 13 a 17/07/2015.
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs.
Período de pré-inscrição: 13/04 a 15/05/2015.

Alfabetização no Sistema Braille – Turma 2
Data do curso: 20 a 24/07/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 20/04 a 22/05/2015

Soroban – Metodologia: Menor Valor Relativo
Data do curso: 27 a 31/07/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 27/04 a 29/05/2015

Adaptação no Sistema Braille
Data do curso: 03 a 12/08/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs (exceto dia 03/08 – aula das 13 às 17 hs)
Período de pré-inscrição: 04/05 a 05/06/2015

Iniciação Ao Sistema Braille – Turma 2
Data do curso: 03/08 a 14/10/2015.
Dias e horários do curso: Segundas e quartas-feiras, das 14:00 às 16:00 hs.
Período de pré-inscrição: 01 a 30/06/2015.
Atenção: Para este curso NÃO será oferecido alojamento.

Transcrição e Impressão de Textos em Braille
Data do curso: 17 a 28/08/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 18/05 a 19/06/2015

Introdução à Áudio-Descrição
Data do curso: 31/08 a 04/09/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de Pré-inscrição: 01 a 30/06/2015

Produção de Material Didático Especializado – Turma 2
Data do curso: 21 a 25/09/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 22/06 a 24/07/2015

Monet: Elaboração de Gráficos Táteis
Data do curso: 21 a 25/09/2015
Dias e horários do curso: Segunda a sexta-feira, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 22/06 a 24/07/2015

Cursos 2013 - Baixa Visão

Baixa Visão




Público: Professores ou acadêmicos da área de Educação – público prioritário;
Outros profissionais, que atuem ou venham a atuar com a Baixa Visão.

Ementa: A conceituação de baixa visão; as principais patologias que causam a baixa visão; os recursos ópticos e não-ópticos; os números das deficiências segundo o censo de 2000; novos paradigmas conceituais das deficiências; acessibilidade; as necessidades dos portadores de baixa visão - crianças em desenvolvimento e adultos em reabilitação; o desenvolvimento, a escolaridade, a alfabetização, as necessidades didáticas e pedagógicas; informática; ampliação.

Carga Horária Total: 40 horas/aula

Pré-Requisitos: Não há

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: Já Concluído

Horários: De Segunda a Sexta-Feira, das 08:00 às 17:00 hs

Período de Pré-Inscrição: Finalizado

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de Identidade
• Certificado de Conclusão de Curso na Área da Educação ou Declaração da Instituição de que é aluno regularmente matriculado em Curso desta Área. No caso das demais áreas, Certificado de Conclusão de Curso Superior.
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para Certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professor: João Ricardo Melo Figueiredo

Breve Currículo: João Ricardo Melo Figueiredo – Doutor e Mestre em Linguística pela UFRJ, com graduação em Letras pela UFRJ. Foi professor do Curso de Pósgraduação em Educação Especial da UNIRIO (2007 e 2008), onde atuou nas disciplinas de psicologia e desenvolvimento do deficiente visual e orientação de TCC. Também foi docente do Curso Ortóptica da Uni-IBMR (2008 a 2010), atuando no Curso de Baixa Visão. Elaborou e desenvolveu o Curso Baixa Visão – um enfoque pedagógico na Faculdade de Letras da UFRJ (2009). Atualmente é Diretor do Departamento de Educação do Instituto Benjamin Constant, onde leciona desde 2007. No IBC, também atua na produção de material para baixa visão e na Comissão de Acessibilidade.



Programa:

1. Cegueira e baixa visão.
2. Histórico de atendimento para baixa visão.
3. Recursos não-ópticos.
4. Recursos ópticos.
5. Recursos eletrônicos.
6. Acessibilidade e baixa visão.
7. Patologias que causam baixa visão.
8. Utilização funcional do resíduo visual.
9. Laboratório prático – como meu aluno enxerga e como posso ajudá-lo?
10. Estimulação visual.
11. Alfabetização da criança com baixa visão.
12. Informática, adaptação digital de material didático e ampliadores de tela.
13. O aluno com baixa visão no ambiente escolar, estudo de casos.

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NÚMERO DE VISITAS A ESTA PÁGINA:

Baixa Visão

Baixa Visão




Público: Professores ou acadêmicos da área de Educação – público prioritário;
Outros profissionais, que atuem ou venham a atuar com a Baixa Visão.

Ementa: A conceituação de baixa visão; as principais patologias que causam a baixa visão; os recursos ópticos e não-ópticos; os números das deficiências segundo o censo de 2000; novos paradigmas conceituais das deficiências; acessibilidade; as necessidades dos portadores de baixa visão - crianças em desenvolvimento e adultos em reabilitação; o desenvolvimento, a escolaridade, a alfabetização, as necessidades didáticas e pedagógicas; informática; ampliação.

Carga Horária Total: 40 horas/aula

Pré-Requisitos: Não há

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 29/06 a 03/07/2015.

Horários: De Segunda a Sexta-Feira, das 08:00 às 17:00 hs

Período de Pré-Inscrição: De 01 a 30/04/2015.

Documentos Obrigatórios:

Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra. Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
Documento de Identidade
Certificado de Conclusão de Curso na Área da Educação ou Declaração da Instituição de que é aluno regularmente matriculado em Curso desta Área. No caso das demais áreas, Certificado de Conclusão de Curso Superior.
Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para Certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: sem taxa

Professor: João Ricardo Melo Figueiredo

Breve Currículo:
Doutor em Lingüística pela UFRJ e Mestre na mesma área pela UFRJ onde se graduou em Letras. Foi professor do Curso de Pósgraduação em Educação Especial da UNIRIO (2007 e 2008), onde atuou nas disciplinas de psicologia e desenvolvimento do deficiente visual e orientação de TCC. Também foi docente do Curso Ortóptica da Uni-IBMR (2008 a 2010), atuando no Curso de Baixa Visão. Elaborou e desenvolveu o Curso Baixa Visão – um enfoque pedagógico na Faculdade de Letras da UFRJ (2009). Atualmente é Diretor do Departamento de Educação do Instituto Benjamin Constant, onde leciona desde 2007. No IBC, também atua na produção de material para baixa visão,  na Comissão Técnico-Científica e na Revista Benjamin Constant como membro de seu Conselho Editorial.

Programa:

1. Cegueira e baixa visão.
2. Histórico de atendimento para baixa visão.
3. Recursos não-ópticos.
4. Recursos ópticos.
5. Recursos eletrônicos.
6. Acessibilidade e baixa visão.
7. Patologias que causam baixa visão.
8. Utilização funcional do resíduo visual.
9. Laboratório prático – como meu aluno enxerga e como posso ajudá-lo?
10. Estimulação visual.
11. Alfabetização da criança com baixa visão.
12. Informática, adaptação digital de material didático e ampliadores de tela.
13. O aluno com baixa visão no ambiente escolar, estudo de casos.

A Criança Visualmente Incapacitada, Do Nascimento Até a Idade Pré-Escolar: A Importância da Estimulação Visual

Introdução



Os bebês buscam os estímulos e as respostas de seu ambiente desde as primeiras horas após o nascimento. Tipicamente, eles procurarão o novo e o diferente, enquanto demandam respostas dos outros. Assim, a importância de um ambiente estimulante deve ser enfatizada, porque, só nesse tipo de ambiente, os bebês começam a se dar conta de sua capacidade de agir sobre seu mundo.

Os pais devem ser ajudados a perceber que a criança visualmente incapacitada é per­ceptiva, tem habilidades de aprendizado, e que precisa de retorno e de estimulação desde seus primeiros momentos. Dentro de algumas semanas depois do nascimento, a criança começa a reconhecer traços faciais da mãe que a alimenta. Quando a mãe fala com o bebê durante a amamentação, este relaciona as feições dela com sua voz e começa a desenvolver a sociabilidade ligada à ama­men­tação. O manuseio afetuoso (que inclui abraçar gentilmente, acalentar, dar pal­ma­dinhas e o embalar, bem como uma voz suave e calma) é decisivo para a manutenção de uma atmosfera positiva na relação dos pais com o bebê.

Se a criança tem visão, a distância dentro da qual ela é visualmente estimulada pode ser determinada movendo-se objetos fortemente coloridos em direção à criança, até que esta demonstre, através de seu comportamento, ter percebido o objeto. Os pais podem ajudar a estimular o uso da visão pela criança, segurando objetos dentro dessa distância. A estimulação visual é importante, porém o excesso de estimulação visual pode ser tão prejudicial quanto a falta. Se forem usados móbiles, eles devem ser usados por curtos períodos e então retirados. Os mó­biles deverão ser trocados com freqüência e podem ser feitos a partir de vários materiais domésticos. Grandes imagens de rostos humanos podem ser colocadas dentro da distância em que a resposta visual foi observada. Em alguns berçários para prematuros estas são colocadas dentro das incubadoras ou dos berços.


Estimulação cinestésica/vestibular



Cinestesia é definida como o sentido pelo qual são percebidos o movimento, o peso e a posição dos músculos. O aparato vestibular é o órgão sensor, no ouvido, que detecta sensações relacionadas com orientação e equilíbrio. A estimulação cinestésica e vestibular é reconhecida como sendo extremamente importante desde antes do nascimento até a primeira infância e continua importante pelos sucessivos estágios de crescimento até a idade adulta.

Desde os primeiros movimentos de balanço da mãe carregando o feto até experiências posteriores nos primeiros programas de educação, a estimulação vestibular pode ser gerada de várias maneiras e numa grande variedade de posições. Embalar o bebê gen­til­mente, de um lado para outro, gera a esti­mulação apropriada (Kiss, 1976). Uma luz colocada acima da cabeça fornecerá um ponto de fixação visual para a criança. A posição sentada é a melhor para crianças com paralisia cerebral. A interação entre o sistema vestibular e o cinestésico é extremamente importante para o desenvolvimento da orientação visual e o alinhamento dos olhos (Padula, 1980).

Durante o desenvolvimento das crianças, elas irão progressivamente dos braços da mãe para móveis de balanço, isto é, redes e cadeiras de balanço, para balanços, carrosséis, e para experiências de movimento cada vez mais sofisticadas quando entrarem no programa escolar de educação física.


Eficiência visual – um continuum



Poucos diagnósticos de diminuição da capacidade visual dizem qualquer coisa sobre a eficiência visual da criança, com exceção daqueles que indicam cegueira total por enu­cleação (retirada do olho). Isto se dá porque as medições de acuidade não descrevem as habilidades funcionais e de desenvolvimento. Uma criança de 5 anos com diminuição da capacidade visual e que não responde sa­tisfatoriamente a um teste padrão de acui­dade (consistindo na descrição de uma figura) ou a um teste de orientação visual (directional eye testing) pode estar inapro­priadamente diagnosticada. A criança em questão pode estar apresentando um atraso em seu desenvolvimento e não ter ainda desenvolvido as habilidades visuais relacionadas com a tarefa apresentada no teste.

Fisicamente, o sistema de visão do bebê não está maduro por ocasião do nascimento, embora se desenvolva rapidamente durante os primeiros seis meses. Enquanto a criança desenvolve as habilidades visuais para dominar o ambiente através da visão, os seus componentes funcionais amadurecem. Como no caso do sistema auditivo, o bebê não tem a habilidade de controlar o que quer ver e ouvir. As habilidades perceptivas da criança levam-na à maturidade do desenvolvimento.

Funcionalmente, como no caso dos mecanismos do sistema auditivo, os olhos estão fisicamente desenvolvidos por ocasião do nascimento. Por exemplo, os olhos no nascimento são capazes de ver 20/20; no entanto, como a criança ainda não desenvolveu as experiências necessárias para a detecção desse tipo de detalhe, a acuidade de 20/20 não está presente. O mesmo se aplica à habilidade de acompanhamento (que quer dizer habilidade de acompanhar visualmente um objeto).

O controle motor dos olhos para produzir um movimento de acompanhamento suave só pode ser desenvolvido depois de a criança ter sido capaz de desenvolver as habilidades visuais de controle das relações de figura-fundo, das relações visuais entre periferia e centro, a constância de percepção etc. Para acompanhar um objeto em movimento, por exemplo, a criança deve ser capaz de prestar atenção central ao objeto (figura) e não se deixar distrair pelo fundo. Os movimentos dos olhos são, portanto, coordenados controlando-se essas habilidades perceptivas em conjunto com os movimentos dos músculos dos olhos. Isto está acima das habilidades possuídas pelo recém-nascido. O recém-nascido responde à estimu­lação visual periférica. Isto significa que o desenvolvimento do processamento visual central, do tipo que envolve habilidades de atenção visual e motora, ainda não está completo. Assim, a criança será estimulada visualmente a movimentar-se na periferia do seu campo. Se a criança olhar diretamente para um objeto em movimento, a fixação é perdida porque essa habilidade de fixar a visão em um objeto ainda não se desenvolveu. Bebês acompanharão um objeto muito bem quando este objeto for mantido na periferia e à frente de seu ponto de fixação central. Da mesma maneira, a acomodação (foco para a visão de perto), acuidade etc. melhorarão na medida em que a criança desenvolva esses controles visuais através da experiência.

O recém-nascido fixará a visão por breves períodos em áreas de grande contraste. Luz de teto, sombras e contornos gerais estimulam a fixação porque a criança é capaz de controlar formas rudimentares de experiências percep­tivas para explorar visualmente e manipular detalhes simples. À medida que a criança amadurece, a fixação em objetos mais detalhados ocorre por causa do amadu­re­cimento do processamento visual que leva ao con­trole motor.

Durante os primeiros meses, a criança deverá ter desenvolvido o uso binocular da visão e, com o tempo, começa a acomodar e observar objetos a pequenas distâncias. Ao final do primeiro ano, a criança deverá ser capaz de relacionar a audição com visão e será capaz de localizar visualmente sons dentro do aposento.


Desenvolvimento motor



O desenvolvimento sensorial da criança é fortemente apoiado pelos componentes motores. Experiências sensoriais de visão, audição, toque etc. provêm da combinação de informações recebidas pelos sentidos com a ação motora. Assim, as experiências sensoriais da criança ganham sentido para serem armazenadas e usadas mais tarde em combinações de infor­mação de mais alto nível.

Motor visual



A forma mais primitiva de experiência per­ceptiva é a percepção das relações figura-fundo. No momento em que o bebê abre seus olhos e fixa a visão em um objeto ele está prestando atenção em um aspecto do ambiente e deixando todo o resto se distanciar como fundo. As relações de figura-fundo formam a base de todas as outras formas de percepção. A ação motora, através do movimento e do toque, reforça a atenção visual da criança, permitindo, assim, que ela explore e manipule o ambiente. Enquanto a criança usa o movimento e o toque para desenvolver relações de dimensão horizontal e vertical, são desenvolvidas a percepção de forma e a constância perceptiva. Através de movimentos oculares na horizontal e vertical, movimentos manuais e das pernas, o bebê experimenta as linhas e as formas que vê e toca.

Na medida em que a criança desenvolve maior controle motor e perceptivo, os olhos se juntarão às mãos para explorar melhor o ambiente tridimensional. A interação de mãos e olhos inicia o longo processo de refinamento do controle motor fino. A visão lidera esse processo. Essa interação entre mãos e olhos permite que a criança desenvolva níveis mais altos de percepção e reconhecimento de formas, da mesma maneira que o sistema motor a capacitou a estabelecer a experiência visual de forma e direção. Aos dez meses, a criança segurará fortemente um objeto com as mãos, olhará para ele e o levará à boca, porque, para o bebê, as primeiras experiências foram originadas pela ação oral. No segundo ano de vida, a criança simplesmente observa o objeto enquanto o manuseia. Neste estágio, a visão foi previamente combinada através do motor e foi educada para discernir em um novo nível.

Reforço sensório-motor



Quando a diminuição da capacidade visual interfere no desempenho normal da criança, se torna necessário estruturar situações de aprendizagem para que ela use outros sentidos, e o sistema motor, para reforçar a visão. Desta maneira, a dificuldade em estabelecer uma experiência de aprendizado causada pela deficiência visual será minimizada pelo reforço multissensorial.

O tátil (toque) e o cinestésico (consciência da posição dos músculos) são muito importantes para o desenvolvimento de experiências significativas em todas as crianças. Aquelas com deficiência visual, particularmente, se beneficiarão de situações de aprendizagem que lhes permitam tocar e manipular coisas, enquanto são, ao mesmo tempo, encorajadas a usar sua visão residual. O entendimento visual do objeto ou situação será reforçado pela experiência tátil. Por exemplo, aprender a contar ou aprender um processo matemático, como a adição e a sub­tração, com o uso de objetos como blocos ou bolas-de-gude permitirá à criança sentir tatilmente os objetos enquanto também os observa visualmente. Onde, inicialmente a criança pode ter tido dificuldade em entender o processo matemático visualmente (possivelmente devido à deficiência), a experiência tátil reforçará as habilidades visuais.

O sistema cinestésico permite à criança deficiente da visão desenvolver um entendimento visual do “entorno” espacial. O entendimento das distâncias, o desenvolvimento do timing (senso de oportunidade rela­­tivo à escolha do momento e do tempo de duração de alguma ação) e da coordenação para as crianças visualmente deficientes são estabelecidos pela combinação de informações recebidas através do movimento (o sistema cinestésico) e do processo visual. Por exemplo, o recém-nascido não entende distância e espaço visualmente até que possa combinar alguma outra informação recebida de outro sistema. Quando a criança desenvolve a capacidade de engatinhar pelo chão até o outro lado do aposento ou localizar e discernir um som vindo de um ponto distante, essas informações são combinadas com o que a criança vê. Por sua vez, a criança estabelece uma experiência que pode ser apli­cada a novas situações de aprendizagem, de forma que a criança eventualmente atribuirá um significado ao que vê.


Exemplos



Para desenvolver a combinação de experiências sensoriais e motoras, em primeiro lugar, é desejável deixar que a criança se torne mais consciente dos processos tátil e cinestésico separadamente. Podem-se desenvolver ativi­dades tais como fazer a criança sentir a diferença entre quente e frio, tépido e fresco. Isto pode ser feito através do toque em vários recipientes com diferentes temperaturas. (Deve-se tomar o cuidado de não deixar a criança tocar um recipiente que esteja tão quente a ponto de provocar queimaduras ou dor.) Outra atividade para despertar a consciência tátil consiste em colocar objetos em um saco e deixar a criança diferenciá-los e identificá-los pelo toque.

Fazer com que a criança experimente objetos de diferentes pesos desenvolverá sua consciência cinestésica, como também as atividades que envolvam movimento e equilíbrio. Por exemplo, equilibrar-se sobre um só pé com os olhos fechados ou fazer a criança formar uma letra do alfabeto ou algarismo usando todo seu corpo desenvolverá a consciência do sistema cinestésico.

Na medida em que a criança desenvolve essas habilidades, podem ser criadas ati­vidades extras para combinar informações sensório-motoras. Atividades tais como desenhar letras em uma caixa com areia no fundo permitirão que a criança combine informações táteis, cinestésicas e visuais. Chutar uma bola de cores vibrantes por um trajeto com obstáculos; esforçar-se para tocar uma luz que é movida para diferentes posições; jogar um saco de feijões em um objeto no outro lado do aposento são todas ativi­dades pelas quais a criança combina informação para ganhar experiência. Estes são apenas alguns exemplos de atividades. Os pais são incentivados a serem criativos e a desenvolverem atividades que poderão ser mais apropriadas às habilidades e às necessidades da criança.

William V. Padula, O.D.
Susan J. Spungin, Ed. D.

Tradução: André Oliveira.

Cursos 2014 - Baixa Visão

Baixa Visão




Público: Professores ou acadêmicos da área de Educação – público prioritário;
Outros profissionais, que atuem ou venham a atuar com a Baixa Visão.

Ementa: A conceituação de baixa visão; as principais patologias que causam a baixa visão; os recursos ópticos e não-ópticos; os números das deficiências segundo o censo de 2000; novos paradigmas conceituais das deficiências; acessibilidade; as necessidades dos portadores de baixa visão - crianças em desenvolvimento e adultos em reabilitação; o desenvolvimento, a escolaridade, a alfabetização, as necessidades didáticas e pedagógicas; informática; ampliação.

Carga Horária Total: 40 horas/aula

Pré-Requisitos: Não há

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 17 a 21/02/2014.

Horários: De Segunda a Sexta-Feira, das 08:00 às 17:00 hs

ATENÇÃO: Por motivo de obras nas acomodações, NÃO será oferecido alojamento para este curso.

Período de Pré-Inscrição: De 18/11 a 20/12/2013.

Documentos Obrigatórios:

• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra : Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de Identidade
• Certificado de Conclusão de Curso na Área da Educação ou Declaração da Instituição de que é aluno regularmente matriculado em Curso desta Área. No caso das demais áreas, Certificado de Conclusão de Curso Superior.
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para Certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professor: João Ricardo Melo Figueiredo

Breve Currículo:
Doutor em Lingüística pela UFRJ e Mestre na mesma área pela UFRJ onde se graduou em Letras. Foi professor do Curso de Pósgraduação em Educação Especial da UNIRIO (2007 e 2008), onde atuou nas disciplinas de psicologia e desenvolvimento do deficiente visual e orientação de TCC. Também foi docente do Curso Ortóptica da Uni-IBMR (2008 a 2010), atuando no Curso de Baixa Visão. Elaborou e desenvolveu o Curso Baixa Visão – um enfoque pedagógico na Faculdade de Letras da UFRJ (2009). Atualmente é Diretor do Departamento de Educação do Instituto Benjamin Constant, onde leciona desde 2007. No IBC, também atua na produção de material para baixa visão, na Comissão Técnico-Científica e na Revista Benjamin Constant como membro de seu Conselho Editorial.

Programa:

1. Cegueira e baixa visão.
2. Histórico de atendimento para baixa visão.
3. Recursos não-ópticos.
4. Recursos ópticos.
5. Recursos eletrônicos.
6. Acessibilidade e baixa visão.
7. Patologias que causam baixa visão.
8. Utilização funcional do resíduo visual.
9. Laboratório prático – como meu aluno enxerga e como posso ajudá-lo?
10. Estimulação visual.
11. Alfabetização da criança com baixa visão.
12. Informática, adaptação digital de material didático e ampliadores de tela.
13. O aluno com baixa visão no ambiente escolar, estudo de casos.

BAIXA VISÃO

Página inserida no site em 26 de abril de 2011

 
BAIXA VISÃO
PÚBLICO - Professores ou acadêmicos da área de Educação – público prioritário;
Outros profissionais, que atuem ou venham a atuar com a Baixa Visão.
EMENTAA conceituação de baixa visão; as principais patologias que causam a baixa visão; os recursos ópticos e não-ópticos; os números das deficiências segundo o censo de 2000; novos paradigmas conceituais das deficiências; acessibilidade; as necessidades dos portadores de baixa visão - crianças em desenvolvimento e adultos em reabilitação; o desenvolvimento, a escolaridade, a alfabetização, as necessidades didáticas e pedagógicas; informática; ampliação.
CARGA HORÁRIA TOTAL 40 horas/aula
PRÉ-REQUISITONão há
Nº DE VAGAS25
PERÍODO DO CURSODe 06 a 10/06/2011
HORÁRIOSDe Segunda a Sexta-Feira, das 08:00 às 17:00 hs
PERÍODO DE INSCRIÇÕESDe 25/04 a 20/05/2011
DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS- Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra
- Documento de Identidade
- Certificado de Conclusão de Curso na Área da Educação ou Declaração da Instituição de que é aluno regularmente matriculado em Curso desta Área; No caso das demais áreas, Certificado de Conclusão de Curso Superior.
- Foto 3x4 recente (1º dia de aula)
PARA CERTIFICAÇÃO Frequência mínima de 85%
TAXA DE MATERIALR$ 80,00
PROFESSOR DA DISCIPLINAJoão Ricardo Melo Figueiredo

BREVE CURRÍCULOMestre em Lingüística pela UFRJ, atualmente cursa doutorado na mesma área, com graduação em Letras pela UFRJ. Foi professor do Curso de Pósgraduação em Educação Especial da UNIRIO (2007 e 2008), onde atuou nas disciplinas de psicologia e desenvolvimento do deficiente visual e orientação de TCC. Também foi docente do Curso Ortóptica da Uni-IBMR (2008 a 2010), atuando no Curso de Baixa Visão. Elaborou e desenvolveu o Curso Baixa Visão – um enfoque pedagógico na Faculdade de Letras da UFRJ (2009). Atualmente é Diretor do Departamento de Educação do Instituto Benjamin Constant, onde leciona desde 2007. No IBC, também atua na produção de material para baixa visão e na Comissão de Acessibilidade.






Programa:

1. Cegueira e baixa visão.
2. Histórico de atendimento para baixa visão.
3. Recursos não-ópticos.
4. Recursos ópticos.
5. Recursos eletrônicos.
6. Acessibilidade e baixa visão.
7. Patologias que causam baixa visão.
8. Utilização funcional do resíduo visual.
9. Laboratório prático – como meu aluno enxerga e como posso ajudá-lo?
10. Estimulação visual.
11. Alfabetização da criança com baixa visão.
12. Informática, adaptação digital de material didático e ampliadores de tela.
13. O aluno com baixa visão no ambiente escolar, estudo de casos.









Contatos da DCRH:
Telefone: (0XX21) 3478-4455
Fax: (0XX21) 3478-4454
E-mail: dcrh@ibc.gov.br

Educação Infantil

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO


UNIDADE I – EDUCAÇÃO INFANTIL / A AMPLIAÇÃO DO UNIVERSO INFANTIL

OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

MODALIDADES DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL EM EDUCAÇÃO INFANTIL: CRECHE/PRÉ-ESCOLA

A QUESTÃO DA DIVERSIDADE PROPOSTO PELO RCNEI/1998

O ENFOQUE DO CUIDAR NA PRÉ-ESCOLA

UNIDADE II – DEFICIÊNCIA VISUAL, UM ENFOQUE ANALÍTICO

DEFINIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO PROPOSTO PELO PCN/AD – MEC/1999

FUNDAMENTAÇÃO DA DEFINIÇÃO DE DEFICIÊNCIA VISUAL

AVALIAÇÃO MÉDICA X AVALIAÇÃO EDUCACIONAL

ASPECTOS IMPORTANTES A SEREM OBSERVADOS

UNIDADE III – IDENTIFICAÇÃO DA CRIANÇA DEFICIENTE VISUAL

CEGUEIRA E VISÃO REDUZIDA – PRÁTICAS EDUCATIVAS DIFERENCIADAS

DESENVOLVIMENTO: DEFASAGENS X DÉFCIT

MANEIRISMO: O QUE SIGNIFICA?

A IMPORTÂNCIA E INFLUÊNCIA DA ESTIMULAÇÃO PRECOCE

UNIDADE IV – FAMÍLIA / ESCOLA , A CONSTRUÇÃO DE UMA RELAÇÃO DE PARCERIA

NOVOS CONTEXTOS FAMILIARES (RCNEI/1998)

A FAMÍLIA DA CRIANÇA DEFICIENTE VISUAL – ASPECTOS PSICO-EMOCIONAIS A SEREM OBSERVADOS

OS PRIMEIROS CONTATOS FAMÍLIA/ESCOLA – ASPECTOS IMPORTANTES

LEVANTAMENTO DE DADOS INFORMATIVOS DA CRIANÇA DEFICIENTE VISUAL

A PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NO CONTEXTO ESCOLAR

ESTRATÉGIAS DE ATUAÇÃO DA ESCOLA COM A FAMÍLIA

RESULTADOS ALCANÇADOS POR UMA ATUAÇÃO EM CONJUNTO FAMÍLIA/ESCOLA

UNIDADE V – ASPECTOS IMPORTANTES DA RELAÇÃO PROFESSOR ALUNO

INSEGURANÇAS INICIAIS NO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO EDUCACIONAL

REFERENCIAL VISUAL DO PROFESSOR

A AFETIVIDADE: VEÍCULO FACILITADOR DE INTEGRAÇÃO DA CRIANÇA PORTADORA DE NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

PROFESSOR COMO MEDIADOR ENTRE A CRIANÇA DEFICIENTE VISUAL E O AMBIENTE ESCOLAR

ASPECTOS POSITIVOS E NEGATIVOS NA RELAÇÃO PROFESSOR/ALUNO

PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM, UM CAMINHO DE MÃO DUPLA

SUPORTE TEÓRICO: CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL CONTINUADA

UNIDADE VI – A CRIANÇA DEFICIENTE VISUAL E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

CORPO: VEÍCULO DO CONHECER O MUNDO

MUNDO CONCRETO: EXPLORANDO O ESPAÇO E DESCOBRINDO OS OBJETOS

VIVÊNCIAS – FUNDAMENTAÇÃO DA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

A OBSERVAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DA GRADAÇÃO DAS ATIVIDADES

UNIDADE VII – EDUCAÇÃO INFANTIL E ADAPTAÇÕES CURRICULARES, INTRODUÇÃO DE ATIVIDADES PEDAGÓGICAS BÁSICAS AO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA DEFICIENTE VISUAL

PSICOMOTRICIDADE – MOVIMENTO E EMOÇÃO EM AÇÃO

A BUSCA DA INDEPENDÊNCIA – ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE

A CONSTRUÇÃO DA AUTONOMIA – ATIVIDADES DA VIDA DIÁRIA (AVD)

EDUCAÇÃO SENSORIAL – O SUPORTE NECESSÁRIO PARA A ACONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM – ASPECTOS IMPORTANTES

BRINCAR É PRECISO – FATORES SIGNIFICATIVOS NA ATUAÇÃO DO PROFESSOR

UNIDADE VIII – VISÃO REDUZIDA, O PROFESSOR DESCOBRINDO UMA NOVA REALIDADE

EDUCANDO O OLHAR

FATORES IMPORTANTES NO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO EDUCACIONAL

A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS ÓPTICOS

A NECESSIDADE DO SUPORTE TEÓRICO AO PROFESSOR

UNIDADE IX – A CRIANÇA DEFICIENTE VISUAL EM EDUCAÇÃO INFANTIL E O PROCESSO DE LETRAMENTO

CONHECENDO RETAS E CURVAS

BRINCANDO, PERFURANDO, TATEANDO E CRESCENDO

DESENHAR – UMA GRANDE DESCOBERTA

EXERCÍCIOS GRAFO-MOTORES – A IMPORTÂNCIA DO MOVIMENTO DAS LETRAS

BRINCANDO E EXPLORANDO OS SINAIS BRAILLE

AMBIENTE ALFABETIZADOR – ADAPTAÇÕES AMBIENTAIS

UNIDADE X – MATERIAIS E RECURSOS DIDÁTICOS UTILIZADOS PELA CRIANÇA DEFICIENTE VISUAL EM EDUCAÇÃO INFANTIL

MATERIAIS TÁTEIS: CONCRETO E RELEVO

MATERIAIS AUDITIVOS

MATERIAIS ESTIMULATIVOS À CRIANÇA COM VISÃO REDUZIDA

MATERIAIS REFERENTES À ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE

UNIDADE XI – EDUCAÇÃO INFANTIL E A AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA DE CRIANÇAS DEFICIENTES VISUAIS

SITUAÇÕES A SEREM OBSERVADAS PELO PROFESSOR EM RELAÇÃO À CRIANÇA CEGA OU COM VISÃO REDUZIDA

ACOMPANHAMENTO DA FAMÍLIA EM RELAÇÃO AO DESENVOLVIMENTO DE SEU FILHO DEFICIENTE VISUAL

AVALIAÇÃO PEDAGÓGICA – INSTRUMENTAL DA MANUTENÇÃO DA QUALIDADE DO TRABALHO EDUCACIONAL

UNIDADE XII – EDUCAÇÃO INFANTIL E A INCLUSÃO ESCOLAR DE CRIANÇAS DEFICIENTES VISUAIS

PRINCÍPIOS NORTEADORES DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

ADAPTAÇÕES ORGANIZATIVAS – PCN/AD – MEC 1999

PRÉ-ESCOLA ESPECIALIZADA – UM CAMPO DE PESQUISA

OS CENTROS DE APOIO PEDAGÓGICOS – CAPES/UMA NONA OPÇÃO AOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS

Índice de Artigos

Caracterizando o Problema



Deficiência Visual
Por Regina Célia Gouvêa Lázaro
Diversas são as formas e sintomas que caracterizam uma deficiência visual.

Definindo a Cegueira e a Visão Subnormal
Por Antônio João Menescal Conde
A cegueira funcional não se caracteriza como perda total da visão. Se você possui visão reduzida, também possui necessidades especiais.

Reações Psicológicas à Perda da Visão
Por Maria Cristina de Castro Barczinski
A autora do artigo faz estudo sobre reações psicológicas do indivíduo frente aos transtornos oculares e cegueira. Apresenta orientação para manejo do "setting" com estes pacientes no processo de reabilitação, e mostra material clínico referente à análise de dois pacientes. Conclui com proposta de prevenção e auxílio aos paciente nas situações de maiores dificuldades oftalmológicas.

Surdocegueira
Por Margarida Aguiar Monteiro
Surdez-Cegueira é uma deficiência única, não a perda da visão somada à perda da audição. Não se torna, necessariamente, uma barreira intransponível, mas suscita novas maneiras de lidar com a realidade e superar desafios.

Deficiência Múltipla e o Modelo Ecológico Funcional
Por Elizabeth Ferreira de Jesus
Este texto apresenta a linha metodológica básica e a fundamentação teórica para o trabalho com alunos portadores de deficiência múltipla atendidos no Programa Educacional Alternativo do IBC.

O Indivíduo Em Desenvolvimento



A Criança Visualmente Incapacitada, Do Nascimento Até a Idade Pré-Escolar: A Importância da Estimulação Visual
Por William V. Padula, O.D. & Susan J. Spungin, Ed. D. Tradução de André Oliveira
Este artigo examinará as necessidades específicas da criança em idade pré-escolar e tecerá considerações especiais para educadores e pais de crianças com visão subnormal.

Problemas das Crianças Portadoras de Deficiência Visual Congênita na Construção da Realidade
Por Sylvia Santin & Joyce Nesker Simmons. Tradução de Ilza Viegas
Pelo fato de ter um equipamento sensorial diferente, a criança portadora de cegueira congênita necessariamente desenvolve e organiza suas percepções do mundo de maneira intrinsecamente diferente da dos videntes. Aspectos do desenvolvimento sensorial, cognitivo e afetivo são examinados dentro desse esquema conceitual.

Caminhar é Preciso



O Cego, O Espaço, O Corpo e o Movimento: Uma Questão de Orientação e Mobilidade
Por Admilson Santos
Este texto enfoca conceitos básicos que fundamentam a orientação e Mobilidade como elemento indispensável no processo educacional e na reabilitação de pessoas cegas

Perguntas e Respostas mais Freqüentes Sobre a Utilização de Cães-Guias

Royal New Zealand Foundation for the Blind Guide Dog Services . Tradução de Vicky Adler Amádio e Paulo Felicissímo Ferreira
No formato pergunta-resposta, esclarecemos as dúvidas mais freqüentes sobre o uso incomum de cão-guia no Brasil, esperando que, no futuro, mais pessoas se beneficiem desse serviço.

Integração à Família e à Sociedade



A Criança Deficiente Visual e Seus Pais
Por Kay Alicyn Ferrel. Tradução de Vicky Adler Amádio (adaptação livre de Antonio Menescal)
Este artigo, com o título original Parenting preschoolers: suggestions for raising young blind and visually impaired children, foi publicado em inglês, em 1984, pela American Foundation for the Blind Press. Ao tomar a decisão de adaptá-lo à atual realidade brasileira e publicá-lo em português, destinamos seu conteúdo especificamente aos pais de crianças cegas e portadoras de visão subnormal, esperando que ele possa atuar como elemento de esclarecimento e de diminuição de angústias, medos e incertezas.

Adolescer: A Vivência de Portadores de Deficiência Visual
Por Maria Alves de Toledo Bruns & Patrícia Lopes Salzedas
A adolescência caracteriza-se por transformações corporais e psicológicas, além de compromissos pessoais e ocupacionais, sexuais e ideológicos assumidos para com a sociedade. O objetivo do presente estudo foi compreender como é estar na adolescência para portadores de deficiência visual.

O Encaminhamento do Deficiente Visual ao Mercado de Trabalho
Por Marcia Lopes de Moraes Nabais, Carmen Lucia Alves Martins, Margarida Aguiar Monteiro e Waldemar Gonçalves Galheira. Revisão do Texto: Irene Edreira Martins
Este estudo faz um levantamento de um conjunto de diversas profissões que podem ser exercidas pelas pessoas cegas e de visão subnormal, especificando pré-requisitos e atribuições das mesmas, visando auxiliar no encaminhamento profissional do portador de deficiência visual ao mercado de trabalho; faz menção aos atuais recursos ópticos e técnicos que podem ser utilizados na facilitação do desempenho funcional do deficiente visual; obedece a objetivos específicos e princípios metodológicos e apresenta sugestões e recomendações para viabilização das propostas encaminhadas no estudo.

Arte e Visualidade: A Questão da Cegueira
Por João Vicente Ganzarolli de Oliveira
Combinando experiências concretas e dados teóricos, o artigo visa a contribuir para novas reflexões sobre o tema e o ingresso das pessoas cegas no mundo da arte.

A Questão da Cidadania



Orientações no Relacionamento Com Pessoas Cegas

Documento elaborado pela equipe de acessibilidade do Instituto Benjamin Constant, em junho de 2013, tendo como base, documento elaborado por Robert Atkison, Diretor do Braille Institute of America - California.
Não é raro nos dirigirmos a uma pessoa cega de maneira inadequada. Mesmo com a melhor das intenções, nos deixamos levar por idéias errôneas pré-comcebidas.



A Fundamentação Civil-Constitucional dos Direitos dos Deficientes
Por Lídia Caldeira Lustosa Cabral
A autora do artigo busca estabelecer a valorização das normas que regem os direitos individuais, coletivos e difusos das portadoras de deficiência, através das correlações dos artigos constitucionais com a legislação civil complementar de âmbito federal e também a conceituação do princípio da igualdade. Os artigos constitucionais objeto de análise são: Art. 7, XXXI; Art. 23, II; Art. 24, XIV; Art. 37, VIII; Art. 203, IV e V; Art. 208; Art. 227 § 2º; Art. 244. As Leis infraconstitucionais trabalhadas são: Lei 7853/89; Lei 8028/90; Lei 8112/90; Lei 8213/91; Lei 8742/93; Lei 9394/96 e Decreto 914/93.

Quem Necessita de Educação Especial?
Por Vicente Martins
O autor aborda a questão da Educação Especial a partir do enfoque que é dado a esta pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e pela própria Constituição Federal.

O Contexto Educacional



Desenvolvimento Tátil e suas Implicações na Educação de Crianças Cegas
Por Paul J. Gerber. Tradução de Ilza Viegas. Revisão de Paulo Felicíssimo e Vera Lúcia de O. Vogel
A chave para o uso do tato está no conhecimento de seu desenvolvimento, sintetizado em atividades que visem à estimulação apropriada e à aquisição de destreza. A finalidade deste artigo é explorar o desenvolvimento da modalidade tátil, e proporcionar aplicações práticas dos aspectos relativos à evolução desta modalidade.

Alfabetização: Uma Reflexão Necessária
Por Maria da Glória de Souza Almeida
A partir do construtivismo abordado nas pesquisas de Jean Piaget, surge a proposta de uma nova visão na construção do período de alfabetização da criança cega ou de visão subnormal.

Recursos Didáticos na Educação Especial
Por Jonir Bechara Cerqueira & Elise de Melo Borba Ferreira
Os materiais didáticos são de fundamental importância para a educação de deficientes visuais. Este artigo pretende definir, classificar e ilustrar alguns destes materiais, além de apresentar recursos disponíveis a partir da utilização de equipamentos de informática.


O Direito à Informação



O Sistema Braille no Brasil
Por Edison Ribeiro Lemos & Jonir Bechara Cerqueira
Baseando-se na leitura tactil de tipos em alto-relevo, este Sistema ainda é, para a pessoa cega, a principal via de acesso à informação utilizada no Brasil.

DOSVOX - Um Novo Acesso dos Cegos à Cultura e ao Trabalho
Por Antonio José Borges
Um software que permite à pessoa cega ter acesso ao computador, e à Internet, é aqui apresentado por seu criador.

A Questão da Sexualidade



Deficiência Visual e Educação Sexual: a Trajetória dos Preconceitos - Ontem e Hoje
Por Maria Alves de Toledo Bruns
O objetivo deste estudo foi conhecer e compreender a orientação sexual propiciada por mães de filhos portadores de deficiência visual. Na perspectiva fenomenológica, analisaram-se vinte discursos de mães de deficientes visuais. As recorrências nos vários discursos permitiram conhecer que a desinformação sobre a sexualidade em geral impede o diálogo entre mãe e filho(a). Estas recorrências evidenciam igualmente que a repressão sexual alicerça os estigmas e os preconceitos da educação sexual de deficientes visuais.

A Relação Afetivo-Sexual de Pessoas Dotadas de Visão Com Pessoas Cegas
Por Maria Alves de Toledo Bruns
Nesta pesquisa, indagamos: No que consiste o relacionamento afetivo-sexual de pessoas dotadas de visão com as pessoas cegas? Esta questão remete-nos à busca da compreensão dos significados e das condições que possibilitam à pessoa dotada de visão relacionar-se sexualmente com a pessoa cega. As convergências e as divergências dos depoimentos foram submetidos à análise do processo dialético da redução fenomenológica, tendo como fio condutor a filosofia do diálogo de Martin Buber. Revisar os estigmas, os valores estéticos, a política de inclusão de deficientes contribui para estreitar os envolvimentos amorosos.





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1TITULAR: Maria Odete Santos Duarte
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Assistência da Direção Geral
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Coordenação Geral de Informática (CGI)
1TITULAR: Gerson Fonseca Ferreira
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Coordenação de Comunicação e Marketing Institucional (CCMI)
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Secretaria Geral
1TITULAR: Wilson Cerqueira Martins
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DIREÇÃO DO DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO (DPA)
1TITULAR: Pedro Muñoz Gómez
1TELEFONE: 3478-4525 ou 3478-4515
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Chefia da Divisão de Planejamento e Execução Orçamentária e Financeira (DOF)
1TITULAR: Marina Mizrahi Goichman
1TELEFONE: 3478-4451 e 3478-4516
1E-MAIL: dof@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Serviços Gerais (DSG)
1TITULAR: Adriano Martins
1TELEFONE: 3478-4449
1E-MAIL: dsg@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Pessoal (DP)
1TITULAR: Jorge Fiore de Oliveira Junior
1TELEFONE: 3478-4452 e 3478-4453
1E-MAIL: dpessoal@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Material e Patrimônio (DMP)
1TITULAR: Paulo Roberto de Andrade Santiago
1TELEFONES: 3478-4414 e 3478-4545
1E-MAIL: dmp@ibc.gov.br


DIREÇÃO DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO (DED)
1TITULAR: João Ricardo Melo Figueiredo
1TELEFONE: 3478-4496 ou 3478-4495
1E-MAIL: ded@ibc.gov.br


Supervisão do Departamento de Educação
1TITULAR: Ana Fátima Berquó Carneiro Ferreira
1TELEFONE: 3478-4520
1E-MAIL: anafatima@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Ensino (DEN)
1TITULAR: Nadir da Silva Machado
1TELEFONE: 3478-4493 ou 3478-4532
1E-MAIL: den@ibc.gov.br


- Coordenação de Estimulação Precoce
1TITULAR: Patrícia Soares de Pinho Gonçalves
1TELEFONE: 3478-4469
1E-MAIL: patydepinho@ibc.gov.br


- Coordenação de Jardim de Infância
1TITULAR: Thalita Helena Nilander Lima
1TELEFONE: 3478-4468
1E-MAIL: den@ibc.gov.br


- Coordenação das Classes de Alfabetização
1TITULAR: Jussara Costa de Almeida
1TELEFONE: 3478-4487
1E-MAIL: den@ibc.gov.br


- Coordenação de Primeira Fase
1TITULAR: Jane Alves de Souza
1TELEFONE: 3478-4499
1E-MAIL: jalves@ibc.gov.br


- Coordenação de Segunda Fase
1TITULAR: Ewerton de Souza Bezerra da Silva
1TELEFONE: 3478-4499
1E-MAIL: esouza@ibc.gov.br



- Coordenação do Programa Educacional Alternativo (PREA)
1TITULAR: Elizabeth Ferreira de Jesus
1TELEFONE: 3478-4528
1E-MAIL: den@ibc.gov.br


- Coordenação de Educação Física
1TITULAR: Antonio Fernandes
1TELEFONE: 3478-4482
1E-MAIL: edfisica@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Assistência ao Educando (DAE)
1TITULAR: Maria Eline Silva Cruz
1TELEFONE: 3478-4500
1E-MAIL: dae@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Orientação Educacional, Psicológica e Fonaudiológica (DOE)
1TITULAR: Ana Maria Nóbrega Pereira
1TELEFONE: 3478-4486
1E-MAIL: doe@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Atividades Culturais e de Lazer (DAL)
1TITULAR: Vera Regina Pereira Ferraz
1TELEFONE: 3478-4467 ou 3478-4464
1E-MAIL: dal@ibc.gov.br


DIREÇÃO DO DEPARTAMENTO TÉCNICO ESPECIALIZADO (DTE)
1TITULAR: Ana Lucia Oliveira da Silva
1TELEFONE: 3478-4461 ou 3478-4462
1E-MAIL: dte@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Imprensa Braille (DIB)
1TITULAR: Ana Luisa Melo de Araujo
1TELEFONE: 3478-4472, 3478-4473 ou 3478-4476
1E-MAIL: dib@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Produção de Material Especializado (DPME)
1TITULAR: Patrícia Ignácio da Rosa
1TELEFONE: 3478-4474 ou 3478-4475
1E-MAIL: dpme@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Capacitação de Recursos Humanos (DCRH)
1TITULAR: Jeane Gameiro Miragaya
1TELEFONE: 3478-4455
1E-MAIL: dcrh@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Pesquisa, Documentação e Informação (DDI)
1TITULAR: Claudia Lucia Lessa Paschoal
1TELEFONE: 3478-4459 ou 3478-4458
1E-MAIL: ddi@ibc.gov.br


DIREÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ESTUDOS E PESQUISAS MÉDICAS E DE REABILITAÇÃO (DMR)
1TITULAR: Márcia Lopes de Moraes Nabais
1TELEFONE: 3478-4420
1E-MAIL: dmr@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Pesquisas Médicas, Oftalmológicas e de Nutrição (DPMO)
1TITULAR: Rogério Neurauter
1TELEFONE: 3478-4426
1E-MAIL: dpmo@ibc.gov.br


- Coordenação de Atendimento a Alunos e Reabilitandos
1TITULAR: Luiz Carlos Almeida Botelho
1TELEFONE: 3478-4432
1E-MAIL: dpmo@ibc.gov.br


- Coordenação de Baixa Visão
1TITULAR: Regina Maria Fernandes Chimenti
1TELEFONE: 3478-4421
1E-MAIL: baixavisao@ibc.gov.br


- Coordenação de Enfermagem
1TITULAR: Janete de Castro Quadros
1TELEFONE: 3478-4538
1E-MAIL: janete@ibc.gov.br


- Coordenação de Fisioterapia
1TITULAR: Leonídia dos Santos Borges
1TELEFONE: 3478-4425
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- Coordenação de Nutrição
1TITULAR: Thereza Christina Moret Polônia
1TELEFONE: 3478-4483 ou 3478-4484
1E-MAIL: nutricao@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Reabilitação, Preparação para o Trabalho e Encaminhamento Profissional (DRT)
1TITULAR: Lindiane do Nascimento Oliveira
1TELEFONE: 3478-4417 ou 3478-4418
1E-MAIL: drt@ibc.gov.br


- Coordenação do Centro de Formação em Terapias Alternativas
1TITULAR: Rosane Menezes
1TELEFONE: 3478-4425
1E-MAIL: rmenezes@ibc.gov.br


- Surdocegueira
1TITULAR: Mariana Gonçalves
1TELEFONE: 3478-4480
1E-MAIL: mgoncalves@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Orientação e Acompanhamento (DOA)
1TITULAR: Cristiane Vales Maciel
1TELEFONE: 3478-4415 ou 3478-4411
1E-MAIL: doa@ibc.gov.br

Cursos do Primeiro Semestre



MARÇO
 
TÉCNICAS DE LEITURA E ESCRITA NO SISTEMA BRAILLE-MODULO 1
PROFESSOR:Vitor Alberto Marques
PERÍODODe 09/03 a 20/05/2009
LOCALInstituto Benjamin Constant
HORÁRIOÁs Segundas e Quartas-Feiras, de 14:30h às 16:30h
CARGA HORÁRIA40 horas-aula
Nº DE VAGAS25
INSCRIÇÕESA partir de 16/02/2009
DOCUMENTOS- Xerox da Identidade.
PRÉ-SELEÇÃONenhuma
TAXAGratuito
 
SOROBÃ PARA PAIS E RESPONSÁVEIS
PROFESSOR:Valéria Rocha Conde Aljan
PERÍODODe 24/03 a 04/06/2009
LOCALInstituto Benjamin Constant
HORÁRIOÁs Terças e Quintas-Feiras, de 13:30h às 15:30h
CARGA HORÁRIA40 horas-aula
Nº DE VAGAS25
INSCRIÇÕES11 e 12/03/2009
DOCUMENTOS- Xerox da Identidade.
PRÉ-SELEÇÃOPais e Responsáveis de Alunos do IBC
TAXAGratuito
 
ESTIMULAÇÃO PRECOCE
PROFESSOR:Maria Rita Campello Rodrigues
PERÍODODe 30/03 a 03/04/2009
LOCALInstituto Benjamin Constant
HORÁRIODe Segunda a Sexta-Feira, de 08:00h às 17:00h
CARGA HORÁRIA40 horas-aula
Nº DE VAGAS25
INSCRIÇÕESDe 11 a 18/03/2009
DOCUMENTOS- Xerox da Identidade;
- Cópia do Certificado de Conclusão de um curso ligado
às áreas de saúde ou educação, ou Declaração de que é
aluno regularmente matriculado em curso dessas áreas.
PRÉ-SELEÇÃOInscrição realizada por fax: 3478-4454 ou por e-mail dcrh@ibc.gov.br. É necessário que todos os documentos estejam anexados à ficha. Inscrição preenchida de forma incompleta, sem os anexos ou encaminhadas fora do prazo de inscrição serão imediatamente descartadas.
TAXAR$ 100,00
 
ABRIL
 
BRAILLE PARA PROFESSORES
PROFESSOR:Ana Cristina Zenun Hildebrandt
PERÍODODe 02/04 a 18/06/2009
LOCALInstituto Benjamin Constant
HORÁRIOÀs Terças e Quintas-Feiras, de 13:30h às 15:30h
CARGA HORÁRIA40 horas-aula
Nº DE VAGAS25
INSCRIÇÕESDe 11 a 18/03/2009
DOCUMENTOS- Xerox da Identidade;
- Xerox do Certificado de Conclusão de Curso de Técnica
de Leitura e Escrita no Sistema Braille, com aproveitamento
igual ou superior a 70%;
- Xerox do Certificado de Conclusão de um curso de
formação de professores (normal ou licenciatura).
PRÉ-SELEÇÃOInscrição realizada por fax: 3478-4454 ou por e-mail dcrh@ibc.gov.br. É necessário que todos os documentos estejam anexados à ficha. Inscrição preenchida de forma incompleta, sem os anexos ou encaminhadas fora do prazo de inscrição serão imediatamente descartadas.
TAXAR$ 100,00
 
BAIXA VISÃO
PROFESSORES:Maria Rita Campello Rodrigues e Regina Chimenti
PERÍODODe 04 a 08/05/2009
LOCALInstituto Benjamin Constant
HORÁRIODe Segunda a Sexta-Feira, de 08:00h às 17:00h
CARGA HORÁRIA40 horas-aula
Nº DE VAGAS25
INSCRIÇÕESDe 06 a 08/04/2009
DOCUMENTOS- Xerox da Identidade;
- Xerox do Certificado de Conclusão de um curso de
formação de professores (normal ou Licenciatura), ou
declaração de que é aluno de curso de formação nessa
área.
PRÉ-SELEÇÃOInscrição realizada por fax: 3478-4454 ou por e-mail dcrh@ibc.gov.br. É necessário que todos os documentos estejam anexados à ficha. Inscrição preenchida de forma incompleta, sem os anexos ou encaminhadas fora do prazo de inscrição serão imediatamente descartadas.
TAXAR$ 100,00
 
MAIO
 
EDUCAÇÃO INFANTIL
PROFESSOR:Aparecida Maria Maia Cavalcante
PERÍODODe 11 a 15/05/2009
LOCALInstituto Benjamin Constant
HORÁRIODe Segunda a Sexta-Feira, das 08:00h às 17:00h
CARGA HORÁRIA40 horas-aula
Nº DE VAGAS25
INSCRIÇÕESDe 06 a 08/04/2009
DOCUMENTOS- Xerox da Identidade;
- Xerox do Certificado de Conclusão de um curso de
formação de professores (normal ou Licenciatura), ou
declaração de que é aluno de curso de formação nessa
área.
PRÉ-SELEÇÃOInscrição realizada por fax: 3478-4454 ou por e-mail dcrh@ibc.gov.br. É necessário que todos os documentos estejam anexados à ficha. Inscrição preenchida de forma incompleta, sem os anexos ou encaminhadas fora do prazo de inscrição serão imediatamente descartadas.
TAXAR$ 100,00
 
INFORMÁTICA PARA PROFESSORES
PROFESSOR:José Francisco de Souza
PERÍODODe 25 a 29/05/2009
LOCALInstituto Benjamin Constant
HORÁRIODe Segunda a Sexta-Feira, das 08:00h às 17:00h
CARGA HORÁRIA40 horas-aula
Nº DE VAGAS20
INSCRIÇÕESDe 06 a 08/04/2009
DOCUMENTOS- Xerox da Identidade;
- Xerox do Certificado de Conclusão de um curso de
formação de professores (normal ou Licenciatura), ou
declaração de que é aluno de curso de formação nessa
área.
PRÉ-SELEÇÃOInscrição realizada por fax: 3478-4454 ou por e-mail dcrh@ibc.gov.br. É necessário que todos os documentos estejam anexados à ficha. Inscrição preenchida de forma incompleta, sem os anexos ou encaminhadas fora do prazo de inscrição serão imediatamente descartadas.
TAXAR$ 100,00
 
JUNHO
 
A CIÊNCIA DA MOTRICIDADE HUMANA COMO FACILITADORA DA AQUISIÇÃO
DA LEITURA E DA ESCRITA EM BRAILLE
PROFESSOR:Leonídia dos Santos Borges
PERÍODODe 17 a 19/06/2009
LOCALInstituto Benjamin Constant
HORÁRIODe Quarta a Sexta-Feira, de 08:00h às 17:00h
CARGA HORÁRIA24 horas-aula
Nº DE VAGAS25
INSCRIÇÕESDe 19 a 21/05/2009
DOCUMENTOS- Xerox da Identidade;
- Xerox do Certificado de Conclusão de um curso de
formação de professores (normal ou Licenciatura), ou
declaração de que é aluno de curso de formação nessa
área.
PRÉ-SELEÇÃOInscrição realizada por fax: 3478-4454 ou por e-mail dcrh@ibc.gov.br. É necessário que todos os documentos estejam anexados à ficha. Inscrição preenchida de forma incompleta, sem os anexos ou encaminhadas fora do prazo de inscrição serão imediatamente descartadas.
TAXAR$100,00
 
PSICOMOTRICIDADE
PROFESSOR:Maria Margareth Andrade Figueira
PERÍODODe 08 a 10/06/2009
LOCALInstituto Benjamin Constant
HORÁRIODe Segunda a Quarta-Feira, de 08:00h às 16:00h
CARGA HORÁRIA20 horas-aula
Nº DE VAGAS25
INSCRIÇÕESDe 19 a 21/05/2009
DOCUMENTOS- Xerox da Identidade;
- Xerox do Certificado de Conclusão de um curso de
formação de professores (normal ou Licenciatura), ou
declaração de que é aluno de curso de formação nessa
área.
PRÉ-SELEÇÃOInscrição realizada por fax: 3478-4454 ou por e-mail dcrh@ibc.gov.br. É necessário que todos os documentos estejam anexados à ficha. Inscrição preenchida de forma incompleta, sem os anexos ou encaminhadas fora do prazo de inscrição serão imediatamente descartadas.
TAXAR$100,00
 
CERÂMICA PARA PROSSIONAIS DE REABILITAÇÃO
PROFESSOR:Clara Cristina dos Reis Santos
PERÍODODe 22 a 26/06/2009
LOCALInstituto Benjamin Constant
HORÁRIODe Segunda a Sexta-Feira, das 08:00h às 17:00h
CARGA HORÁRIA40 horas-aula
Nº DE VAGAS25
INSCRIÇÕESDe 19 a 21/05/2009
DOCUMENTOS- Xerox da Carteira de Identidade.
PRÉ-SELEÇÃOInscrição realizada por fax: 3478-4454 ou por e-mail dcrh@ibc.gov.br. É necessário que todos os documentos estejam anexados à ficha. Inscrição preenchida de forma incompleta, sem os anexos ou encaminhadas fora do prazo de inscrição serão imediatamente descartadas.
TAXAR$ 100,00
 
PRÁTICAS EDUCATIVAS PARA UMA VIDA INDEPENDENTE
PROFESSOR:Elizabeth Ferreira de Jesus
PERÍODODe 22 a 26/06/2009
LOCALInstituto Benjamin Constant
HORÁRIODe Segunda a Sexta-Feira, das 08:00h às 17:00h
CARGA HORÁRIA40 horas-aula
Nº DE VAGAS25
INSCRIÇÕESDe 19 a 21/05/2009
DOCUMENTOS- Xerox da Identidade;
- Xerox do Certificado de Conclusão de um curso de
formação de professores (normal ou Licenciatura), ou
declaração de que é aluno de curso de formação nessa
área.
PRÉ-SELEÇÃOInscrição realizada por fax: 3478-4454 ou por e-mail dcrh@ibc.gov.br. É necessário que todos os documentos estejam anexados à ficha. Inscrição preenchida de forma incompleta, sem os anexos ou encaminhadas fora do prazo de inscrição serão imediatamente descartadas.
TAXAR$ 100,00
 
ARTE EM EDUCAÇÃO
PROFESSOR:Marlíria Flávia Coelho
PERÍODODe 29/06 a 03/07/2009
LOCALInstituto Benjamin Constant
HORÁRIODe Segunda a Sexta-Feira, das 08:00h às 17:00h
CARGA HORÁRIA40 horas-aula
Nº DE VAGAS25
INSCRIÇÕESDe 08 a 10/06/2009
DOCUMENTOS- Xerox da Identidade;
- Xerox do Certificado de Conclusão de um curso de
formação de professores (normal ou Licenciatura), ou
declaração de que é aluno de curso de formação nessa
área.
PRÉ-SELEÇÃOInscrição realizada por fax: 3478-4454 ou por e-mail dcrh@ibc.gov.br. É necessário que todos os documentos estejam anexados à ficha. Inscrição preenchida de forma incompleta, sem os anexos ou encaminhadas fora do prazo de inscrição serão imediatamente descartadas.
TAXAR$ 100,00
 
ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE
PROFESSOR:Valéria Rocha Conde Aljan
PERÍODODe 29/06 a 03/07/2009
LOCALInstituto Benjamin Constant
HORÁRIODe Segunda a Sexta-Feira, das 08:00h às 17:00h
CARGA HORÁRIA40 horas-aula
Nº DE VAGAS25
INSCRIÇÕESDe 08 a 10/06/2009
DOCUMENTOS- Xerox da Identidade;
- Xerox do Certificado de Conclusão de um curso de
formação de professores (normal ou Licenciatura), ou
declaração de que é aluno de curso de formação nessa
área.
PRÉ-SELEÇÃOInscrição realizada por fax: 3478-4454 ou por e-mail dcrh@ibc.gov.br. É necessário que todos os documentos estejam anexados à ficha. Inscrição preenchida de forma incompleta, sem os anexos ou encaminhadas fora do prazo de inscrição serão imediatamente descartadas.
TAXAR$ 100,00

Cursos 2014 - Baixa Visão: possibilidades e dificuldades dos alunos norteando o trabalho docente

Baixa Visão: possibilidades e dificuldades dos alunos norteando o trabalho docente




Público: Professores ou acadêmicos da área de Educação – público prioritário; Outros profissionais, que atuem com a Baixa Visão.

Ementa: Deficiência visual: breve histórico, conceitos e definições; fisiologia dos órgãos da visão; ametropias; funções visuais: acuidade visual; campo visual; tabelas de acuidade visual; principais patologias oculares; características dos alunos com baixa visão; auxílios ópticos para perto/longe; auxílios não ópticos; magnificação; treinamento para utilização dos auxílios ópticos; avaliação oftalmológica e avaliação funcional; patologias e níveis de iluminação; Oficina: “Vivência da Baixa Visão”; processo emocional do deficiente visual; conceito de alfabetização; uso do Sistema Braille ou escrita comum; análise dos métodos de alfabetização mais apropriados para alunos com baixa visão; utilização de recursos específicos na alfabetização; adaptação de livros didáticos; análise de material pedagógico adaptado; visita ao IBC; observação de atividades de Educação Física – aula prática; metodologia da Educação Física Escolar Adaptada; aspectos da baixa visão relacionados com a informática; recursos do Windows para baixa visão; periféricos e magnificação de imagens; equipamentos of line; noções básicas de áudio-descrição – definições; principais documentos legais; benefícios e aplicabilidade; atividade prática; reflexão: como você pode modificar seu ambiente de trabalho e/ou prática pedagógica para melhor atender o indivíduo com baixa visão; avaliação do curso.

Carga Horária Total: 40 horas/aula

Pré-Requisitos: Não há

Nº de Vagas: 25

Período do Curso: De 05 a 09/05/2014

Horários: De Segunda a Sexta-feira, das 08:00 às 17:00 hs.

Período de Pré-Inscrição: De 03 a 28/02/2014.

Documentos Obrigatórios:
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de Identidade
• Certificado de Conclusão de Curso na Área da Educação ou Declaração da Instituição de que é aluno regularmente matriculado em Curso desta Área. No caso das demais áreas, Certificado de Conclusão de Curso Superior.
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.

Para Certificação: Frequência mínima de 80%

Taxa de Material: R$ 80,00

Professora: Ms Regina Celia Gouvêa Lázaro.

Breve Currículo:
Mestre em Educação pela Universidade Estácio de Sá (UNESA) cuja dissertação pesquisou sobre representações sociais de baixa visão; Pós-graduação em Estimulação Essencial ao Desenvolvimento Humano pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Graduação em Psicologia pela Universidade Gama Filho (UGF): Psicóloga e Licenciatura em Psicologia. Graduação em Pedagogia pela Faculdade Santa Isabel: Supervisão e Administração Escolar. Trabalhou na Secretaria de Educação (Educação Especial) e na Secretaria de Saúde do Município do Rio de Janeiro durante 27 anos, atuando como professora e psicóloga. Emprego atual: Instituto Benjamin Constant desde 1982, onde atuou como professora regente nas Classes de Alfabetização (cegos e baixa visão) durante 20 anos; elaborou e ministrou Curso de “Baixa Visão – um enfoque pedagógico”, no IBC e em alguns Estados brasileiros, tendo como público alvo profissionais que atuavam na área. Foi Chefe da Divisão de Pesquisa Documentação e Informação (DDI) durante 11 anos. Nesse período, criou a Coordenação do Livro Falado, Coordenação das Publicações em Braille, Coordenação do Acervo Bibliográfico Especializado e a Coordenação do Centro de Estudos. Projetou e implantou o Centro de Estudos da DDI (IBCentro) e os Estúdios de Gravação do Livro Falado. Foi responsável pelas publicações do IBC: Revista Brasileira para Cegos (em Braille), Revista Pontinhos (em Braille) e revista Benjamin Constant (publicação técnico – cientifica) impressa e eletrônica. Foi membro da Comissão Técnico-Científica da revista Benjamin Constant e membro da Comissão Científica do IBC. Atualmente trabalha como revisora de audiolivro e membro da Comissão de Baixa Visão do Instituto Benjamin Constant.

Colaboração:
Coordenação de Educação Física do Instituto Benjamin Constant
Professor José Francisco de Souza - Informática
Professora Nadir da Silva Machado – Áudio-descrição
Professora Rosane de Menezes Pereira - Alfabetização

Programa:

1. Deficiência visual: cegueira e baixa visão.
2. Breve histórico.
3. Principais doenças oculares.
4. Utilização funcional do resíduo visual.
5. Interferências das alterações visuais no processo de ensino e de aprendizagem.
6. Recursos ópticos.
7. Recursos não ópticos.
8. Recursos eletrônicos.
9. Oficina: “Vivência da baixa visão”.
10. Alfabetização de alunos com baixa visão.
11. Adaptação de livros e materiais didáticos.
12. Educação Física Escolar Adaptada.
13. Recursos de acessibilidade virtual e baixa visão.
14. Recursos de acessibilidade cultural: noções básicas de áudio-descrição.
15. Reflexão: como modificar o ambiente de trabalho e/ou a prática pedagógica.

Bibliografia:

BUENO MARTÍN, Manuel; TORO BUENO, Salvador. Deficiência visual: aspectos psicoevolutivos e educativos. São Paulo: Santos, 2003. 336p., il., 23cm. ISBN 857288307X (broch.).

COIMBRA, Ivâne Dantas. A inclusão do portador de deficiência visual na escola regular. Salvador, BA: Edufba, 2003. 238p., 24cm. Inclui bibliografia. ISBN 8523202900.

LÁZARO, Regina Celia Gouvêa. Quem poupa tem!: representações sociais de baixa visão por professores do Instituto Benjamin Constant. Rio de Janeiro: s.n, 2009. 114f, il., 30cm. Inclui bibliografia: f. 92-99.

______; Maia, Helenice. Inclusão do aluno com baixa visão na rede regular de ensino: a que custo? Benjamin Constant, Rio de Janeiro, ano 15, n. 43, p. 5-15, ago de 2009. Disponível em: < http://www.ibc.gov.br/?catid=4&blogid=2&itemid=408>. Acesso em: 25 set. 2013

MASINI, Elcie F. Salzano (Org.). A pessoa com deficiência visual: um livro para educador. 1. ed. São Paulo: Vetor, 2007. 262p., il., 23cm. ISBN 978-85-7585-209-5.

SAMPAIO, Marcos Wilson. Baixa visão e cegueira: os caminhos para a reabilitação, a educação e a inclusão. Rio de Janeiro: Cultura Médica: Guanabara Koogan, 2010. 532 p., il. ISBN 978-85-70006-452-3.

SONZA, Andréa Poletto; KADE, Adrovane; FAÇANHA, Agebson. Acessibilidade e tecnologia assistiva: pensando a inclusão sociodigitial de PNEs. Bento Gonçalves, RS: Instituto Federal do Rio Grande do Sul, 2013. 367p., il. color, 30cm. (Novos Autores da Eudcação Profissional e Tecnológica). ISBN 9788577702077.

Acesso à Informação - Perguntas mais Frequentes

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Perguntas frequentes


Tire aqui suas dúvidas sobre o Instituto Benjamin Constant e suas atividades.





1- Como marcar uma consulta no Instituto Benjamin Constant?
As consultas são marcadas apenas pelos telefones: 2295-5489 e 2542-5768, na primeira segunda-feira de cada mês pela manhã. O IBC não é um hospital, não tem convênio com o SUS, nem atende urgência/ emergência. Nossa equipe médica é reduzida, por estes motivos o número de consultas é pequeno.


2- O Serviço Médico atende qualquer pessoa, ou só os deficientes visuais?
O Serviço médico atende aos alunos, aos reabilitando e à comunidade em geral.


3- A Oftalmologia do IBC faz cirurgia de catarata, como devo marcar?
Sim temos três Centros Cirúrgicos e é necessário que haja um encaminhamento de um Oftalmologista, ligue para 3478-4431 e veja o procedimento para a marcação de cirurgia.


4- Como tirar dúvidas sobre problemas da visão?
Acesse nosso site www.ibc.gov.br, acesse “Um olhar sobre a cegueira”, depois entre em “Perguntas mais freqüentes”. Com toda certeza você encontrará o esclarecimento de suas duvidas, lembrando que para cada pessoa há sintomas específicos. Clique aqui e acesse as perguntas mais frequentes sobre o tema.


5- Quero ser voluntário, vocês aceitam? Qual o procedimento?
Recebemos um grande número de pessoas que desejam ser voluntárias no IBC, mas felizmente temos um quadro de voluntários que estão conosco há algum tempo, atuando em diversas atividades. Por este motivo nem sempre temos necessidade de novos voluntários. Para informações sobre serviço voluntário, os interessados devem ligar para 3478-4455 ou 3478-4454.


6- Preciso fazer uma pesquisa na área da deficiência visual, como proceder?
Para maiores informações sobre pesquisas, ligue para 3478-4458.


7- Qual o procedimento para participar das licitações do Instituto Benjamin Constant?
Os processos licitatórios do Instituto Benjamin Constant são realizados através do “comprasnet".


8- De que forma os servidores do Instituto são contratados?
Todos os servidores do IBC são concursados, pois somos um órgão do Ministério da Educação.


9- Há previsão para abertura de concurso no IBC?
As notícias sobre os concursos são inseridas no site www.ibc.gov.br além de publicadas no Diário Oficial da União. Visite sempre o site do IBC e fique atendo à nossa Home page, onde divulgamos as noticías.


10- Como posso participar dos Cursos de Qualificação na Área da Deficiência Visual oferecidos pelo IBC?
Os cursos programados são publicados no site www.ibc.gov.br, com todas as informações necessárias.


11- O IBC oferece cursos a distância?
No momento não estamos com esta modalidade de cursos. Pretendemos retornar às atividades de Educação à Distância em 2013, acompanhe pelo site www.ibc.gov.br.


12- Qual o período de matricula do IBC?
As matrículas são divulgadas no site www.ibc.gov.br, de acordo com os segmentos: Estimulação Precoce, Ensino Fundamental e Reabilitação, visite sempre nosso site e fique atento. Para maiores informações ligue para: 3478-4413.


13- O IBC aceita transferências de outros colégios?
Sim, desde que sejam alunos com deficiência visual e estejam cursando o Ensino Fundamental.


14- Sou professor(a) e este ano recebi um aluno cego, não sei como atendê-lo, o IBC pode me dar um suporte?
O Instituto Benjamin Constant, oferece orientação técnico pedagógica a instituições de ensino. Não podemos fazê-la individualmente, mas se sua escola nos solicitar estaremos prontos a atendê-la.


15- Quais as dificuldades encontradas no atendimento ao aluno com deficiência visual?
Qualquer atendimento educacional exige do professor as competências devidas para que possa atuar junto às especificidades e necessidades desse aluno. Em se tratando de alunos cegos, é imprescindível que o professor tenha domínio do Sistema Braille, se forem alunos com baixa visão, faz-se necessário também o conhecimento das dificuldades e possibilidades para o atendimento efetivo do aluno em questão, visto que a baixa visão se caracteriza por inúmeros fatores: diferentes patologias, grau de acuidade visual, inadequação da sala de aula, aspectos psicológicos e etc.
Para ambos os grupos, existem materiais pedagógicos próprios que ajudam enormemente o desenvolvimento do processo ensino aprendizagem. Fica claro, portanto, que para atuar junto a alunos com deficiência visual é preciso que os professores estejam capacitados e busquem, continuamente, avaliar e redimensionar sua ação pedagógica.
A qualificação profissional é um dever do profissional e das políticas públicas.


16- Quero visitar o IBC, o que devo fazer?
As visitas são marcadas pelos telefones 3478-4465 ou 3478-446, ligue e agende. será um prazer recebe-lo no Instituto.





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foto de parte da fachada do IBC

Instituto Benjamin Constant

Centro de Referência Nacional na Área da Deficiência Visual

Av. Pasteur, 350 / 368 - Urca - Rio de Janeiro - RJ - CEP: 22.290-240
Tel: (021) 3478-4442 Fax: (21) 3478-4444
E-mail: ibc@ibc.gov.br Site: www.ibc.gov.br


Horário de funcionamento:
O IBC atende de segunda a sexta-feira das 8:00 às 17:00 horas

Acesso à Informação - Agenda de autoridades

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Quem é Quem no Instituto Benjamin Constant


Principais cargos, respectivos ocupantes, telefones e e-mails





Direção Geral
TITULAR: Maria Odete Santos Duarte
TELEFONES: 3478-4442 e 3478-4400
E-MAIL: dirgeral@ibc.gov.br


Chefia de Gabinete
TITULAR: Maria da Glória de Souza Almeida
TELEFONE: 3478-4446
E-MAIL: gabinete@ibc.gov.br


Assessoria da Direção Geral
TITULAR: Érica Deslandes Magno Oliveira
TELEFONE: 3478-4445
E-MAIL: erica@ibc.gov.br


Assessoria da Direção Geral
TITULAR: Elcy Maria Andrade Mendes
TELEFONE: 3478-4447
E-MAIL: assessoria@ibc.gov.br



Assessoria da Direção Geral
TITULAR: Valéria Conde Aljan
TELEFONE: 3478-4448
E-MAIL: valerialjan@ibc.gov.br


Assistência da Direção Geral
TITULAR: Péricles Francisco de Vasquez Barbosa
TELEFONE: 3478-4536 ou 3478-4542
E-MAIL: lct@ibc.gov.br


Assistência da Direção Geral
TITULAR: Thereza Cristina Moret Polônia
TELEFONE: 3478-4483 ou 3478-4484
E-MAIL: nutricao@ibc.gov.br


Coordenação Geral de Informática (CGI)
TITULAR: Gerson Fonseca Ferreira
TELEFONE: 3478-4436
E-MAIL: cgi@ibc.gov.br


Coordenação de Comunicação e Marketing Institucional (CCMI)
TITULAR: Lorena Maria Pedrosa Barros
TELEFONE: 3478-4412
E-MAIL: visando@ibc.gov.br


Secretaria Geral
TITULAR: Wilson Cerqueira Martins
TELEFONE: 3478-4413
E-MAIL: secgeral@ibc.gov.br






DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO - DPA




Direção do Departamento de Planejamento e Administração
TITULAR: Pedro Muñoz Gómez
TELEFONE: 3478-4525 ou 3478-4515
E-MAIL: dpa@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Planejamento e Execução Orçamentária e Financeira (DOF)
TITULAR: Marina Mizrahi Goichman
TELEFONE: 3478-4451 e 3478-4516
E-MAIL: dof@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Serviços Gerais (DSG)
TITULAR: Paulo lidio Marques de Barros Falcão
TELEFONE: 3478-4449
E-MAIL: dsg@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Pessoal (DP)
TITULAR: Jorge Fiore de Oliveira Junior
TELEFONE: 3478-4452 e 3478-4453
E-MAIL: dpessoal@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Material e Patrimônio (DMP)
TITULAR: Paulo Roberto de Andrade Santiago
TELEFONES: 3478-4414 e 3478-4545
E-MAIL: dmp@ibc.gov.br






DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO - DED




Direção do Departamento de Educação
TITULAR: João Ricardo Melo Figueiredo
TELEFONE: 3478-4496 ou 3478-4495
E-MAIL: ded@ibc.gov.br


Supervisão do Departamento de Educação
TITULAR: Ana Fátima Berquó Carneiro Ferreira
TELEFONE: 3478-4520
E-MAIL: anafatima@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Ensino (DEN)
TITULAR: Nadir da Silva Machado
TELEFONE: 3478-4493 ou 3478-4532
E-MAIL: den@ibc.gov.br


- Coordenação de Estimulação Precoce
TITULAR: Patrícia Soares de Pinho Gonçalves
TELEFONE: 3478-4469
E-MAIL: patydepinho@ibc.gov.br


- Coordenação de Educação Infantil
TITULAR: Thalita Helena Nilander Lima
TELEFONE: 3478-4468
E-MAIL: den@ibc.gov.br


- Coordenação das Classes de Alfabetização
TITULAR: Suely Mainier
TELEFONE: 3478-4487
E-MAIL: scortes@ibc.gov.br


- Coordenação de Primeira Fase
TITULAR: Jane Alves de Souza
TELEFONE: 3478-4499
E-MAIL: jalves@ibc.gov.br


- Coordenação de Segunda Fase
TITULAR: Ewerton de Souza Bezerra da Silva
TELEFONE: 3478-4499
E-MAIL: esouza@ibc.gov.br



- Coordenação do Programa Educacional Alternativo (PREA)
TITULAR: Elizabeth Ferreira de Jesus
TELEFONE: 3478-4528
E-MAIL: den@ibc.gov.br


- Coordenação de Educação Física
TITULAR: Antonio Fernandes
TELEFONE: 3478-4482
E-MAIL: edfisica@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Assistência ao Educando (DAE)
TITULAR: Maria Eline Silva Cruz
TELEFONE: 3478-4500
E-MAIL: dae@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Orientação Educacional, Psicológica e Fonaudiológica (DOE)
TITULAR: Ana Maria Nóbrega Pereira
TELEFONE: 3478-4486
E-MAIL: doe@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Atividades Culturais e de Lazer (DAL)
TITULAR: Vera Regina Pereira Ferraz
TELEFONE: 3478-4467 ou 3478-4464
E-MAIL: dal@ibc.gov.br






DEPARTAMENTO TÉCNICO ESPECIALIZADO - DTE




Direção do Departamento Técnico Especializado
TITULAR: Ana Lucia Oliveira da Silva
TELEFONE: 3478-4461 ou 3478-4462
E-MAIL: dte@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Imprensa Braille (DIB)
TITULAR: Ana Luisa Melo de Araujo
TELEFONE: 3478-4472, 3478-4473 ou 3478-4476
E-MAIL: dib@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Produção de Material Especializado (DPME)
TITULAR: Patrícia Ignácio da Rosa
TELEFONE: 3478-4474 ou 3478-4475
E-MAIL: dpme@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Capacitação de Recursos Humanos (DCRH)
TITULAR: Jeane Gameiro Miragaya
TELEFONE: 3478-4455
E-MAIL: dcrh@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Pesquisa, Documentação e Informação (DDI)
TITULAR: Claudia Lucia Lessa Paschoal
TELEFONE: 3478-4459 ou 3478-4458
E-MAIL: ddi@ibc.gov.br






DEPARTAMENTO DE ESTUDOS E PESQUISAS MÉDICAS E DE REABILITAÇÃO - DMR




Direção do Departamento de Estudos e Pesquisas Médicas e de Reabilitação
TITULAR: Márcia Lopes de Moraes Nabais
TELEFONE: 3478-4420
E-MAIL: dmr@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Pesquisas Médicas, Oftalmológicas e de Nutrição (DPMO)
TITULAR: Rogério Neurauter
TELEFONE: 3478-4426
E-MAIL: dpmo@ibc.gov.br


- Coordenação de Atendimento a Alunos e Reabilitandos
TITULAR: Luiz Carlos Almeida Botelho
TELEFONE: 3478-4432
E-MAIL: dpmo@ibc.gov.br


- Coordenação de Baixa Visão
TITULAR: Regina Maria Fernandes Chimenti
TELEFONE: 3478-4421
E-MAIL: baixavisao@ibc.gov.br


- Coordenação de Enfermagem
TITULAR: Janete de Castro Quadros
TELEFONE: 3478-4538
E-MAIL: janete@ibc.gov.br


- Coordenação de Fisioterapia
TITULAR: Leonídia dos Santos Borges
TELEFONE: 3478-4425
E-MAIL: lsantos@ibc.gov.br


- Coordenação de Nutrição
TITULAR: Thereza Christina Moret Polônia
TELEFONE: 3478-4483 ou 3478-4484
E-MAIL: nutricao@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Reabilitação, Preparação para o Trabalho e Encaminhamento Profissional (DRT)
TITULAR: Lindiane do Nascimento Oliveira
TELEFONE: 3478-4417 ou 3478-4418
E-MAIL: drt@ibc.gov.br


- Coordenação do Centro de Formação em Terapias Alternativas
TITULAR: Rosane Menezes
TELEFONE: 3478-4425
E-MAIL: rmenezes@ibc.gov.br


- Surdocegueira
TITULAR: Mariana Gonçalves
TELEFONE: 3478-4480
E-MAIL: mgoncalves@ibc.gov.br


Chefia da Divisão de Orientação e Acompanhamento (DOA)
TITULAR: Cristiane Vales Maciel
TELEFONE: 3478-4415 ou 3478-4411
E-MAIL: doa@ibc.gov.br






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Instituto Benjamin Constant

Centro de Referência Nacional na Área da Deficiência Visual

Av. Pasteur, 350 / 368 - Urca - Rio de Janeiro - RJ - CEP: 22.290-240
Tel: (021) 3478-4442 Fax: (21) 3478-4444
E-mail: ibc@ibc.gov.br Site: www.ibc.gov.br


Horário de funcionamento:
O IBC atende de segunda a sexta-feira das 8:00 às 17:00 horas

Cursos oferecidos pelo Instituto em 2012

CALENDÁRIO DE CURSOS – 2012



Observação:

- 13/07/2012: Cancelado o curso "TÉCNICAS DE LEITURA, ESCRITA E METODOLOGIA DE ENSINO DO SISTEMA BRAILLE"

- 19/06/2012: Cancelado o curso "O Modelo Ecológico Funcional na Educação de Alunos com Deficiência Múltipla"

- 28/05/2012: Cancelado o curso "Arte em Educação"

- 17/05/2012: Cancelados os cursos: “Desporto Paraolímpico para Deficientes Visuais: Goalball”, “Práticas Educativas para uma Vida Independente” e “A Ciência da Motricidade Humana como Facilitadora da Leitura e Escrita do Deficiente Visual”

- 28/03/2012: Cancelado o curso "Desporto Paraolímpico para Deficientes Visuais: Futebol de Cinco"

- 26/03/2012: Alteradas as datas de Pré-inscrição e realização dos cursos "A Ciência da Motricidade Humana como Facilitadora da Leitura e Escrita do Deficiente Visual" e "Programas de Informática na Área da Deficiência Visual"






Orientação e Mobilidade - Turma I
Data do curso: 05 a 09/03/2012
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de inscrição: 09/01 a 03/02/2012


Iniciação ao Sistema Braille - Turma I
Data do curso: 12/03 a 21/05/2012
Dias e horários do curso: 2ª e 4ª feiras, das 14:30 às 16:30 hs
Período de inscrição: 09/01 a 10/02/2012


Sistema Braille - Transcrição e Impressão
Data do curso: 12 a 23/03/2012
Dias e horários do curso: 2ª a 5ª feira, das 8 às 16 hs – 6ª feira, das 8 às 12hs
Período de inscrição: 09/01 a 10/02/2012


Orientação e Mobilidade - Turma II
Data do curso: 26 a 30/03/2012
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de inscrição: 01/02 a 16/03/2012


Oficina de Gravação Digital de Textos em Áudio - Turma I
Data do curso: 25/04/2012
Dias e horários do curso: 8:30 às 16:30 hs
Período de inscrição: 01/02 a 30/03/2012


Adaptação, Transcrição e Impressão no Sistema Braille
Data do curso: 09 a 20/04/2012
Dias e horários do curso: 2ª a 5ª feira, das 8 às 16 hs – 6ª feira, das 8 às 12hs
Período de inscrição: 06/02 a 16/03/2012


Psicomotricidade
Data do curso: 24/04 a 26/04/2012
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 15:40 hs
Período de inscrição: 27/02 a 23/03/2012


Desporto Paraolímpico para Deficientes Visuais: Futebol de Cinco
ATENÇÃO: este curso foi cancelado


Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille
Data do curso: 07 a 11/05/2012
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de inscrição: 05/03 a 13/04/2012


Baixa Visão
Data do curso: 14 a 18/05/2012
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de inscrição: 12/03 a 13/04/2012


Soroban - Metodologia: Menor Valor Relativo
Data do curso: 21 a 25/05/2012
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de inscrição: 19/03 a 20/04/2012


Educação Infantil
Data do curso: 21/05 a 25/05/2012
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de inscrição: 19/03 a 20/04/2012


Práticas Educativas para uma Vida Independente
ATENÇÃO: este curso foi cancelado


Desporto Paraolímpico para Deficientes Visuais: Goalball
ATENÇÃO: este curso foi cancelado


A Ciência da Motricidade Humana como Facilitadora da Leitura e da Escrita do Deficiente Visual
ATENÇÃO: este curso foi cancelado


Programas de Informática na área da Deficiência Visual
Data do curso: 25 a 29/06/2012
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de inscrição: 23/04 a 25/05/2012


Arte em Educação
ATENÇÃO: este curso foi cancelado


O Modelo Ecológico Funcional na Educação de Alunos com Deficiência Múltipla
ATENÇÃO: este curso foi cancelado


Curso Integrado – Sistema Braille e Soroban
Data do curso: 02 a 13/07/2012
Dias e horários do curso: 2ª a 6ª feira, das 8 às 17 hs
Período de inscrição: 30/04 a 01/06/2012


Produção de Material Didático Especializado
Data do curso: 16 a 20/07/2012
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de inscrição: 14/05 a 15/06/2012


Alfabetização no Sistema Braille
Data do curso: 23 a 27/07/2012
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de inscrição: 21/05 a 22/06/2012


Aspectos Educacionais na Surdocegueira
Data do curso: 30/07 a 03/08/2012
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de inscrição: 28/05 a 29/06/2012


Educação Física Escolar e Deficiência Visual
Data do curso: 06 a 10/08/2012
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de inscrição: 04/06 a 06/07/2012


Técnicas de Leitura, Escrita e Metodologia de Ensino do Sistema Braille
ATENÇÃO: este curso foi cancelado


Iniciação ao Sistema Braille - Turma II
Data do curso: 22/08 a 07/11/2012
Dias e horários do curso: 2ª e 4ª feiras, das 14:30 às 16:30 hs
Período de inscrição: 11/06 a 13/07/2012


Oficina de Gravação Digital de Textos em Áudio
Data do curso: 16/10/2012
Dias e horários do curso: 8:30 às 16:30 hs
Período de inscrição: 13/08 a 14/09/2012


Estimulação Precoce
Data do curso: 03 a 06/12/2012
Dias e horários do curso: 2ª a 5ª feira, das 8 às 17 hs
Período de inscrição: 01/10 a 01/11/2012









ORIENTAÇÕES GERAIS




1. Os documentos obrigatórios, as ementas, o valor da taxa de material e demais informações sobre cada um dos cursos são disponibilizados no site www.ibc.gov.br antes do início do período de pré-inscrição.

2. Para obter as informações mencionadas no item 1, clique sobre o nome do curso na programação.

3. Somente serão consideradas as pré-inscrições remetidas à Divisão de Capacitação de Recursos Humanos (DCRH) do Instituto Benjamin Constant (IBC) no período de pré-inscrição correspondente ao curso desejado.

4. Observar se atende aos pré-requisitos necessários para fazer o curso desejado e se possui os documentos obrigatórios antes de realizar a pré-inscrição.

5. Fazer o download da ficha de pré-inscrição.

6. Preencher a ficha de pré-inscrição na íntegra e enviá-la, juntamente com os documentos obrigatórios, por meio do Fax (0XX21) 3478-4454 ou do dcrhinscricoes@ibc.gov.br


6.1. A pré-inscrição será desconsiderada caso o candidato à vaga não preencha a ficha de pré-inscrição integralmente, ou não a encaminhe com os documentos obrigatórios, durante o período de pré-inscrição do curso pretendido.

7. Finalizado o período de pré-inscrição para o curso, a DCRH entrará em contato, preferencialmente por e-mail, com os candidatos, observando o número de vagas disponíveis, para confirmar a seleção e indicar a realização do pagamento da taxa de material.

7.1. Em caso de desistência, solicitamos ao interessado que, no prazo de 7 (sete) dias antes do início do curso, entre em contato com a DCRH, para que possamos chamar o próximo candidato da lista de espera.



Taxa de material


1. Não realizar nenhum pagamento até receber orientações da DCRH.

2. Após a confirmação da seleção, o valor da taxa deverá ser depositado na Conta Corrente 776052-7, agência 0226, Operação 003, da Caixa Econômica Federal, em favor da Caixa Escolar do Instituto Benjamin Constant (CNPJ: 73.313.223/0001-82).

3. O comprovante de depósito deverá ser encaminhado para a DCRH por Fax (0XX21) 3478.4454 ou dcrhinscricoes@ibc.gov.br.

4. Após o envio do comprovante a DCRH entrará em contato confirmando a inscrição no curso.

5. Não haverá devolução da taxa de material paga em caso de desistência do cursista.

6. O recibo referente à taxa de material recolhida será emitido em nome do cursista inscrito e será entregue durante a realização do curso.

7. O cursista, que assim desejar, deverá solicitar, por e-mail (dcrhinscricoes@ibc.gov.br), no momento da comprovação de pagamento da taxa de material, a emissão de seu recibo em nome da Instituição pagadora.




Importante

1. No primeiro dia de aula, o cursista deverá apresentar à DCRH uma foto 3 x 4, para o crachá de identificação.

2. Informamos que os cursos fazem parte de uma programação e que podem sofrer alterações, a critério do IBC.

3. A inscrição será realizada por ordem de chegada da ficha de pré-inscrição, dentro do período indicado. Caso não seja atingida a quantidade mínima de interessados no curso, o período de pré-inscrição poderá ser prorrogado, a critério do IBC.

4. O curso somente será realizado com a confirmação de inscrição de, no mínimo, 50% das vagas.



Frequência e certificação

1. Observar atentamente o detalhamento do curso pretendido.

2. Para os cursos sem avaliação: receberá o certificado de conclusão o cursista que obtiver o mínimo de 80% de frequência às aulas. Observar detalhamento do curso.

3. Para os cursos com avaliação: além da frequência mínima de 80% às aulas, para certificação é necessário que o cursista obtenha nota mínima 6,0 (seis). Observar detalhamento do curso.

4. Em caso de curso sem avaliação, a DCRH entregará o certificado de conclusão ao cursista no último dia de aula.

5. No caso de cursos com avaliação, o certificado será emitido no prazo de 20 (vinte) dias úteis, contados do primeiro dia útil após o término do curso, e remetido pelo correio ao endereço residencial constante na ficha de pré-inscrição.

6. O cursista residente no município do Rio de Janeiro ou em município da região metropolitana do Rio de Janeiro (Grande Rio) deverá retirar o certificado no Instituto Benjamin Constant.




Alojamento

1. O IBC oferece 20 vagas, sendo 15 femininas e 5 masculinas, em alojamento coletivo, para cursistas de outros estados ou de municípios do interior do estado do Rio de Janeiro, que serão preenchidas respeitando-se a ordem de chegada das fichas de pré-inscrição.

2. O Alojamento não dispõe de serviços de lavanderia e de alimentação, devendo o cursista responsabilizar-se pelos mesmos, trazendo inclusive roupas de cama e de banho.

3. Para os cursistas previamente autorizados pelo IBC, o alojamento está disponível a partir das 11:30 hs do primeiro dia do curso, com saída até às 19h do último dia.

4. Para os solicitantes de alojamento, é obrigatória a leitura do REGULAMENTO INTERNO DO ALOJAMENTO DO IBC

5. Não haverá alojamento para os seguintes cursos:

• Iniciação ao Sistema Braille
• Oficina de Gravação Digital de Textos em Áudio
• Técnicas de Leitura, Escrita e Metodologia de Ensino do Sistema Braille




Outras informações:

1. Os cursos, que não apresentarem indicação de local especifico, ocorrem nas dependências do Instituto Benjamin Constant – Av. Pasteur, 350/368 – Urca /Rio de Janeiro / RJ.

2. O IBC não disponibiliza vaga de estacionamento aos cursistas.

3. O IBC atende pedidos de realização de cursos em todo o Brasil. Contatos pelo telefone (0XX21) 3478-4461, com a Profª. Ana Lúcia.

4. Contatos da DCRH:
Telefone: (0XX21) 3478-4455
Fax: (0XX21) 3478-4454
E-mail: dcrh@ibc.gov.br

Quem é Quem no IBC

Direção-Geral do Instituto Benjamin Constant





Direção Geral – CD2
TITULAR: Maria Odete Santos Duarte
TELEFONES:(21) 3478-4442 e (21) 3478-4400
E-MAIL: dirgeral@ibc.gov.br



Chefia de Gabinete – CD3
Diretora Geral Substituta
TITULAR: Maria da Glória de Souza Almeida
TELEFONE: (21) 3478-4446
E-MAIL: gabinete@ibc.gov.br



Assessoria da Direção Geral – CD4
TITULAR: Elcy Maria Andrade Mendes
TELEFONE: (21) 3478-4447
E-MAIL: assessoria@ibc.gov.br



Assessoria da Direção Geral – CD4
TITULAR: Pedro Muñoz Gómez
TELEFONE: (21) 3478-4441
E-MAIL: pedromunoz@ibc.gov.br



Assessoria da Direção Geral - CD4
TITULAR: Valéria Rocha Conde Aljan
TELEFONE: (21) 3478-4448
E-MAIL: valerialjan@ibc.gov.br



Assistência da Direção Geral - FG2
TITULAR: Gerson Fonseca Ferreira
Coordenador Geral de Informática
TELEFONE: (21) 3478-4436
E-MAIL: cgi@ibc.gov.br



Assistência da Direção Geral - FG2
TITULAR: Thereza Cristina Moret Polônia
TELEFONES: (21) 3478-4483 ou (21) 3478-4484
E-MAIL: nutricao@ibc.gov.br



Assistência da Direção Geral - FG2
TITULAR: Wilson Cerqueira Martins
Secretário Geral
TELEFONE: (21) 3478-4413
E-MAIL: secgeral@ibc.gov.br



Gabinete da Direção Geral - FG5
TITULAR: Sandra Lucia Diniz Ribeiro
TELEFONE: (21) 3478-4476
E-MAIL: sandraribeiro@ibc.gov.br



Coordenação de Comunicação e Marketing Institucional (CCMI) - FG 6
TITULAR: Lorena Maria Pedrosa de Barros
TELEFONE: (21) 3478-4412
E-MAIL: visando@ibc.gov.br






DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO - DPA



Direção do Departamento de Planejamento e Administração – CD4
TITULAR: Érica Deslandes Magno Oliveira
TELEFONES: (21) 3478-4525 ou (21) 3478-4515
E-MAIL: dpa@ibc.gov.br



Supervisão do Departamento de Planejamento e Administração – FG 1
Diretor Substituto do Departamento de Planejamento e Administração
TITULAR : Augusto Ernesto de Mattos Baganha
TELEFONE: (21) 3478-4516
E-MAIL: augustoernestobaganha@ibc.gov.br



Supervisão do Departamento de Planejamento e Administração – FG 1
TITULAR: Adalberto Luiz da Silva Chaves
TELEFONE: (21) 3478-4452
E-MAIL: adalbertoluizchaves@ibc.gov.br



Supervisão do Departamento de Planejamento e Administração – FG1
TITULAR: Elaine Souza da Silva
Pregoeira
TELEFONE: (21) 3478-4536
E-MAIL: elainesouza@ibc.gov.br



Supervisão do Departamento de Planejamento e Administração – FG1
TITULAR: Paulo Lídio Marques de Barros Falcão
Pregoeiro
TELEFONE: (21) 3478-4542
E-MAIL: paulolidio@ibc.gov.br



Assistência do Departamento de Planejamento e Administração - FG2
TITULAR: Marina Ferreira Leite
TELEFONE: (21) 3478-4449
E-MAIL: marinaferreira@ibc.gov.br



Assistência do Departamento de Planejamento e Administração - FG2
TITULAR: Rogério Azevedo Caldas
Coordenador de Manutenção e Obras
TELEFONE: (21) 3478-4526
E-MAIL: rogeriocaldas@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Planejamento e Execução Orçamentária e Financeira (DOF) - FG 5
TITULAR: Marina Mizrahi Goichman
TELEFONES: (21) 3478-4451 e (21) 3478-4516
E-MAIL: dof@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Serviços Gerais (DSG)- FG 5
TITULAR: Adriano Martins
TELEFONE: (21) 3478-4525
E-MAIL: dsg@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Pessoal (DP)- FG5
TITULAR: Jorge Fiore de Oliveira Junior
TELEFONES: (21) 3478-4452 e (21) 3478-4453
E-MAIL: dpessoal@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Material e Patrimônio (DMP)-FG5
TITULAR: Paulo Roberto de Andrade Santiago
TELEFONES: (21) 3478-4414 e (21) 3478-4545
E-MAIL: dmp@ibc.gov.br



Secretária do Departamento de Planejamento e Administração - FG7
TITULAR: Mayre Neide Gonçalves Lima
TELEFONE: (21)3478-4525
E-MAIL: mayrelima@ibc.gov.br






DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO - DED




Direção do Departamento de Educação – CD4
TITULAR: João Ricardo Melo Figueiredo
TELEFONES: (21) 3478-4496 ou (21) 3478-4495
E-MAIL: ded@ibc.gov.br



Supervisão do Departamento de Educação – FG1
Diretor Substituto do Departamento de Educação
TITULAR: Paulo Augusto da Costa Rodrigues
TELEFONE: (21) 3478-4520
E-MAIL: pauloaugusto@ibc.gov.br



Assistência do Departamento de Educação - FG2
TITULAR: Ana Maria Nóbrega Pereira
TELEFONE: (21) 3478-4495
E-MAIL: anamarianobrega@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Ensino (DEN) - FG5
TITULAR: Em aberto
TELEFONE: (21) 3478-4493 ou (21) 3478-4532
E-MAIL: ded@ibc.gov.br



- Coordenação de Estimulação Precoce
TITULAR: Patrícia Soares de Pinho Gonçalves
TELEFONE: (21) 3478-4469
E-MAIL: patriciadepinho@ibc.gov.br



- Coordenação de Educação Infantil
TITULAR: Adriana Maria Maia da Silveira
TELEFONE: (21) 3478-4468
E-MAIL: adrianamariamaia@ibc.gov.br



- Coordenação de 1º Ano do Ensino Fundamental
TITULAR: Jussara Costa de Almeida
TELEFONE: (21) 3478-4487
E-MAIL: jussaraalmeida@ibc.gov.br



- Coordenação do Primeiro Segmento do Ensino Fundamental
TITULAR: Ana Cristina Zenun Hildebrandt
TELEFONE: (21) 3478-4497
E-MAIL: anacristinahildebrandt@ibc.gov.br



- Coordenação do Segundo Segmento do Ensino Fundamental
TITULAR: Heverton de Souza Bezerra da Silva
TELEFONE: (21) 3478-4499
E-MAIL: hevertonbezerra@ibc.gov.br



- Coordenação do Programa Educacional Alternativo (PREA)
TITULAR: Elizabeth Ferreira de Jesus
TELEFONE: (21) 3478-4528
E-MAIL: elisabethferreira@ibc.gov.br



- Coordenação de Educação Física
TITULAR: Marcelo Miranda Petini
TELEFONE: (21) 3478-4482
E-MAIL: marcelopetini@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Assistência ao Educando (DAE)- FG5
TITULAR: Maria Eline Silva Cruz
TELEFONE: (21) 3478-4500
E-MAIL: dae@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Orientação Educacional, Psicológica e Fonoaudiológica(DOE)-FG5
TITULAR: Andréa Mazzaro Almeida da Silva Santos
TELEFONE: (21) 3478-4486
E-MAIL: doe@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Atividades Culturais e de Lazer (DAL)-FG5
TITULAR: Marliria Flavia Coelho da Cunha
TELEFONES: (21) 3478-4467 ou (21) 3478-4464
E-MAIL: dal@ibc.gov.br



Secretário do Departamento de Educação – FG7
TITULAR: David de Almeida
TELEFONE: (21) 3478-4496
E-MAIL:
TELEFONE:
E-MAIL:
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: FINALIZADO

Oficina de Gravação Digital de Textos em Áudio - Turma II
Data do curso: 16/10/2013
Dias e horários do curso: 8:30 às 16:30 hs
Período de inscrição: 12/08 a 13/09/2013
Atenção: Não haverá alojamento para este curso


NOVO! Programas de Informática na área da Deficiência Visual – Turma III
Data do curso: 04 a 08/11/2013
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 01 a 30/08/2013


Estimulação Precoce
Data do curso: 02 a 06/12/2013
Dias e horários do curso: 2ª a 5ª feira, das 8 às 17 hs; 6ª feira, das 8 às 11:30 hs
Novo período de pré-inscrição: 02 a 30/09/2013





ORIENTAÇÕES GERAIS


1. Os documentos obrigatórios, as ementas, o valor da taxa de material e demais informações sobre cada um dos cursos são disponibilizados no site www.ibc.gov.br antes do início do período de pré-inscrição.

2. Para obter as informações mencionadas no item 1, clique sobre o nome do curso na programação.

3. Somente serão consideradas as pré-inscrições remetidas à Divisão de Capacitação de Recursos Humanos (DCRH) do Instituto Benjamin Constant (IBC) no período de pré-inscrição correspondente ao curso desejado.

4. Observar se atende aos pré-requisitos necessários para fazer o curso desejado e se possui os documentos obrigatórios antes de realizar a pré-inscrição.

5. Fazer o download da ficha de pré-inscrição.

6. Preencher a ficha de pré-inscrição na íntegra e enviá-la, juntamente com os documentos obrigatórios, por meio do Fax (0XX21) 3478-4454 ou do dcrhinscricoes@ibc.gov.br


6.1. A pré-inscrição será desconsiderada caso o candidato à vaga não preencha a ficha de pré-inscrição integralmente, ou não a encaminhe com os documentos obrigatórios, durante o período de pré-inscrição do curso pretendido.

7. Finalizado o período de pré-inscrição para o curso, a DCRH entrará em contato, preferencialmente por e-mail, com os candidatos, observando o número de vagas disponíveis, para confirmar a seleção e indicar a realização do pagamento da taxa de material.

7.1. Em caso de desistência, solicitamos ao interessado que, no prazo de 7 (sete) dias antes do início do curso, entre em contato com a DCRH, para que possamos chamar o próximo candidato da lista de espera.


Taxa de material

1. Não realizar nenhum pagamento até receber orientações da DCRH.

2. Após a confirmação da seleção, o valor da taxa deverá ser depositado na Conta Corrente 776052-7, agência 0226, Operação 003, da Caixa Econômica Federal, em favor da Caixa Escolar do Instituto Benjamin Constant (CNPJ: 73.313.223/0001-82).

3. O comprovante de depósito deverá ser encaminhado para a DCRH por Fax (0XX21) 3478.4454 ou dcrhinscricoes@ibc.gov.br.

4. Após o envio do comprovante a DCRH entrará em contato confirmando a inscrição no curso.

5. Não haverá devolução da taxa de material paga em caso de desistência do cursista.

6. O recibo referente à taxa de material recolhida será emitido em nome do cursista inscrito e será entregue durante a realização do curso.

7. O cursista, que assim desejar, deverá solicitar, por e-mail (dcrhinscricoes@ibc.gov.br), no momento da comprovação de pagamento da taxa de material, a emissão de seu recibo em nome da Instituição pagadora.


Importante

1. No primeiro dia de aula, o cursista deverá apresentar à DCRH uma foto 3 x 4, para o crachá de identificação.

2. Informamos que os cursos fazem parte de uma programação e que podem sofrer alterações, inclusive cancelamentos, a critério do IBC.

3. O curso somente será realizado com a confirmação de inscrição de, no mínimo, 50% das vagas.

4. Em função dos itens 2 e 3 acima, recomendamos ao interessado que não sejam realizadas despesas de viagem, como aquisição de passagens, antes que a DCRH confirme a matrícula no curso solicitado.

5. A inscrição será realizada por ordem de chegada da ficha de pré-inscrição, dentro do período indicado. Caso não seja atingida a quantidade mínima de interessados no curso, o período de pré-inscrição poderá ser prorrogado, a critério do IBC.

6. Não serão aceitas matrículas de um mesmo candidato para curso realizados em datas simultâneas, devendo o candidato escolher apenas um curso por data. Caso o interessado não faça esta opção, a DCRH realizará a matrícula no curso cuja solicitação de pré-inscrição tiver chegado primeiro.


Frequência e certificação

1. Observar atentamente o detalhamento do curso pretendido.

2. Para os cursos sem avaliação: receberá o certificado de conclusão o cursista que obtiver o mínimo de 80% de frequência às aulas. Observar detalhamento do curso.

3. Para os cursos com avaliação: além da frequência mínima de 75% às aulas, para certificação é necessário que o cursista obtenha nota mínima 6,0 (seis). Observar detalhamento do curso.

4. Em caso de curso sem avaliação, a DCRH entregará o certificado de conclusão ao cursista no último dia de aula.

5. No caso de cursos com avaliação, o certificado será emitido no prazo de 20 (vinte) dias úteis, contados do primeiro dia útil após o término do curso, e remetido pelo correio ao endereço residencial constante na ficha de pré-inscrição.

6. O cursista residente no município do Rio de Janeiro ou em município da região metropolitana do Rio de Janeiro (Grande Rio) deverá retirar o certificado no Instituto Benjamin Constant.


Alojamento

1. O IBC oferece 20 vagas, sendo 15 femininas e 5 masculinas, em alojamento coletivo, para cursistas de outros estados ou de municípios do interior do estado do Rio de Janeiro, que serão preenchidas respeitando-se a ordem de chegada das fichas de pré-inscrição.

2. O Alojamento não dispõe de serviços de lavanderia e de alimentação, devendo o cursista responsabilizar-se pelos mesmos, trazendo inclusive roupas de cama e de banho.

3. Para os cursistas previamente autorizados pelo IBC, o alojamento está disponível a partir das 11:30 hs do primeiro dia do curso, com saída até as 12 horas do dia subsequente ao último dia de aula.

4. Para os solicitantes de alojamento, é obrigatória a leitura do REGULAMENTO INTERNO DO ALOJAMENTO DO IBC

5. Não haverá alojamento para os seguintes cursos:

• Iniciação ao Sistema Braille
• Oficina de Gravação Digital de Textos em Áudio
• Técnicas de Leitura, Escrita e Metodologia de Ensino do Sistema Braille
• Curso de Transcrição e Impressão de Textos em Braille
• Introdução à Áudio-Descrição


Outras informações:

1. Os cursos, que não apresentarem indicação de local especifico, ocorrem nas dependências do Instituto Benjamin Constant – Av. Pasteur, 350/368 – Urca /Rio de Janeiro / RJ.

2. O IBC não disponibiliza vaga de estacionamento aos cursistas.

3. O IBC atende pedidos de realização de cursos em todo o Brasil. Contatos pelo telefone (0XX21) 3478-4461, com a Profª. Ana Lúcia.

4. Contatos da DCRH:
Telefone: (0XX21) 3478-4455
Fax: (0XX21) 3478-4454
E-mail: dcrh@ibc.gov.br

A Criança Deficiente Visual e seus Pais

Você acabou de saber que seu filho é cego ou possui visão subnormal. Ele é um portador de deficiência visual. Nesse momento, ainda não sabe, precisamente, o que tal coisa quer dizer; não tem certeza do que isso significará para o crescimento e o desenvolvimento da criança e a que corresponderá quando ela for para o colégio. Você está cheio de dúvidas, inquietações, perguntas e quer algumas respostas agora.

Esses sentimentos são normais. Você tem todo o direito de sentir-se assim por algum tempo. Porém, achamos que gostaria de saber um pouco mais sobre crianças cegas ou com visão subnormal. Outros pais de crianças deficientes da visão fizeram muitas dessas mesmas perguntas. As respostas que você ler aqui poderão ajudá-lo, levantar outras questões, ou fazê-lo sentir que seu filho não se ajusta a qualquer das perguntas ou respostas. Mas, pelo menos o texto lhe dará o primeiro impulso. Vai dar certo. Talvez não hoje, nem amanhã ou mesmo no próximo mês – mas vai dar certo.

O que devo esperar?



Primeiro, espere que seu filho seja como todas as outras crianças. Não importa a idade que tenha, ou o quanto é deficiente – seu filho tem as mesmas necessidades que outras crianças:

amor;

afeto;

carinho;

nutrição;

disciplina;

educação;

brincadeira;

compreensão;

paciência.

Seu filho talvez faça algumas coisas de maneira diferente das outras crianças – como olhar um livro muito de perto – e pode aprender algumas coisas mais rapidamente que outros – como memorizar enigmas e canções; lembre-se, apenas, que seu filho é um indivíduo. Você não conseguirá predizer como seu filho será, assim como seus pais tampouco puderam fazê-lo em relação a você.

Pôr-se no lugar da criança e imaginar como é ser deficiente visual, poderá ajudá-lo. Feche seus olhos e escute por alguns minutos. Se você estiver lendo isto na cama, talvez tudo que ouça seja o silêncio – talvez ouça seu bebê respirando, o tic-tac do relógio, ou um cachorro latindo lá fora. Mas, provavelmente, sabe de onde os sons estão vindo. Se estiver lendo isto num lugar muito barulhento – a televisão ligada, as crianças gritando lá fora, a chaleira assobiando, os cachorros latindo – não só é mais difícil ouvir o bebê respirar e o relógio fazer tic-tac, mas, também, dizer de onde esses sons estão vindo.

Seu filho deficiente visual aprenderá sobre sons à medida que crescer, mas precisará de ajuda para identificá-los e entender quais são importantes ouvir (tráfego, vozes, noticiários radiofônicos), e os que podem ser ignorados (o zumbir das luzes vindas da luminária, o sopro do vento).

Depois, tente imaginar como você aprenderia um esporte novo ou jogo se não enxergasse bem: não poderia imitar uma braçada, se não pudesse vê-la. Mas alguém poderia lhe ensinar a fazê-lo, movendo seus braços para você.

Crianças deficientes da visão usam sua audição, seu olfato, suas próprias mãos e todo seu corpo para aprender sobre o mundo. Assim, espere que seu filho:

seja curioso;

faça perguntas;

escute;

goste de brincar;

fique perto de objetos;

pegue-os;

precise que se mostre como fazer coisas;

não saiba do que não se aproximar, a menos que você lhe diga;

não perceba que é deficiente visual, ou compreenda o que isso significa, até que você ou outra pessoa lhe diga.

Lembre-se que a criança que nasceu cega não sabe o que é enxergar, tampouco tem consciência que outras pessoas enxergam.

O que meu filho vê?



Essa é uma pergunta realmente difícil de responder. Ninguém saberá o que seu filho vê até que ele possa falar. Seu médico – oftalmologista, optometrista ou pediatra – pode lhe explicar a condição do olho de seu filho, os sintomas e as características de cada tipo de patologia. Peça a seu médico um relatório, por escrito, de cada exame ocular de seu filho (caso você não o compreenda, peça ao médico que escreva numa linguagem mais acessível). Guarde esses relatórios para consultá-los de vez em quando. Eles também serão de grande utilidade para auxiliar o professor de seu filho, quando ele for para o colégio ou entrar num programa para crianças.

Quanto ao que seu filho realmente vê, terá que esperar que ele lhe diga. E, provavelmente, ele o fará muito antes que possa falar. Qualquer um destes comportamentos lhe dirá algo sobre o que e quanto vê:

piscar ou fechar os olhos em luz solar ou perto de uma luminária;

piscar ou fechar os olhos quando sair para o ar livre, ou vice-versa;

aproximar comida ou outros objetos para perto dos olhos ou de um só olho;

virar a cabeça em direção a uma fonte luminosa ou virar seu rosto buscando afastar-se de uma luz forte;

inclinar sempre a cabeça de certo modo;

tentar alcançar coisas de um só lado, somente a certa distância ou apenas as que estejam diretamente à sua frente;

esbarrar com coisas (altas ou baixas);

seguir objetos móveis com os olhos ou com a cabeça;

procurar objetos com os olhos ou com as mãos.

Não perca de vista estas coisas, se seu filho as fizer, e tente observar se ele as faz todo o tempo, às vezes, ou só em determinadas situações (como quando as luzes estiverem obscurecidas, ou quando você o estiver ajudando). À medida que ele for ficando mais velho, você descobrirá um pouco mais sobre sua visão pelo manuseio que faz de livros, pinturas, lápis e papel. De início é impossível prever quanta visão ele terá, ou se será um leitor de Braille ou de letras impressas. É esperar e ver.

É importante lembrar que, na maior parte dos casos, as crianças com visão subnormal usam melhor sua visão à medida que ficam mais velhas porque ficam mais sagazes, experientes e dedutivas, tendo um expressivo ganho, pelo uso, em sua visão funcional.

E se meu filho for cego?



Muitas crianças e adultos são totalmente cegos – e eles se saem bem. As pessoas cegas vivem, aprendem, amam, trabalham e fazem tudo o que as pessoas videntes fazem. Quando você vir uma pessoa cega, lembre-se: provavelmente, uma vez ela foi uma criança cega. O adolescente ou adulto que seu filho vier a ser, dependerá, em grande parte, do que vocês, como seus pais, fizerem agora. Se você não lhe ensinar a ter responsabilidade, ele não a terá. Se não espera que tenha sucesso, ele também não o esperará. Se sempre faz as coisas para ele, enquanto criança, alguém terá de fazê-las para ele, quando adulto.

Certamente, crescer sem visão torna-se um pouco mais difícil aprender sobre o mundo e mover-se nele. Mas seu filho cego não sabe que o seu modo de aprender é diferente do das outras pessoas. Na prática, a cegueira na infância quer dizer que:

Os acontecimentos usuais, comuns e cotidianos, podem precisar de explicação. Faça seu filho saber, por exemplo, que ovos mexidos, fritos e cozidos sempre começam como ovos crus.

Alguns eventos ficam fora da experiência direta de seu filho. Conte-lhe sobre os pássaros voando e dê-lhe a chance de tocar e segurar um. Fale das nuvens, do céu, do sol, da lua.

Seu filho pode precisar de ajuda para reunir partes e formar um todo. Seu filho não pode tocar um cachorro inteiro de uma vez só, mas ele pode sentir-lhe o nariz, orelhas, corpo, pernas, patas e rabo, separadamente. Você pode ajudá-lo, então, a entender que estas partes separadas, quando juntadas adequadamente, fazem um cachorro inteiro.

A imitação gestual é mais difícil. Seu filho precisará que se lhe mostre como utilizar a expressão gestual: é grande assim – bem pequeno – lá longe – ali daquele lado – lá em cima, são algumas das expressões que, quando usadas, geralmente são anexadas às suas expressões gestuais correspondentes. Seu filho não fará isso por imitação. Pegue em seus braços e ensine a ele.

A aprendizagem não vem naturalmente por imitação. Você não pode ter certeza de que seu filho se levantará e caminhará um dia, se ele nunca tiver visto alguém caminhar antes. Tampouco espere que roube um biscoito da lata se ele não souber onde a lata está.

Experiências reais têm mais valor do que as descrições das mesmas. Você pode contar a seu filho sobre ovos mexidos, fritos, cozidos e crus, mas significará mais se ele puder rachar, quebrar e cozinhar os ovos por si mesmo.

Seu filho não pode esperar que o mundo venha a ele. Você tem, inicialmente, que levar o mundo a seu filho – com palavras, movimentos, sentimentos, interpretações e oportunidades para aprendizagem.

Sua contribuição é necessária, porque seu filho desconhece até onde foi bem. Se ele tentar alcançar algo e não conseguir da primeira vez, como saberá o que precisará fazer da próxima, a menos que alguém lhe diga “quase”, “um pouco mais à direita”, ou “ei, você conseguiu!”?

E se meu filho tiver outra deficiência (deficiência múltipla)?



Crianças deficientes visuais podem ter uma outra deficiência associada. Se isso se der com seu filho, as mesmas regras de aprendizagem se aplicam:

providencie experiências reais;

ajude partes a se ajustarem ao todo;

crie oportunidades de aprendizagem;

dê sua cooperação;

demonstre como fazer as coisas.

Dependendo da deficiência de seu filho, algumas coisas que você faz com ele talvez tenham que ser repensadas. Por exemplo, se seu filho tiver paralisia cerebral ou uma outra deficiência motora, você necessitará aprender as melhores maneiras para posicioná-lo e carregá-lo. Se tiver deficiência auditiva, você precisará aprender mais sobre os modos de comunicar-se com ele. Há pessoas especializadas que poderão lhe dar “dicas” para criar seu filho.

Por que meu filho parece mais lento que outras crianças?



Todas as crianças, deficientes ou não, são diferentes entre si, isso é próprio da natureza humana, assim como também o é comparar seu filho com outras crianças. Mas como seu filho é deficiente visual ele tem um modo diferente de aprender e de fazer as coisas. Na verdade, não sabemos se as crianças deficientes da visão, no geral, aprendem mais lentamente que as outras, mas sabemos que suas chances e oportunidades para aprendizado são menores, em razão da deficiência. Ela limita o que a criança pode imitar ou apreender sozinha, mas não significa que não consiga aprender. Significa, ao contrário, que ela terá que depender de você e de outros para ensinar-lhe e mostrar-lhe o que, inicialmente, não pode aprender de modo natural.

Por que meu bebê parece tão quieto?



Um dos primeiros comentários que muitos pais fazem sobre seus filhos cegos ou de visão subnormal é que são quietos – que parecem imóveis em seus berços. Outros, dizem que seus bebês não gostam de ser tirados de lá – toda vez que o são, arqueiam as costas, se retesam, ou ainda, parecem querer se afastar. Isto acontece, de fato, com muitos bebês, mas por uma boa razão.

Quando você enxerga bem, vê, o tempo todo, o que acontece a seu redor. Se quiser, pode fechar seus olhos no momento que desejar e não ver. Com a visão, você tem o controle de tudo.

Entretanto, quando não vê bem, a história é diferente: pode ver de modo indistinto ou, talvez, só claridade e vultos. Dependerá de sua audição, olfato e tato para saber o que acontece a seu redor. Ao mexer-se em sua cama, não escutará muito, exceto o som de seu próprio movimento. Os bebês cegos e deficientes da visão ficam quietos e imóveis, por muito tempo, porque ficam escutando o que acontece à sua volta. Além disso, não podem fechar seus ouvidos para deixar de ouvir – têm que aprender o que cada som significa e por que eles são importantes.

A reação, ao ser apanhado, está relacionada com a aguda atenção que o bebê presta ao mundo. Se ele estiver atento ouvindo, sentindo-se seguro deitado na cama e, de repente, perceber que o estão movimentando, jogando para o ar – claro que vai se assustar e ficar transtornado. E seu modo natural de reagir é gritar, querer se afastar e voltar para onde estava.

Isto não quer dizer que não deva perturbar seu filho ou apanhá-lo. Significa que você deve pôr-se no lugar dele e imaginar como gostaria de brincar e ser apanhado. Desejaria algum aviso, de ter idéia do que está se passando. Isso também é verdadeiro para seu filho deficiente da visão. Diga-lhe o que faz, dê-lhe uma chance para responder e conte-lhe o que está fazendo, enquanto o fizer.

Embora pareça convidativo deixar seu filho aprender sobre o mundo em suas próprias condições, nem sempre essa é a melhor idéia. Experiências de movimento – ser conduzido ou mover-se sozinho – ensinam muito sobre o corpo: onde está situado no espaço e a maneira de usá-lo. Considerando que a visão é uma das maneiras que aprendemos sobre movimento, as crianças que têm pouca visão podem não se movimentar tanto quanto devem, justamente porque não tiveram chance de compreender por que o movimento é divertido.

Assim, faça com seu filho cego, deficiente da visão ou portador de deficiência múltipla o mesmo que você faria com seus outros filhos – apanhe-o, embale-o, faça-lhe cócegas, carinhos, carregue-o nas costas, brinque com ele. Se seu filho possuir mais de uma deficiência, faça as mesmas coisas, mas consulte um médico ou fisioterapeuta para descobrir se há modos especiais que você deva utilizar.

Por que meu filho não se movimenta muito?



Crianças aprendem a engatinhar e a andar porque vêem algo no quarto que desejam, ou porque assistem às pessoas a seu redor se movendo. Se seu filho não consegue ver um objeto, o qual, por sua vez, não faz qualquer ruído, provavelmente não sabe que o objeto lá está – e assim, não tem nenhuma razão para ir alcançá-lo.

É natural que você tente criar experiências tais para seu filho, que acabe levando com demasiada freqüência, o mundo para ele. Não poderá fazer isso sempre. O que realmente deseja fazer é encorajar seu filho para que “vá à luta” – que seja curioso, que explore, que descubra que existe outro mundo além da ponta de seus dedos. Você pode encorajá-lo a isso, ajudando-o a:

juntar dois e dois (“Está ouvindo? É o cronômetro na cozinha. Vamos ver se os biscoitos estão prontos... Vou tirá-los do forno... Deixemos que esfriem um pouco... Pegue um para você!” Fale sempre muito com seu filho);

ir buscar o que quer (Papai está aqui. Venha me pegar!” “Olhe a bola aqui, venha pegá-la!” – Usem os verbos olhar e ver de maneira natural, não os troquem por outros);

brincar de jogar bola e de esconder.

Tudo isso ensinará a seu filho que pessoas e objetos existem, até mesmo quando ele não os estiver tocando, ouvindo ou provando.

Seu filho não vê outras crianças engatinhando, caminhando, correndo ou saltando. É uma boa idéia mostrar-lhe como e ajudá-lo a fazê-lo.

Por que meu filho não se diverte muito com brinquedos?



Até que seu filho saiba o que um brinquedo é e como usá-lo, não terá uma noção correta de como brincar com ele. Escolhemos muitos dos brinquedos que damos a nossos filhos porque nós gostamos das cores – não porque o som seja particularmente atraente à criança, porque seja agradável, ou porque a criança pode fazer algo com ele. Os móbiles de berço que adquirimos são um notável exemplo disso. Eles parecem muito graciosos de onde estamos, mas do berço, onde o bebê está deitado, não têm qualquer interesse, a menos que se movimentem ou que façam barulho.

Não sabemos muito sobre a razão pela qual alguns brinquedos são mais interessantes que outros para crianças cegas e deficientes da visão. No entanto, sabemos que elas não conseguem brincar se não souberem que os brinquedos estão lá. Você pode ajudar seus filhos a achar os brinquedos à frente e atrás deles, pelo quarto, nas gavetas, em armários. E pode fazer disso uma diversão, brincando com seu filho e dando-lhe informações de como está indo: “Muito bem! Você pôs o bloco redondo no buraco redondo!”, “Veja como essas argolas de empilhar se ajustaram; uma em cima da outra?” e “Você sabe acelerar seu gravador? Está tentando achar sua canção favorita?”

Quando você comprar brinquedos para seu filho, procure os que têm as seguintes características:

inquebráveis;

não pontiagudos;

de cores luminosas (vermelho, amarelo, laranja, cor-de-rosa forte);

com grandes contrastes (amarelo e preto, preto e branco);

com partes móveis;

sonoros;

agradáveis ao toque;

com texturas diferentes.

Crianças cegas e de visão subnormal não brincam com muitos dos animais de pelúcia, fantoches e bonecas que compramos até que tenham o poder de abstrair do modelo para o real. Um cachorro com enchimento não parece, cheira ou soa como um cachorro e o rosto duro de plástico de uma boneca não se assemelha ao rosto de um bebê de verdade. Isso não quer dizer que você não deva dar a seu filho bonecas e animais de pelúcia; significa que você precisará brincar com ele e mostrar-lhe como ele pode usar sua imaginação, deixando que as abstrações se façam na idade certa.

Por que meu filho faz algumas coisas repetidamente (maneirismos)?



Crianças cegas, de visão subnormal ou portadoras de deficiência múltipla às vezes desenvolvem hábitos, como balançar-se, cutucar o olho ou mexer os dedos e os braços. Isso pode exasperá-lo, envergonhá-lo ou frustá-lo como pai. É tentador pôr a culpa dessas coisas na deficiência de seu filho. Mas, na verdade, todo mundo tem alguns hábitos irritantes – enrolar o cabelo, enrugar o nariz, ou coçar. A diferença é que as pessoas com visão podem ver os outros fazendo essas coisas ou olhar-se em um espelho e resolver, baseando-se no que vêem, se querem continuar a fazê-las. A criança cega freqüentemente conserva esses maneirismos, porque não sabe com o que se parecem.

Há muitas teorias sobre por que crianças cegas desenvolvem de maneira tão forte esses maneirismos. Algumas pessoas dizem que é porque bebês deficientes da visão ou portadores de deficiência múltipla não são suficientemente ativos; outros, que não tiveram bastante estimulação vestibular e cinestésica – isto é, não se movimentaram o bastante para sentir seus corpos em diferentes posições no espaço. Outros ainda acham que os bebês deficientes da visão apertam os olhos porque isso faz flashes de luz (fará para você, também). Os maneirismos podem parecer particularmente fortes em tempos de estresse – quando seu filho estiver tendo dificuldade para fazer algo ou estiver assustado. Claro que seu filho deficiente da visão ou com deficiência múltipla também pode, simplesmente, achar isso bom.

Mas, na verdade, não importa por que seu filho faz o que faz. Esses comportamentos podem ser, no futuro, um fator dificultador no seu processo de convívio e de participação social. É importante modificar o padrão de comportamento – corrigindo-o, lembrando-o sobre o que está fazendo ou desviando sua atenção para outra atividade. Um professor pode ser de grande ajuda, se decidir que quer mudar o comportamento de seu filho. Mas você tem que se lembrar de ser constante – não pode corrigir uma vez sem fazê-lo na próxima, porque isso dará a seu filho uma mensagem confusa. Talvez você queira dizer isso, talvez não. Ele continuará a testá-lo inúmeras vezes, até um de vocês dois cansar (geralmente você!).

Por que meu filho repete tudo o que digo?



Ecolalia – repetir ou ecoar o que as outras pessoas dizem – é uma fase pela qual todas as crianças passam. É um modo de treinar a fala e aprender sobre a linguagem e a comunicação. Às vezes, nas crianças cegas e de visão subnormal essa fase parece durar muito tempo. A linguagem é abstrata. As palavras representam pessoas, conceitos ou coisas. Enquanto a criança não compreender isso, será incapaz de juntar as palavras para fazer seu próprio discurso. Repetir o que outros dizem é mais fácil.

Se tentou, algum dia, aprender um idioma estrangeiro, poderá avaliar o que seu filho está tentando fazer: você repetiu palavras e frases antes que soubesse usá-las de maneira conexa e coerente. Só quando soube o que as palavras estrangeiras significavam, pôde colocá-las numa frase feita por você mesmo. E é assim para seu filho. Entretanto, é um pouquinho mais complicado para a criança que não pode ver aquilo sobre o que está falando. Pode demorar um pouco mais até que dê o salto da fala imitativa para a comunicação.

Você pode ajudar seu filho deficiente visual ou portador de deficiência múltipla fazendo-se algumas perguntas:

Estarei apenas nomeando as coisas para meu filho, ou as estou descrevendo, falando sobre elas, relacionando-as a outros acontecimentos de sua vida?

Estarei apenas repetindo as palavras que meu filho diz ou estou lhe dando, a cada vez, um pouco mais de informação?

Estarei lhe fazendo perguntas demais?

Estarei lhe dando uma chance de responder às perguntas que faço?

Antecipo o que deseja ou espero que me diga (através de palavras ou ações) o que quer?

Se for cuidadoso com a maneira como usa a linguagem, você poderá ajudar seu filho a passar da ecolalia para a linguagem real.

Como meu filho saberá onde está?



Se você não é deficiente da visão ou portador de deficiência múltipla, pode-lhe ser difícil imaginar como seu filho aprenderá a identificar onde está e se localizar nesse espaço. Você se baseia em sua visão para saber onde está. Seu filho se baseará em sua audição, tato e olfato para sabê-lo.

Em sua casa, cada quarto dá pistas diferentes, através dos materiais que forram o chão e as paredes, e para que objetivo o quarto é usado. Por exemplo, a cozinha pode ter um chão de cerâmica e cheirar a comida; o banheiro cheira a umidade e até se pode sentir as paredes ligeiramente úmidas; a sala de estar pode ter um tapete no chão e um relógio fazendo tic-tac alto; o quarto pode soar “macio”, porque a cama absorve todos os sons. A janela da cozinha é grande, por lá entra sol e vento. À medida que seu filho cresce, ele começa a usar outros marcos para ajudá-lo a saber onde está.

Se ensinar, logo cedo, seu filho a prestar atenção nessas coisas, não lhe será difícil aprender. Faça com que ele forme o mapa mental do ambiente de sua casa – onde fica o banheiro em relação ao seu quarto, enfim, qual a localização de todos os cômodos e a relação espacial entre eles.

Quando meu filho precisará de uma bengala?



Essa também é uma decisão individual, que depende de seu filho e de você. Bengalas oferecem proteção à criança ou ao adulto, principalmente, porque dão informação sobre o que está à frente, antes de colidir. Por isso, seu filho pode não precisar de uma bengala até estar pronto a agir sozinho – como completar uma incumbência para você ou ir sozinho para a escola.

Entretanto, muitas pessoas acham que as crianças deveriam ter bengalas o mais cedo possível – até mesmo logo que começam a caminhar. Já outras dizem que a bengala só deve ser adotada a partir dos treze ou quatorze anos de idade. Você deve pedir as opiniões de professores e instrutores de Orientação e Mobilidade antes de tomar sua decisão. Algumas das perguntas seguintes talvez o ajudem:

Meu filho precisa de bengala? Para que a usaria?

Meu filho consegue caminhar direito?

Meu filho usa suas mãos para conseguir informação ou se agarra a objetos sem realmente explorá-los?

Como a bengala afetaria seu equilíbrio ao andar?

Como a bengala afetaria suas brincadeiras com as crianças vizinhas?

Ele precisa da bengala o tempo todo?

A bengala para ele seria um instrumento de segurança e locomoção ou apenas um brinquedo?

Ele com a bengala deixa de absorver e utilizar as informações táteis, auditivas e olfativas do ambiente?

Com ela parece estar sem orientação espaço-temporal?

Todos terão uma opinião sobre bengalas, mas a sua opinião e a de seu filho, principalmente, é que contam.

Quando meu filho aprenderá o Sistema Braille?



Seu filho cego, portador de visão subnormal ou de deficiência múltipla aprenderá o Sistema Braille quando estiver pronto para começar a aprender a ler, e o fará do mesmo modo que as crianças videntes aprendem a ler em tinta. Um professor de crianças deficientes da visão pode fazer algumas etiquetas plásticas em Braille para você pôr pela casa em portas, cadeiras, pias, etc., o que exporá seu filho à palavra escrita. Também pode adquirir histórias de crianças em sistema comum, com páginas plásticas em Braille, assim, enquanto você ler, ele poderá “segui-la em Braille”, mesmo sem saber ler ainda. Agora, já se consegue comprar vários livros de criança em fita cassete.

É importante que a criança cega tenha o contato com a palavra escrita em Braille o mais cedo possível. A criança de visão normal vê as palavras em tudo – TV, revistas, livros, cartazes. Seu primeiro contato com a palavra escrita se dá muito cedo. Já a criança cega, na maior parte da vezes, tem o primeiro contato com a palavra escrita no momento de sua alfabetização.

Todas as crianças deficientes da visão podem aprender o Braille, independente de conseguirem ou não ler em tinta. Contudo, hoje, as crianças com condições favoráveis, são encorajadas a ler impressos, e com os vários auxílios eletrônicos e ópticos disponíveis, muitos deficientes da visão, portadores de visão subnormal, podem usar livros de estudo em tipos comuns. Embora lhe pareça que a escolha entre o Braille ou a impressão está longe, quando o tempo chegar, você, como pai, deveria:

discutir o assunto com um professor de deficientes visuais;

lembre-se de que a prontidão para o Braille depende da habilidade da criança em conseguir informação através de seus dedos, e esse processo começa na primeira infância;

procure o ponto de rendimento insuficiente. Se seu filho lutar cada vez mais com a impressão, talvez faça sentido ensinar-lhe Braille – ou ensinar-lhe a leitura do Braille e da tinta ao mesmo tempo, e permitir-lhe que faça a escolha.

Claro que a vantagem de ler a tinta é que todos os livros e jornais são em tinta, enquanto que livros em Braille nem sempre estão disponíveis. Mas com os novos dispositivos de leitura eletrônicos – computadores que falam e o Braille sem papel, por exemplo – talvez isto não seja um problema, no futuro.

Eu tenho que aprender o Braille?



Isso, realmente, depende de você. A maioria do material de Braille que seu filho precisa para a escola já está disponível; se não, é da responsabilidade da escola e do professor dos deficientes da visão providenciá-lo. Entretanto, se você souber Braille, e ler, visualmente, as palavras (em Braille) será mais fácil ajudar seu filho nas lições. Como adulto que já lê, você não terá que gastar muito tempo aprendendo; assim, não pense em sair correndo, enquanto seu filho for pequeno, para fazer um curso de Braille. Há tempo para pensar sobre isso.

Onde posso procurar ajuda?



Algumas escolas e centros de atendimento públicos e particulares têm programas especiais para crianças e pré-escolares cegos e portadores de visão subnormal. Para descobrir o que há disponível em sua comunidade, confira primeiro com o serviço de saúde de sua comunidade e peça a recomendação de um programa de estimulação precoce para seu filho.

Lembre-se que essa etapa lhe é absolutamente fundamental e imprescindível. Não deixe de buscar um serviço de estimulação para seu filho deficiente visual.

Faça valer o direito de acesso de seu filho portador de deficiência visual aos serviços de saúde, estimulação, educação, reabilitação, recreação, lazer, prática de atividades físicas, cultura e a todos os outros disponíveis em sua comunidade.

O que acontecerá quando meu filho for para o colégio?



Toda criança cega, de visão subnormal ou portadora de deficiência múltipla tem direito à educação apropriada. Isso significa que o tipo de educação que recebe, e onde recebe, depende de suas necessidades, a qualquer momento. Como pai, você tem o direito de participar das decisões.

Crianças deficientes da visão e portadoras de deficiência múltipla podem freqüentar a escola em qualquer dos seguintes modelos:

Sala de aula regular: (ensino inclusivo) aqui seu filho assiste à aula que assistiria se não fosse deficiente, trabalhando diretamente com seus colegas videntes. Um professor itinerante vai à escola para instruir seu filho em habilidades especiais.

Sala de recursos: aqui seu filho ainda está na sala de aula regular, mas fica mais tempo em outra sala, projetada especificamente para a instrução especial. Normalmente, há várias crianças que trabalham nessa sala de recursos, em diferentes momentos do dia.

Sala de aula especial: aqui seu filho trabalha a maior parte do dia numa sala de aula com outras crianças deficientes, entretanto, não necessariamente deficientes da visão. A sala de aula fica numa escola regular, e seu filho, normalmente, passa tempo com crianças não-deficientes no intervalo, na hora do almoço e talvez durante as aulas de música e de arte.

Escola especial: nesse lugar, seu filho freqüenta uma classe e escola que só tem crianças deficientes, nem todas deficientes da visão. O professor de seu filho pode ou não ser registrado no ensino de cegos e deficientes da visão, mas se não for, seu filho receberá os serviços de um professor itinerante de deficientes visuais.

Escola especializada: aqui, seu filho fica numa escola especializada para crianças cegas e de visão subnormal com a presença de professores e outros especialistas treinados para trabalhar com elas. Seu filho pode viver na escola a semana inteira ou se você morar bastante perto, pode ir e voltar da escola, diariamente.

Seu filho pode entrar e sair de quaisquer desses lugares, dependendo de suas necessidades educacionais, a qualquer momento específico. Por exemplo, ele pode precisar de ajuda extra quando for pela primeira vez ao colégio, mas depois, poderia freqüentar sua escola de bairro. Ou vice-versa. O importante é que sejam dados toda a educação e os serviços especiais de que seu filho precisa, e que os receba no ambiente o mais adequado possível.

Provavelmente, é difícil imaginar como seu filho se sairá na escola, já que pode ter dificuldade para ver o quadro-negro ou usar o livro de exercícios.

Professores de deficientes da visão têm muitas maneiras de adaptar materiais para seu filho utilizar. Se estiver interessado em aprender sobre alguns, leia o artigo “Quando você tem uma criança deficiente da visão em sua sala de aula: sugestões para professores”, publicado na revista Benjamin Constant, número 8.

O que os outros pais fazem?



Muitos pais acham útil conversar com pais de outras crianças cegas ou de visão subnormal. Pais de crianças mais velhas podem contar suas experiências e dar uma idéia do que acontecerá a seguir. Com pais de crianças da mesma idade que seu filho, você pode compartilhar alegrias, sucessos e trabalhar os problemas em conjunto. Ninguém tem, exatamente, os mesmos sentimentos que você, mas outros pais chegam muito próximo deles.

Kay Alicyn Ferrel
Tradução: Vicky Adler Amádio (adaptação livre de Antonio Menescal)

Eventos


Conversando com o autor



A Palestra acontecerá no dia 27 de novembro de 2014
Horário das 14:30 às 16:00h – Local: Sala 251


Nossa palestrantes será a Profª. Luciana Maria Santos de Arruda

A Geografia para alunos com deficiência visual





Conversando com o autor



A Palestra acontecerá no dia 29 de outubro de 2014
Horário das 14:30 às 16:00h – Local: Sala 251


Nossas palestrantes serão as Doutoras Maria Cristina Barczinski e Doutora Cristina Haupt-Buchenrode

10 anos do grupo de psicoterapia de idosos no IBC




Conversando com o autor



A Palestra acontecerá no dia 25 de setembro de 2014
Horário das 14:30 às 16:00h – Local: Sala 251


Nossas palestrantes serão as Professoras Lindiane Faria do Nascimento e Lisânia Cardoso Tederixe

Reabilitação, trabalho e cidadania: oportunidades para a pessoa deficiente visual e surdocega

Profª. Lindiane Faria do Nascimento
Graduada em LETRAS pela Fundação Educacional Unificada Campograndense (2005) e especialista em Educação Especial pela Unirio (2010). Professora de Ensino Básico, Técnico, Tecnológico no Instituto Benjamin Constant onde também atua nas Comissões de Acessibilidade e de Audiodescrição.

Profª. Lisânia Cardoso Tederixe
Pós-graduação em Educação Especial e Inclusiva (UCAM/ AVM), especializada na área de deficiência visual, graduada e licenciada em Letras: Português- árabe (UFRJ), Tem experiência com deficiência visual e surdez. Ministrou curso livre de LIBRAS. Professora de língua portuguesa e orientação mobilidade (IBC).




Conversando com o autor



A Palestra acontecerá no dia 02 de setembro de 2014
Horário das 14:30 às 16:00h – Local: Sala 251


Nossa autora será a Profª. Drª Zardel Jacobo

Interrogar a la Discapacidad a partir del estatuto de la condicioón humana

Originaria de Durango, Dgo., México, es Maestra Titular A (Tiempo Completo Definitivo) de la Unidad de Investigación Interdisciplinaria en Ciencias de la Salud y de la Educación. Facultad de Estudios Superiores de Iztacala, de la Universidad Nacional Autónoma de México (UIICSE, FES Iztacala, UNAM). Doctorado en Pedagogía en la Coordinación de Posgrado de Pedagogía de la FFyL-UNAM. Realizó la Maestría en Ciencias. Especialidad en Educación (1982 – 1984) CINVESTAV-DIE-IPN y segunda Maestría en Teoría Psicoanalítica CIEP (Centro de Investigaciones y Estudios Psicoanalíticos) (1990 – 1992). Tres diplomados en filosofía y arte en la Escuela Nacional de Antropología e Historia (entre 1993 y 1995). Doctorado en el Colegio de Pedagogía, de la Facultad de Filosofía y etras, en la UNAM. México.2010. Ha desarrollado investigaciones desde 1981 en las temáticas de curriculum, discapacidad, integración, inclusión educativa y subjetividad, asimismo imparte docencia en licenciatura y posgrado en esos temas. Ha coordinado diversas especialidades. Formación de recursos humanos en licenciatura, maestría y doctorado. Desde 1998 es Presidenta de la Red Internacional de Investigadores y Participantes en Integración Educativa (RIIE). Ha coordinado las Evaluaciones Externas del Programa Nacional de Fortalecimiento de la Educación Especial y la Integración Educativa 2004, 2005, 2006 y 2007 de la Subsecretaría de Educación Básica, México. Participación en la OCDE, en el Proyecto Modelos Emergentes de Aprendizaje e Innovación CERI- SEP México (2005-2006). Compiladora de más de 10 libros y autora de uno, artículos varios en revistas tanto nacional como internacional. Responsable académica de siete Encuentros Internacionales de la RIIE. Miembro del Sistema Nacional de Investigadores.




Conversando com o autor



A Palestra acontecerá no dia 28 de agosto de 2014
Horário das 14:30 às 16:00h – Local: Sala 251


Nossa autora será a Profª. Drª Virginia Kastrup que fará sua apresentação sobre o título

Cognição inventiva, deficiente visual e políticas de escrita

O evento é destinado aos profissionais de Psicologia e áreas afins.
Serão distribuídos certificados.
Acompanhe também pelo @ibconstant.

Profª. Drª. Virginia Kastrup - possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1979), mestrado em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1984), doutorado em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1997) e pós-doutorado no CNRS, Paris (2002) e CNAM, Paris (2010). Atualmente é Professor Associado da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Publica e dá pareceres nas revistas Psicologia e Sociedade, Revista do Departamento de Psicologia (UFF), Psicologia Ciência e Profissão , Psicologia em Estudo, Arquivos Brasileiros de Psicologia e Psicologia. Reflexão e Crítica, dentre outras. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia Cognitiva, atuando principalmente nos seguintes temas: cognição, invenção, produção da subjetividade, aprendizagem, atenção, arte e deficiência visual.




Conversando com o autor



A Palestra acontecerá no dia 29 de maio de 2014
Horário das 14:30 às 16:00h – Local: Sala 251


Atividades Matemáticas para deficientes visuais.

Com a apresentação dos Professores atuantes no grupo Matemática para deficientes visuais do projeto FUNDÃO – Setor de matemática

Prof. Claudia Coelho de Segadas Vianna - Possui graduação em Bacharelado em Matemática pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1983), graduação em Licenciatura em Matemática pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1983), mestrado em Educação Matemática pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1988) e doutorado em Educação Matemática pela Universidade de Londres (1998). Atualmente é professor associado da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Educação Matemática;

Prof. Denise Felippe da Rocha Wiecikowski – professora primária com licenciatura em matemática. Especialista em Educação matemática pela UFRJ. Atua a 30 anos no Colégio Brigadeiro Newton Braga;

Prof. Heitor Barbosa Lima Oliveira - Mestre em Ensino da Matemática, Especialista em Aprendizagem em Matemática, professor da Rede Municipal de ensino do Rio de Janeiro, professor do Colégio Santo Agostinho;

Prof. Paula Marcia Barbosa – Graduada em matemática, pós-graduada em docência superior e especialista na área da deficiência visual desde 1982. Atuou como professora até 2009 nas turmas de 6º e 9º anos no IBC, lecionando geometria. Desde 1992, é professora da disciplina Recursos Didáticos para o ensino da matemática no Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência da Visão. Atualmente é coordenadora de Adaptação no Departamento Técnico Especializado (DTE/IBC). Possui livros e artigos publicados na Revista Benjamin Constant e é uma das autoras do livro Atividades Matemáticas para Deficientes Visuais.

O evento é destinado aos profissionais de Matemática e áreas afins.
Serão distribuídos certificados.

Acompanhe também pelo @ibconstant.






Conversando com o autor


A Palestra acontecerá no dia 24 de abril de 2014
Horário das 14:30 às 16:00h – Local: Sala 251


Fisioterapia e Terapia Ocupacional na escola especializada: Que espaço é esse?

Thiago Sardenberg - Pós-Graduado em Neurologia e Neurofisiologia Aplicada à Reabilitação e em Educação Especial com Ênfase em Deficiência Visual; Fisioterapeuta; Graduando em Pedagogia. Docente e Coordenador da Clínica de Fisioterapia do IBC. Docente da Pós-graduação da Universidade Estácio de Sá. Fisioterapeuta da Seleção Brasileira de Goalball (2001/2013). Fisioterapeuta da Delegação Brasileira nas Paralimpíadas de Londres (2012).

Josué Domingos dos Santos - Mestrando em Saúde Coletiva, Especialista em Mão, Terapeuta Ocupacional da Clínica de Fisioterapia do IBC.

O evento é destinado aos profissionais de Fisioterapia e áreas afins.
Serão distribuídos certificados.

Acompanhe também pelo @ibconstant.






Conversando com Autor


A Palestra acontecerá no dia 27 de março de 2014
Horário das 14:30 às 16:00h – Local: Sala 251


A inclusão social através da atividade física no IBC


Professor Ramon Pereira de Souza - Graduado em licenciatura plena em Educação Física pela Universidade Castelo Branca (1984). "Lato Sensu" em Ciência do Treinamento Desportivo (1986), Metodologia da Educação Física Especial (1987), Ciência e Técnica da Natação (1993) e "Stricto Sensu" em Ciências da Atividade Física (2008). Mestre em Ciência da Atividade Física (2008) pela Universidade Salgado de Oliveira e Doutorando em Ciência do Desporto pela Universidade Trás-dos-Montes (Portugal).
O evento é destinado aos profissionais de Informática e áreas afins.
Serão distribuídos certificados.


Acompanhe também pelo @ibconstant.








Conversando com Autor


A Palestra acontecerá no dia 27 de fevereiro de 2014
Horário das 14:30 às 16:00h – Local: Sala 251


Avaliação de acessibilidade de softwares leitores de tela por pessoas cegas com base nas diretrizes de acessibilidade para agente de usuário.


O autor Jorge Fiore de Oliveira Junior é “Servidor Público Federal no cargo de Assistente em Administração do Instituto Benjamin Constant. Bacharel em Sistemas de Informação da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), possui experiência na área de Sistemas de Informação, com ênfase em Acessibilidade e Usabilidade e Interação Humano-Computador.”
O evento é destinado aos profissionais de Informática e áreas afins.
Serão distribuídos certificados.


Acompanhe também pelo @ibconstant.






Conversando com o Autor



A Palestra acontecerá no dia 28 de novembro de 2013
Horário de 14:30h às 16:00h - Local: Sala 251



O uso da Dêixis nas técnicas de pré-leitura no sistema braille


A autora Prof. Msc. Rachel Maria Campos Menezes de Moraes apresenta sua palestra com a proposta de uma oficina, conversando com os profissionais da Educação e áreas afins.


Inscrições no local e entrega de certificado aos participantes.


Contamos com a sua Participação!


Siga-nos pelo twitter @ibconstant


Prof. Msc. Rachel Maria Campos Menezes de Moraes - Possui graduação em Letras Português-Inglês e curso de especialização em Letras - Cultura, Lingua e Literatura Latina ambos pela Universidade Federal Fluminense (2009 e 2012 respectivamente). Atualmente mestre em Estudos de Linguagem pela Universidade Federal Fluminense e Prof. do Ensino Tec. e Tecnológico do Instituto Benjamin Constant.






Conversando com o Autor



A Palestra acontecerá no dia 31 de Outubro de 2013
Horário de 14:30h às 16:00h - Local: Sala 251



Uma experiência psicomotora na estimulação precoce

A autora Profª. Maria Margarete Andrade Figueira apresenta sua palestra para profissionais de Fisioterapia, Educação e áreas afins.


Inscrições no local e entrega de certificado aos participantes.

Contamos com a sua Participação!


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Conversando com o Autor



A Palestra acontecerá no dia 26 de setembro de 2013
Horário de 14:30h às 16:00h - Local: Sala 251



Mosaico no tempo: uma inter-ação entre corpo, cegueira e baixa visão

A autora Profª. Drª. Maria Rita Campello Rodrigues, apresenta sua palestra, em uma conversa para os profissionais da Educação e áreas afins .


Inscrições no local e entrega de certificado aos participantes.

Contamos com a sua Participação!


Siga-nos pelo twitter @ibconstant


Maria Rita Campello Rodrigues – Doutora em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense (2013); Mestre em “Ciência da Motricidade Humana” pela UCB (2005); graduada em Ciências Biológicas e em Fisioterapia com especialização em Estimulação Precoce (UFRJ), Psicomotricidade (UCAM) e em Deficiência Visual (IBC); conteudista da disciplina de Psicologia do Desenvolvimento e da Linguagem do Deficiente Visual no curso de especialização (pós-graduação) em Educação Especial à distância, na área da deficiência visual, promovido pela UNI-RIO; é professora há 31 anos do Instituto Benjamin Constant; implantou o serviço de Estimulação Precoce para crianças com deficiência visual que coordenou por 25 anos. É membro da equipe de Baixa Visão desde a sua criação em 1994; e, atua como professora nos cursos promovidos pelo IBC para capacitação de professores e reabilitadores nessas áreas.






I Encontro de Inclusão Através da Arte do Instituto Benjamin Constant




Conteúdo referente ao evento, descrição do cartaz encontra-se abaixo


Descrição do Cartaz:
Na parte superior à esquerda, em letras verdes com fundo branco, Primeiro Encontro de Inclusão através da Arte, em faixa verde com letras brancas, do Instituto Benjamin Constant.

À direita seis quadrados coloridos sobrepostos assimetricamente, no da frente, na cor verde, há silhuetas brancas de duas máscaras de teatro grego, uma triste e outra feliz, de uma bailarina, uma aquarela e uma clave de sol.
Abaixo e Centralizado: O Instituto Benjamin Constant através do Ministério da Educação tem a honra de convidar para o Primeiro Encontro de Inclusão através da Arte.

Descrição do Logo do IBC


Nos dias 19 e 20 de setembro de 2013 das 08:00h às 17:00h no Teatro do IBC.

Departamento de Educação - Divisão de Atividades Culturais e de Lazer do IBC.

Evento gratuito – Palestras e Oficinas – Certificação

Vagas Limitadas


Inscrições aqui


Confira a Programação do evento


Margem inferior em fundo verde com letras brancas- Av. Pasteur, 350/368- Urca- Rio de Janeiro-RJ CEP: 22.290-240

Tel: (21) 3478 – 4442 Fax: (21) 3478-4444

E-mail: ddisec@ibc.gov.br







Conversando com o Autor


A Palestra acontecerá no dia 29 de agosto de 2013
Horário de 14:30h às 16:00h - Local: Sala 251



Acessibilidade em Museu.



A autora Profª. *Ana Fátima Berquó Carneiro Ferreira*, Apresenta sua palestra com base na definição “Museu aberto ao público”.

Mas quem cabe neste público? Focando na pessoa com deficiência visual, conversará sobre a maneira como os profissionais devem acessibilizar o espaço do Museu.


Inscrições no local e entrega de certificado aos participantes.
Contamos com a sua Participação!





*Professora Ana Fátima Berquó Carneiro Ferreira - Doutoranda em Museologia e Patrimônio pelo PPG-PMUS (UNIRIO/MAST- 2012 atual), Mestre em Museologia e Patrimônio pelo PPG-PMUS (UNIRIO/MAST- 2011), Especialista em Língua Portuguesa (UERJ-1998), Graduada em Letras - Português/Literaturas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ-1996). Professora do ens. básico téc. e tecnológico do Instituto Benjamin Constant (IBC). Atualmente preside a Comissão de Áudio-Descrição do IBC além de prestar consultoria em áudio-descrição para o Programa Especial da TV Brasil desde 2009.







Conversando com o Autor


A Palestra acontecerá no dia 23 de maio de 2013
Horário de 14:30h às 16:00h - Local: Sala 251



Orientação e Mobilidade para cegos deficientes múltiplos:
uma proposta pedagógica a partir de jogos e histórias.



A autora Profª. *Maria do Socorro F. Oliveira*, Apresenta sua palestra falando um pouco de onde sua pesquisa foi realizada enfatizando
a utilização de recursos que podem auxiliar a Orientação e Mobilidade de crianças e adolescentes cegos com deficiência múltipla.


Inscrições no local e entrega de certificado aos participantes.
Contamos com a sua Participação!





*Professora Maria do Socorro Fortes de Oliveira - Mestre em Ensino de Ciências da Saúde e do Ambiente – Especializada na Área da Deficiência Visual, Surdez e Saúde Mental. Pós Graduada em Audiologia e em Psicopedagogia Clínica e Institucional; Técnica em Orientação e Mobilidade. Atua como Professora de Ensino Técnico e Tecnológico do Instituto Benjamin Constant, no Programa de Educação Alternativo, com ênfase na área de Educação Especial com cegos deficientes múltiplos.







Conversando com o Autor


Iniciará suas tardes de palestras 2013, no dia 25 de abril de 2013.
Horário de 14:30h às 16:00h - Local: Sala 251



Afinal como caminha a Inclusão?



A autora Profª. Drª. *Lucia Maria F. S. Monteiro*, Apresenta sua palestra com um breve discurso: Dez anos depois de concluída a pesquisa , a autora volta ao IBC
para um diálogo com o público, fazendo um balanço de seu trabalho, e ainda apontando dados novos a respeito do tema.

Abre ainda um espaço de orientação para alunos da pós-graduação strictu e latu sensu que se proponham a dar continuidade a esta pesquisa.


Inscrições no local e entrega de certificado aos participantes.
Contamos com a sua Participação!





*Lucia Maria Filgueiras da Silva Monteiro - Iniciou sua carreira como bailarina profissional no teatro Municipal do Rio de Janeiro, onde permaneceu até 1978, em 1980 prestou concurso para o IBC onde ficou até 2011. Atuou como Profª. de Ed. Física, onde desenvolveu trabalhos com dança (moderna, sapateado e folclórica) para deficientes visuais de 1980 até 1996, após este período se dedicou a Psicomotricidade desenvolvendo com o grupo de Ed Física o NEPI, Núcleo de Ed Psicomotora. Atualmente desenvolve pesquisa em Stress Cognitivo - A audiodescrição em questão.









Conversando com o Autor

O Presente pelo Passado:
Variação Verbal em Narrativas de Deficientes Visuais



Será no dia 31 de outubro, com o professor João Ricardo Melo Figueiredo* com o título “O Presente pelo Passado: Variação Verbal em Narrativas de Deficientes Visuais”.


A palestra é aberta aos profissionais de Educação e áreas afins.

O evento acontecerá no dia 31 de outubro de 2012 no horário de 14:30h às 16:00h
no Auditório Maestro Francisco Gurgulino de Souza – sala 251.

Entrega de certificados aos participantes.

Contamos com sua participação!






*João Ricardo Melo Figueiredo é Doutor em Linguística pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde obteve o Título de Mestre na mesma área em 2007. É graduado em português-inglês também pela UFRJ. Foi professor de Língua Portuguesa da Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro; professor de Baixa Visão da Uni-IBMR e professor do Curso de Pós-Graduação em Educação Especial da UNIRIO, onde também atuou como orientador de TCC. É docente do Instituto Benjamin Constant desde 2007 onde ocupa o cargo de Diretor do Departamento de Educação desde 2011..








Ilustração do convite para o evento do mês de outubro.


Conversando com o Autor

O discurso, a Musicoterapia e o autismo na deficiência visual



Será no dia 04 de outubro, com a Professora Marcia Cirigliano com o título “O discurso, a Musicoterapia e o autismo na deficiência visual”.


A palestra é aberta aos profissionais de Educação e áreas afins.

O evento acontecerá no dia 04 de outubro de 2012 no horário de 14:30h às 16:00h
no Auditório Maestro Francisco Gurgulino de Souza – sala 251.

Entrega de certificados aos participantes.

Contamos com sua participação!






*Marcia Cirigliano é Psicóloga/Musicoterapeuta (IBC); Mestre em Musicoterapia (Temple University, USA) e Doutoranda em Estudos de Linguagem (UFF, RJ). Atua como Professora dos programas de Graduação e Especialização em Musicoterapia (Conservatório Brasileiro de Música - CEU, RJ).








Ilustração do convite para o evento do mês de setembro com a capa do livro Educação Inclusiva.


Conversando com o Autor

Educação Inclusiva:
indagações e ações nas áreas da Educação e da Saúde



Será no dia 27 de setembro, em parceria com a Professora *Eline Silva Rodrigues e a *professora Priscila Augusta Lima com o título Educação Inclusiva:
Indagações e ações nas áreas da Educação e da Saúde.


A palestra é aberta aos profissionais de Educação e áreas afins.

O evento acontecerá no dia 27 de setembro de 2012 no horário de 14:30h às 16:00h
no Auditório Maestro Francisco Gurgulino de Souza – sala 251.

Entrega de certificados aos participantes.

Contamos com sua participação!






*Eline Silva Rodrigues é Mestre em Educação/UFMG e Docente IBC/MEC/RJ

*Priscila Augusta Lima é natural de Belo Horizonte. Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Minas Gerais- UFMG em 1982 fez Mestrado em Educação na Faculdade de Educação da UFMG em 1990. Doutora na área da Educação pela Universidade de São Paulo- USP. A tese de doutorado abordou as estratégias de locomoção e orientação espacial de pessoas cegas. Foi professora Associada de Psicologia da Educação e Fundamentos da Educação Inclusiva e Educação Especial nos cursos de Licenciatura e Pedagogia da Faculdade de Educação da UFMG desde 1992. Coordenou e o participa do GEINE-FAE-UFMG, Grupo de Estudos de Educação Inclusiva e Necessidades Educacionais Especiais. Atua como docente em cursos de Pós-Graduação, presenciais e à distância. Participa dos Grupos Laboratório de Psicologia Helena Antipoff- LAPED e Núcleo de Informática e Educação- Práxis ambos certificados junto ao Conselho Nacional Pesquisas - CNPQ. É autora dos Livros: Educação Inclusiva e Igualdade Social (2006, 2010) e Educação inclusiva: indagações e ações nas áreas da Educação e da saúde (2010) ambos editados pela editora Avercamp de São Paulo. Tem vários artigos publicados sobre Educação inclusiva e formação de professores.








convite.


FORUM PELO DIA NACIONAL DA LUTA DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA



21 de setembro de 2012

PROGRAMAÇÃO:


8h – 8:30h - Inscrições.

8:30h – 9h - Abertura oficial.

9h – 10h - Palestra: Rafael Lemos (MPRJ): “As pessoas com deficiência e a Legislação Brasileira: breve panorama histórico dos principais diplomas legislativos”.

10h – 12h - Mesa redonda: “Acessibilidade: um direito de todos”.
Márcio Pacheco (ALERJ) : “A caminhada da ALERJ em direção à acessibilidade na cidade do Rio de Janeiro”.
Francisco José de Lima (UFPe): “Acessibilidade como fator de inclusão da pessoa com deficiência”.
Lilia Pinto Martins (CVI-Rio): “Acessibilidade arquitetônica”.
Valmery Jardim Guimarães(Defensoria Pública/RJ): “Atuação da Defensoria Pública do Rio de Janeiro na defesa dos direitos das pessoas com deficiência”.

12h- 13:30h - Almoço.

13:30h 15h - Mesa redonda: “Educação e cultura”.
Shirley Rodrigues Maia (AHIMSA): “O acesso à educação e cultura da pessoa com surdocegueira”.
Amanda Tojal (Pinacoteca/SP): “Acessibilidade em museus e instituições culturais”.
Beth Canejo (FAETEC): “A Tecnologia na Construção do Tempo: Avanço e Ascenção da Pessoa com Deficiência Visual”.
Stella Regina Savelli (INES): “Barreiras da comunicação dos surdos: possibilidades e estratégias”.


15h – 15:20h - Coffee break.

15:20h – 16:20h - Palestra: Vera Flor: “Acessibilidade da pessoa com deficiência no Ensino Superior: um relato de experiência”.

16:20h – 17:00h - Palestra: Armando Nembri: “O Ser Humano Integral: Clamando por Grandeza”.

17:00h – 17:30h - Encerramento: Homenagem aos Atletas Paralímpicos – Londres 2012.



Evento aberto ao público em geral

As inscrições serão realizadas no início do evento

Entrega de certificados aos participantes.

Contamos com sua participação!







Ilustração do convite para o evento do mês de setembro com montagem de capas da Revista Benjamin Constant.


Conversando com o Autor
A Importância da literatura como elemento de construção do imaginário
da criança com deficiência visual.



Conversando com autor será no dia 20 de setembro com a professora Maria da Glória de Souza Almeida*,
com o título A Importância da literatura como elemento de construção do imaginário da criança com deficiência visual.

A palestra é aberta aos profissionais de Educação e áreas afins.

O evento acontecerá no dia 20 de setembro de 2012 no horário de 14:30h às 16:00h
no Auditório Maestro Francisco Gurgulino de Souza – sala 251.

Entrega de certificados aos participantes.

Contamos com sua participação!







*Maria da Glória de Souza Almeida é mestre pela PUC-Rio e possui Pós-graduação pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Tem experiência na área de Educação, com ênfase na temática da Deficiência visual. Designada em 2002 para compor a Consultoria Técnica Científica da Comissão Brasileira do Braille, atuando como professora regente das classes de alfabetização e de Língua Portuguesa de 5ª a 8ª séries e do curso de capacitação para professores na área da deficiência visual. Atualmente chefia o Gabinete da Direção-Geral do Instituto Benjamin Constant.







Ilustração do convite para o evento do mês de maio com montagem de fotos.


Conversando com o Autor
Interação das oficinas de reabilitação com os deficientes visuais e os surdocegos



Conversando com autor será no dia 30 de agosto com nossas professoras Marcia Noronha de Melo*, Mariana Gonçalves** e Adriana Medeiros***,
com o título Interação das oficinas de reabilitação com os deficientes visuais e os surdocegos.
Vale ressaltar que o trabalho é parte da exposição As crianças de Portinari e que está disponível para visitação em nosso Acervo Técnico Especializado.

A palestra é aberta aos profissionais de Educação e áreas afins.

O evento acontecerá no dia 30 de Agosto de 2012 no horário de 14:30h às 16:00h
no Auditório Maestro Francisco Gurgulino de Souza – sala 251.

Entrega de certificados aos participantes.

Contamos com sua participação!





Adriana Medeiros, Marcia Noronha de Mello e Mariana Gonçalves Ferreira de Castro



*Adriana Medeiros é professora de Artesanato e Habilidades Básicas do Instituto Benjamin Constant, Arte Educadora da rede pública e particular. Tutora a distância do EJA/UERJ na disciplina de Prática de Ensino III. Graduada em Educação Artística e História da Arte pela UERJ. Pós-graduada em Arteterapia, e Psicopedagogia pela UCAM. Participou de projetos de arte e acessibilidade no Museu Nacional de Belas Artes, ministra cursos e oficinas utilizando a arte como recurso pedagógico, autora de artigos de arte e cultura publicados pela revista PRINCIPIA UERJ e Co-autora do livro Contos de fada: vivências e técnicas em arteterapia (Wak, RJ,2008). Coordenadora do Projeto As crianças de Portinari com os reabilitandos surdocegos e deficientes visuais do Instituto Benjamin Constant.

**Marcia Noronha de Mello é graduada em História pela Universidade Santa Úrsula (1973). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Especial, Surdocegueira e especialização em Saúde Mental da Infância e da Adolescência. Atualmente professora do quadro permanente do Instituto Benjamin Constant do Rio de Janeiro, Área de Surdocegueira e Mestranda em Educação da Universidade Estácio de Sá na linha de Políticas Públicas e Gestão.

***Mariana Gonçalves Ferreira de Castro é mestre em educação pela a Universidade Estácio de Sá, possui pós-graduação em educação de surdos pela a UNIRIO, graduação em Pedagogia pela o Centro universitário Celso Lisboa e graduação como intérprete e guia-intérprete de Língua de Sinais Brasileira pela a Universidade Estácio de Sá. Atualmente é coordenadora do setor de reabilitação de alunos com surdocegueira do Instituto Benjamin Constant.
As Professoras Adriana Medeiros, Marcia Noronha de Mello e Mariana Gonçalves Ferreira de Castro são Co-autoras do Projeto As crianças de Portinari com os reabilitandos surdocegos e deficientes visuais do Instituto Benjamin Constant.







Ilustração do convite para o evento do mês de maio com a capa do livro Exercícios de ver e não ver: arte e pesquisa com pessoas com deficiência visual.


Conversando com o Autor
Das articulações entre corpo e deficiência visual



“Conversando com o Autor”, convida todos para palestra Das articulações entre corpo e deficiência visual, com a Profª. Marcia Moraes*
e Pesquisadores Associados** em seus projetos de estudos com ênfase na pessoa com deficiência visual.

A palestra é aberta aos profissionais de Psicologia e áreas afins.

O evento acontecerá no dia 15 de Agosto de 2012 no horário de 14:30h às 16:00h
no Auditório Maestro Francisco Gurgulino de Souza – sala 251.

Entrega de certificados aos participantes.

Contamos com sua participação!





Marcia Moraes - Autora convidada do mês de agosto



*Marcia Moraes é Professora Associada no Departamento de Psicologia da Universidade Federal Fluminense e no Programa de Pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal Fluminense; foi uma das organizadoras do livro Exercícios de ver e não ver: arte e pesquisa com pessoas com deficiência visual.

**Pesquisadores:
Camila Araújo Alves – graduanda em Psicologia / UFF, bolsista de iniciação científica FAPERJ.
Josselem Conti – Psicóloga formada pela UFF.
Tayana Valente – graduanda em Dança pela UFRJ, bolsista de iniciação científica CNPq.
Thainá Cunha, graduanda em Psicologia / UFF, bolsista de extensão UFF/PROEX.
Thiago Cavalcanti, graduando em Antropologia / UFF, bolsista de estágio UFF / Progra.







Ilustração da caixa do jogo de tabuleiro na Trilha da História


Convite - Conversando com o Autor

Estímulos táteis:
A utilização de materiais didáticos em aulas de História para deficientes visuais



Professor e Pesquisador Luciano de Pontes Paixão


“Conversando com o Autor”, convida a todos para palestra Estímulos táteis: a utilização de materiais didáticos em aulas de História para deficientes visuais, com o professor e pesquisador Luciano de Pontes Paixão*, onde serão abordadas questões como: o ensino de História; materiais didáticos; a importância de estímulos táteis no ensino de História para deficientes visuais; e inclusão educacional.


A palestra é aberta a todos aos profissionais da Educação e áreas afins.

As inscrições serão realizadas no dia e local do evento
e o IBC concederá certificados aos participantes.

Contamos com sua participação!



O evento acontecerá no dia 26 de Junho de 2012, das 14:30h às 16:00h, no Auditório Maestro Francisco Gurgulino de Souza – sala 251.




Luciano de Pontes Paixão - Autor convidado do mês de junho



*Luciano de Pontes Paixão é pós-graduando no curso de Especialização Saberes e Práticas na Educação Básica – com ênfase no ensino de História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Graduado em História pelo Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM). É transcritor Braille do Instituto Benjamin Constant, como pesquisador e professor, ministra cursos sobre Alfabetização no Sistema Braille e palestras abordando os seguintes temas: ensino de História, materiais didáticos, capacitação de professores ambos na temática da deficiência visual.







Ilustração do convite para o evento do mês de maio com a capa do livro Contos de Fada


Convite - Conversando com o Autor



O Instituto Benjamin Constant, através do Acervo Bibliográfico e do IBCentro terá prazer em tê-lo conosco em mais este encontro.


O Evento tem como finalidade promover a interface entre o autor e o público. Estudantes, profissionais e pesquisadores terão a oportunidade de contato direto com o autor. Todos os meses teremos um novo convidado abordando de forma objetiva questões ligadas a área da deficiência visual.

Dia 10 de maio de 2012, contaremos com a estimada presença da Profª Adriana Medeiros*, atuante na área da educação e arteterapia, que discutirá sobre seu livro "Contos de Fada - vivências e técnicas em arteterapia". Uma experiência da arte e o deficiente visual.




Adriana Medeiros - Autora convidada do mês de maio



*Adriana Medeiros é professora de Artesanato e Habilidades Básicas do Instituto Benjamin Constant, Arte Educadora da rede pública e particular. Tutora a distância do CEDERJ/UERJ na disciplina de Prática de Ensino III. Graduada em Educação Artística e História da Arte pela UERJ. Pós-graduada em Arteterapia, e Psicopedagogia pela UCAM. Participou de projetos de arte e acessibilidade no Museu Nacional de Belas Artes, ministra cursos e oficinas utilizando a arte como recurso pedagógico, autora de artigos de arte e cultura publicados pela revista PRINCIPIA UERJ e Co-autora do livro Contos de Fada: vivências e técnicas em arteterapia (Wak, RJ,2008).




foto de parte da fachada do IBC

Instituto Benjamin Constant

Centro de Referência Nacional na Área da Deficiência Visual

Av. Pasteur, 350 / 368 - Urca - Rio de Janeiro - RJ - CEP: 22.290-240
Tel: (021) 3478-4442 Fax: (21) 3478-4444
E-mail: ibc@ibc.gov.br

Surdocegueira

“Não há barreiras que o ser humano não possa transpor.”

Helen Keller

DEFINIÇÃO


Os delegados de 30 países, muitos deles surdocegos, reunidos, no dia 16 de setembro de 1977, em Nova York, na I Conferência Mundial Helen Keller sobre Serviços para os Surdocegos Jovens e Adultos, adotaram por unanimidade a seguinte definição de pessoa surdocega:

“Indivíduos surdocegos devem ser definidos como aqueles que têm uma perda substancial de visão e audição de tal forma que a combinação das duas deficiências cause extrema dificuldade na conquista de metas educacionais, vocacionais, de lazer e sociais.”

Assim, considerando que a pessoa com uma perda substancial da visão ou da audição pode, todavia, ouvir ou ver, mas a pessoa com uma perda substancial dos dois canais sensoriais, visão e audição, experimenta uma combinação de privação de sentidos que pode causar imensas dificuldades, fica claro que a surdocegueira não é uma simples soma das duas deficiências, mas sim uma forma de deficiência com problemas específicos que exigem soluções especiais.

Neste contexto é enorme a variedade de pessoas abrangidas por esta ampla definição. Há relativamente poucas pessoas que são totalmente cegas e completamente surdas. Entretanto, encontraremos nesse universo pessoas cegas congênitas que perderam a audição após a aquisição da fala, outras, surdas que perderam a visão após aprenderem a língua de sinais e a leitura labial, outras ainda, que perderam a audição e a visão após dominarem a linguagem oral; destas algumas possuem resíduo auditivo ou visual.

O conhecimento de todos esses antecedentes, além do estágio da perda, é de fundamental importância para a definição das prioridades que deverão constar nos planejamentos a serem elaborados especificamente para cada indivíduo que venha a participar de Programas de Atendimento ao Surdocego.

CENTROS, SERVIÇOS E PROGRAMAS PARA O SURDOCEGO



“O dia mais importante de toda a minha vida foi o da chegada de minha professora Annie Sullivan.”(1)
Helen Keller

O acelerado desenvolvimento da Ciência e os progressos da Medicina que tanto vêm contribuindo para reduzir a mortalidade infantil e prolongar a vida através do controle de inúmeras doenças outrora fatais, ironicamente tem propiciado o aparecimento de deficiências múltiplas. Em decorrência principalmente, da Rubéola Congênita (2), da Meningite e da Síndrome de Usher (3) a incidência da surdocegueira, em todo o mundo é bem maior do que se supõe.

Nos Estados Unidos, na década de 1960, uma epidemia de Rubéola afetou, aproximadamente, 50.000 mulheres. Na ocasião, o Centro de Controle de Doenças, em Atlanta, previu que umas 2.500 crianças nasceriam surdocegas.

O impacto, causado por essa previsão, levou as autoridades a se mobilizarem para a criação de Centros especializados para o atendimento a essas crianças. Em janeiro de 1968, foi assinada, pelo então Presidente Johnson, uma Lei determinando o estabelecimento de Centros e Serviços para todas as crianças surdocegas nos Estados Unidos.

Hoje em dia, nos quatro cantos do mundo, vêm sendo desenvolvidos programas de atendimento ao surdocego e de apoio a seus familiares:


Na Espanha, a “Unidad Educativa para Niños Sordociegos” da ONCE;

Em Portugal, o “Instituto Jacob R. Pereira”;

Na França, o “Centre d'Éducation Specialisée pour Sourds-Aveugles”;

Na Itália, a “Lega del Filo d'Oro”;

Na Dinamarca, o “Nordic Staff Training Center for the Deaf-Blind Services”;

Na Rússia, o Lar “Zagorsk” para a Criança Surdocega;

Na Alemanha, o “Deutsches Taubblindenwerk”;

Na Inglaterra, a “Carnbooth School”;

Na Finlândia, a "Associação Finlandesa de Surdocegos";

Nos Estados Unidos, o “Helen Keller National Center for Deaf-Blind Youths and Adults”;

No Brasil a “Fundação Municipal Anne Sullivan”, a “Associação para Deficientes da Audio-Visão - ADefAV”, ambas em São Paulo e, mais recentemente, o “Instituto Benjamin Constant”, no Rio de Janeiro, através do Programa de Atendimento e Apoio ao Surdocego - PAS são algumas das organizações que têm propiciado ao surdocego diferentes oportunidades para reverter o processo de exclusão social a que estão submetidas essas pessoas.

A realização de Conferências, Simpósios, Seminários e principalmente os Encontros de Surdocegos têm, igualmente, sido de grande valia pois, além de possibilitarem o conhecimento de avançados aparatos tecnológicos para uma vida mais independente e a divulgação de novos métodos e técnicas educacionais, propiciam, ainda, a oportunidade de “encarar a vida com uma nova filosofia, uma nova atitude” como atestam os depoimentos de dois surdocegos participantes da “III Conferenccia y Convivencia Nacional de Personas Sordociegas” realizada em junho de 1995 em Madrid:

“As Conferências e Encontros a que compareci me mostraram o que nós, surdocegos, somos capazes de fazer com um pouco de ajuda das pessoas que vêem e ouvem bem.”
Charo Sanz Sanz

“Quando perdemos a visão e a audição supúnhamos, então, sermos os únicos com tal deficiência sensorial. Antes, a surdocegueira era um problema “invisível”, uma deficiência totalmente ou quase totalmente desconhecida para a sociedade em geral, inclusive para nós mesmos.”
Daniel Álvarez Reyes

O ATENDIMENTO AO SURDOCEGO NO INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT



“Não é a cegueira, mas a atitude das pessoas que vêem, face às pessoas cegas que constitui a mais difícil carga a suportar.”
Helen Keller

Iniciado em 1993, o “Programa Piloto de Atendimento ao Deficiente Auditivo-Visual”, hoje Programa de Atendimento e Apoio ao Surdocego – PAS, tem como objetivo possibilitar o desenvolvimento máximo do potencial do surdocego, promovendo a realização de atividades que venham ao encontro de suas necessidades individuais, favorecendo, assim, sua auto-realização.

Este Programa destina-se prioritariamente a jovens e adultos surdocegos pós-linguísticos.

As atividades, a freqüência e a dinâmica dos atendimentos são definidos após avaliação inicial, quando serão levados em consideração todos os fatores intervenientes. Os programas, individuais, são então elaborados levando-se em conta as necessidades, interesses e condições do indivíduo. Tais programas incluem propostas de treinamento nas seguintes áreas:

COMUNICAÇÃO



Através de várias técnicas especiais o surdocego pode restaurar ou adquirir a comunicação tanto expressiva como receptiva.

Assim, respeitando-se as diferenças individuais - espécie, grau e estágio da perda auditiva e visual - é desenvolvido um trabalho visando incentivar o reabilitando surdocego a usar diferentes possibilidades comunicativas: linguagem oral, Língua de Sinais (4), alfabeto manual (5), Tadoma (6), Sistema Braille (7), datilografia comum, etc.

ESTIMULAÇÃO AUDITIVA



Considerando-se o grau da perda auditiva e o tipo de deficiência, todas as metodologias enfatizam a necessidade de se estimular ao máximo, a audição residual.

Assim, objetivando desenvolver a percepção sonora e a utilização funcional da audição, o trabalho de estimulação auditiva é iniciado após a avaliação do profissional especializado e sob sua orientação.

ESTIMULAÇÃO VISUAL



Considerando que a eficiência visual depende do uso máximo da visão residual, faz-se necessário um plano de estimulação visual para o surdocego com algum resíduo de visão.

A avaliação oftalmológica fornece os primeiros dados para o desenvolvimento do trabalho que inclui a escolha, dentre os recursos e equipamentos disponíveis, daqueles auxílios que melhor atendam suas necessidades individuais.

TREINAMENTO DA FALA



As atividades específicas são desenvolvidas sob a orientação direta do fonoaudiólogo.

ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE



Implica no uso sistemático e racional dos movimentos e sentidos remanescentes para permitir uma locomoção adequada, maior segurança e o máximo de independência que lhe for possível.

Para tal, são desenvolvidas atividades nos espaços interno e externo da Instituição e em outros locais - considerando-se as necessidades e possibilidades de cada indivíduo – com o auxílio da bengala e do guia vidente.

ATIVIDADES DA VIDA DIÁRIA



As atividades nesta área possibilitam o desenvolvimento de uma série de habilidades físicas, mentais e sociais que serão úteis no dia-a-dia e permitirão ao indivíduo atuar com o máximo de independência possível.

Entre as atividades sugeridas, são realizadas aquelas que incluam: higiene e aparência pessoal, limpeza e arrumação da casa, preparação de alimentos, horticultura, jardinagem, pequenos reparos, etc.

ENTREVISTAS DE ORIENTAÇÃO E AJUDA AOS PAIS



O trabalho com os pais tem como objetivo apoiá-los, orientá-los e esclarecê-los, tendo em vista que parte do sucesso de qualquer trabalho de reabilitação deve-se à participação efetiva da família.

OCUPAÇÃO PROFISSIONAL



Considerados os interesses e habilidades individuais, são desenvolvidas atividades profissionalizantes, tendo em vista a aquisição de hábitos de trabalho e a auto-realização do reabilitando surdocego.

REUNIÕES DE RECREAÇÃO E LAZER



São realizadas reuniões periódicas, dentro ou fora do espaço institucional, propiciando, assim, oportunidades para a troca de experiências e possibilitando a convivência com outras pessoas portadoras da mesma deficiência e com as mesmas necessidades.


ATIVIDADES FÍSICAS E DESPORTIVAS



É incontestável a validade dos exercícios físicos e das práticas desportivas como meios de recuperação, melhoria, manutenção das capacidades funcionais e integração social.

Respeitando-se, sempre, as preferências individuais, são incluídas no programa, atividades físicas e desportivas, de fundamental importância na reabilitação do surdocego.

ATIVIDADES CRIATIVAS



Segundo Lowenfeld, “O papel das atividades artísticas, na Educação Especial, não é formar artistas nem cientistas.”

As atividades criativas são inseridas no programa porque, além de contribuírem para aliviar tensões, têm como finalidade promover o desenvolvimento de técnicas artesanais que, quando utilizadas dentro das limitações de cada um, favorecem a autoconfiança e a iniciativa.

O atendimento ao surdocego no Instituto Benjamin Constant é de caráter pedagógico e individualizado, respeitando-se as características de cada um.

O professor-responsável pelo desenvolvimento do Programa acompanha o aluno nas diferentes etapas do processo para a efetivação da matrícula, nas avaliações médicas, bem como em todas as atividades interdisciplinares constantes do seu programa.

Periodicamente são realizadas avaliações que possibilitam, além do acompanhamento da evolução do reabilitando, a introdução no programa das alterações necessárias para desenvolver ao máximo suas habilidades e aptidões.


DE LAURA BRIDGMAM AOS DIAS DE HOJE



“É maravilhoso ter ouvidos e olhos na alma. Isto completa a alegria de viver.”
Helen Keller

Laura Bridgmam, nascida em 1829, é conhecida como a primeira pessoa surdocega educada com sucesso. Surdocega desde os 2 anos, entrou no Instituto Perkins, em 1837, onde foi educada pelo Dr. Samuel Gridley Howe.

Desde então, a resumida literatura sobre o tema: desenvolvimento da pessoa surdocega, vem demonstrando que quando esses indivíduos têm a oportunidade de receber a devida atenção em algum Centro ou Serviço onde são oferecidos programas de atendimento especializado, é possível encontrar, nessa comunidade pessoas realizadas e participantes, em diferentes países.

Os exemplos a seguir não deixam qualquer dúvida quanto à predisposição que todos os indivíduos trazem consigo de superar suas limitações sempre que lhes são oferecidas oportunidades de novas experiências.

BERTHA GALERON DE CALONNE (1859/1934)



Nascida em Paris, quando tinha 6 anos de idade perdeu a visão, provavelmente, devido ao descolamento de retina, em ambos os olhos, provocado por uma pancada na cabeça ao rolar a escada de sua residência. Aos 30 anos perdeu a audição.

Terminou o curso básico e aprendeu o Sistema Braille com as freiras do Convento de São Paulo, na sua cidade natal. Mais tarde, quando seu pai foi nomeado professor de literatura no Liceu de Rennes (região da Bretanha) Bertha iniciou seus estudos de Filosofia. Voltando a Paris, no entanto, não quis continuar o Curso pois, como seu pai, sentia uma forte atração pela Literatura, mais precisamente pela poesia.

Em 1887, envia parte dos originais de sua antologia poética “Dans ma nuit” a Stephan Mallarme para que os avaliasse. Mallarme, numa longa carta, tece elogios à obra e acrescenta: “Sua poesia é pura e eterna.”

Em 1889, sem que os médicos soubessem explicar a causa, acordou, uma manhã, completamente surda de um ouvido e quase surda do outro. Um ano depois estava totalmente surda. Ainda assim, continuou escrevendo com a mesma inspiração, serenidade e ternura as poesias que enriqueceram as sucessivas edições de sua antologia poética.

RAGNHILD KAATA (1873/1947)



Nasceu em Vester Slidre - Noruega, em 14 de maio de 1873. Aos 4 anos de idade, foi acometida por uma grave enfermidade, que os médicos não puderam diagnosticar, em conseqüência da qual perdeu a visão, a audição, o olfato e o paladar.

Aos 14 anos foi admitida, como aluna interna, no Instituto para Surdos de Hamar - Noruega – cujo Diretor, Elías Hofgard, assumiu a tarefa de educá-la. Após alguns meses de perseverantes e infatigáveis esforços, Ragnhild começou a pronunciar algumas palavras.

Em vista desse sucesso foi iniciada no aprendizado do Sistema Braille e assim, chegou a ter amplos conhecimentos de Geografia, Gramática e Aritmética.

Entretanto, desenvolver atividades de trabalhos manuais era o que mais gostava. Sua extrema habilidade em tecer qualquer tipo de trama, fazer meias e os mais variados artigos de malha, lhe permitiu ganhar seu próprio sustento quando saiu do Instituto de Hamar, aos 22 anos.

HELEN KELLER (1880/1968)



É, sem dúvida, a mais conhecida e um dos mais extraordinários exemplos de coragem e força de vontade. Com a inestimável ajuda de sua incansável professora Anne Sullivan, mostrou ao mundo as imensas possibilidades do ser humano.

Helen Keller nasceu no Alabama – Estados Unidos. Perdeu a visão e a audição quando tinha 1 ano e meio de idade, em conseqüência, provavelmente, da Escarlatina. Anne Sullivan Macy, indicada por Alexandre Grahan Bell - amigo da família - para educar a pequena Helen, iniciou seu trabalho tentando estabelecer a comunicação com a criança ao relacionar os objetos às palavras através da soletração do alfabeto manual. Helen, que nessa ocasião não havia completado ainda os 7 anos, aprendeu, assim, a soletrar, com o uso das mãos, várias palavras, embora nenhum indício levasse a crer que a criança tivesse consciência do significado das mesmas. Foi quando Anne Sullivan colocou as mãos de Helen Keller sob a água que era bombeada do poço e soletrou a palavra “água”, com o alfabeto manual, que os sinais atingiram sua mente com um significado claro. Ao fim daquele dia, Helen já estabelecera a relação de 3 dezenas de palavras com os objetos do mundo ao seu redor. Logo, ela aprendeu os alfabetos braille e manual e, aos 10 anos, iniciou a aprendizagem da fala.

A partir de então, com a ajuda de Anne Sullivan, não mais parou sua escalada em busca de novos conhecimentos. Assim, aos 24 anos recebeu seu diploma de Filosofia na Universidade Radcliffe e, continuando sua trajetória, fez jus, ao longo de sua vida, a inúmeros títulos, homenagens e diplomas honorários em reconhecimento por seu trabalho em prol do bem estar das pessoas cegas e surdocegas e, sobretudo, pelo exemplo vivo das imensas e ricas possibilidades do potencial humano.

Entre 1946 e 1957, Helen Keller visitou 35 países, inclusive o Brasil, onde esteve em diversas entidades públicas e particulares. Realizou palestras, participou de conferencias e mesas-redondas, foi entrevistada e recebeu homenagens. Por essa ocasião, em maio de 1953, quando de sua visita ao Rio de Janeiro, esteve no Instituto Benjamin Constant, onde recebeu carinhosas homenagens de alunos e funcionários.

No dia de sua morte, o Senador Lister Hill, do Alabama, assim se expressou:

“Seu espírito perdurará enquanto o homem puder ler e histórias puderem ser contadas sobre a mulher que mostrou ao mundo que não existem limitações para a coragem e a fé”.

EUGENIO MALOSSI (1885/1930)



Nascido em Avellino - Itália, perdeu a visão e a audição quando, aos 2 anos de idade, contraiu Meningite.

Em 1895, teve início sua educação graças à dedicação do professor Francisco Artusio, do então recém fundado “Instituto Domenico Masturcelli”.

Ainda adolescente produzia, em seu bem equipado ateliê, os mais variados trabalhos de artesanato e, deixando aflorar sua vocação pela mecânica, consertava qualquer máquina que apresentasse algum problema.

Porém sua sede de saber não se limitava ao artesanato e à mecânica.

Assim, com a ajuda de uma amiga, chegou a aprender vários idiomas, o que lhe possibilitou ler, no Sistema Braille, obras de mecânica de diversos autores estrangeiros.

Aos 40 anos, foi nomeado professor de mecânica do “Instituto Paolo Colosimo”, em Nápolis, onde, com sua personalidade enérgica e firme, desenvolveu um trabalho preciso e profícuo.

Em uma de suas viagens visitando uma fábrica, em Berlim, exclamou observando a avançada tecnologia da maquinária: “Cada dia estou mais agradecido a Deus por me ter dado a vida.”

OLGA IVANOVNA SKOROJODOVA (1914/1987)



Nasceu numa aldeia ao Sul da Ucrânia. Aos 5 anos de idade teve Meningite e, como seqüela da doença, ficou surda, cega e paralítica. Com grande esforço conseguiu voltar a andar com a ajuda de uma muleta que às vezes usava como bengala.

Dotada de férrea força de vontade e ardente desejo de aprender, aos 11 anos de idade, começou a ser educada pelo professor Ivan Sokolyanski, chegando mais tarde a doutorar-se em Psicologia e Ciências Pedagógicas.

Olga gostava de corresponder-se com pessoas cultas, tendo conservado algumas cartas que lhe escreveram várias personalidades. Dentre estas destaca-se uma datada de 3/1/1933, e assinada pelo conhecido escritor Gorki:

“Querida Olga, sua vida é simplesmente um milagre; um desses maravilhosos vetores de luz tanto do nosso trabalho como de todo espírito elevado.”

Ao longo dos seus 73 anos de vida, publicou várias obras, muitas delas traduzidas para diversas línguas. Num de seus livros “Como percebo e imagino o mundo que me cerca”, descreve suas impressões da natureza e da vida cotidiana:

“Sinto que uma vida intensa se desenvolve ao meu redor e anseio participar dela como todos os seres humanos.”

CESAR TORRES CORONEL (1917/1985)



Nascido em Madrid, tinha 22 meses de vida quando perdeu a visão e a audição em conseqüência da Varíola.

Ao completar 7 anos teve início sua educação no “Colegio Nacional de Sordomudos y Ciegos”, na mesma Madrid, sob a orientação da excepcional pedagoga Rafaela Rodrigues Placer, que durante 13 anos se dedicou inteiramente à educação do rapaz. Assim, Cesar obteve o título de Bacharel no “Instituto Cardenal Cisneros”, graças a uma férrea força de vontade e ao incentivo e orientação de sua mestra.

Fiel cumpridor de suas obrigações, respeitado e querido tanto pelos seus superiores como por seus colegas de trabalho, viveu dignamente até o fim de sua vida unicamente de seu salário.

DR. ROBERT J. SMITHDAS (1925)



Nasceu na Pensylvania - Estados Unidos no dia 7 de junho. Ficou cego e mais tarde totalmente surdo, em conseqüência da Meningite, quando tinha 4 anos e meio de idade.

Aos 25 anos recebeu seu diploma de Bacharel em Artes da Universidade de St. John. Foi agraciado, ainda, com os graus honorários: Dr. em Letras do Gaullaudet College e Dr. em Humanidades pela Western Michigan University.

Trabalhou no Setor de Relações Comunitárias do Lar Industrial para Cegos e, em 1977, foi Diretor de Educação Comunitária do Centro Nacional Helen Keller, demonstrando com sua atuação profissional que a surdocegueira não é impedimento para metas educacionais.

“É importante que o surdocego conheça tanto suas limitações como seu potencial; mas é de igual importância que as pessoas com quem ele convive também as conheçam”.
Robert Smithdas

LEONARD C. DOWDY (1927)



Nasceu no Missouri - Estados Unidos. Perdeu a visão e a audição quando tinha 1 ano e meio de idade.

Estudou na “Perkins School” onde aprendeu Matemática, Geografia, História e toda espécie de trabalhos manuais em madeira e metal.

Trabalhou na Companhia Peterson de Manufatura onde desenvolveu atividades nas linhas de montagem das bombas para pneus e de faróis dentre outras “muitas e variadas coisas.”

Casado com Beth K. Dowdy, também surdocega, construiu no terreno de sua casa, com a ajuda de um amigo, a sua própria oficina de carpintaria onde costuma pôr em prática o seu hobby: trabalhar com madeira.

Quando, em 1977, participou, em São Paulo, do “I Seminário Brasileiro de Educação de Deficiente Audiovisual” relatou em sua palestra:

“Depois de morar em um apartamento por 5 anos, após o nosso casamento, compramos a nossa casa. Sendo donos de uma casa nós podemos ter experiências muito duras, mas nós gostamos mais do que viver num apartamento, onde nada acontece de especial.”

VALISE AMADESCU (1944)



Nasceu na Romania, no dia 4 de setembro. Perdeu a visão e a audição em conseqüência da Meningite, quando tinha 2 anos e meio de idade.

Aos 11 anos iniciou sua educação na Escola Especial para Cegos, em Cluj, Romania, onde com sua enérgica professora Miss. Florica Sandu, aprendeu a falar e adquiriu os conhecimentos básicos.

Mais tarde, com a ajuda de outros professores, alargou seus conhecimentos estudando História, Literatura, Geografia, Matemática e Física.

Formou-se em Psicopedagogia na Universidade de Cluj. Logo a seguir empregou-se como professor na Escola Especial para Cegos, na mesma cidade, onde exerce a função com a ajuda de sua professora Georgeta Damian.

“Eu estou convencido que o caminho que eu escolhi, embora bastante difícil, pode ser trilhado com sucesso por qualquer pessoa deficiente.”
Valise Amadescu

Poderíamos citar muitos outros exemplos de pessoas surdocegas que lograram o desenvolvimento máximo de suas potencialidades. No entanto, estes poucos relatos são a prova incontestável da validade dos programas de Educação Especial nessa área onde oportunidades, atenção e respeito são dispensados a essas pessoas da mesma forma que, a todo ser social, nos diferentes programas educacionais.


NOTAS EXPLICATIVAS



(1) Annie - Como Anne Sullivan Macy era chamada por seus amigos e familiares.

(2) Rubéola Congênita - A síndrome da Rubéola Congênita é uma infecção causada por vírus, transmitida ao feto por via transplacentária. As lesões são simultâneas ou isoladas. Quando essa febre eruptiva ocorre nos dois primeiros meses da gestação, o recém-nascido poderá vir a apresentar vícios de conformação representados por surdez neurosensorial e diferentes alterações oculares, dentre outros.

(3) Síndrome de Usher - Problema congênito. Dentre as manifestações clínicas desta Síndrome destacam-se a surdez, que se manifesta logo no início da vida e a perda visual que ocorre, geralmente, mais tarde.

(4) Língua de Sinais - Método criado no século XVIII pelo abade Michel de L'Epée, o primeiro a considerar a linguagem gestual como a língua natural dos surdos. Consiste numa forma de comunicação visomotora, construída no espaço através de movimentos das mãos em diferentes configurações e pontos de contato no corpo.

(5) Alfabeto manual - A invenção do alfabeto manual ou alfabeto datilológico é atribuída a alguns monges da Idade Média que fizeram o voto de silêncio. Estruturado e adotado oficialmente na França, no Século XVIII, para a educação do surdo, foi mais tarde adaptado para o surdocego por educadores ingleses e americanos. Consiste em fazer, com a mão direita, um sistema de signos sobre a palma do interlocutor. São variados os códigos adotados nesse procedimento; a forma mais usual é aquela onde cada letra é representada pelas diferentes posições dos dedos e da mão.

(6) Tadoma - Método de linguagem receptiva onde a pessoa surdocega, através do tato, decodifica a fala do seu interlocutor. Consiste em colocar a mão no rosto do locutor de tal forma que o polegar toque, suavemente, seu lábio inferior e os outros dedos pressionem, levemente, as cordas vocais. Este procedimento possibilita a interpretação da emissão dos sons através do movimento dos lábios e da vibração das cordas vocais.

(7) Sistema Braille - Sistema de escrita e leitura tátil criado por Louis Braille, em 1825. Ainda aluno da "Instituition des Jeunes Aveugles", em Paris, o jovem cego Louis inspirado na "grafia sonora", idealizada pelo Capitão de Artilharia Charles Barbier de la Serre, inventou o Sistema, ainda hoje utilizado, com pequenas modificações, em todo o mundo. Consiste no arranjo de seis pontos em relevo, dispostos em duas colunas de três pontos. As diferentes disposições desses seis pontos permitem a representação de todas as letras do alfabeto, dos sinais de pontuaçao, dos símbolos da matemática e da música e outros.


FONTES DE CONSULTA



TELFORD, Charles W. e SAWREY, James M. O Indivíduo Excepcional 3 ed., Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978.

MARTíNEZ, Jesús Montoro. Los Ciegos en la História. Tomo II, Madrid: Impresa, 1992.

Tomo III, Madrid: IMPRESA, 1993.

Tomo IV, Madrid: IMPRESA, 1995.

BRIQUET, Raul. Patologia da Gestação. São Paulo: Renascença, 1949.

COSTA, Carmen Martini et al. Educação Especial – Perspectivas e Reflexões (Coletânea de Textos). São Paulo: SE/CENP, 1993.

VASCONCELOS, Maria Ivete Correa de. Deficiência Aditiva. Brasília: MEC,1978.

LEMOS, Edison Ribeiro. Deficiencia Visual. Brasília: MEC, 1978.

LOWELL, Edgar L. et al. Pasos para Aprender - Um Manual para las Personas que Trabajan con Ninos Sordos-Ciegos en Establecimientos Residenciales. Califórnia, 1977.

CICCONE, Maria Marta Costa et al. Comunicação Total. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1990.

I Seminário Brasileiro de Educação de Deficiente Audiovisual, promovido pela ABEDEV e pela Fundação para o Livro do Cego no Brasil, 1977.

Publicação Comemorativa do Centenário de Nascimento de Helen Keller - 1880/1980. São Paulo: Fundação para o Livro do Cego no Brasil, 1980.

Perfiles - Revista de la ONCE n.46. Madrid: A. G. Grupo S.A., 1989.

Tercer Sentido - Revista sobre sordoceguera n.20. Madrid: Caracter, S.A., 1995.

Deaf-Blind Education, The Journal of the International Association for the Education of the Deaf-Blind. n.7. London: Intertype, 1991.


DECÁLOGO DO SURDOCEGO



Declaração aprovada na IV Conferencia Mundial “Helen Keller”

realizada em Estocolmo, em setembro de 1989.

1- Todo país deve realizar o senso de sua população surdocega;

2- A surdocegueira é uma deficiência única e não a simples soma das duas deficiências surdez e cegueira, assim requer Serviços especializados;

3- É imprescindível a formação de profissionais altamente especializados em todos os países. Quando, em algum país, não for possível formar esses especialistas, deverá ser solicitada a ajuda de outras nações;

4- A comunicação é a maior barreira para o desenvolvimento pessoal e a educação do surdocego, por este motivo o ensino de métodos de comunicação eficazes deverá ser priorizado;

5- Todo país deverá oferecer oportunidades para a educação do surdocego;

6- O surdocego pode ser alguém produtivo assim, devem ser criados programas de integração profissional;

7- Deverá ser dada atenção à formação de intérpretes, profissionais imprescindíveis para a independência do surdocego;

8- Devem ser criados sistemas residenciais alternativos, independentes, para o surdocego, que atendam suas necessidades e aptidões;

9- A sociedade tem obrigação de permitir ao surdocego a participação em atividades de lazer e recreação, em interação com a comunidade;

10- É essencial que a sociedade tome conhecimento das possibilidades e necessidades do surdocego para que possa exigir o apoio governamental e comunitário na criação de Serviços.

“Deficientes ou não deficientes, somos todos seres humanos, vivendo no mesmo planeta e partilhando do mesmo destino. O que a vida exige de nós, senão dar o melhor de nós mesmos, para nós e para os outros?”

Richard Kinney

Richard Kinney é Educador, Conferencista e Poeta surdocego. Detentor de inúmeros títulos e prêmios, é autor da obra didática “Independent Living Without Sight and Hearing”

MARGARIDA A. MONTEIRO - Professora e Coordenadora do Programa de Atendimento ao Surdo-Cego do Instituto Benjamin Constant

Cursos oferecidos pelo Instituto em 2014

Cursos oferecidos pelo Instituto em 2014



Práticas Educativas Para Uma Vida Independente
Data do curso: 06 a 10/01/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 01 a 31/10/2013

Aspectos Educacionais na Surdocegueira
Data do curso: 13 a 17/01/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 14/10 a 15/11/2013

Alfabetização no Sistema Braille
Data do curso: 27 a 31/01/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 01 a 30/11/2013.

Programas de Informática na Área da Deficiência Visual – Nível Básico
Data do curso: 03 a 07/02/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 04/11 a 06/12/2013.
Atenção: Por motivo de obras nas acomodações, NÃO será oferecido alojamento para este curso.

Orientação e Mobilidade
Data do curso: 10 a 14/02/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 11/11 a 13/12/2013.
Atenção: Por motivo de obras nas acomodações, NÃO será oferecido alojamento para este curso.

Baixa Visão
Data do curso: 17 a 21/02/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 18/11 a 20/12/2013
Atenção: Por motivo de obras nas acomodações, NÃO será oferecido alojamento para este curso.

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille
Data do curso: 17 a 21/02/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 18/11 a 20/12/2013
Atenção: Por motivo de obras nas acomodações, NÃO será oferecido alojamento para este curso.

Iniciação Ao Sistema Braille
Data do curso: 17/03 a 28/05/2014
Dias e horários do curso: 2ª e 4ª feiras, das 14:30 às 16:30 hs.
Período de pré-inscrição: 06/01 a 07/02/2014.
Atenção: Para este curso NÃO será oferecido alojamento.

Oficina de Gravação Digital de Textos em Áudio – Turma 1
Data do curso: 30/04/2014
Dias e horários do curso: 4ª feira, de 8:30 as 16:30.
Período de pré-inscrição: 03 a 31/03/2014
Atenção: Para este curso NÃO será oferecido alojamento.

Baixa Visão: possibilidades e dificuldades dos alunos norteando o trabalho docente
Data do curso: 05 a 09/05/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 03 a 28/02/2014

A Ciência da Motricidade Humana como Facilitadora da Leitura e Escrita do Deficiente Visual
Data do curso: 12 a 16/05/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 17/02 a 14/03/2014

Educação Infantil
Curso cancelado em 14/03/2014.

Soroban – Metodologia: Menor Valor Relativo
Data do curso: 02 a 06/06/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: Prorrogado até 02/05/2014.

Alfabetização no Sistema Braille – Turma 2
Data do curso: 14 a 18/07/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 14/04 a 16/05/2013.

Soroban – Metodologia: Maior Valor Relativo
Data do curso: 14 a 18/07/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Prorrogado até o dia 06/06/2014.

Introdução à Áudio-Descrição
Atenção: a data de realização do curso foi alterada para 28/07 a 01/08/2014 (turma I, com a professora Ana Fátima Berquó) e 04 a 08/2014 (turma II, com a professora Nadir da Silva Machado, aberta devido a alta procura). A DCRH já entrou em contato com os 40 primeiros inscritos para verificar o interesse pelas vagas. A lista de espera será acionada havendo desistências.
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
INSCRIÇÕES ENCERRADAS!

Educação Física Escolar e o Aluno com Deficiência Visual
Curso cancelado em 30/04/2014.

Estimulação Precoce
Data do curso: 04 a 08/08/2014
Dias e horários do curso: 2ª a 5ª feira, das 8 às 17 hs; 6ª feira, das 8 às 11:30 hs
Período de pré-inscrição: 05/05 a 06/06/2014.

Produção de Material Didático Especializado
Data do curso: 11 a 15/08/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 12/05 a 13/06/2014.

Iniciação ao Sistema Braille – Turma 2
Data do curso: 11/08 a 22/10/2014
Dias e horários do curso: Segundas e Quartas-Feiras, de 14:30 às 16:30 Hs.
Período de pré-inscrição: 09/06 a 04/07/2014.
Atenção: Para este curso NÃO será oferecido alojamento.

Curso Integrado – Sistema Braille e Orientação e Mobilidadeinserido em 27/06/2014; alterado em 15/08/2014.
curso cancelado em 11/08/2014.

Curso Integrado – Soroban – metodologia: maior valor relativo – e Baixa Visão
Curso cancelado em 05/09/2014.

Oficina de Gravação Digital de Textos em Áudio – Turma 2
Data do curso: 29/10/2014
Dias e horários do curso: 4ª feira, de 8:30 as 16:30.
Período de pré-inscrição: 03 a 30/09/2014
Atenção: Para este curso NÃO será oferecido alojamento.

Curso Integrado – Sistema Braille e Produção de Material Didático Especializadoinserido em 27/06/2014, atualizado em 08/09/2014
Data do curso: 03/11 a 02/12/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs.
Período de pré-inscrição prorrogado até 26/09/2014!

O Modelo Ecológico Funcional na Educação de Alunos com Deficiência Múltipla
Data do curso: 08 a 12/12/2014
Dias e horários do curso: Diariamente, das 8 às 17 hs
Período de pré-inscrição: 01 a 30/09/2014.



Cursos noturnos e aos sábados


Atenção: para estes cursos não será oferecido alojamento!



Adaptação no Sistema Braille
Curso cancelado em 05/09/2014.

Programas de Informática na Área da Deficiência Visual – Nível Básico
Curso cancelado em 05/09/2014.

Técnicas de Leitura e Escrita no Sistema Braille
Curso cancelado em 05/09/2014.

Aspectos Educacionais na Surdocegueira
Data do curso: 10/05 a 07/06/2014
Dias e horários do curso: Sábados, das 08 às 17hs
Período de pré-inscrição: 10/03 a 11/04/2014

Orientação e Mobilidade
Data do curso: 10/05 a 07/06/2014
Dias e horários do curso: Sábados, das 08 às 17hs
Período de pré-inscrição: 10/03 a 11/04/2014





ORIENTAÇÕES GERAIS


1. Os documentos obrigatórios, as ementas, o valor da taxa de material e demais informações sobre cada um dos cursos são disponibilizados no site www.ibc.gov.br antes do início do período de pré-inscrição.

2. Para obter as informações mencionadas no item 1, clique sobre o nome do curso na programação.

3. Somente serão consideradas as pré-inscrições remetidas à Divisão de Capacitação de Recursos Humanos (DCRH) do Instituto Benjamin Constant (IBC) no período de pré-inscrição correspondente ao curso desejado.

4. Observar se atende aos pré-requisitos necessários para fazer o curso desejado e se possui os documentos obrigatórios antes de realizar a pré-inscrição.

5. Fazer o download da ficha de pré-inscrição.

6. Preencher a ficha de pré-inscrição na íntegra e enviá-la, juntamente com a cópia dos documentos obrigatórios, por meio do Fax (0XX21) 3478-4454 ou do dcrhinscricoes@ibc.gov.br


6.1. A pré-inscrição será desconsiderada caso o candidato à vaga não preencha a ficha de pré-inscrição integralmente, ou não a encaminhe com os documentos obrigatórios, durante o período de pré-inscrição do curso pretendido.

7. Finalizado o período de pré-inscrição para o curso, ou se preenchidas as vagas antes do prazo estabelecido, a DCRH entrará em contato, preferencialmente por e-mail, com os candidatos, observando o número de vagas disponíveis, para confirmar a inscrição e indicar a realização do pagamento da taxa de material.

7.1. A DCRH poderá, a qualquer tempo, entrar em contato com o candidato, sendo responsabilidade deste candidato o acesso regular ao email informado na ficha de pré-inscrição. A DCRH sugere ainda que o “lixo eletrônico” seja regularmente verificado.

7.2. Em caso de desistência, a DCRH solicita ao interessado que, no prazo de 7 (sete) dias antes do início do curso, entre em contato, para que seja possível convocar o próximo candidato da lista de espera.

Taxa de material

1. Não realizar nenhum pagamento até receber orientações da DCRH.

2. Após a confirmação da seleção, o valor da taxa deverá ser depositado na Conta Corrente 776052-7, agência 0226, Operação 003, da Caixa Econômica Federal, em favor da Caixa Escolar do Instituto Benjamin Constant (CNPJ: 73.313.223/0001-82).

3. O comprovante de depósito deverá ser encaminhado para a DCRH por Fax (0XX21) 3478.4454 ou dcrhinscricoes@ibc.gov.br.

4. Após o envio do comprovante a DCRH entrará em contato confirmando a inscrição no curso.

5. Não haverá devolução da taxa de material paga em caso de desistência do cursista.

6. O recibo referente à taxa de material recolhida será emitido em nome do cursista inscrito e será entregue durante a realização do curso.

7. O cursista, que assim desejar, deverá solicitar, por e-mail (dcrhinscricoes@ibc.gov.br
), no momento da comprovação de pagamento da taxa de material, a emissão de seu recibo em nome da Instituição pagadora.

Importante

1. No primeiro dia de aula, o cursista deverá apresentar à DCRH uma foto 3 x 4, para o crachá de identificação.

2. Informamos que os cursos fazem parte de uma programação e que podem sofrer alterações, inclusive cancelamentos, a critério do IBC.

3. O curso somente será realizado com a confirmação de inscrição de, no mínimo, 50% das vagas.

4. Em função dos itens 2 e 3 acima, recomendamos ao interessado que não sejam realizadas despesas de viagem, como aquisição de passagens, antes que a DCRH confirme a matrícula no curso solicitado.

5. A inscrição será realizada por ordem de chegada da ficha de pré-inscrição, dentro do período indicado. Caso não seja atingida a quantidade mínima de interessados no curso, o período de pré-inscrição poderá ser prorrogado, a critério do IBC.

6. Não serão aceitas matrículas de um mesmo candidato para cursos realizados em datas simultâneas, devendo o candidato escolher apenas um curso por data. Caso o interessado não faça esta opção, a DCRH realizará a matrícula no curso cuja solicitação de pré-inscrição tiver chegado primeiro.

Frequência e certificação

1. Observar atentamente o detalhamento do curso pretendido.

2. Para os cursos sem avaliação: receberá o certificado de conclusão o cursista que obtiver o mínimo de 80% de frequência às aulas. Observar detalhamento do curso.

3. Para os cursos com avaliação: além da frequência mínima de 75% às aulas, para certificação é necessário que o cursista obtenha nota mínima 6,0 (seis). Observar detalhamento do curso. Somente realizará a avaliação o cursista que obtiver a frequência mínima exigida.

IMPORTANTE: NÃO HAVERÁ ABONO DE FALTAS, PARA CURSOS COM OU SEM AVALIAÇÃO, SENDO DE RESPONSABILIDADE DO CURSISTA ADMINISTRAR SUAS POSSÍVEIS AUSÊNCIAS DENTRO DO PERCENTUAL INFORMADO ANTERIORMENTE.

4. Em caso de curso sem avaliação, a DCRH entregará o certificado de conclusão ao cursista no último dia de aula.

5. No caso de cursos com avaliação, o certificado será emitido no prazo de 20 (vinte) dias úteis, contados do primeiro dia útil após o término do curso, e remetido pelo correio ao endereço residencial constante na ficha de pré-inscrição.

6. O cursista residente no município do Rio de Janeiro ou em município da região metropolitana do Rio de Janeiro (Grande Rio) deverá retirar o certificado no Instituto Benjamin Constant.

Alojamento

Atenção: EM RAZÃO DE OBRAS, não disponibilizaremos o alojamento da instituição nos meses de fevereiro, março e abril de 2014.

1. O IBC oferece 20 vagas, sendo 15 femininas e 5 masculinas, em alojamento coletivo, para cursistas de outros estados ou de municípios do interior do estado do Rio de Janeiro, que serão preenchidas respeitando-se a ordem de chegada das fichas de pré-inscrição.

2. O Alojamento não dispõe de serviços de lavanderia e de alimentação, devendo o cursista responsabilizar-se pelos mesmos, trazendo inclusive roupas de cama e de banho.

3. Para os cursistas previamente autorizados pelo IBC, o alojamento está disponível a partir das 11:30 hs do primeiro dia do curso, com saída até as 12 horas do dia subsequente ao último dia de aula.

4. Para os solicitantes de alojamento, é obrigatória a leitura do REGULAMENTO INTERNO DO ALOJAMENTO DO IBC

5. Não haverá alojamento para os seguintes cursos:

• Iniciação ao Sistema Braille
• Oficina de Gravação Digital de Textos em Áudio
• Cursos realizados entre os meses de fevereiro, março e abril de 2014.
• Cursos noturnos ou com aulas aos sábados.

Outras informações:

1. Os cursos, que não apresentarem indicação de local especifico, ocorrem nas dependências do Instituto Benjamin Constant – Av. Pasteur, 350/368 – Urca /Rio de Janeiro / RJ.

2. O IBC não disponibiliza vaga de estacionamento aos cursistas.

3. O IBC atende pedidos de realização de cursos em todo o Brasil. Contatos pelo telefone (0XX21) 3478-4461, com a Profª. Ana Lúcia.

4. Contatos da DCRH:
Telefone: (0XX21) 3478-4455
Fax: (0XX21) 3478-4454
E-mail: dcrh@ibc.gov.br


Acesso à Informação - Quem é Quem no Instituto Benjamin Constant

Logotipo do AI - Acesso à Informação

Quem é Quem no Instituto Benjamin Constant


Principais cargos, respectivos ocupantes, telefones e e-mails







Direção Geral – CD2
TITULAR: Maria Odete Santos Duarte
TELEFONES:(21) 3478-4442 e (21) 3478-4400
E-MAIL: dirgeral@ibc.gov.br



Chefia de Gabinete – CD3
Diretora Geral Substituta
TITULAR: Maria da Glória de Souza Almeida
TELEFONE: (21) 3478-4446
E-MAIL: gabinete@ibc.gov.br



Assessoria da Direção Geral – CD4
TITULAR: Elcy Maria Andrade Mendes
TELEFONE: (21) 3478-4447
E-MAIL: assessoria@ibc.gov.br



Assessoria da Direção Geral – CD4
TITULAR: Pedro Muñoz Gómez
TELEFONE: (21) 3478-4441
E-MAIL: pedromunoz@ibc.gov.br



Assessoria da Direção Geral - CD4
TITULAR: Valéria Rocha Conde Aljan
TELEFONE: (21) 3478-4448
E-MAIL: valerialjan@ibc.gov.br



Assistência da Direção Geral - FG2
TITULAR: Gerson Fonseca Ferreira
Coordenador Geral de Informática
TELEFONE: (21) 3478-4436
E-MAIL: cgi@ibc.gov.br



Assistência da Direção Geral - FG2
TITULAR: Thereza Cristina Moret Polônia
TELEFONES: (21) 3478-4483 ou (21) 3478-4484
E-MAIL: nutricao@ibc.gov.br



Assistência da Direção Geral - FG2
TITULAR: Wilson Cerqueira Martins
Secretário Geral
TELEFONE: (21) 3478-4413
E-MAIL: secgeral@ibc.gov.br



Gabinete da Direção Geral - FG5
TITULAR: Sandra Lucia Diniz Ribeiro
TELEFONE: (21) 3478-4476
E-MAIL: sandralucia@ibc.gov.br



Coordenação de Comunicação e Marketing Institucional (CCMI) - FG 6
TITULAR: Lorena Maria Pedrosa de Barros
TELEFONE: (21) 3478-4412
E-MAIL: visando@ibc.gov.br






DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO - DPA



Direção do Departamento de Planejamento e Administração – CD4
TITULAR: Érica Deslandes Magno Oliveira
TELEFONES: (21) 3478-4525 ou (21) 3478-4515
E-MAIL: dpa@ibc.gov.br



Supervisão do Departamento de Planejamento e Administração – FG 1
Diretor Substituto do Departamento de Planejamento e Administração
TITULAR : Augusto Ernesto de Mattos Baganha
TELEFONE: (21) 3478-4516
E-MAIL: augustobaganha@ibc.gov.br



Supervisão do Departamento de Planejamento e Administração – FG 1
TITULAR: Adalberto Luiz da Silva Chaves
TELEFONE: (21) 3478-4452
E-MAIL: adalberto@ibc.gov.br



Supervisão do Departamento de Planejamento e Administração – FG1
TITULAR: Elaine Souza da Silva
Pregoeira
TELEFONE: (21) 3478-4536
E-MAIL: elainesouza@ibc.gov.br



Supervisão do Departamento de Planejamento e Administração – FG1
TITULAR: Marcelo Augusto Ramos Leite
Pregoeiro
TELEFONE: (21) 3478-4542
E-MAIL: marceloleite@ibc.gov.br



Assistência do Departamento de Planejamento e Administração - FG2
TITULAR: Marina Ferreira Leite
TELEFONE: (21) 3478-4449
E-MAIL: marinaferreira@ibc.gov.br



Assistência do Departamento de Planejamento e Administração - FG2
TITULAR: Rogério Azevedo Caldas
Coordenador de Manutenção e Obras
TELEFONE: (21) 3478-4526
E-MAIL: rogeriocaldas@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Planejamento e Execução Orçamentária e Financeira (DOF) - FG 5
TITULAR: Marina Mizrahi Goichman
TELEFONES: (21) 3478-4451 e (21) 3478-4516
E-MAIL: dof@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Serviços Gerais (DSG)- FG 5
TITULAR: Paulo Lídio Marques de Barros Falcão
TELEFONE: (21) 3478-4525
E-MAIL: dsg@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Pessoal (DP)- FG5
TITULAR: Jorge Fiore de Oliveira Junior
TELEFONES: (21) 3478-4452 e (21) 3478-4453
E-MAIL: dpessoal@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Material e Patrimônio (DMP)-FG5
TITULAR: Paulo Roberto de Andrade Santiago
TELEFONES: (21) 3478-4414 e (21) 3478-4545
E-MAIL: dmp@ibc.gov.br



Secretária do Departamento de Planejamento e Administração - FG7
TITULAR: Mayre Neide Gonçalves Lima
TELEFONE: (21)3478-4525
E-MAIL: marylima@ibc.gov.br






DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO - DED




Direção do Departamento de Educação – CD4
TITULAR: João Ricardo Melo Figueiredo
TELEFONES: (21) 3478-4496 ou (21) 3478-4495
E-MAIL: ded@ibc.gov.br



Supervisão do Departamento de Educação – FG1
Diretor Substituto do Departamento de Educação
TITULAR: Paulo Augusto da Costa Rodrigues
TELEFONE: (21) 3478-4520
E-MAIL: pauloaugusto@ibc.gov.br



Assistência do Departamento de Educação - FG2
TITULAR: Em aberto
TELEFONE: (21) 3478-4495
E-MAIL: ded@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Ensino (DEN) - FG5
TITULAR: Em aberto
TELEFONE: (21) 3478-4493 ou (21) 3478-4532
E-MAIL: ded@ibc.gov.br



- Coordenação de Estimulação Precoce
TITULAR: Patrícia Soares de Pinho Gonçalves
TELEFONE: (21) 3478-4469
E-MAIL: patydepinho@ibc.gov.br



- Coordenação de Educação Infantil
TITULAR: Adriana Maria Maia da Silveira
TELEFONE: (21) 3478-4468
E-MAIL: adrianamariamaia@ibc.gov.br



- Coordenação de 1º Ano do Ensino Fundamental
TITULAR: Jussara Costa de Almeida
TELEFONE: (21) 3478-4487
E-MAIL: jussaraalmeida@ibc.gov.br



- Coordenação do Primeiro Segmento do Ensino Fundamental
TITULAR: Ana Cristina Zenun Hildebrandt
TELEFONE: (21) 3478-4497
E-MAIL: anacristinahildebrandt@ibc.gov.br



- Coordenação do Segundo Segmento do Ensino Fundamental
TITULAR: Heverton de Souza Bezerra da Silva
TELEFONE: (21) 3478-4499
E-MAIL: esouza@ibc.gov.br



- Coordenação do Programa Educacional Alternativo (PREA)
TITULAR: Elizabeth Ferreira de Jesus
TELEFONE: (21) 3478-4528
E-MAIL: elizabethferreira@ibc.gov.br



- Coordenação de Educação Física
TITULAR: Marcelo Miranda Petini
TELEFONE: (21) 3478-4482
E-MAIL: marcelopetini@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Assistência ao Educando (DAE)- FG5
TITULAR: Maria Eline Silva Cruz
TELEFONE: (21) 3478-4500
E-MAIL: dae@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Orientação Educacional, Psicológica e Fonoaudiológica(DOE)-FG5
TITULAR: Ana Maria Nóbrega Pereira
TELEFONE: (21) 3478-4486
E-MAIL: doe@ibc.gov.br



Chefia da Divisão de Atividades Culturais e de Lazer (DAL)-FG5
TITULAR: Marliria Flavia Coelho da Cunha
TELEFONES: (21) 3478-4467 ou (21) 3478-4464
E-MAIL: dal@ibc.gov.br



Secretária do Departamento de Educação – FG7
TITULAR:
TELEFONE: (21) 3478-4496
E-MAIL:
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