Linguagem de script para complementar os recursos de acessibilidade Início da Página

Acesso à Informação

Acesso à Informação do Governo Federal.

Ministério da Educação

Brasil: País rico é país sem pobreza.

Instituto Benjamin Constantt

"Um Olhar para o Infinito" - Ilustração

{Controles de Acessibilidade}
Onde estou?
Você está na  Página principal » Revista Benjamin Constant » Edição 36 - Abril de 2007
Conteúdo

Edição 36 - Abril de 2007

CAPA: Arte sobre trecho da partitura para orquestra da Sinfonia nº3 de Beethoven, Opus 55. Fonte: Manual Internacional de Musicografia Braillle - MEC/SEESP. Autor: Claudio Vilardo

SEÇÕES:

EXPEDIENTE

EDITORIAL

ENTREVISTA: Cecília Guarnieri Batista por Márcia Moraes

INFORME

LEITURA

ARTIGOS:

Musicografia Braille – Instrumento de Inserção e Formação Profissional

Autor: Dolores Tomé

Resumo: A evolução dos códigos musicográficos, até chegar ao último manual publicado em 1996, passou pela análise das características que diferenciam a musicografia braille da escrita visual. Este artigo aborda como os diferentes formatos de transcrição, destacando seus aspectos essenciais, poderiam resolver os problemas na área da informática e das tecnologias avançadas, facilitando a formação de pessoas aptas a multiplicar estes conhecimentos.


A Concepção dos Professores do Ensino Regular Sobre a Inclusão de Alunos Cegos

Autores: Cristiane Vales Maciel, Rosinete dos Santos Rodrigues e Arley José Silveira da Costa

Resumo: Segundo Vygotsky, o processo de aprendizagem resulta da interação com outros sujeitos sociais, o que permite ao indivíduo construir sua representação simbólica do mundo. Pretende-se mostrar aqui a importância da interação social, que se traduz no processo de inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais no ensino regular. Considerando que os professores e sua forma de pensar a inclusão desempenham papel importante na escola, buscamos investigar as concepções dos educadores quanto à inclusão do aluno cego na sala de aula regular. A pesquisa envolveu 53 professores de quatro escolas do ensino regular de Macapá-AP. A análise das concepções permitiu categorizá-los em inatistas (16,98%), comportamentalistas/ambientalistas (28,30%) e interacionistas (39,63%), restando 15,09% não passíveis de categorização. É necessário que a formação docente envolva a compreensão do homem, sob uma perspectiva sociointeracionista, e que o Estado assuma seu papel de fornecer as condições de qualificação e de atuação dos professores para que o processo inclusivo possa ocorrer e permitir ao aluno cego o acesso aos instrumentos histórico-culturais disponíveis em sua sociedade.
Palavras-chave: inclusão, aluno cego, diferenças.

Questões Acerca da Teoria da Compensação no Campo da Deficiência Visual

Autores: Paula Rego-Monteiro, Luciana Pereira Manhães e Virgínia Kastrup

Resumo: É comum acreditar-se que a privação de um dos sentidos dá lugar a uma compensação da deficiência. De acordo com tal perspectiva, a perda da visão daria lugar a um aumento da capacidade de audição e do tato. O objetivo deste artigo é analisar em que consiste a noção de compensação e discutir seu alcance e seus limites, à luz das ciências cognitivas contemporâneas. Apresenta uma versão mística, uma versão biologicamente ingênua e a versão sócio-histórica da compensação, desenvolvida por L. Vygostski. A partir de contribuições teóricas e casos clínicos apresentados respectivamente por F. Varela e O. Sacks conclui que a noção de compensação é limitada para entender os efeitos sobre o sistema cognitivo da perda de um dos sentidos.
Fim da Página Site Desenvolvido pela Acessibilidade Brasil 2005 | www.acessobrasil.org.br